Como mapear unidade de Rede no Mac OS X na Inicialização

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Olá galera tudo na paz?

Hoje vou ensinar algo muito simples de se fazer e que no Mac OS X , sendo ele Leopard, Snow Leopard ou Lion são também muito fáceis de se fazer….. Mapear unidade de rede no Mac OS X….. sabe quando utilizamos um compartilhamento qualquer do SAMBA ou mesmo do Windows 2003 Server e ao reiniciar a unidade some? Ou então quando colocamos para que a mesma Reconectar durante o logon… ou aos usuários Linux o auto montar da unidade externa….. É isso que vou ensinar…..

Vai que você ganha na “Mega Sena” e chega na segunda-feira em seu trabalho e seu chefe lhe chama na sala dele, e diz: -Fulano, comprei um COMPUTADOR novo pra mim e preciso ter todos os acessos que tenho nesse aqui com Window$…..

“Oh pai quem me dera acontecer isso um dia comigo….” Que Sr. Rubens um dia sem querer leia isso……. o.O

Vamos lá no WindowSs trata-se do procedimento como na imagem abaixo….

Mapear Unidade de Rede Windows XP

 

Que é apenas clicar com o botão direito em Meu Computador e depois Mapear Unidade de Rede…. existem várias maneiras de se fazer isso, mas não vou abordar pois meu relacionamento com Window$ é meio conturbado e as vezes sinto vontade de matá-lo…

No Mac OS apesar de estar um pouco “Escondido”…. é tão quão o mais simples que isso….

Primeiramente você precisa ter o IP do Servidor ou computador que está compartilhando uma pasta/diretório….. Tomando por mão que você tenha esses dados em mão vá em Ir (GO), Conectar ao Servidor

Conectar ao Servidor

 

Na tela em que se abre, utilize conforme seu ambiente….. mantenha o smb:// e substitua pelo IP do seu Server ou Computador que compartilha pastas/diretórios, em meu caso o SAMBA está sobre o IP 192.168.2.252

Conectar ao Servidor

 

Ao mandar conectar, será solicitada a credencial que deseja usar para acessar esse Servidor, onde você pode acessar como convidado ou usar uma credencial válida que você tenha algum tipo de permissão diferenciada…

Dados de acesso ao Servidor

 

Aqui temos tenho uma política que necessita de senha para acesso a alguns diretórios…. faça de acordo com seu ambiente…. Aqui ficou assim

Dados de login colocados

 

Após colocar as credenciais corretas ao Server, escolher qual Unidade quer que seu Mac se conecte, em um primeiro momento mapearei no MacBook o Diretório Programas

Mapeando o diretório Programas

 

Pra mostrar que funciona mesmo vamos mapear também a unidade adm

Mapeando o diretório adm

 

Agora vá em Preferências do Sistema

Preferências do Sistema

Na guia Sistema, vá em Usuários e Grupos

Guia Sistema

 

Verá algo parecido com isso dependendo da configuração do seu Mac OS

Usuários e Grupos

 

Vá em Itens de In. De Sessão, chegará a algo como

Itens de Início De Sessão

 

Clique o + no canto inferior direito dessa janela e chegaremos a algo assim…

Adicionar item na inicialização

 

Aqui já veio por padrão o “Meu computador” do Mac…. (hauhauhauha essa foi a melhor… Meu computador do Mac…..) que no caso é MacBook do Doooguinha, nessa parte você verá aquelas unidade na qual você se conectou… em nosso caso adm e programas…. Selecione a primeira unidade que deseja que fique na inicialização do Mac OS, aqui foi adm

Adicionando Unidade adm para iniciar junto ao sistema

 

Após selecionar, clique no canto inferior direito em Adicionar

Adicionar

 

Após fazer o procedimento com a outra unidade que conectamos, ficou assim nossa tela de Itens de In. Sessão

Itens para escolher os que vão iniciar com o Mac OS

 

Marque a caixa correspondente à suas conexões que deseja que fiquem na inicialização do Mac OS …..

Minhas Opções

 

Agora tranque o cadeado no canto inferior esquerdo para que o bendito do seu chefe não faça cagada com suas configurações

Bloqueando alterações

 

Após reiniciar….. CHAZAMMMMMMMMMMMM…. estão lá nossas queridas conexões, tudo em perfeito funcionamento, melhor IMPOSSÌVEL….. Qualquer dúvida estamos à disposição na área de comentários….

Resultado Final

Pessoal que se sentiu ajudado por algum de nossos artigos, nos ajudem a divulgar o BLOG….. É algo simples de se fazer e não se paga nada por isso…. dê u Twitter apenas, já é o bastante pra gente…. Nos adicione no Twitter… somos o @appunix , onde somos @dooooguinha e @little_oak os criadores e mantenedores desse BLOG…. Forte abraço a todos!!! ;D

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Como resolver problema com layout ABNT2 Hackintosh/Mac OS X Snow Leopard | Lion | Mountain Lion

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Olá galera tudo tranqüilo?

Tenho recebido muitos pedidos de ajuda referente ao layout de teclado ABNT2…. Alguns(maioria) instalam e tudo funciona perfeitamente… Grande parte dos usuários desse instalador são usuários Hackintosh…. ou seja há uma variedade imensa de hardware e ainda assim tudo funciona maravilhosamente bem….. Porém existem casos em que o layout não é tão bom/eficiente…

Seu problema acontece devido a seu teclado  ter sido reconhecido no Mac OS X Snow Leopard ou Mac OS X Lion como tipo ISO ( que são os tipo de teclados Europeus) e não ANSI (que são os teclado dos Estados Unidos e restante do mundo) Esse layout foi desenvolvido para teclado do tipo ANSI, em hackintoshs, principalmente nos casos em que se usa conexão do tipo PS2 há o problema  de na maioria das vezes ser recolhecido como ISO… o que faz com as teclas | (pipe) e “(aspas duplas fiquem invertidas) e algumas vezes também causa uma desconfiguração também da tecla ? (interrogação)…. nesse rápido artigo de hoje vou mostrar como resolver de forma rápida e simples esse probleminha……  Vou mostrar pelo Terminal pois acho mais interessante fazer esse tipo de ajuste pelo Terminal… mas há como facilmente fazer isso via modo gráfico…..

