'xterm-256color': unknown terminal type no mac os x Lion, Mac os x mountain ou mac os x snow leopard

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Se este erro ocorre com você na tentativa de acesso ao terminal de um servidor Ubuntu, Debian, Mint ou qualquer outro Debian Based usando Mac os X e recebe o erro ‘xterm-256color’: unknown terminal type, entre no servidor de destino aonde o terminal conecta e use o seguinte comando:

apt-get install ncurses-term -y

Isso vai instalar o pacote que faltava.

Interessante que se o erro não for corrigido, por exemplo, um comando inportante como top ou screen não funcionam :(.

Em plataformas Red Hat não rola isto.

Como mudar/alterar o hostname do computador no CentOS | RedHat

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Olá amigos tudo tranqüilo?

Seguindo a dica do mestre @little_oak, resolvi dar uma chance no que tange a Server com Linux e resolvi instalar o CentOS…. porque até agora meu coração só tinha lugar para o magnífico Ubuntu…. Fiz a install em modo texto (acho melhor e mais rápido), só que em momento algum durante da instalação fui perguntado sobre o hostname da máquina, então veio a dúvida…. como mudar/alterar o hostname aqui nessa mazela? Acostumado com o Ubuntu fui logo no /etc/hostname …. PAM…. cadê?

O CentOS não possui esse arquivo, logo pensei maldita mudança…. mas não desisti, lembrei-me que o professor da Software Livre na faculdade havia falado sobre algo desse tipo no RedHat….. logo pensei, se CentOS é o irmão gêmeo do RedHat logo deve funcionar no CentOS também…. vou passar pra você o macete….

No Terminal como root vá até o diretório /etc/sysconfig/

Dentro desse diretórioa existem vários arquivos, maseditar um arquivo chamado network, e é ele que vamos alterar para mudar/alterar nosso hostname…. eu utilizo o VI ou VIM por achar mais prátido e rápido mas fica a gosto de vocês

 

root@localhost sysconfig]# vim network

 

Verá um conteúdo mais ou menos assim

 NETWORKING=yes

NETWORKING_IPV6=no

HOSTNAME=localhost.localdomain

 

Não precisa nem falar qual o campo a ser alterado não é? Deixe como achar melhor, no meu caso ficou assim:

 NETWORKING=yes

NETWORKING_IPV6=no

HOSTNAME=appunix.localdomain

 

O único ponto negative dessa alteração de hostname é que torna-se necessário a reinicialização do CentOS para que essa alteração entre em vigor…. para testar, você pode digitar hostname no Terminal e verá o nome para o qual você alterou…..

Simples, sucinto e rápido… enfim consegui fazer algo objetivo sem muitas firulas…..

Abraço forte galera….

Obrigado pelo sucesso do BLOG, todas as honras dadas a vocês leitores e a DEUS.

Fiquem com Deus!!!!!!!

Gostou? Compartilhe, comente e espalhe. 🙂

Lançado Red Hat Enterprise Linux 6.1

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Red Hat anunciou a disponibilidade do Red Hat Enterprise Linux 6.1 (RHEL 6.1). As atualizações da versão release de novembro do ramo RHEL 6,0, com uma variedade de aprimoramentos de desempenho diz que lhe permitiu entregar um benchmark record-setting SPECvirt_sc2010 sendo executado em um servidor HP Proliant 20-core Blade.

A Red Hat também destaca melhorias no RHEL 6.1, como novas opções de configuração para armazenamento avançado, como Fibre Channel over Ethernet (FCoE), Datacenter Bridging e iSCSI e melhorias em virtualização, sistemas de arquivos, programação, gerenciamento de recursos e funcionalidades de alta disponibilidade.

Notas de lançamento e notas técnicas estão disponíveis com maiores detalhes sobre todas as mudanças feitas no RHEL 6.1.
[1] Red Hat Release Notes 6.1 http://docs.redhat.com/docs/en-US/Re…tes/index.html

[via]

Centos: Um caso duvidoso ou sólido? Devo usar Centos?

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Olá pessoal,

antes de qualquer polêmica ou mesmo mod troll ON, eu, Little_Oak quero deixar claro o motivo do post que estou escrevendo neste instante e reportar também a opinião de pessoas influentes no mundo Red Hat Enterprise (Red Hat é Fedora, ok? Com aquele toque de “atraso estável”).

