Ubuntu Foundation Angariando Recursos para o Ubuntu: Isto é Correto ou Errado?

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Há pouco tempo a Ubuntu Foundation (erroneamente estão fazendo alusão direta a Canonical) está angariando dólares para o Ubuntu (podemos verificar um post sobre no Br-Linux Aqui!), e isto está gerando satisfação em alguns usuários e para outros (ou nem usuários) há queixas e alegações das mais absurdas formas. Veja a “tela” que é disposta assim que solicitamos o download do Ubuntu:

Antes de mais nada vamos analisar com parcimônia todo o trajeto (de forma muito resumida) do Ubuntu.
Desde 2004 a proposta do Ubuntu era tornar-se a distribuição que proporcionasse a experiência mais amigável a usuários Linux (e principalmente NÃO Linux) com Desktops Linux. O prisma da época não circulava somente no ponto de vista do visual do desktop, mas como o ecossistema inteiro responderia as mais variadas situações do cotidiano de um usuário final (atualizações do sistema, aplicação de tais atualizações, alertas de rede, notificações de espaço em disco, impressões, novos emails e etc). Houve êxito e toda parte “difícil” (entrar na shell para executar coisas simples, por exemplo montar um Pen Drive) do Linux foi mitigada com a presença do Ubuntu.

Anos se passaram, muitas coisas foram modificadas (inclusive o ambiente gráfico que passou a receber prioridade máxima, tendo seu titular o Unity), muitas coisas melhoraram e muitas coisas permaneceram legais. A linha de servidores (assim como Desktops) recebeu honraria do mais alto nível no que tange a atualizações, a série LTS (suporte extendido) ganhou muita repercussão por tornar a experiência de atualizações muito amigável (não em termos de funcionalidades, mas no campo de upgrade de hardware ou versionamento do sistema operacional em si).

Toda a história do Linux teve um tempero de qualidade com o surgimento do Ubuntu, mas e as perguntas que nos assombram?

Por que não cobram por algo tão bom?
Como conseguem enviar CDS e Adesivos sem qualquer custo?

O reflexo de todo investimento realizado pela fundação está patente a todos os olhos de qualquer pessoa envolvida com TI. Diga-se de passagem que muitos conheceram o Ubuntu antes mesmo de saberem o que era Linux!

Em 2006, eu, um usuário assíduo Slackware me rendi a tanta praticidade que “aquela coisa” proporcionava. Anos se passaram e fui muito atendido em todas as esferas (pessoas e comerciais) com o tal “Sistema bonitinho que tudo fazia para mim!”.
Hoje administro 3 servidores Ubuntu, sendo 2 para CFTV e 1 para banco de dados, e me pergunto?

Será que tantos anos de estabilidade não merecem qualquer reconhecimento?

Elogios não enchem barrigas de desenvolvedores, e será mais que necessário tirar a cauterização que foi realizada com os Mrs. FOSS do passado -> “tudo que é livre é grátis!”.

Discusso lindo  (acima) que não paga contas de água, luz, aluguel de salas, links, alimentos e dispositivos (hardware) para testes que já ouvimos antes e que não funcionam mais.

 

Quanto o Ubuntu já gerou de lucro para você? Quanto ele valeria aos seus olhos?

Apesar de ser usuário Mac Os X, logo em breve estarei comprando acessórios na loja do Ubuntu (http://shop.canonical.com/) e farei alguma doação significativa, pois quanto mais motivados (programadores) melhor será a qualidade do produto (Ubuntu). A Red Hat tornou o seu sistema operacional fechado no que tange a distribuição de sources por repositórios internos, o que obriga o usuário a adquirir (comprar a licença de uso) o sistema operacional (muito bom, por sinal), mas, o Ubuntu não merecia ser pago?

Sim!

A Qualidade do Sistema operacional está sendo distribuída gratuitamente, arrancaria pedaços dos meus dedos para preencher dados de cartão de crédito no Paypal?

Não!

 

Se você leu este post e tem uma idéia adjacente ou ainda, é oposto à minha reflexão deixe seu comentário, mas elevo o tom em um horizonte -> Será que anos de suprimento de qualidade, segurança, estabilidade e respeito não valem sequer 10 U$ para você?

Como extrair arquivos RAR (ou do WINRAR) no Ubuntu 10.04 (Lucid Lynx)?