Pelo Terminal:

Vá no Terminal, Ir (Go) Utilitários (Utility)

Na tela seguinte entre em Terminal

Vire root  com su – (eu prefiro assim, mas pode utilizar o sudo para ter poder de super usuário somente nesse comando)

 

Digite o comando como na imagem

 rm -rf /Library/Preferences/com.apple.keyboardtype.plist

ou seja… sem nenhuma mensagem, nenhuma pergunta exclua o arquivo com.apple.keyboardtype.plist de /Library/Preferences/ . Lembre-se que se for feito pelo Terminal e como root esse processo será irreversível (pra ser revertido precisaremos um conhecimento bem avançado), certifique-se de estar excluindo exatamente o arquivo mencionado nesse artigo.

Mesmo que seu sistema esteja em Português, pelo Terminal, ainda sim todo esquema de diretórios do sistema estará em Inglês… Agora se você não se sente a vontade para mexer no Terminal, pode ir pelo modo gráfico… Vá no HD onde está instalado seu Mac OS X, em meu caso Mackintosh HD, Entre em Biblioteca ( caso esteja em Português, caso esteja em inglês Library), Preferências (Preferences caso esteja em Inglês) ai é só procurar o arquivo com.apple.keyboardtype.plist, exclua-o…e  reinicie seu Mac/Hackitosh….

Vejam que por padrão não aprece a opção Alterar Tipo de Teclado….

 

Com a dica acima aparecerá a guia Alterar Tipo de Teclado

Basta acessar  Alterar Tipo de Teclado e alterar de ISO para ANSI…. através de um asistente que iniciará ao acessar Alterar Tipo de Teclado, outro ponto a salientar é que em alguns casos ao reiniciar o computador, após excluir o arquivo com.apple.keyboardtype.plist, o Hackintsoh reiniciará e o mesmo sozinho já executará um assistente para inserção do tipo de teclado…. vejam…

obs: não precisa apertar nenhuma tecla caso não saiba o que fazer…..

Aparecerá a seguinte tela, apenas clique em Continuar

Verás

Basta escolher ANSI (EUA e outros) e clicar em OK e você já terá resolvido seu problema com nosso querido layout ABNT2.

Caso você tenha sido o contemplado com o lance de o assistente não iniciar sozinho, utilize o seguinte comando:

open /System/Library/CoreServices/KeyboardSetupAssistant.app

ou com sudo caso não esteja no Terminal como root

sudo open /System/Library/CoreServices/KeyboardSetupAssistant.app

Pronto galera, espero ter ajudado a todos os que tiveram “problemas” como nosso PKG do teclado Brasileiro ABNT2….. Lembrando que citei o fato dos teclado com conexão PS2 terem esse problema, não quer dizer que que os famosos USB não o tenham…. mas vale dizer que a dica funciona para ambos os tipos de conexão e teclados…..

Forte abraço amigos….. Fique na paz de DEUS…..

Se você não sabemou se esqueceu do link do nosso instalador para Teclados ABNT2, está aqui um instalador perfeito desenvolvido por mim para melhorar/facilitar sua experiência no mundo Mac OS com Teclado ABNT2.

Download ABNT2

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Como criar um DVD de instalação do Mac OS X Lion

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Olá galera tudo na paz?

Depois de algum tempo sem postar nada de importante por aqui hoje venho postar sobre um assunto que está no foco de todas as notícias…

Mac OS X Lion, despois que a Apple resolveu dificultar a vida dos hackintoshers de platão lançando Upgrade através de sua loja virtual AppStore… ficamos a nos perguntar: E se eu precisar (diga-se querer) ter um DVD em mãos pra qualquer emergência, como fazer?

Segundo nossa querida apple caso você queira fazer uma instalação “Limpa” você precisa fazer um formatação com o Snow Leopard subir até a versão 10.6.6 e só depois acessar a AppStore e baixar o Lion e fazer uma instalação por cima….. Nesse ponto fiquei meio chateado com a Apple que tanto bato palmas para suas decisões na tangente do Mac OS X… mas vamos lá…. Vou mostrar a vocês como criar um DVD bootável de Instalação do Mac OS X Lion… Esse how to é baseado em um texto de JulioPW publicado no fórum do pessoal do HMBT… foi feito por ele e testado e comprovado por mim com algumas modificações (desculpem me por não ter mais o link do artigo original, caso tenha é só me mandar por comentário que coloco aqui no artigo) será necessário:

→Você precisará do .app baixado diretamente da AppStore Aqui

→Um Mac verdadeiro ou Hackintosh rodando Mac OS X Snow Leopard (poderia indicar o Leopard, mas como acredito que nossos leitores estão sempre atualizados vou indicar o Snow Leopard)

→ 15 ou 20 minutos pra ler e colocar esse how to em prática

 

Vamos lá…

Primeiro vá até o Utilitário de Disco do Mac, Ir/Utilitários

DVD_Lion

 

Agora entre no Utilitário de Disco

DVD_Lion2

 

Na parte superior do Utilitário de Disco Clique em Nova Imagem

DVD_Lion3

 

Na tela que aparecerá, aletere como desejar os campos Salvar Como, Onde e Nome; o restante deixe como na imagem….

DVD_Lion4

 

Verá o processo se seguindo

DVD_Lion5

 

Execute até o local onde salvou o DMG e o execute….