Vamos lá, primeiro quero trazer a visão detalhada e concreta de 2 grandes participantes da comunidade Rhel:

http://lonelyspooky.com/2011/04/05/centos-razoes-de-sobra-para-abandona-lo/

e

http://timmerman.wordpress.com/2011/04/05/razoes-para-nem-comecar-a-usar-o-scientific-linux

O artigo primário mostra deficiências graves que o projeto CentOs vive nos dias atuais (sim, o fato de ser um clone do Red Hat não quer dizer que o time de empacotamento/testes/marketing é o mesmo do CentOs, muito pelo contrário, NÃO existe qualquer vínculo administrativo/técnico (no que tange gestão)/Financeiro por parte da Red Hat para com o CentOs).

Recentemente deixei de acompanhar diretamente o Twitter de uma das cabeças (diga-se de passagem extremamente brilhante) na liderança do CentOs, o Karanbir Singh (http://twitter.com/#!/kbsingh), o motivo foi justamente o que o lonely reportava, a forma abrupta com que o Karanbir tratava o pessoal que perguntava sobre lançamentos.

Em trechos do post do LonelySpooky ele retrata o ponto grave do projeto: Demora no empacotamento e distribuição dos releases e patches.

Em algumas mensagens do Twitter eu também vi o Karanbir falar literalmente isto: “O CentOs 6 sairá quando estiver pronto para sair!”.

Centos Hoje é a plataforma mais respeitada em termos de clone do Red Hat, em praticamente 99% do sistema encontramos compatibilidades e muita consistência  com o  Red Hat. Não podemos deixar de elogiar o CentOs como plataforma, haja vista o caso de escalonamento do Kernel do Red Hat sob 64 bits (exploit), o qual a equipe do CentOs trouxe um workaround muito mais eficiente que a própria Red Hat em menor tempo (mais de 24 hs de antecedência), caso que afetou muitas empresas de Hosting, inclusive a poderosa Locaweb :(.

Percebemos com este ponto de patching (caso do kernel 64) a potência que à comunidade Open Source exerce sobre um produto/projeto.
É neste ponto que entra minha opinião crítica:

Ora bolas, se o forte do open source é justamente ter uma comunidade commitando e metralhando os bugs em um source, por que há tanta dificuldade em fazer parte do core ao menos de empacotamento do CentOs?

O Timm fala que não é tão difícil entrar para o core de empacotamento, mas na verdade a forma organizacional da coisa é que está causando estragos de lentidão.

Lembremos de uma coisa, o fato de ter ou não empresa por trás mantendo um projeto opensource não é mais uma desculpa para que findem os esforços e sejam eliminadas as possibilidades de mantimento do amadurecimento de código, exemplo claro e trivial é o Debian!

A comunidade o mantém, opina e direciona as vastas listas de votação, assim como há uma facilidade enorme de commit, debug e etc em nível de colaboração global.

O CentOs é potente, isto é fato consumado, usa o “motor” Red Hat (que dispensa comentários), mas como manter-se fiel a uma distribuição que apresenta dificuldades em se manter de pé?

Existem problemas graves no que tange a ambientes de Hosting (minha especialidade), aonde temos mais de 30% de servidores dedicados gnu/linux operando sob CentOs. Outro ponto que agrava ainda mais a situação é o gestor de hosting WHM/CPanel, que tem total homologação sobre Red Hat, CentOs e FreeBSD. As compatibilidades com outras plataformas como SUSE e Fedora foram removidas em detrimento as mudanças drásticas e corriqueiras que ambos projetos adotam (somente por este lado é ruim, pois devemos bater o pé e nos alegrar, esta aceleração em mudança de padrões sempre trás benefícios como aceleração de vídeo, I/O muito mais eficiente, softwares mais flexíveis e robustos, bibliotecas mais apuradas com apis abastecidas com o que há de mais novo). Falei problemas graves pois muito do que se tem na web se baseia justamente no CentOs, e sem ele?

Gosto de citar exemplos simples:
Em ambientes Cpanel + Red Hat, plugins para vhosts modernos como os do nginx não são tão abordados no Red Hat, mas no CentOs a comunidade os apóia.

E sem o CentOs, o que iremos escolher?

