FIAT + FIORI – UMA PARCERIA DE BABACAS FOREVER ALONE

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A concessionária Fiori, revendedora da linha Fiat em João Pessoa, comercializou em dezembro de 2011 um veículo ‘Novo Palio’, modelo 2012, de placas OFB-7139-PB, com falhas ao cliente José Fernando Santos de Carvalho.

De acordo com o comprador, dois dias após a aquisição do veículo, começaram os intermináveis problemas. Inicialmente, o veículo não deu partida, ou seja, quando a chave de ignição era acionada, o painel não acendia e o carro não ligava o motor.

Indignação
“Procurei a Fiori para solucionar o problema e ‘eles’ (Fiori) não detectaram nenhuma anomalia, informando que o carro estava em perfeitas condições de uso. No entanto, o problema persistiu e eu retornei diversas vezes na concessionária para relatar a mesma anomalia, além de outros tantos, como um alarme de velocidade excedida sem que o veículo estivesse em tal condição. Houve travamento de porta-malas, ponteiro pulando, computador de bordo todo sem regulagem, entre outros problemas”, disse José Fernando.

Medo
O consumidor prejudicado teme pela sua vida e da sua família. Ele revelou que por conta de sua vida profissional, necessita  viajar constantemente. “Eu não posso nem me arriscar, pois não confio mais no Palio que adquiri na Fiori. Vou procurar meus direitos e tenho fé que tudo será resolvido”, desabafou José Fernando.

O outro lado

A reportagem do Paraíba Já entrou em contato com a Fiori, pelo 3208-1512, porém, a ligação passou por diversos ramais e acabou sendo desligada.

Paraíba Já

 

 

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http://paraibaja.com.br/?p=noticia_int&id=19509

 

Defeito de fábrica em Novo Palio 2012 e o descaso da FIAT

Nos ultimos 3 meses e meio, tenho retornado à Concessionária Fiat varias vezes. O fato é que comprei um carro(NOVO PALIO 2012) com anomalias, que eles nao conseguem resolver. Eles alegam: “O carro está em perfeitas condicoes de uso”.

Pasmem, ja experimentei porta-malas eletrico travado(no dia que ia viajar para ser padrinho de casamento), computador de bordo informando problemas no motor, dificuldades pra ligar o carro, ponteiro do velocimetro “PULANDO”, cortes na ingestão de combustível enquanto em movimento, controle das portas não respondendo e outras falhas na entrega do produto(direção desalinhada, risco no painel, peças alteradas).

Eu ja não aguento mais relatar o problema a empresa ou ficar vários dias à pés, por deixar o carro na Concessionária. Passo por diversos transtornos e incovenientes.

Tenho um filho de 1 ano. Todo pai sabe que “é lei”, chegar em casa e dar uma voltar na rua com o bebe pra ele nao chorar.Ficar se o unico carro da familia é MUITO PROBLEMATICO.

Faço viagems constantes à refice-PE, devido ao meu mestrado na UFPE e tenho MEDO DA INTEGRIDADE FISICA DA MINHA FAMILIA.

Sugiro que NÃO COMPREM VEICULOS FIAT, É JOGAR DADOS COM A SORTE. se o carro sair bem, ok, senão, vc ESTARÁ NO PREJUIZO (FATO).

 

Fullbackup parando no meio do caminho em algumas contas no CPANEL

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Existe uma coisa estranha, e acontece mais do que imaginamos!

Já viu um fullbackup simplesmente parar no meio do caminho (pkgacct via console, por exemplo)?

Ou um user reclama que o backup está incompleto ou foi restaurar e o site não funfa mais? (um cms, por exemplo, como wordpress)

Isto ocorre em detrimento a limites do mysql (normalmente é esta a causa) no momento de gerar o dump, veja mais abaixo.

Um passo a segu1r é o seguinte, como root devemos executar o seguinte comando:

tail -f /usr/local/cpanel/logs/error_log

Se a saída do log (recomendo fazer isso via screen, por exemplo) for essa:

Script::Pkgacct::__ANON__() called at /scripts/pkgacct line 2154
Script::Pkgacct::run_dot_event(CODE(0x2b3d547e1050)) called at /scripts/pkgacct line 1141
Script::Pkgacct::script(‘Script::Pkgacct’, ‘LOGINDOCLIENTE‘) called at /scripts/pkgacct line 85
[UMA DATA] warn [pkgacct] LOGINDOCLIENTE_NOMEDOBD: mysqldump: Couldn’t execute ‘SHOW TRIGGERS LIKE ‘bl\_NOMEDOBD”: Got error 28 from storage engine (1030)
at /scripts/pkgacct line 1535
Script::Pkgacct::_check_error_file(‘LOGINDOCLIENTE_NOMEDOBD‘, ‘/home/cpmove-LOGINDOCLIENTE/mysql/LOGINDOCLIENTE_NOMEDOBD.sql.err’) called at /scripts/pkgacct line 1504
Script::Pkgacct::mysqldumpdb(HASH(0x2b3d547e1000)) called at /scripts/pkgacct line 1138
Script::Pkgacct::__ANON__() called at /scripts/pkgacct line 2154
Script::Pkgacct::run_dot_event(CODE(0x2b3d547e1050)) called at /scripts/pkgacct line 1141
Script::Pkgacct::script(‘Script::Pkgacct’, ‘LOGINDOCLIENTE‘) called at /scripts/pkgacct line 85

É simples de sanar!

