MySQL server has gone away

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Seu mysql anda estranho quando você está tentando fazer upload de um arquivo enorme via console (na verdade o restore, ou seja, mysql -u usuario -p nomedobdprarestaurar < arquivo.sql)???

Bem, se a mensagem de erro for esta -> MySQL server has gone away NÃO precisa entrar em pânico, só existem 2 coisas que são feitas e sanam tranquilamente o erro:

1 – entre no /etc/my.cnf (ou arquivo de configuração do mysql) e informe set-variable = max_connections=1500

Isto vai liberar para 1500 conexões concorrentes no mysql.

2 – Se o erro persistir, no mesmo arquivo informe:

max_allowed_packet = 5000000000

Você estará liberando uploads/restore/dumps de 1gb de tamanho.

Depois disso, reinicie o mysql (normalmente service mysql restart) e corra para o abraço.

 

Ah, se quiser ver qual valor ficou setado (só para conferir depois do restart use):

mysql> SHOW VARIABLES LIKE ‘max_allowed_packet’;

Como restaurar meu Milestone 2 – Procedimentos para corrigir ou aplicar osreload de rom ORIGINAL do Motorola m2

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Pessoal, tenho percebido que muitas pessoas infelizmente não estão seguindo todos os passos de como atualizar o milestone 2 para android gingerbread 2.3.7 (CM7) e isso resulta em travamentos, bootsplash travado (ou logo do android ou logo da motorola)!

Este how to destina-se a pessoas que querem colocar a rom inicial do milestone 2 em seu aparelho (original e arcaica).

Os passos a seguir são simples, funcionam e NÃO tapam buracos, mas servem para voltar atrás quando se tem problemas nas instalações/updates.

 

ESTE ARTIGO ESTÁ DIVIDIDO EM 2 SESSÕES:

1 – COMO INSTALAR A ROM ORIGINAL DO MILESTONE 2 (FROYO 2.2)

2 – PROCEDIMENTOS PARA REPARAÇÃO DE UMA PÓS UPGRADE DO MILESTONE 2 COM PROBLEMAS DE BOOT OU OPERAÇÃO DO SISTEMA

 

COMO INSTALAR A ROM ORIGINAL DO MILESTONE 2 (FROYO 2.2)

 

Primeira coisa que precisaremos ter são os arquivos para baixar (TODOS são necessários):

RSD LITE 4.9 -> http://dl.dropbox.com/u/17545709/RSD%20Lite%20v4.9.zip (6,76mb)

Drive Oficial da Motorola -> http://dl.dropbox.com/u/17545709/USB_Drivers_bit_4.8.0.rar (8,2mb)

ROM Oficial do Motorola Milestone 2 FROYO -> http://dl.dropbox.com/u/17545709/SBFFROYOOFICIALMILESTONE2.rar (304 mb)

Antes de tudo, se você tem amor por sua vida TENHA EM MENTE QUE PRECISARÁ DE ESPAÇO SOBRANDO EM SEU APARELHO, pois muitos caras respondem aos artigos como se fossem autoridade máxima, só que esquecem que o procedimento exige uma coisa muito simples/trivial, e o pior, natural a todos -> ESPAÇO!

Para o caso de dar flash e voltar para rom da motorola (um lixo, saba-se disso), não necessitará de espaço, mas para atualizar o milestone 2 para gingerbread aí sim necessitará de espaço bem bacana.

 

PASSOS PARA O FLASH ROM – COLOCAR ANDROID FROYO 2.2 NO MILESTONE 2

De posse dos arquivos faça o seguinte:

– Instale o Drive da Motorola assim como o RSD Lite 4.9.

– Extraia o arquivo .RAR da SBF que passamos o link (304 mb).

– NO Milestone 2 vá no menu de configurações -> Aplicativos -> Desenvolvimento e ative o Modo De Depuração do USB.

– Conecte seu Milestone 2 ao computador através da USB.

– Assim que o Windows pesquisar pelo drive do A953 (milestone 2), assim que ele achar, abra o RSD Lite 4.9 e procure pelo modelo A953 (milestone 2).

– No RSD Lite 4.9 selecione o arquivo que baixou (a besteirinha de 304 mb), e depois clique no botão de start.

O pau vai comer por uns 10 minutos.
Se o RSD LITE perguntar sobre conectar ao aparelho manualmente diga que NÃO.