DVD_Lion6

 

Agora vamos usar o ShowAllFiles para mostrar os arquivos ocultos dentro de nosso .app, baixe-o aqui

http://dl.dropbox.com/u/7022385/ShowAllFiles.zip

 

Execute-o, clique em Show

DVD_Lion7

 

Agora vá até seu .app baixado da AppStore (o arquivo vem com nome original de Lion Installer e fica originalmente na pasta Aplicativos, eu preferi mudá-lo por uma questão de organização pessoal), clique com o botão direito ou clique secundário e vá em Mostrar Conteúdo do Pacote

DVD_Lion8

 

Entre em Contents/ SharedSupport

DVD_Lion9

 

Execute o InstallESD.dmg

DVD_Lion11

 

Chegará a uma tela assim

DVD_Lion12

 

Pra adiantar as coisas, execute o BaseSystem.dmg

DVD_Lion13

 

Em sua Mesa deverá ter os ícones dos .dmg que montamos até agora…

DVD_Lion14

 

Voltem ao Utilitário de Disco, seu painel da esquerda será mais ou menos assim

DVD_Lion15

 

Dentro do Utilitário de Disco clique no botão Restaurar

DVD_Lion16

 

Em fonte arraste Mac OS X Base System, e em destino arraste aquele DMG vazio que você criou e montou posteriormente na Mesa… Ficando assim (dependendo somente do nome que você deu ao seu .dmg)

DVD_Lion17

 

Agora clique em Restaurar no canto inferior direito

DVD_Lion18

 

Será notificado, clique em Apagar

DVD_Lion19

 

Pediram sua senha (santo sistema de permissões…. é por isso que sou apaixonado por sistema Unix-Like)

DVD_Lion20

 

Demorará em torno de 7 minutos até que essa restauração termine, veja um pouco do processo

DVD_Lion21

 

Agora amigos vá até o disco Mac OS X Install ESD que está na Mesa (Área de Trabalho)

DVD_Lion22

 

Agora copie a pasta Packages para a área de transferência (Command+C)

DVD_Lion23

 

Agora vá no Disco que criamos para que restaurássemos os arquivos necessários e coloque a pasta Packages que acabamos de colocar na área de transferência… Mas Doooguinha como vou saber qual o disco correto para a cópia dos arquivos, existem 2 discos em minha mesa com o mesmo nome…

-Galera, para facilitar na identificação clique com o botão direito ou clique secundário no Disco que deseja tirar suas dúvidas e clique Obter Informações

DVD_Lion24

 

Verão

DVD_Lion25

 

Podem ver que acertamos de prima o disco correto, se não for o seu caso teste com o outro disco montado….  Agora entre na pasta System/Installation

DVD_Lion26

 

Exclua o atalho para a pasta Packages que ali se encontra

DVD_Lion27

 

Agora pessoal, lembram-se daquela pastinha chamada Packages que copiamos do Mac OS X Intall ESD? Isso mesmo que você mais espertinho gritou ai… ela vem pra cá….

DVD_Lion28

 

Pronto galera, agora é só esperar terminar a cópia dessa pasta e partir para o abraço…. quero dizer ao terminar a cópia vamos gravar isso em disco……

Isso pode ser feito usando esse how to

http://www.appunix.com.br/howto/mac-os/como-gravar-iso-no-mac-os-x-sem-software/

levando se em conta apenas que usará agora um .dmg e não um .iso ….

É isso galera, espero que ajude aos tantos usuários Mac e Hackintoshs que tem procurado isso a cada dia em nosso amigo google…. Podem perceber que esse how to é muito parecido com o how to sobre criar um pendrive bootável do Mac OS X Lion que publiquei a alguns dias…. Abraço a todos…..

Obs:Pode ser usado tanto em Hackintohs (com o devido CdBoot) quando em Macs verdadeiros para realizar realmente uma instalação limpa (coisa que nossa querida Apple não quer deixar)….

Aproveitem….

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DHCP Server Ubuntu Linux Ubuntu

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Olá galera tudo na paz?
Hoje vou mostrar de forma simples como configurar um Servidor de DHCP no Ubuntu (diga-se Debian-like)….
DHCP é a siga Dynamic Host Configuration Protocol que é na verdade é um protocolo de serviço TCP/IP que oferece configuração dinâmica de terminais, com concessão de endereços IP de host e outros parâmetros de configuração para clientes de rede.
A comunicação do cliente com o Servidor DHCP funciona da seguinte forma, o Cliente envia um pacote em UDP em Broadcast (quer dizer que é destinado a todas a máquinas da rede) com um pedido DHCP (Configurações gerais como IP e DNS), o servidor DHCP que
primeiro capturar este pacote enviará de volta um pacote contendo as configurações, onde constará pelo menos um endereço de IP, uma máscara de rede como parâmetros opcionais Gateway, Servidor Wins, DNSs, dentre outras consigurações.
O DHCP usa um modelo cliente-servidor, no qual o servidor DHCP mantém o gerenciamento centralizado dos endereços IP usados na rede.

DHCP em Linux é mais rápido que DHCP em WIndow$?
Sim, isso não é mito… A vantagem do Linux sobre o Window$ nesta questão é que o Linux suporta o protocolo TCP/IP nativamente(via módulos de Kernel), enquanto o Window$ utiliza uma camada de compatibilidade (WInsock,que traz perda de desempenho por não estar diretamente no Kernel) para oferecer suporte a TCP/IP.
Existe também o Mito de que o DHCP Linux é mais difícil de ser configurado, Mentira…. Verão por meio desse how to que é simplista, tanto a configuração quanto manutenção desse DHCP em Linux.
Deixemos de balela e mãos a obra.

Primeiro, colocar um IP Fixo

root@appunix:~#ifconfig eth0 192.168.2.2 netmask 255.255.255.0 up

ou use esse how to e aprenda um pouco sobre configuração de interfaces de rede.