É fácil decidir isto quando o assunto é desktop, principalmente comparando a plataforma arcáica Red Hat / CentOs com o Fedora (tenha em vista que cito arcáica não como esquecida em termos de patching, debug e análise de melhorias, muito pelo contrário, o controle de qualidade do Red Hat é tão violento que quase que semanal tem correções super importantes no kernel do sistema, o que mantém uma compatibilidade fenomenal com o que é homologado diretamente aquela plataforma/versão X, falo pela forma com que novos aplicativos rodam em suas novas versões), Fedora dá um show, mas e na abrangência de servidores dedicados?

O que escolher?

Reforço a minha opinião pessoal:
Dizer que o CentOs é um fracasso é falar que o mar vai secar amanhã, e dizer em paralelo com isto que os mantenedores do projeto estão deixando fora por não mais usarem Red Hat, ou será que você esqueceu a origem do CentOs?

Sim, CentOs surgiu por pessoas que amavam o Red Hat e acabaram colidindo com a idéia de ter um Red Hat vendido somente por conta do suporte excelente que o acompanha, quando na verdade possuiam Know How para simplesmente gerenciar tudo e efetuaram seus troubleshootings sem qualquer perda de tempo ou stress.

Então jamais diga que uma embarcação lenta é um navio que vai afundar, raramente um navio que está lento afunda em detrimento da vagarosidade, ele afunda por más escolhas no momento da navegação (Literalmente as rotas).

Desejamos longa vida ao Red Hat e o seu “filhote” CentOs, que ainda é forte, mas precisa de um core mais claro, mais difundido (ou será que alguém aqui nunca ouviu falar do caos que foi o caso do Gentoo e sua gestão complicada? Hoje está bem melhor MESMO, mas e antes? A perda de usuários e etc…)
Abraços a todos e espero comentários sem troll, por favor!

 

Verificar Spammer no exim – Vamos combater o SPAM

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Uma coisa importante a ser adicionada ao sistema EXIM são as informações no cabeçalho dos emails enviados/recebidos em seu sistema.

Com etas informações você poderá mais facilmente identificar os possíveis SPAMMERS que você hospeda além de facilitar também a vida de outros administradores cujo servidores recebem emails vindos de seu sistema.

Acesse o WHM e no link “Exim Configuration Editor” e no mesmo no botão “Advanced Editor”. Logo no primeiro campo de formulário (logo abaixo do “#!!# cPanel Exim 4 Config”) adicione:

log_selector = +address_rewrite +all_parents +arguments +connection_reject +delay_delivery +delivery_size +dnslist_defer +incoming_interface +incoming_port +lost_incoming_connection +queue_run +received_sender +received_recipients +retry_defer +sender_on_delivery +size_reject +skip_delivery +smtp_confirmation +smtp_connection +smtp_protocol_error +smtp_syntax_error +subject +tls_cipher +tls_peerdn

Agora observe o cabeçalho dos emails em seu queue.

fonte: http://blog.scriptseguro.com.br/verificar-spammer-no-exim/

Processo repquota -auv consumindo tudo da máquina whm/cpanel

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Se o processo repquota -auv está matando sua máquina Centos/Redhat com WHM/CPANEL, nada de desespero, o esquema é observar se o item abaixo está marcado:

Se ao suspender contas em seu WHM, você enfrentar problemas com LOAD, desabilite em “Tweak Settings” a função abaixo:

“Use Safe Quota Setting (quotas will be disabled, adjusted, and then re-enabled). This option should be enabled if you are having problems with lost disk quotas or other quota system corruption. Under software raid and other circumstances enabling this option will degrade server performance.”

Caso não, marque-o!

fonte: http://littleoak.wordpress.com/2009/08/14/processo-repquota-auv-consumindo-tudo-da-maquina-whmcpanel/

Como instalar o CSF firewall – How to install CSF

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Para instalar o CSF firewall basta executar os seguintes comandos:

wget http://www.configserver.com/free/csf.tgz
tar zxf csf.tgz
cd csf
sh install.sh

Após isto, caso tenha o apf e o bfd operando remova-os assim:

sh disable_apf_bfd.sh

OBS: O CSF já detecta que portas estão sendo utilizadas e as libera de maneira simples, ou seja, sem que haja intervenção por sua parte.
Uma coisa que você deve ficar alerta, principalmente por que o BIND usa a porta 953 udp/tcp.

Libere isto também e ainda, caso sua interface de dns do seu IDC seja eth0, por exemplo, informe ela na interface excluída de verificações.

Isso vai deixar os lookups operando corretamente 😀

Abração a todos.