Assim que o aparelho for completamente processado, o RSD Lite vai exibir a seguinte mensagem:

Finished and PASS
Feito isto tudo estará ok.

 

Pontos importantes:

1 – DEIXE a bateria do celular com pelo menos 80% (recomendo que carregue tudo),

2 – Dar restore Factory ANTES e DEPOIS é recomendado antes do procedimento,

3 – Depois desse “clean” o android market vai estar acessível/funcional para você sem qualquer problema.

 

 

PROCEDIMENTOS PARA REPARAÇÃO DE UMA PÓS UPGRADE DO MILESTONE 2 COM PROBLEMAS DE BOOT OU MÁ OPERAÇÃO DO SISTEMA

 

Se você tem percebido um mau funcionamento do  seu Milestone 2 após ter instalado uma rom/sbf faça o seguinte procedimento:

Desligue seu aparelho, e em seguida ligue-o mantendo pressionada a tecla X.  Assim que for exibido o triângulo pressione a tecla @ (arroba).  Depois faça o procedimento de Wipe data e tudo deverá funcionar. (isto provavelmente pode ocorrer depois de voltar para rom original [ECA] )

 

Caso não funcione existem outros procedimentos a fazer:

Reiniciar o celular, pressionar “vol -” (botão de diminuir o volume do aparelho – fica localizado ao lado do aparelho) no momento da inicialização do aparelho (que abre o menu), fazer o procedimento de wipe/factory reset, depois aplicar o zip, em seguida wipe data/factory reset, Wipe Dalvik Cache, e Wipe Baterry Stats, após restart ele dará boot corretamente. (é aqui que muitos estão se ferrando, pois no momento de aplicar a rom 2.3.7 no milestone 2 o pessoal não está fazendo tais procedimentos [wipe])
Se você está percebendo a luz vermelha no canto direito do aparelho (fica normalmente com uma luz verde ou durante o boot uma leve aparição da cor azul) deverá fazer o seguinte procedimento:
Reinicie o aparelho, daí segurando o botão Power ( botão ligar) e o X do teclado vai aparecer o android com um ponto de exclamação ”!” aperte @ no teclado agora escolha “wipe data/factory reset” e por ultimo “reboot system now” agora seu Milestone 2 vai funcionar normalmente.

Se o boot travar siga os passos:

ligue novamente porém segurando o botão “Power” (o botão de ligar) e a “seta para cima” do teclado, a tela vai ficar toda preta, bastando que você solte a tecla e logo em seguida já estará na tela de bootload.

 

ATENÇÃO:

 

SE você gastou a bateria toda, vai ter que conseguir emprestado de alguem ou carregar no aparelho de alguem.
SE o sistema base estver ok ai você faz esse processo todo acima e depois restaura se quiser.
SE o sistema base estiver corrompido você acaba de ferrar seu aparelho, quando aconteceu a primeira vez comigo eu dei sorte de ainda estar na garantia(não diga que tentou instalar uma rom pois não cobre a garantia) e arrumaram em dois dias.
DICAS DO USER hokahey ->
http://www.androidz.com.br/forum/topic/9255-tutorial-rom-cyanogenmod-7-android-237/page__st__40__p__75998#entry75998

 

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OS PASSOS ABAIXO FORÇAM A DETECÇÃO DO SEU SMARTPHONE MILESTONE 2 VIA USB JUNTO AO RSDLITE:

1 – Desligue seu telefone.
2 – Aperte e segure o botão de abaixar volume e câmera e ligue o telefone. Continue segurando o botão de abaixar volume/câmera mesmo apos ligado.
3 – Irá aparecer uma escrito BootLoader (xx.xx), se não aparecer repita o passo anterior.
4 – Conecte seu cabo USB no telefone e aguarde a instalação dos drivers.

Como remover caracteres ^M de arquivos usando VIM/VI (vale para qualquer UNIX-like)

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Bom, galera, quem aqui nunca abriu um arquivo no console que apresentou caracteres ^M?
Normalmente essas pragas aparecem ou com o Dreamweaver ou com Word (cópia) – Área de Transferência, depois os caras costumam enviar por ftp e daí já sabe né? Se abrir o arquivo via console tá lá a praga!

Bem, a dica que nós do AppUnix vamos dar é simples, porém eficaz.