Agora é hora de instalar o pacote dhcp3-server

root@appunix:~#apt-get update

root@appunix:~#apt-get install dhcp3-server

Após o pacote intalado, pode fazer backup do arquivos de configuração do nosso DHCP(caso aconteça algum erro poderemos voltar com ele)

root@appunix:~#mv /etc/dhcp3/dhcpd.conf /etc/dhcp/dhcpd.conf.BKP

Agora vamos criar novamente o conf

root@appunix:~#vim /etc/dhcp3/dhcpd.conf

deixe o da seguinte forma (adaptando às suas necessidades)

ddns-update-style none;
default-lease-time 600;
max-lease-time 7200;
authoritative;
subnet 192.168.2.0 netmask 255.255.255.0 {
range 192.168.2.13 192.168.2.20;
option subnet-mask 255.255.255.0;
option routers 192.168.2.1;
option domain-name-servers 8.8.8.8, 8.8.4.4;
option broadcast-address 192.168.2.255;
}

Onde:
default-lease-time 600→ controla o tempo de renovação dos endereços IP em nosso caso a cada 10 minutos o servidor verifica se a estação ainda está ativa
max-lease-time 7200→ determina o tempo máximo que uma estação pode usar um determinado endereço IP, isso foi planejado em ambientes onde haja escassez de endereços IP no nosso caso cada IP fica “alugado” por no máximo 2 Horas(isso só é legal quando você tem menos IPs disponíveis do que estações e, quando todas as estações não ficam ligadas ao mesmo tempo)
authoritative→ significa que esse é o principal DHCP de sua rede
subnet 192.168.2.0 netmask 255.255.255.0→ significa faixa de faixa de IP e máscara de rede utilizada em sua rede
range 192.168.2.13 192.168.2.20→ aqui especificamos qual a largura de distribuição de IPs para no DHCP, em nosso caso o DHCP irá distribuir IPs de 192.168.2.13 até 192.168.2.20 Inclusive
option subnet-mask 255.255.255.0→ a máscra de rede para os Clintes
option routers 192.168.2.1→ aqui você define o Gateway das estações Cliente
option domain-name-servers 8.8.8.8, 8.8.4.4→ aqui são especificados os Servidores DNS usados pelo seus clientes, costumo usar os da Google (nunca tive qualquer que seja o problema em questão de nomes com esses DNSs)mas, caso tenha um servidor DNS em sua Rede(pode ser o proprio computador) pode colocar aqui o/os IPs deles
option broadcast-address 192.168.2.255→ endereço de Broadcast da Rede

Muito tranquilo…. agora caso trabalhe em uma rede onde usa-se impressoras compartilhadas em alguns hosts, é imprecindível que atribua por meio do DHCP IPs amarrados ao Mac Address (endereço físico e Único para cada placa de rede) ou seja, IPs fixos através do Servidor de DHCP.
Como fazer?
Após a Ultima linha de configuração acrescente

host doooguinha {
hardware ethernet 00:24:8c:4d:e3:7c;
fixed-address 192.168.2.15;}

onde:
host doooguinha→ é o nome o qual você queria dar a essa atribuição de IP
hardware ethernet 00:24:8c:4d:e3:7c→ é o endereço Físico (Mac Address) da minha placa de rede
fixed-address 192.168.2.15→ é o IP fixo que você quer atribuir para essa estação

* Só pra lembrar que o endereço fixo deve estar dentro da faixa de IP estabelecido na parte de range que foi explicado acima

Dica: Use servidor DHCP em uma faixa de Ips diferente daquela que você deixará para DHCP, por exemplo, da faixa de 192.168.2.1 até 192.168.2.20 (Setados na mão, em cada estação) e o restante 192.168.2.21 até 192.168.2.254 para o DHCP, Caso não o faça seu servidor DHCP poderá atribuir um endereço já utilizado por uma estação a outra
por meio do DHCP.

Após feita a configuração agora basta reiniciar o serviço e correr para o abraço

root@appunix:~#/etc/init.d/dhcp3-server restart

ou

root@appunix:~#/etc/init.d/dhcp3-server stop

root@appunix:~#/etc/init.d/dhcp3-server start

Nos clientes há várias formas de receber um Ip por DHCP
Vou mostrar todas pelo terminal

root@appunix:~#dhclient eth0

eth0 substitui-se pela interface usada por seu PC

ou

root@appunix:~#ifconfig eth0 0

onde eth0 é a interface utilizada por seu PC

Clientes WIndow$/ Mac receberam Ip normalmente de forma imperceptível.

Uma observação importante, é que ao configurar um servidor com duas placas de rede, você deve configurar o servidor DHCP para escutar apenas na placa da rede local. Em nossos testes utilizamos Ubuntu e, esta configuração está no arquivo “/etc/default/dhcp3-server”.

root@appunix:~vim /etc/default/dhcp3-server

Procure pela linha:

INTERFACES=”” e deixe de acordo com sua estrutura em nosso caso ficou INTERFACES=”eth0″ só irá escutar requisições de DHCP pela interface eth0.
É isso galera… espero ter ajudado, qualquer dúvida poste um comentário e o mais rápido possível será respondido.:D
Abraço a todos.

Como ativar Leitor de Cartões no seu Hackintosh

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Olá galera tudo na paz?
Hoje vou ensinar pra vocês Hackintoshers como ativar seu Leitor de Cartões/Card Reader para trabalhar nativo no Mac OS X (Snow Leopard).Com o procedimento a seguir você conseguirá que seu Leitor de Cartões funcione e, MUITO melhor que no WIndow$/Linux… (o prq não sei, mas aumenta drasticamente a velocidade de leitura/escritra).
Esse how-to baseia-se em um how-to postado por Pradeesh no dia 13 de novembro de 2010….
O cara descobriu/dediziu olhando as kexts de um MacBook Pro que havia adquirido que a kext AppleUSBCardReader.kext que estava dentro da pasta /System/Library/Extesions ou em português /Sistema/Biblioteca/Extesions
era a kexts responsável por identificar o leitor de cartão do seu mac e,que por obra do destino utiliza a interface USB igualmente acontece nos Pcs.Dessa forma o cara desenvolveu uma tecnica para ativar sem dramas em nossos Hacks nossos Card Readers.

Chega de historinha e mãos a obra.

1. → Você deve ter um leitor de cartões compatível(ou seja, que utilize a interface USB como interface de comunicação com o PC, pois existem alguns notebooks que utilizam interface PCI para tal função) e um hackintosh rodando Mac OS X Snow Leopard 10.6.5 ou superior.