How to install yum on red hat 4 or Centos 4 – Como instalar yum no Redhat 4 ou Centos 4

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Essa é uma questão muito comum entre os sysadmins que tentam instalar o yum no red hat 4 ou centos 4 e não têm tido sucesso.

Abaixo preparei um how to com um link próprio dos arquivos para que você não tente encontrar o pacote na web e acabe se decepcionando ao ver navios.

Para instalar o yum no centos ou redhat siga exatamente o que será descrito.

Esse how to mostra como instalar o yum no RedHat 4.x (centos 4.x) de maneira simples e amigável.

O que será preciso?

1 – Estar logado como root no terminal,
2 – Criar um diretório aonde as coisas estarão armazenadas,
3 – Ter uma internet acessível para poder baixar (claro!).

Logue-se como root, em seguida, na pasta root crie algo como:

mkdir tmp
cd tmp

Agora que estamos dentro de /root/tmp nós iremos baixar todos os arquivos necessários e iremos deixar que o próprio yum dê conta do recado. Use exatamente os comandos abaixo para pegar os arquivos:

wget http://www.libphp.net/repositorio/yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm

Agora que já temos os arquivos (pacotes) vamos instalar os mesmos:

rpm -ivh libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
rpm -ivh python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm
rpm -ivh yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm

Vamos ajustar o repositório:

wget http://www.libphp.net/repositorio/rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Após

rpm -ivh rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Depois disto somente faça:

yum update

Pronto!

Abração a todos e bom trabalho.

Gnu/Linux e suas dificuldades na usabilidade (diversidade que pode matar)

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Gnu/Linux sem dúvidas é a prática mais comum no mundo do Software Livre, em outras palavras, é o meio mais fácil e mais comum do mundo Open Source estar declarado em nosso dia-a-dia. Temos ferramentas de uso diário, que são open source e não percebemos, mas quando nos deparamos com o Gnu/Linux nós podemos afirmar – este realmente é free software (ainda que não tenhamos um conceito muito forte do que realmente é software livre, que muitos infelizmente interpretam como software gratuito). Isto, sem sombra de variação é muito fabuloso, pois este excelente sistema que já mostrou do que é capaz, e o melhor, deixou claro que tem seu código aberto para customizações e forks, estando disponível para qualquer pessoa, aonde quer que esteja.
Ao longo de 12 anos de convívio com o Gnu/Linux (tendo somente 5 anos como profissional neste ramo, prestando serviços, e outros 7 “ouvindo falar bem”) pude perceber algumas “metamorfoses” que não vieram e fixaram um conceito amigável de usabilidade.
Vou detalhar isto de maneira abrangente para que fique claro o que realmente desejo expor, a dificuldade na curva de aprendizado, devido a variações muito pesadas nas distribuições Gnu/Linux.
Em 1997 possuía um computador Pentium 133 mhz mmx 100% off-board e tenho um irmão que na época estava fazendo cursos da Conectiva (uma distribuição Gnu/Linux que tinha um corpo técnico que prestava consultoria e cursos), tendo assim um impulso forte para instalação desta distribuição, o que me fez “saber que existia um sistema operacional diferente do Windows 95”, sem contar que no ano seguinte o Macintosh havia se tornado “mais uma daquelas descobertas milenares”. Naquela “descoberta” ouvi falar que ele era Free Software, mas confesso que não fez diferença para mim.
Os anos se passaram, para ser mais preciso 7 anos, e depois de tantas tentativas de me familiarizar com “aquela tela preta, parecia de mais com o MS-DOS”, consegui instalar uma distribuição chamada Slackware. Levei a sério, e fui tomando gosto.
Na época o melhor guia, ou documentação brasileira disponível (ainda está disponível) é o perfeito e completo GuiaFoca, um manual do Gnu/Linux, baseado no Debian, mas operando de maneira simples e direta em outras distribuições.
Passei um ano estudando sem cessar este sistema operacional maravilhoso, o que me fez implementar algumas soluções baseadas em Software Livre no SENAC-PB, empresa que trabalhei durante 3 anos. Adquiri um conhecimento sólido nesta plataforma, mas com o passar do tempo necessitei partir para outras como Red Hat Enterprise, por exemplo, sem contar as distribuições desktop que estavam bombando nesta fase. Com a saída da antiga empresa para outra que prestava consultoria não obtive dificuldades em implementações para clientes, principalmente pelo fato do Slackware ser muito flexível e “bastante Unix”, não senti nada difícil nos primeiros meses.
Nesta etapa eu entendi quais os problemas que as distribuições Gnu/Linux sentiam, isto aos olhos do usuário final, por que o nível de curva de aprendizado torna-se alto quando entramos em uma distribuição comercial. Para que se tenha uma idéia, o CentOS (remasterização do Red Hat Enterprise, respeitando direitos autorais e imagens da instituição), caso seja instalado como servidor, com poucos pacotes default você não terá a ferramenta ifconfig disponível, mas espere, ifconfig é um utilitário disponível em todas as distribuições, isto é padrão, e nem todas usam o system-config. Quantas usam dpkg, apt ou aptitude? Quantas tem o RPM como gestor de pacotes? O Yum? O Yast, Yast2?
Sabemos que são particularidades em cada distribuição, e que tais particularidades visam a automatização de determinadas tarefas que comumente estão vinculadas com o sistema operacional que as implementam.
Neste momento entram as divergências em geral, pois entendemos que comandos básicos sempre serão respeitados, e que seus manuais são preservados de uma distribuição para outra, mas que nem sempre estão no mesmo lugar.
Localidades na árvore de estrutura de dados, nomes de arquivos de configuração, modalidade de configuração de rede a nível de arquivo e forma com que containers web trabalham é muito diversificada em cada distribuição. Isto dificulta no momento de colocar na cabeça de algum xiita de códigos fonte proprietários que o Gnu/Linux é bom!
Observem o estouro e magnitude de distribuições como Ubuntu e Fedora, a nível desktop, vejam o quão abrangentes e aceitáveis elas são, e o mais importante, o quão bem documentadas elas são, mas em uma suave visão diferenciada, tente usar os conceitos aprendidos em cada uma delas em um Gentoo, CentOs ou OpenSuse, talvez você não queira mais usar Gnu/Linux, ou melhor, fará distinção por conhecer todas as ferramentas/utilitários de uma e de outra não.
Deixo claro que o Gnu/Linux é a escolha certa para quem não quer dores de cabeça futuras, quer estabilidade e o melhor, segurança de suas informações garantidas por sistemas que têm geeks de milhares de lugares dedicando-se na provisão de códigos de altíssimo nível e de escalabilidade monstruosa.
Minhas recomendações para marinheiros de primeira viagem:

• Use Ubuntu/Fedora para desktop, principalmente o Ubuntu que permite upgrades de versão do Sistema Operacional de maneira mais segura,
• Use CentOs/Ubuntu/Slackware ou Debian em seus servidores, principalmente Ubuntu/Debian que permitem upgrades de versões sem maiores dores de cabeça,
• Use Ubuntu/Fedora em escritórios, principalmente por sua quantidade enorme de drivers (módulos) para impressoras e etc.

Existem outras distribuições Gnu/Linux que têm tido muito prestígio, como por exemplo cito o Mandrake, empresa que assumiu a Conectiva e que tem se destacado pela ampla gama de produtos e suporte de qualidade, sendo hoje conhecida como Mandriva. OpenSuse, outra distribuição muito respeitada, versão Grátis e de código fonte aberto, 100% baseada no Suse Enterprise, mantido pela comunidade open source do mundo inteiro, esta é bastante amigável também.
Lembre-se que uma distribuição deve primar por conceitos de segurança, estabilidade e alto desempenho, principalmente, deverá ser bem documentada, e trivialmente falando, documentada maciçamente sobre suas ferramentas em particular.
Gestores de pacotes também são algo que tornam a problemática maior, por que os pacotes .DEB e .RPM imperam, seguidos de seus gestores deb/apt/aptitude e RPM/up2date/yum. Sabemos que é simples compilar algo (em alguns casos, devido requerimento de paths para libs a situação poderá complicar-se) e ajustar paths de destino, mas nem tudo isto brilha aos olhos dos mantenedores de software, tanto pelo nível de dificuldade avaliado para compilações e geração de source pré-compilado na plataforma como pela simplicidade de gestão (upgrade, downgrade e patching em geral).
Quanto ao GuiaFoca, este ainda é a melhor alternativa em documentação Gnu/Linux (falando de maneira geral), mas não atenha-se ao mesmo pois as distribuições estão mudando e agora parecem que estão tomando “independência” ou pensam em seguir assim, longe de padrões LSB.
Aprender sempre é bom, mas não atenha-se a distribuições muito individualistas, isto poderá complicar sua vida em um futuro muito próximo, principalmente no que tange ciclo de vida da versão do sistema ou até descontinuidade do projeto adotado por você ou por sua empresa (vide distribuições como Kurumin que tinham excelente iniciativa, mas que estão agonizado neste momento, Conectiva – adquirida pela Mandrake e outras).