Abrindo seu vi/vim (no exemplo abaixo iremos dar o nome do arquivo como sendo crash.php):

vim crash.php

Assim que o arquivo for aberto o vi/vim estará em modo de comando, para ativar execuções aperte “:” (literalmente os 2 pontos SEM ASPAS) e digite o seginte %s/ (percentual, depois, s e depois / )  e em seguida aperte CTRL+V e CTRL+M e por fim digite //g

Na linha de execução do vi/vim vai aparecer literalmente isso aqui abaixo:

:%s/^M//g

Apertamdo ENTER ele vai remover toda a praga dos caracteres ^M.

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Abraços galera.

Comando básicos Linux

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Olá galera tudo na paz?
Hoje vou voltar um pouco no tempo e passar aos que estão começando agora no mundo Linux (GNU/Linux) … lembrando que como “todos”ou quase todos sabem o Terminal/Console Linux é muito poderoso e pode em alguns casos até ferrar com sua instalação… tomem cuidado…hehehehehe…. “Terminal é um Mal Necessário”, há momentos em que não possuímos por algum motivo e que só o terminal pode nos ajudar…. Que diga o sufoco que passamos (Eu e Little_Oak) em que após uma queda de energia(diga-se besteira ao deligar do Nobreak um servidor em produção) um Servidor com Ubuntu não queria subir por nada…. mas vamos ao que interessa, essa é uma história longa fica para outro dia…
Vamos lá… esses são comandos que qualquer usuário Linux que se preze deve saber

cat [arquivo]: Ecoa na tela o conteúdo do arquivo em questão

root@appunix:~#cat appunix.txt

cd : Change Directory, ou seja comando usado para navegação entre os diretórios…

root@appunix:~#cd /etc/squid

chmod: Importantíssimo, usado para estar permissões em arquivos e/ou diretórios

root@appunix:~#chmod 777 /etc/squid/ip_liberado.txt

clear: limpa todo conteúdo da tela do console, uso das teclas CTRL+L proporciona o mesmo efeito

cp [origem] [destino]: comando de cópia em sistemas Unix-Like, costumo usar bastante antes de de alterar algum arquivo de configuração

root@appunix:~#cp /etc/squid/squid.conf /etc/squid/squid.conf.BKP

date: mostra a data e a hora atual, é usado também para acertar a data e hora

root@appunix:~#date mmddHHMMYYYY

onde são:
mm (mês 00-12)
dd (dia 00-31)
HH (hora 00-23)
MM (min 00-59)
YYYY (0000-9999)

df: mostra as partições usadas, costumo usar bastante df -h que mostra informações em formato que seres humanos conseguem entender

root@appunix:~#df -h

diff [arquivo] [arquivo_de_Comparação] : usado para identificar as diferenças entre dois arquivos

root@appunix:~#diff /etc/squid/squid.conf /etc/squid/squid.conf.BKP

du -[argumento] [diretorio ou arquivo]: mostra o tamanho de um diretório ou arquivo, uso sempre com o argumento -h pois esse argunto nos mostra em formato legível por nós

root@appunix:~#du -h /etc/squid/squid.conf

file [arquivo]: mostra informações de um arquivo, como Codifica’ão de caracteres e linguagem em que está o arquivo

root@appunix:~#file /etc/squid/squid.conf
squid.conf: ASCII English text

finger [usuário]: exibe informações sobre o usuário em questão, nome e diretório (o /home do usuário), é ncessário fazer a instalação do pacote finger

root@appunix:~# finger Login: root

Name: root
Directory: /root                        Shell: /bin/bash
On since Sun May 22 22:46 (BRT) on pts/0 from 187.20.XXX.XXX (messages off)
No mail.
No Plan.

free -[opção]: usado para mostrar a quantidade de memoria ram usada/livre do PC, -b,-k,-m,-g mostram informações respectivamente em Bytes, KBytes, MBytes e GBytes

root@appunix:~# free -m

halt: desliga o computador, só pode ser executado pelo root

root@appunix:~#halt

history: mostra os últimos comandos utilizados, o mesmo que cat .bash_history (no diretório raiz)

root@appunix:~# history
18  vim ip_liberado.txt
19  killall squid3 -HUP
20  cat /etc/squid3/ip_liberado.txt
21  cd /etc/squid3/
22  vim trava_msn_orkut.txt
23  cd /etc/squid3/
24  vim trava_m
25  vim trava_msn_orkut.txt
26  killall squid3 -HUP
27  cd /etc/squid3/