Posso dizer por experiÍncia própria, já obtive sucesso em pelo menos 7 tipos de leitores de cartões diferentes, sendo todos esses internos. O único no qual não obtive sucesso foi um leitor de cartão USB externo

2.   → você precisa agora saber o Vendor ID e o Product ID, para tal use o programa IORegistryExplorer. Segue imagens da interface do aplicativo.

IOInterface

Para ficar mais fácil a identificação do divice,troque o tipo de disposittivo a ser explorado pelo aplicativo (coloque como na imagem acima- IOUSB)

IOUSB

Aparecerá uma lista com todos Devices/Dispositivos USB de seu Hackintosh, leia os nomes são muito intuitivos. No meu caso possuo 1 Leitor de Cartão/Card Reader, um Teclado Apple e um Mouse Generic.
Meu leitor foi identificado como CRW@fd500000.
IOInterface_3

3.   → Anote o Vendor ID e O Product ID, POIS precisaremos deles no próximo passo.
4.   → Agora você precisa pegar os valores de Vendor ID e Product ID que estão em Hexadecimal e convertê-los em Decimal, pode usar essa ferramenta pra isso.Anote os valores das conversões.

Convertendo VendorID

vendor_ID

Convertendo ProductID

Product_ID

5.   → Baixe as Kexts necessárias nesse link ou nesse link, aconselho o uso da primeira pois foi a que utilizei e garanto funcionar se seu caso se enquadra nas condições acima.
6.   → Já de posse com as kexts, e dos IDs já convertidos para base 10(decimal), você pode ultilizar o próprio editor de texto do Mac OS ou ultilizar um editor XML de sua preferência (utilizo/aconselho Properly List Editor; “Google È seu amigo”)
7.   → Clique com o botão direito do mouse sobre a kext AppleUSBCardReader.kext clique em Show Packages (Mostrar Conteudo), agora vá no arquivo Info.plist que se encontra ai na raiz dessa kext.

Edit_Kext

Edit_kext2

Edite a mesma com o editor de sua preferência, procure por idProduct e idVendor nos menus disponíveis como na imagem, Salve (Menu superior Arquivo>Salvar ou File>Save) e vamos ao passo seguinte

Edit_kext3

Obs: Na imagem acima já estamos usando os IDs em base 10 (aqueles que convertemos com a calculadora)
8.   → Com esses mesmo IDs em base 10(decimal) em mãos, entre na pasta Contents, ai você verá outro Info.plist, edite-o também da mesma forma.

Edit_kext4

Agora você está a alguns mízeros minutos até chegar ao sucesso de ver seu Hackintosh entender como legítimo o seu Leitor de Cartões/Card Reader. Precisamos apenas instalar essas kexts em nosso sistema e correr para o abraço.

Para tal basta apenas arrastar as 2 kexts para a pasta /System/Library/Extesions/… isso fica a critério de cada um.. você pode tbm usar o Kext Helper… ou até mesmo o terminal… fica seu critério/conhecimento….

Agora para reparar as permissões aconselho o Kext Utility , após o término reinicie seu Hack e veja o que acontece.Veja as imagens:
Antes

CardReader_Antes

Depois

CardReader_Depois

Abraço e qualquer dúvida madem um comentário e no que eu puder vou estar a disposição.
o/

how to configure network on red hat Configurando interfaces de rede manualmente no Centos Fedora ou Red Hat

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Boa noite,

Estou usando o CentOs 5.3 (na realidade era o 5.1 e o maravilhoso yum fez a upgrade tranquilamente) e necessitei configurar a interface de rede manualmente.
Supondo que sua interface seja a eth0 (a primeira) você deve acessar seu arquivo assim:

vim /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0

O vim não é obrigação, entretanto gosto dele.

Observe a sintaxe abaixo:

DEVICE=eth0
BOOTPROTO=static
DHCPCLASS=
HWADDR=00:30:48:56:A6:NE
IPADDR=192.168.1.101
NETMASK=255.255.255.0
ONBOOT=yes

Fazendo isto (tornando sua sintaxe semelhante) você estará:

colocando o ip da interface estaticamente como sendo 192.168.1.101 e dizendo que isto será feito no momento do boot do sistema.

Em seguida entre aqui:

vim /etc/sysconfig/network

NETWORKING=yes
HOSTNAME=libphp1
GATEWAY=192.168.1.1

Aqui definimos a rede como sendo o hostname libphp1 e o gateway 192.168.1.1

Após isto somente faça isto:

/etc/init.d/network restart

Depois podemos até setar um dns para acesso a web:

vim /etc/resolv.conf

Dentro dele eu coloquei assim:

nameserver 200.165.132.148
nameserver 200.165.132.155

Este é o modo simples de definir o dns da velox.

Abração e tenham uma semana excelente e abençoada por Deus.

Um guia rápido do Debian Lenny

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Embora o Debian “puro” seja mais usado em servidores, ele também pode perfeitamente ser usado em desktops. Se você se sente confortável em usar o apt-get/aptitude e gosta da estrutura geral do sistema, mas está em busca de um sistema mais leve e personalizável, o Debian pode ser a melhor opção.

O Debian é a base para o Ubuntu e inúmeras outras distribuições. O próprio repositório “universe” do Ubuntu nada mais é do que um snapshot do repositório instável do Debian, com alguns patches e personalizações adicionais. Se somarmos o Ubuntu, Kubuntu e todos os descendentes diretos e indiretos, as distribuições da família Debian são usadas em mais de 70% dos desktops Linux.

O maior problema em utilizar o Debian diretamente, em vez de usar o Ubuntu ou outro derivado é que o sistema é bastante espartano, carecendo de muitas ferramentas de configuração automática. Em compensação, ele é bem mais leve que o Ubuntu, pois muitos pacotes são compilados com menos componentes e opções mais otimizadas, o que resulta em um desempenho geral sensivelmente superior, sobretudo nas máquinas mais modestas. Ao instalar e remover pacotes, você vai notar também que o sistema é menos “engessado” em relação às dependências de pacotes, permitindo que você tenha um desktop funcional com um volume muito menor de pacotes.