As particularidades excessivas das distribuições estão levando as distribuições que adotam esta modalidade de negócio/serviço para uma ilha de destaque e talvez solidão.

Muito cuidado com sua escolha!

Abraços a todos e bom trabalho/estudo.

how to configure network on red hat Configurando interfaces de rede manualmente no Centos Fedora ou Red Hat

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Boa noite,

Estou usando o CentOs 5.3 (na realidade era o 5.1 e o maravilhoso yum fez a upgrade tranquilamente) e necessitei configurar a interface de rede manualmente.
Supondo que sua interface seja a eth0 (a primeira) você deve acessar seu arquivo assim:

vim /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0

O vim não é obrigação, entretanto gosto dele.

Observe a sintaxe abaixo:

DEVICE=eth0
BOOTPROTO=static
DHCPCLASS=
HWADDR=00:30:48:56:A6:NE
IPADDR=192.168.1.101
NETMASK=255.255.255.0
ONBOOT=yes

Fazendo isto (tornando sua sintaxe semelhante) você estará:

colocando o ip da interface estaticamente como sendo 192.168.1.101 e dizendo que isto será feito no momento do boot do sistema.

Em seguida entre aqui:

vim /etc/sysconfig/network

NETWORKING=yes
HOSTNAME=libphp1
GATEWAY=192.168.1.1

Aqui definimos a rede como sendo o hostname libphp1 e o gateway 192.168.1.1

Após isto somente faça isto:

/etc/init.d/network restart

Depois podemos até setar um dns para acesso a web:

vim /etc/resolv.conf

Dentro dele eu coloquei assim:

nameserver 200.165.132.148
nameserver 200.165.132.155

Este é o modo simples de definir o dns da velox.

Abração e tenham uma semana excelente e abençoada por Deus.

Como fazer downgrade do mysql 5 para o 4 no cpanel – how to downgrade mysql 5 to 4

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Primeiro entre no arquivo:

vim /var/cpanel/cpanel.config

procure pela linha mysql-version=5.0 e em seguida coloque 4.1 no lugar de 5.0

saia salvando o arquivo, em seguida rode:

/scripts/mysqlup –force

Após isto, confirme a versão com:

rpm -qa | grep -i mysql-

Obs: Se funcionar eu quero uma caixa de Bis hein?

Habilitando ou Desabilitando o HTACCESS

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As vezes precisamos desabilitar o htaccess de algum servidor, ou habilitar, isto ocorre em serviços customizados para uma finalidade diferente de páginas comuns, como é o caso do centova, um painel para gestão de serviços de streaming. Para isto, se você deseja habilitar o htaccess nas contas procure o trecho abaixo no arquivo de configuração do apache, em meu caso, como era apache rodando sob CentOs eu fui em /etc/httpd/conf/httpd.conf

# AllowOverride controls what directives may be placed in .htaccess files.
# It can be “All”, “None”, or any combination of the keywords:
# Options FileInfo AuthConfig Limit

AllowOverride All

Setando para All temos habilitado, setando para None temos desabilitado.

É isto!

cannot restore segment prot after reloc: Permission denied

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Nada de pânico, sem dúvidas isso ocorreu em seu sistema CentOs (ou derivado da linha Red Hat) e você não sabe o que fazer. Esfria a cabeça, para sanar o erro
cannot restore segment prot after reloc: Permission denied

basta desabilitar o SELINUX (sistema de defesa padrão da linha Red Hat) assim:

/usr/sbin/setenforce 0

entre no arquivo de configuração e mude de enforce para disabled, o arquivo fica em:
/etc/selinux/config

Após a mudança reinicie o server com o comando:

shutdown -r now

Após restart, use o comando sestatus, deverá receber algo como:

SELinux status: disabled

Depois disso tudo ficará 100%.