kill: usado para encerrar processados em sistemas GNU Linux

root@appunix:~#killall mysql

ou

root@appunix:~#killall -9 1970

ls: lista os arquivos e diretórios da pasta atual, usado também para saber as permissões que determinados arquivos/diretórios têm

root@appunix:~#ls -la

lynx: esse é o navegador via console

root@appunix:~#lynks http://www.google.com.br

mv [origem] [destino]: á uma espécie de CTRL+X via console, move o conteúdo de um arquivo para um outro

root@appunix:~#mv /etc/squid/squid.conf /etc/squid/squid.conf.BKP

mkdir [nome_diretório]: comando usando para criar diretórios

root@appunix:~#mkdir Sites

passwd [usuário]: serve para alterar senhas dos usuarios

root@appunix:~#passwd doooguinha

ps: mostra os processos em execução no sistema, onde possui as seguintes opções:

a – mostra todos os processos existentes;
e – exibe as variáveis de ambiente relacionadas aos processos;
f – exibe a árvore de execução dos processos;
l – exibe mais campos no resultado;
m – mostra a quantidade de memória ocupada por cada processo;
u – exibe o nome do usuário que iniciou determinado processo e a hora em que isso ocorreu;
x – exibe os processos que não estão associados a terminais;
w – se o resultado de processo não couber em uma linha, essa opção faz com que o restante seja exibido na linha seguinte.

root@appunix:~#ps -aux

pwd: server para mostrar qual o seu diretório corrente

root@appunix:~#pwd
/var/root

reboot: reinicia o sistema imediatamente

root@appunix:~#reboot

rm [arquivo]: apaga o arquivo especificado, substitui também o comando rmdir quando utilizada a opção -r, costumo me ferra sempre mas uso SEMPRE com as opções -rf, que não me pergunta nada e força a exclusão do arquivo

root@appunix:~#rm -rf /etc/samba/smb.conf

shutdown: desliga ou reinicia o computador, veja:

root@appunix:~#shutdown -r now (reinicia)

root@appunix:~#shutdown -h now (desliga)

A opção now pode ser mudada, por exemplo para +10, o sistema irá reiniciado ou desligado daqui a 10 minutos.

su: muda de usuario corren para superusuário, costumo usar su –, será solicitada a senha de root do sistema

tar -xzvf [arquivo.tar.gz]: extrai um arquivo compactado em tar.gz para o diretório corrente.

root@appunix:~#tar -xzvf  squid-2.5.STABLE14.tar.gz

top: exibe uma visão geral do sistema, como uso de memória, tempo em que o server está ligado, os processos, dentre outras informações

root@appunix:~#top cd1 (que muda o intervalo de tempo das atualizações da tela para 1 segundo)

uname: mostra informações sobre o sistema (utilizado por mim única e exclusivamente para saber a versão do kernel do sistema em questão)

root@appunix:~#uname -a
Linux servidor2 2.6.38-22-generic-pae #36-Ubuntu SMP Thu Jun 3 23:14:23 UTC 2010 i686 GNU/Linux

Usuários um pouco mais avançado do sistema do pinguim devem estar sentindo falta de alguns comandos, mas essa é só a primeira parte de comando indispensáveis para usuários Linux, acalmem-se em uma próxima ocasião mostrarei os restante desses comandos que considero indispensáveis.

Obrigado a você que visita nosso Blog e fique a vontade para qualquer pergunta….

Espero que seja de grande serventia tais comando para você que inicia nessa maravilhosa vida com o pinguim!!!!

Abraço a todos. 😀

Como abrir vídeos em .VOB no Ubuntu 10.04

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Para habilitar suporte a arquivos .VOB no Ubuntu 10.04 basta fazer alguns passos simples:

1 – Abra o menu de Aplicativos -> Acessórios -> Terminal.

2 – Assim que a tela estiver exibindo o console digite:

sudo apt-get install vlc-*

Isto irá requisitar a senha de root do Ubuntu. Normalmente esta senha é uma senha definida no momento da instalação (caso não tenha sido alterada posteriormente), ou a senha de seu próprio usuário.
Confirmando esta senha, em poucos instantes seu Ubuntu estará pronto para assistir a formatos .VOB.

Abraços pessoALL.