O Debian Lenny é composto por nada menos do que 5 DVDs (ou 31 CDs!), que totalizam 23.2 GB de download. Entretanto, como pode imaginar, estes DVDs todos incluem uma cópia completa dos repositórios oficiais, que é necessária apenas para quem realmente quer fazer uma instalação completa do sistema e não quer correr de precisar baixar pacotes adicionais.

Para situações normais, você pode escolher entre baixar apenas o primeiro CD ou o primeiro DVD. Em ambos os casos, a primeira mídia inclui quase todos os pacotes necessários para fazer uma instalação básica do sistema e o instalador se encarrega de baixar outros pacotes que sejam usados (como os pacotes de tradução para o Português do Brasil) durante a própria instalação, usando qualquer conexão disponível.

Se você tem uma conexão de banda larga, outra opção é baixar o NetInstall, uma imagem de 180 MB que inclui apenas os pacotes básicos do sistema e baixa o restante dos pacotes selecionados durante a instalação.

Faça o download no: http://ftp.br.debian.org/debian-cd/

ou no: http://www.debian.org/CD/http-ftp/

Ao dar boot pelo CD ou DVD, a primeira escolha é entre utilizar o tradicional instalador em modo texto (que é muito similar ao utilizado pelo alternate CD do Ubuntu) ou o novo instalador gráfico, que é uma novidade do Lenny. Na verdade, o instalador gráfico nada mais é do que uma interface em GTK para o instalador em modo texto, o que faz com que as opões em ambos os casos sejam basicamente as mesmas.

Na época em que surgiu a idéia de criar o instalador gráfico, muitos desenvolvedores defenderam o uso do Anaconda (o instalador usado no Fedora), mas a idéia acabou sendo abandonada em favor do instalador próprio devido a uma questão muito simples: em vez de se limitar aos PCs, o Debian suporta várias plataformas, uma característica da qual os desenvolvedores se orgulham bastante. Para usar o Anaconda, precisariam portá-lo para cada uma das plataformas suportadas, o que levou à conclusão de que desenvolver uma interface gráfica para o instalador tradicional seria a melhor saída.

Como de praxe, você pode também especificar opções de boot para solução de problemas, como em “installgui acpi=off” ou “installgui noapic. Para isso, pressione a tecla TAB para ter acesso à linha com as opções de boot.

Está disponível também uma instalação em modo expert, que oferece um controle muito maior sobre a instalação (você pode escolher se quer utilizar o Debian Stable, Testing ou Sid, por exemplo), mas em troca a torna muito mais complicada e demorada. Para simplificar as coisas, vamos usar a opção de instalação tradicional em modo gráfico (Graphical Install).

O Lenny é uma das poucas distribuições lançadas em 2009 que ainda utiliza o KDE 3.5. Esse é, na verdade, um ponto positivo, pois oferece uma opção para quem não gostou do KDE 4 e prefere a estabilidade e a leveza da versão antiga. A próxima versão estável do Debian não deve ser lançada antes do final de 2010 e, mesmo após isso, o Lenny ainda continuará sendo suportado por um bom tempo, permitindo que você continue usando o KDE 3.5 até se sentir confortável em migrar.

Por default, o Debian instala o Gnome como desktop e não existe opção dentro do instalador para alterar isso. Para usar o KDE, é necessário usar a opção “desktop=kde”. Similarmente, você pode instalar com o XFCE usando a “desktop=xfce”. Para usá-las

Ambas as opções devem ser especificadas como um parâmetro na tela de boot. Para isso, selecione a opção “Graphical Install” no menu, pressione a tecla TAB para ter acesso à linha de boot e adicione a opção no final da lista:

Como de praxe, a primeira pergunta é sobre a linguagem; basta digitar “p” e selecionar o Português do Brasil. A pergunta seguinte é sobre a localização (que define a moeda, o padrão de medidas e outras opções regionais), seguida pela confirmação do layout de teclado.

A menos que você esteja com a coleção completa das mídias de instalação em mãos, é importante possuir uma conexão de rede disponível durante a instalação, para que o instalador possa baixar os pacotes necessários. O ideal é sempre usar uma conexão de rede local compartilhada, já que o instalador não oferece suporte a modems 3G e outras modalidades mais exóticas de conexão, se limitando a suportar placas cabeadas e placas wireless que possuem drivers open-source.

Por default, ele tenta configurar a rede via DHCP e, caso nenhum servidor esteja disponível, oferece a opção de configurar os endereços manualmente. É possível também desativar a configuração via DHCP especificando a opção de boot “netcfg/disable_dhcp=true” na tela de boot.

Depois de ajustado o fuso-horário, chegamos ao particionamento, que é composto de opções similares às usadas no instalador do Ubuntu Alternate CD, com as tradicionais opções de instalação assistida ou particionamento manual, que é sempre a opção recomendada para ter um melhor controle sobre o tamanho das partições e evitar acidentes.

Dentro do particionador, basta dar um duplo clique sobre uma partição ou um trecho de espaço livre para abrir o menu de opções, que permite criar, remover ou indicar o diretório onde a partição será montada. Como de praxe, você precisa de pelo menos uma partição raiz (/) e uma partição swap, sendo recomendada também uma partição separada para o diretório /home.

Como de praxe, você pode compartilhar a partição home entre várias distribuições, mas é recomendável utilizar usuários diferentes para cada um para evitar misturar as configurações. É importante prestar atenção ao configurar a partição, usando sempre a opção “não, manter os dados existentes” para preservar os arquivos existentes:

Ao terminar, basta usar o “Finalizar o particionamento e escrever as mudanças no disco”, ou voltar atrás nas modificações escolhendo o “Desfazer as mudanças nas partições”:

Depois de aplicadas as mudanças nos discos, o instalador prossegue para a instalação do sistema base (o mesmo incluído no CD do NetInstall), que inclui apenas o Kernel e os utilitários básicos do sistema, incluindo o apt.