Entre no /etc/my.cnf e comente as linhas que limitam uso de memória de cache (principalmente as de querys) do mysql.
Feito isto:

service mysql restart

Depois mande gerar o backup!

 

Se o problema não for resolvido veja se o erro é de EOF (end of file), se isso rolar, analise o disco, ou load (i/o no geral), pois pode ser falha no disco ou overload.
Abraços galera.

post_max_size uma informação a mais na hora de aumentar o UPLOAD no php.ini

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Olá ALL,
As vezes erramos quando somente aumentamos diretivas do PHP visando upload, tais como:

max_execution_time,
upload_max_filesize,
e até mempory_limit.

Elas até que estão corretas, assim como max_execution_time, só que os forms que enviam dados (refiro-me a arquivos), fazem envio de arquivos pelo método post.
Sendo assim, se quisermos um upload de 96M em um servidor rodando php precisamos colocar no php.ini a informação de qual o tamanho máximo de envio de dados pelo POST.
A saída então seria:

post_max_size = 96M

Isto dentro do PHP.INI.

Pronto, após ajustes o apache deverá ser reiniciado.

Abraços galera!

What ip whmcs auth Qual ip do WHMCS para autenticação ou liberação em um firewall

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Se você precisa do ip do whmcs (comumente usado em caso de um firewall bloqueando tudo e você necessitando permitir a autenticação) e não sabe qual é o ip a ser liberado para que o whmcs acesse a central do sistema use o ip abaixo em sua whitelist:

74.54.136.210

Software livre: Necessidade ou Xiitismo?

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É muito comum ver pessoas criticando o software livre ou mesmo elogiando sem entender seu impacto no mundo comercial.

Vamos falar um pouco da realidade do Software Livre em um foco totalmente comercial para que as pessoas entendam a real necessidade desta metodologia/visão de negócio e também possam aplicar em suas vidas esta estratégia. (mais à frente explicarei o porquê de estratégia)

Em primeiro passo devemos fixar em nossas mentes que Software Livre NÃO é software gratuito, isto mesmo, o fato de você ter usado uma ferramenta de código-fonte aberto e se beneficiado da gratuidade deste utilitário não quer dizer que as pessoas não tirem proveitos financeiros sobre tal metodologia/visão.

Abaixo vou citar alguns casos aonde se extrai muito dinheiro do software livre.

Dentro deste seguimento prestemos atenção em um dos mais populares fenômenos do Software Livre, o Gnu/Linux e seus sabores.

Temos no mercado corporativo do pingüim 3 distribuições em especial que se destacam pela sua aceitação de mercado, estabilidade e suporte de alta qualidade:

* Red Hat
* Suse Enterprise
* Mandriva

As três distribuições acima citadas COBRAM pelo suporte e acesso a repositórios comerciais.

Em algum instante você pode estar se perguntando:
Isto é maquiavélico, por que eles cobram por Gnu/Linux se ele é gratuito?

Mentira! Gnu/Linux é um sistema de código-fonte aberto, mas isto não quer dizer que todos têm sua disponibilidade ou licença gratuitos.

Explique-me como manter um suporte via fone, helpdesk e ter servidores ligados 24 horas, com alta disponibilidade de rede e software?
Quem pagará as contas de luz, água e internet?

Quem pagará os desenvolvedores?

Vejamos outro caso de sucesso – Ubuntu. Sistema amigável, Gnu/Linux, grátis para uso, porém, o suporte cobra para impor seu know how e ajustar sua plataforma, mas pergunto, isto é maquiavélico?

Não, muito pelo contrário, é uma forma de manter o negócio das pessoas bem estruturado e reter lucratividade para empresa. (isto resulta em contratações de desenvolvedores mais experientes e equipamentos mais sofisticados para que sejam testados os softwares com mais stress)

Saindo do globo do pingüim, voltemos à situação do software livre como alternativa as empresas, como sua empresa ou sua casa, até mesmo seu escritório poderiam beneficiar-se de uma metodologia tão forte, melhor dizendo, uma tendência tão evidente e aplicável a qualquer mercado?

Simples, vamos analisar um caso bastante comum nas empresas e entender o porquê do Software Livre ser tão necessário para uma implementação.