Lista de funções para desabilitar em um ambiente CPANEL de Hospedagem de Sites compartilhada

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Bem, se você quer mais segurança em um ambiente compartilhado você precisará de ajustar seu php.ini global (/usr/local/lib/php.ini) em seu servidor de hospedagem compartilhada afim de prevenir ataques usando recursos avançados do php.

Como faremos isto?

Procure pela linha disable_functions =

e depois do ‘=’ aplique as seguintes funções:

dl, system, exec, shell_exec, chown, chgrp, escapeshellcmd, putenv, popen, pclose, passthru, proc_open, proc_get_status, proc_nice, proc_close, proc_terminate, posix_ctermid, posix_get_last_error, posix_getcwd, posix_getegid, posix_geteuid, posix_getgid, posix_getgrgid, posix_getgrnam, posix_getgroups, posix_getlogin, posix_getpgid, posix_getpgrp, posix_getpid, posix_getppid, posix_getpwnam, posix_getpwuid, posix_getrlimit, posix_getsid, posix_getuid, posix_isatty, posix_kill, posix_mkfifo, posix_setegid, posix_seteuid, posix_setgid, posix_setpgid, posix_setsid, posix_setuid, posix_strerror, posix_times, posix_ttyname, posix_uname

Talvez você precisará do shell_exec para o caso do Fantástico Deluxe.
Avalie se vale a pena deixar esta função ativa e prossiga 😀

Parallels Plesk Windows: Domínio não funciona o DNS, já tentei restore dns zone, já tentei renomear -> SOLUÇÃO AQUI!

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Essa dica é bem quentinha e gostosa!

Sintomas:

Registro.br não mostra autoridade sobre o domínio ou dá falha de dns,
Já tentei restaurar a zona de dns do zero, já inseri manualmente a zona de dns do domínio, já renomeei o domínio do cliente e retornei ao original e até mesmo mudei o ip do domínio do cliente e voltei o que era antes e NADA!

Galera, nada de pânico! Mr little está lhe passando mastigadinho e gostoso, para sair dessa tranqueira entre no remote desktop de seu servidor Windows, cujo server opera o plesk 9.x (essa dica rola para o 8.x, mas aplico no 9.x):

Abra o MS-DOS, e dentro dele digite:

cd C:\Program Files\Parallels\Plesk\admin\bin

Nesta hora você estará nos binários de administração do plesk, mas antes copie o banco de dados PSA do plesk para uma área segura, ele está em:

C:\Program Files\Parallels\Plesk\admin\db\psa.mdb (psa.mdb é o nome do bandido!)

Rode o seguinte comando na pasta bin que chegamos via DOS:

dbclient.exe –direct-sql –sql=”select * from dns_zone where name like ‘domíniolascado.com.br’

Isso vai lhe retornar (no primeiro valor numérico) o ID do domínio, anote-o em um lugar ULTRA seguro!

Agora rode o comando abaixo:

dbclient.exe –direct-sql –sql=”delete from dns_zone where id=777″ (777 NÃO é o número obrigatório MEU, este número é o ID que falei acima, pode ser qualquer número inteiro positivo).

Após, vamos ajustar as coisas:

dbclient.exe –direct-sql –sql=”update dns_zone set status=0 where id=777″ (777 NÃO é o número obrigatório MEU, este número é o ID que falei acima, pode ser qualquer número inteiro positivo).

E por fim:

dnsmng.exe update *

Caso dê certo, please, EU QUERO UMA CAIXA DE BIS do preto!

Abraços!

Fonte: http://littleoak.wordpress.com/2009/09/01/parallels-plesk-windows-dominio-nao-funciona-o-dns-ja-tentei-restore-dns-zone-ja-tentei-renomear-solucao-aqui/

Problema na instalação ou Uso do IonCube no Plesk Linux

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Para localizar o problema com o IonCube no plesk basta rodar o comando abaixo:

grep -iR ioncube /etc/php*
/etc/php.d/ioncube.ini:zend_extension=/usr/lib/php/ioncube/ioncube_loader_lin_5.2.so
/etc/php.d/ioncube-loader.ini:zend_extension=/usr/lib/php/modules//php_ioncube_loader_lin_5.1.so

Pegue o segundo valor e comente ele, ou seja, vim /etc/php.d/ioncube-loader.ini e na linha coloca ; antes de tudo, isto deixará desabilitado.

Após use

php -v e verá que o seu plesk está ok.