Em seguida, o instalador solicita a senha de root e cria uma conta de usuário para o uso regular do sistema. Diferente do Ubuntu, o Debian não utiliza o sudo por padrão, por isso a administração do sistema é feita da maneira tradicional, usando o “su -” ou “sux” para se logar como root.

Chegamos então à etapa principal da instalação, que é instalação dos pacotes adicionais, que começa com a configuração do gerenciador de pacotes, onde as mídias que serão usadas durante a instalação precisam ser “catalogadas”, para que o instalador gere uma lista dos pacotes disponíveis em cada uma. Como deve estar imaginando, se você gravou os 5 DVDs, ou os 21 CDs, vai precisar catalogar cada um deles antes de prosseguir com a instalação. Se, por outro lado, você seguiu o meu conselho e está usando apenas a primeira mídia, basta responder “não” e continuar. 🙂

A etapa seguinte é a escolha do mirror de onde serão baixados os pacotes adicionais que forem necessários durante a instalação. Responda “sim” no “Utilizar um espelho de rede” e em seguida escolha qual será usado.

O mirror do Brasil (br.debian.org) é hospedado na Universidade Federal do Paraná, que tem uma boa conectividade com todos os principais backbones usados pelos provedores do Brasil. Na grande maioria dos casos ele é o mais rápido, mas sempre existem casos isolados em que o mirror dos Estados Unidos pode ser mais rápido, de acordo com o estado onde mora e o provedor que utiliza. Você pode fazer um teste rápido a partir de outro PC da rede, acessando o http://packages.debian.org/ e tentando baixar um pacote qualquer a partir dos dois para comparar a velocidade.

O instalador baixa então as listas de pacotes do mirror (similar a um “apt-get update”) e em seguida você tem acesso à tela de seleção de pacotes. O ideal é sempre manter selecionado apenas o “Ambiente Desktop” e o “Sistema Básico” (junto com o “Laptop”, caso esteja instalando em um notebook). As demais categorias são destinadas à instalação de servidores que, de qualquer forma, podem ser instalados posteriormente, usando o aptitude ou o apt-get.

Em seguida, temos a “etapa do cafezinho”, onde o instalador vai obter todos os pacotes necessários, parte deles a partir da mídia de instalação e outros via download, para só então iniciar a instalação propriamente dita. Os download dos pacotes para uma instalação padrão usando apenas o primeiro CD demora cerca de uma hora em uma conexão de 1 megabit. Instalando a partir do primeiro DVD (ou usando uma conexão mais rápida), o download demora bem menos.

Finalizando, temos a configuração do grub (o instalador é capaz de detectar outros sistemas instalados automaticamente, assim como no Ubuntu) e a configuração do relógio (com a velha opção de usar ou não o UTC).

Além do instalador tradicional, outra opção é baixar um dos CDs do “Debian-Live”, uma série de live-CDs, contendo instalações com o KDE, Gnome, XFCE ou LXDE, que podem ser baixados no:
http://ftp.br.debian.org/debian-cd/5.0.0-live/i386/iso-cd/

Configurando: Depois de instalar o Debian, o primeiro passo é ajustar os repositórios, para que você possa instalar todos os demais pacotes necessários para obter um desktop funcional. O Debian tem por objetivo oferecer apenas pacotes distribuídos sob licenças livres, por isso pacotes com componentes proprietários são segregados, dando origem ao repositório “non-free”. Similarmente ao que temos no caso do Medibuntu, temos também o debian-multimedia, um repositório adicional, dedicado a distribuir pacotes como o libdvdcss2 e o w32codecs.

Por default, o arquivo “/etc/apt/sources.list” do Debian Lenny inclui apenas três repositórios: main (o repositório principal), updates (atualizações de segurança) e volatile (um novo repositório, destinado a oferecer atualizações para pacotes que mudam com frequência):

deb http://ftp.br.debian.org/debian/ lenny main
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ lenny main

deb http://security.debian.org/ lenny/updates main
deb-src http://security.debian.org/ lenny/updates main

deb http://volatile.debian.org/debian-volatile lenny/volatile main
deb-src http://volatile.debian.org/debian-volatile lenny/volatile main

Assim como no caso do Ubuntu, as linhas “deb-src” incluem os repositórios com código fonte, que são necessárias apenas se você pretender compilar pacotes manualmente. Você encontrará também uma linha apontando para o CD/DVD de instalação, que também pode ser removida.

Para ativar os repositórios adicionais, adicione um “contrib non-free” nos dois primeiros, complementando o “main”. Aproveite para adicionar também a linha do debian-multimídia, que conclui as modificações:

deb http://ftp.br.debian.org/debian/ lenny main contrib non-free
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ lenny main contrib non-free

deb http://security.debian.org/ lenny/updates main contrib non-free
deb-src http://security.debian.org/ lenny/updates main contrib non-free

deb http://volatile.debian.org/debian-volatile lenny/volatile main
deb-src http://volatile.debian.org/debian-volatile lenny/volatile main

deb http://www.debian-multimedia.org lenny main

Você pode também substituir a linha do Debian Multimídia pela “deb http://ftp.br.debian.org/debian-multimedia/ lenny main”, que orienta o apt a utilizar o mirror nacional, em vez do servidor principal.

Como de praxe, ao rodar o “apt-get update”, você receberá um erro de chave pública não disponível relacionada ao repositório do debian-multimedia, que acabou de ser adicionado.