Há meses presto consultoria em uma empresa mineira, tendo a mesma uma utilização software proprietário (isto não quer dizer Microsoft, mas qualquer código fechado é de propriedade do desenvolvedor) em alta escala. Até aí as coisas transcorriam de vento em polpa, entretanto, como nem tudo tende a ser um mar de rosas sem espinhos, houve a necessidade de implementação de uma simples funcionalidade no software que a empresa usa para gestão de seus negócios, o que aconteceu?
Houve um investimento de R$ 1000 (mil reais) para implementação de um campo.
Havendo 2 programadores na empresa (um programando em VB e outro em PHP), por que tal campo não foi implementado sem custos?
A resposta é clara, AONDE estava o código-fonte? Ele estava aberto? Quem diabos o fechou?

Pois é amigo, nesta hora as coisas começam a fazer sentido, e para piorar, o software utiliza cliente como sendo pontos de acesso, fazendo consultas infinitas no banco de dados, com resultados pesadíssimos, o que gera gargalo na rede, mesmo sabendo que um front-end no servidor resolveria tudo, visto que somente ele processaria toda a demanda, e o melhor, somente ele precisaria de alta capacidade de armazenamento e processamento, assim como evitar que cada terminal cliente não estivesse obrigado a utilizar-se de um Sistema Operacional Windows, visto que o mesmo tem custos e as bibliotecas da ferramenta comercial só operam nele.

Em cálculos mais claros, vamos analisar custo de licença e vantagens comerciais:

Se cada licença Windows XP Profissional custa R$ 250 (duzentos e cinqüenta reais), preço este sob compra em maior escala, e se a instituição possui 14 computadores nós temos 14 x R$ 250 = R$ 3500 (três mil e quinhentos reais). Cada hardware deve suportar Windows XP e os requisitos mínimos do software que não utiliza conceitos de mercado de TI do século XXI, ou seja, se cada máquina custa R$ 590 (sem monitor, é claro) nós temos R$ 8260 (oito mil duzentos e sessenta reais), então concluímos que o total gasto pela empresa para rodar a aplicação e estar provida dos recursos que a mesma disponibilizava foi de R$ 11760 (onze mil setecentos e sessenta reais) + custo de desenvolvimento e implementação da plataforma proprietária.

Vamos levar este foco agora para o Software Livre e ver o quanto as coisas começam a ficar claras:

Como o software utiliza-se de browser (nem tudo, por que os desenvolvedores podem usar linguagens como C, C++ ou Java) podendo ter sido feito até mesmo em Java (Java desktop) nós cortaríamos gastos com o sistema operacional, visto que não depende de sistema operacional para trabalhar, ou seja, abateremos (pelo menos) R$ 3500 (três mil e quinhentos reais) e o processamento (em caso de browser) é centralizado no servidor, o que faria com que máquinas de baixo processamento fossem utilizadas (sabe aqueles k6-II- 500 mhz parados aí na sua empresa?).

No caso acima, compilando e devolvendo o fonte principal ao cliente, é claro.(em caso caso de linguagens que necessitam de compiladores)

De posse de simples afirmações citadas não tenha medo de focar-se em Gnu/Linux e em Software Livre, por que com SL nós temos a possibilidade de analisar o fonte e mudar as coisas ao nosso estilo, seguindo as necessidades triviais de nossa empresa sem qualquer falta de qualidade, escalabilidade ou dificuldade na manutenção.

Quanto a utilizar-se de Gnu/Linux em sua empresa, faça isto por amar sue negócio, use Gnu/Linux para economizar em seu negócio.

Se às pessoas vierem justificando a não utilização por falta de recursos como impressão, rede e etc, fique certo de que a plataforma Gnu/Linux tem suporte as mais variadas impressoras que o mercado disponibiliza, tem suporte pesado a redes (servidores de dns, logon, ldap – que te dão a mesma autonomia de unidades organizacionais do Windows Server, assim como suporte dhcp, compartilhamento de arquivos e bancos de dados).

Em outras palavras, utilizar-se de Windows para facilidades já não é um argumento válido. Programar soluções proprietárias é outra afirmação equivocada, quer saber por quê?

1 – Software de código-fonte aberto permite uma interação mútua no suporte, ocorrendo de maneira mais simples,

2 – Software aberto permite que qualquer pessoa, inclusive o dono da empresa saibam o que realmente o código faz no back-end, (em background)

3 – Software aberto permite manutenção mais abrangente e update de software com mais qualidade,

4 – Software aberto permite que o código seja visto por qualquer desenvolvedor, o que dá mais amplitude na aplicação de técnicas mais maduras e sofisticadas.

Então, ainda vai ficar no mundo “Redmond”?

Lá em cima afirmei como estratégia o software livre, pois bem, pergunte ao Obama o que ele acha disto, visto que tornou tal metodologia como sendo padrão no desenvolvimento de aplicações para o governo (escolas, hospitais e etc).

Abraços a todos.

Hello world!

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Esse termo Hello World é interessante, por que se observarmos o cidadão torna-se bem vindo ao mundo… rsrsrs, sem graça não é? Sim, mas faz sentido aqui em 2 situações:

Hello Nerd World and Hello Program World.

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