Resolvendo problemas com iframe infectado

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Um exemplo prático para resolver problemas com iframes lascados por spammers e crackers pode ser analisada da seguinte maneira:

find /home/*/public_html -name “*.php” -exec sed -i ‘s/<iframe src=\\”http:\/\/google-ana1yticz.com.*<\/\iframe>//g’ {} \; -print

Gnu/Linux e suas dificuldades na usabilidade (diversidade que pode matar)

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Gnu/Linux sem dúvidas é a prática mais comum no mundo do Software Livre, em outras palavras, é o meio mais fácil e mais comum do mundo Open Source estar declarado em nosso dia-a-dia. Temos ferramentas de uso diário, que são open source e não percebemos, mas quando nos deparamos com o Gnu/Linux nós podemos afirmar – este realmente é free software (ainda que não tenhamos um conceito muito forte do que realmente é software livre, que muitos infelizmente interpretam como software gratuito). Isto, sem sombra de variação é muito fabuloso, pois este excelente sistema que já mostrou do que é capaz, e o melhor, deixou claro que tem seu código aberto para customizações e forks, estando disponível para qualquer pessoa, aonde quer que esteja.
Ao longo de 12 anos de convívio com o Gnu/Linux (tendo somente 5 anos como profissional neste ramo, prestando serviços, e outros 7 “ouvindo falar bem”) pude perceber algumas “metamorfoses” que não vieram e fixaram um conceito amigável de usabilidade.
Vou detalhar isto de maneira abrangente para que fique claro o que realmente desejo expor, a dificuldade na curva de aprendizado, devido a variações muito pesadas nas distribuições Gnu/Linux.
Em 1997 possuía um computador Pentium 133 mhz mmx 100% off-board e tenho um irmão que na época estava fazendo cursos da Conectiva (uma distribuição Gnu/Linux que tinha um corpo técnico que prestava consultoria e cursos), tendo assim um impulso forte para instalação desta distribuição, o que me fez “saber que existia um sistema operacional diferente do Windows 95”, sem contar que no ano seguinte o Macintosh havia se tornado “mais uma daquelas descobertas milenares”. Naquela “descoberta” ouvi falar que ele era Free Software, mas confesso que não fez diferença para mim.
Os anos se passaram, para ser mais preciso 7 anos, e depois de tantas tentativas de me familiarizar com “aquela tela preta, parecia de mais com o MS-DOS”, consegui instalar uma distribuição chamada Slackware. Levei a sério, e fui tomando gosto.
Na época o melhor guia, ou documentação brasileira disponível (ainda está disponível) é o perfeito e completo GuiaFoca, um manual do Gnu/Linux, baseado no Debian, mas operando de maneira simples e direta em outras distribuições.
Passei um ano estudando sem cessar este sistema operacional maravilhoso, o que me fez implementar algumas soluções baseadas em Software Livre no SENAC-PB, empresa que trabalhei durante 3 anos. Adquiri um conhecimento sólido nesta plataforma, mas com o passar do tempo necessitei partir para outras como Red Hat Enterprise, por exemplo, sem contar as distribuições desktop que estavam bombando nesta fase. Com a saída da antiga empresa para outra que prestava consultoria não obtive dificuldades em implementações para clientes, principalmente pelo fato do Slackware ser muito flexível e “bastante Unix”, não senti nada difícil nos primeiros meses.
Nesta etapa eu entendi quais os problemas que as distribuições Gnu/Linux sentiam, isto aos olhos do usuário final, por que o nível de curva de aprendizado torna-se alto quando entramos em uma distribuição comercial. Para que se tenha uma idéia, o CentOS (remasterização do Red Hat Enterprise, respeitando direitos autorais e imagens da instituição), caso seja instalado como servidor, com poucos pacotes default você não terá a ferramenta ifconfig disponível, mas espere, ifconfig é um utilitário disponível em todas as distribuições, isto é padrão, e nem todas usam o system-config. Quantas usam dpkg, apt ou aptitude? Quantas tem o RPM como gestor de pacotes? O Yum? O Yast, Yast2?
Sabemos que são particularidades em cada distribuição, e que tais particularidades visam a automatização de determinadas tarefas que comumente estão vinculadas com o sistema operacional que as implementam.
Neste momento entram as divergências em geral, pois entendemos que comandos básicos sempre serão respeitados, e que seus manuais são preservados de uma distribuição para outra, mas que nem sempre estão no mesmo lugar.
Localidades na árvore de estrutura de dados, nomes de arquivos de configuração, modalidade de configuração de rede a nível de arquivo e forma com que containers web trabalham é muito diversificada em cada distribuição. Isto dificulta no momento de colocar na cabeça de algum xiita de códigos fonte proprietários que o Gnu/Linux é bom!
Observem o estouro e magnitude de distribuições como Ubuntu e Fedora, a nível desktop, vejam o quão abrangentes e aceitáveis elas são, e o mais importante, o quão bem documentadas elas são, mas em uma suave visão diferenciada, tente usar os conceitos aprendidos em cada uma delas em um Gentoo, CentOs ou OpenSuse, talvez você não queira mais usar Gnu/Linux, ou melhor, fará distinção por conhecer todas as ferramentas/utilitários de uma e de outra não.
Deixo claro que o Gnu/Linux é a escolha certa para quem não quer dores de cabeça futuras, quer estabilidade e o melhor, segurança de suas informações garantidas por sistemas que têm geeks de milhares de lugares dedicando-se na provisão de códigos de altíssimo nível e de escalabilidade monstruosa.
Minhas recomendações para marinheiros de primeira viagem:

• Use Ubuntu/Fedora para desktop, principalmente o Ubuntu que permite upgrades de versão do Sistema Operacional de maneira mais segura,
• Use CentOs/Ubuntu/Slackware ou Debian em seus servidores, principalmente Ubuntu/Debian que permitem upgrades de versões sem maiores dores de cabeça,
• Use Ubuntu/Fedora em escritórios, principalmente por sua quantidade enorme de drivers (módulos) para impressoras e etc.

Existem outras distribuições Gnu/Linux que têm tido muito prestígio, como por exemplo cito o Mandrake, empresa que assumiu a Conectiva e que tem se destacado pela ampla gama de produtos e suporte de qualidade, sendo hoje conhecida como Mandriva. OpenSuse, outra distribuição muito respeitada, versão Grátis e de código fonte aberto, 100% baseada no Suse Enterprise, mantido pela comunidade open source do mundo inteiro, esta é bastante amigável também.
Lembre-se que uma distribuição deve primar por conceitos de segurança, estabilidade e alto desempenho, principalmente, deverá ser bem documentada, e trivialmente falando, documentada maciçamente sobre suas ferramentas em particular.
Gestores de pacotes também são algo que tornam a problemática maior, por que os pacotes .DEB e .RPM imperam, seguidos de seus gestores deb/apt/aptitude e RPM/up2date/yum. Sabemos que é simples compilar algo (em alguns casos, devido requerimento de paths para libs a situação poderá complicar-se) e ajustar paths de destino, mas nem tudo isto brilha aos olhos dos mantenedores de software, tanto pelo nível de dificuldade avaliado para compilações e geração de source pré-compilado na plataforma como pela simplicidade de gestão (upgrade, downgrade e patching em geral).
Quanto ao GuiaFoca, este ainda é a melhor alternativa em documentação Gnu/Linux (falando de maneira geral), mas não atenha-se ao mesmo pois as distribuições estão mudando e agora parecem que estão tomando “independência” ou pensam em seguir assim, longe de padrões LSB.
Aprender sempre é bom, mas não atenha-se a distribuições muito individualistas, isto poderá complicar sua vida em um futuro muito próximo, principalmente no que tange ciclo de vida da versão do sistema ou até descontinuidade do projeto adotado por você ou por sua empresa (vide distribuições como Kurumin que tinham excelente iniciativa, mas que estão agonizado neste momento, Conectiva – adquirida pela Mandrake e outras).

As particularidades excessivas das distribuições estão levando as distribuições que adotam esta modalidade de negócio/serviço para uma ilha de destaque e talvez solidão.

Muito cuidado com sua escolha!

Abraços a todos e bom trabalho/estudo.

Quem é mais rápido: O mv ou cp para manipular um arquivo de um lugar para outro?

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Um dia esta dúvida pode ir a sua cabeça, por isso, nada de pânico, a resposta é simples e direta:

Para mover arquivos de um lugar para outro o MV é mais rápido que o CP pois o CP recria a estrutura de inode para o arquivo, o mv renomeia o tte desta estrutura, então, concluímos que o mv é mais rápido.