Você pode resolver o problema instalando o pacote “debian-multimedia-keyring”, usando o apt:

# apt-get install debian-multimedia-keyring

Outra opção é adicionar a chave manualmente usando os dois comandos que vimos no capítulo do Ubuntu:

# gpg –keyserver subkeys.pgp.net –recv-keys 07DC563D1F41B907
# gpg –export –armor 07DC563D1F41B907 | apt-key add –

A partir daí, você pode completar o time de suporte a multimídia instalando o VLC e o Mplayer, juntamente com o libdvdcss2 e o w32codecs. Diferente do que temos no Ubuntu, a instalação do VLC e do Mplayer dispara a instalação de diversos codecs, que completam o time. Se você estiver usando o KDE, é interessante instalar também o Kaffeine, que é o player oficial:

# apt-get install vlc mplayer kaffeine libdvdcss2 w32codecs

Por algum motivo, o instalador do Lenny instala apenas o suporte à descompactação de arquivos gzip, sem suporte a arquivos .tar.bz2, .zip, .7z ou .rar, que precisam ser instalados manualmente:

# apt-get install bzip2 zip rar p7zip

O Lenny utiliza por padrão fontes da série DejaVu (que é uma evolução do conjunto Bitstream-Vera), combinado com as fontes Liberation e Dustin. Entretanto, os repositórios incluem diversos outros conjuntos de fontes (os pacotes que começam com “xfonts” e “ttf”, que você pode usar para reforçar o conjunto pré-instalado, como em:

# apt-get install xfonts-terminus xfonts-terminus-oblique xfonts-mona ttf-georgewilliams ttf-nafees ttf-freefont ttf-bitstream-vera

Para instalar as fontes do Windows, instale o pacote “mscorefonts-installer”, que é o sucessor do “msttcorefonts”, usando nas versões anteriores:

# apt-get install ttf-mscorefonts-installer

Ele é na verdade um pacote vazio, contendo apenas um script de instalação que se encarrega de baixar os arquivos das fontes, extrair os arquivos, copiá-los para a pasta de fontes do sistema e atualizar a configuração de fontes do sistema para que elas sejam usadas.

Por default, o Debian vem com o bash_completion desativado para o root, o que faz com que você não consiga completar os comandos usando a tecla TAB. Para resolver isso, abra o arquivo “/etc/bash.bashrc” e, próximo ao final, descomente as linhas:

if [ -f /etc/bash_completion ]; then
. /etc/bash_completion
fi

Para que o terminal fique colorido (pastas aparecem em azul, arquivos compactados em vermelho e assim por diante, o que torna mais fácil identificar os arquivos) adicione a linha:

alias ls=”ls –color=auto”

… no final do arquivo “/etc/profile”.

Em ambos os casos, para que a alteração entre em vigor, você deve fazer logout no terminal (usando o comando “exit”, ou pressionando Ctrl+D) e logando-se novamente.

Devido a escaramuças relacionadas à licença, o Debian não inclui o Firefox, mas sim o Iceweasel, que é uma versão alternativa do navegador, mantida pela equipe do Debian, que exclui todas as artes e marcas de propriedade da fundação Mozilla. Na verdade, o Iceweasel não é nem melhor nem mais seguro que o Firefox, é apenas uma derivação originada de discussões filosóficas.

Apesar disso, nada impede que você instale o Firefox manualmente, baixando o pacote disponível no: http://www.mozilla.com/pt-BR/firefox/all.html

Para substituir o Iceweasel por ele, é necessário remover o pacote, descompactar o arquivo na pasta /opt, criar o link “/usr/bin/firefox”, apontando para o executável dentro da pasta e substituir a pasta “/opt/firefox/plugins” por um link para a pasta “/usr/lib/mozilla/plugins”, que é o diretório onde os plugins são instalados por padrão no Debian.

Você pode baixar o arquivo no seu diretório home e fazer o restante usando o root, como em:

# apt-get remove iceweasel
# mv firefox-3.0.6.tar.bz2 /opt
# cd /opt
# tar -jxvf firefox-3.0.6.tar.bz2
# ln -s /opt/firefox/firefox /usr/bin/firefox
# rm -rf /opt/firefox/plugins
# ln -sf /usr/lib/mozilla/plugins /opt/firefox/plugins

Com tudo pronto, fica faltando apenas recriar o ícone no iniciar, apontando para o “/usr/bin/firefox”, que você pode criar usando o editor de menus.

Como ao fazer a instalação manual você não poderá contar com as atualizações de segurança via “apt-get upgrade”, é importante ativar as atualizações automáticas do Firefox. Para isso, transfira a posse da pasta “/opt/firefox” para o seu usuário, como em:

# chown -R gdh /opt/firefox

Isso permitirá que o próprio Firefox modifique o conteúdo da pasta, instalando as atualizações conforme elas forem disponibilizadas (verifique se as atualizações automáticas estão ativadas no “Editar > Preferências > Avançado > Atualizações”).

Concluindo, o tema default do Firefox é um pouco feio, mas você pode baixar outros no https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/browse/type:2. Uma boa opção é o Nemesis.

Se você preferir ficar com o Iceweasel (a principal vantagem em utilizá-lo é ter acesso às atualizações diretamente pelo “apt-get upgrade”), é importante modificar a identificação do navegador dentro do “about:config”.

Pesquise pela opção “general.useragent.extra.firefox”. Originalmente ela contém o valor “Iceweasel/3.0.6”, o que faz com que muitos sites não reconheçam o navegador e bloqueiem o acesso ou exibam a versão simplificada para dispositivos móveis. Para resolver o problema, mude o texto para “Firefox/3.0.6”.

Com relação aos plugins, o Lenny usa por padrão o swfdec, que é um plug-in flash open-source. Ele funciona bem para exibir animações básicas, mas possui várias limitações com relação à exibição de vídeos e execução de jogos e mini-aplicativos. Você pode substituí-lo pelo plugin da Adobe (disponível no repositório non-free) via apt:

# apt-get remove swfdec-mozilla swfdec-gnome
# apt-get install flashplayer-mozilla

Você pode também instalar o suporte a Java através dos pacotes “sun-java6-jre” (o JRE propriamente dito) e “sun-java6-plugin” (o plugin para o Firefox/Iceweasel), que também fazem parte do repositório non-free:

# apt-get install sun-java6-jre sun-java6-plugin

Estas são apenas algumas dicas rápidas para uso do Lenny em desktops. Você pode também ler mais sobre o uso em servidores no Servidores Linux, Guia Prático.

fonte: http://www.gdhpress.com.br/blog/guia-debian-lenny/