Abraços.

cannot restore segment prot after reloc: Permission denied

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Nada de pânico, sem dúvidas isso ocorreu em seu sistema CentOs (ou derivado da linha Red Hat) e você não sabe o que fazer. Esfria a cabeça, para sanar o erro

cannot restore segment prot after reloc: Permission denied

basta desabilitar o SELINUX (sistema de defesa padrão da linha Red Hat) assim:

/usr/sbin/setenforce 0

entre no arquivo de configuração e mude de enforce para disabled, o arquivo fica em:
/etc/selinux/config

Após a mudança reinicie o server com o comando:

shutdown -r now

Após restart, use o comando sestatus, deverá receber algo como:

SELinux status:                 disabled

Depois disso tudo ficará 100%.

Abraços.

fonte: http://www.littleoak.com.br/2009/03/02/cannot-restore-segment-prot-after-reloc-permission-denied/

Gnu/Linux e suas dificuldades na usabilidade (diversidade que pode matar)

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Gnu/Linux e suas dificuldades na usabilidade (diversidade que pode matar)

Gnu/Linux sem dúvidas é a prática mais comum no mundo do Software Livre, em outras palavras, é o meio mais fácil e mais comum do mundo Open Source estar declarado em nosso dia-a-dia. Temos ferramentas de uso diário, que são open source e não percebemos, mas quando nos deparamos com o Gnu/Linux nós podemos afirmar – este realmente é free software (ainda que não tenhamos um conceito muito forte do que realmente é software livre, que muitos infelizmente interpretam como software gratuito). Isto, sem sombra de variação é muito fabuloso, pois este excelente sistema que já mostrou do que é capaz, e o melhor, deixou claro que tem seu código aberto para customizações e forks, estando disponível para qualquer pessoa, aonde quer que esteja.
Ao longo de 12 anos de convívio com o Gnu/Linux (tendo somente 5 anos como profissional neste ramo, prestando serviços, e outros 7 “ouvindo falar bem”) pude perceber algumas “metamorfoses” que não vieram e fixaram um conceito amigável de usabilidade.
Vou detalhar isto de maneira abrangente para que fique claro o que realmente desejo expor, a dificuldade na curva de aprendizado, devido a variações muito pesadas nas distribuições Gnu/Linux.
Em 1997 possuía um computador Pentium 133 mhz mmx 100% off-board e tenho um irmão que na época estava fazendo cursos da Conectiva (uma distribuição Gnu/Linux que tinha um corpo técnico que prestava consultoria e cursos), tendo assim um impulso forte para instalação desta distribuição, o que me fez “saber que existia um sistema operacional diferente do Windows 95”, sem contar que no ano seguinte o Macintosh havia se tornado “mais uma daquelas descobertas milenares”. Naquela “descoberta” ouvi falar que ele era Free Software, mas confesso que não fez diferença para mim.
Os anos se passaram, para ser mais preciso 7 anos, e depois de tantas tentativas de me familiarizar com “aquela tela preta, parecia de mais com o MS-DOS”, consegui instalar uma distribuição chamada Slackware. Levei a sério, e fui tomando gosto.
Na época o melhor guia, ou documentação brasileira disponível (ainda está disponível) é o perfeito e completo GuiaFoca, um manual do Gnu/Linux, baseado no Debian, mas operando de maneira simples e direta em outras distribuições.
Passei um ano estudando sem cessar este sistema operacional maravilhoso, o que me fez implementar algumas soluções baseadas em Software Livre no SENAC-PB, empresa que trabalhei durante 3 anos. Adquiri um conhecimento sólido nesta plataforma, mas com o passar do tempo necessitei partir para outras como Red Hat Enterprise, por exemplo, sem contar as distribuições desktop que estavam bombando nesta fase. Com a saída da antiga empresa para outra que prestava consultoria não obtive dificuldades em implementações para clientes, principalmente pelo fato do Slackware ser muito flexível e “bastante Unix”, não senti nada difícil nos primeiros meses.
Nesta etapa eu entendi quais os problemas que as distribuições Gnu/Linux sentiam, isto aos olhos do usuário final, por que o nível de curva de aprendizado torna-se alto quando entramos em uma distribuição comercial. Para que se tenha uma idéia, o CentOS (remasterização do Red Hat Enterprise, respeitando direitos autorais e imagens da instituição), caso seja instalado como servidor, com poucos pacotes default você não terá a ferramenta ifconfig disponível, mas espere, ifconfig é um utilitário disponível em todas as distribuições, isto é padrão, e nem todas usam o system-config. Quantas usam dpkg, apt ou aptitude? Quantas tem o RPM como gestor de pacotes? O Yum? O Yast, Yast2?
Sabemos que são particularidades em cada distribuição, e que tais particularidades visam a automatização de determinadas tarefas que comumente estão vinculadas com o sistema operacional que as implementam.
Neste momento entram as divergências em geral, pois entendemos que comandos básicos sempre serão respeitados, e que seus manuais são preservados de uma distribuição para outra, mas que nem sempre estão no mesmo lugar.
Localidades na árvore de estrutura de dados, nomes de arquivos de configuração, modalidade de configuração de rede a nível de arquivo e forma com que containers web trabalham é muito diversificada em cada distribuição. Isto dificulta no momento de colocar na cabeça de algum xiita de códigos fonte proprietários que o Gnu/Linux é bom!
Observem o estouro e magnitude de distribuições como Ubuntu e Fedora, a nível desktop, vejam o quão abrangentes e aceitáveis elas são, e o mais importante, o quão bem documentadas elas são, mas em uma suave visão diferenciada, tente usar os conceitos aprendidos em cada uma delas em um Gentoo, CentOs ou OpenSuse, talvez você não queira mais usar Gnu/Linux, ou melhor, fará distinção por conhecer todas as ferramentas/utilitários de uma e de outra não.
Deixo claro que o Gnu/Linux é a escolha certa para quem não quer dores de cabeça futuras, quer estabilidade e o melhor, segurança de suas informações garantidas por sistemas que têm geeks de milhares de lugares dedicando-se na provisão de códigos de altíssimo nível e de escalabilidade monstruosa.
Minhas recomendações para marinheiros de primeira viagem:

• Use Ubuntu/Fedora para desktop, principalmente o Ubuntu que permite upgrades de versão do Sistema Operacional de maneira mais segura,
• Use CentOs/Ubuntu/Slackware ou Debian em seus servidores, principalmente Ubuntu/Debian que permitem upgrades de versões sem maiores dores de cabeça,
• Use Ubuntu/Fedora em escritórios, principalmente por sua quantidade enorme de drivers (módulos) para impressoras e etc.

Existem outras distribuições Gnu/Linux que têm tido muito prestígio, como por exemplo cito o Mandrake, empresa que assumiu a Conectiva e que tem se destacado pela ampla gama de produtos e suporte de qualidade, sendo hoje conhecida como Mandriva. OpenSuse, outra distribuição muito respeitada, versão Grátis e de código fonte aberto, 100% baseada no Suse Enterprise, mantido pela comunidade open source do mundo inteiro, esta é bastante amigável também.
Lembre-se que uma distribuição deve primar por conceitos de segurança, estabilidade e alto desempenho, principalmente, deverá ser bem documentada, e trivialmente falando, documentada maciçamente sobre suas ferramentas em particular.
Gestores de pacotes também são algo que tornam a problemática maior, por que os pacotes .DEB e .RPM imperam, seguidos de seus gestores deb/apt/aptitude e RPM/up2date/yum. Sabemos que é simples compilar algo (em alguns casos, devido requerimento de paths para libs a situação poderá complicar-se) e ajustar paths de destino, mas nem tudo isto brilha aos olhos dos mantenedores de software, tanto pelo nível de dificuldade avaliado para compilações e geração de source pré-compilado na plataforma como pela simplicidade de gestão (upgrade, downgrade e patching em geral).
Quanto ao GuiaFoca, este ainda é a melhor alternativa em documentação Gnu/Linux (falando de maneira geral), mas não atenha-se ao mesmo pois as distribuições estão mudando e agora parecem que estão tomando “independência” ou pensam em seguir assim, longe de padrões LSB.
Aprender sempre é bom, mas não atenha-se a distribuições muito individualistas, isto poderá complicar sua vida em um futuro muito próximo, principalmente no que tange ciclo de vida da versão do sistema ou até descontinuidade do projeto adotado por você ou por sua empresa (vide distribuições como Kurumin que tinham excelente iniciativa, mas que estão agonizado neste momento, Conectiva – adquirida pela Mandrake e outras).

As particularidades excessivas das distribuições estão levando as distribuições que adotam esta modalidade de negócio/serviço para uma ilha de destaque e talvez solidão.

Muito cuidado com sua escolha!

Abraços a todos e bom trabalho/estudo.

Hello world!

Standard

Esse termo Hello World é interessante, por que se observarmos o cidadão torna-se bem vindo ao mundo… rsrsrs, sem graça não é? Sim, mas faz sentido aqui em 2 situações:

Hello Nerd World and Hello Program World.

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