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Se você, toda vez que tenta abrir (extrair) um arquivo rar recebe uma mensagem de erro informando que não consegue abrir o pacote, não se preocupe, é coisa simples de se resolver.

Os passos para o erro seguem-se na imagem abaixo:

Para resolver clique em Aplicativos -> Acessórios -> Terminal

No console digite:

sudo apt-get install rar

A saída deverá ser semelhante a isto (em uma plataforma x86):

Lendo listas de pacotes… Pronto
Construindo árvore de dependências
Lendo informação de estado… Pronto
Pacotes sugeridos:
unrar
Os NOVOS pacotes a seguir serão instalados:
rar
0 pacotes atualizados, 1 pacotes novos instalados, 0 a serem removidos e 0 não atualizados.
É preciso baixar 556kB de arquivos.
Depois desta operação, 1192kB adicionais de espaço em disco serão usados.
Obter:1 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/multiverse rar 1:3.9.b2-1 [556kB]
Baixados 556kB em 5s (95,7kB/s)
Selecionando pacote previamente não selecionado rar.
(Lendo banco de dados … 183480 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Desempacotando rar (de …/rar_1%3a3.9.b2-1_i386.deb) …
Processando gatilhos para man-db …
Configurando rar (1:3.9.b2-1) …

Pronto, agora basta tentar extrair novamente que não mais ocorrerá o erro.

Abraços.

create user output file. Command output: procmail: Error while writing to /var/mail…

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create user output file. Command output: procmail: Error while writing to /var/mail…

Se esta é a mensagem de erro que vem no outlook que de quem está enviando um email para um destinatário que usa postfix seus problemas “SE ACABARAM-SE”.

Entre no console e como root e digite:

postconf -e 'mailbox_size_limit = 0'

Provavelmente é a quota ferrada e este comando te tira da forca :D.

Sistemas afetados: Debian, Ubuntu (lucid lynx, karmic…), Centos 5.5, Centos 5.4…

Mais que uma distribuição: Ubuntu é uma paixão!

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Por estes dias estive trocando idéias com um amigo meu (dooguinha) que também adora Gnu/Linux, sobre qual distribuição usar, visto que estava com Windows XP em meu desktop pessoal e precisava de algo mais enriquecedor em termos de conhecimento (mexer com registro de Windows para remover falhas não é muito proveitoso, rsrsrs).

Resolvi voltar a utilizar-me do Ubuntu.

Antes quero expor alguns problemas que enfrentei antes desta escolha:

1 – Na tentativa de usar o OPENSUSE eu não poderia deixar de comentar da podridão que é em termos de velocidade de update nos repositórios do Opensuse, sem contar o drama que é para achar uma configuração avançada – resumo -> mv opensuse_my_desk /dev/null (apesar da excelente instalação em um hd ide de 320gb, e detecção de maneira louvável com ênfase em hardware),

2 – Na tentativa de usar o Fedora, o que mais me chamou atenção foi o boot todo voltado para arquitetura sata, ou seja, seu boot fica todo duro no /sbin/loader… Quem diria… o foguete ainda nem saiu do forno e já me deixou sem um minuto sequer desejoso em utiliza-lo. Sabe qual foi o fim? mv fedora_my_desk /dev/null,

3 – Na tentativa de usar o CentOS como desktop eu volto no ponto 2 e vivo o mesmo drama… mv centos_my_desk /dev/null.

Confesso que deixei o Ubuntu como sendo a última alternativa. Isto ocorreu devido um teste um pouco frustrado de utilizar-me da 10.04 em meu modesto desktop. Achei lento no uso, porém rápido no boot, e de maneira precipitada não lembrei que os repositórios estavam lotados graças a quantidade de fãs que esta distribuição faz a cada lançamento.

Decidi então subir manualmente o desktop, afim de obter algum “exclarecimento” no quesito velocidade de S.O., optei pela 9.10 subindo para Lucid. Abaixo segue um screen mostrando o primeiro ponto forte do Ubuntu aos meus olhos:


Após update, cheguei na Lucid e modifiquei os botões de janelas para a direita, afinal de contas de livre o mac só tem a escolha de compra do usuário!

Quer apontar os botões para o lado direito? Use:

gconftool-2 --type string --set "/apps/metacity/general/button_layout" "menu:minimize,maximize,close"

E para que isto se aplique a todos os users faça:

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/apps/metacity/general/button_layout" "menu:minimize,maximize,close"

Ambos comandos pedem autorização para rodar, aplique a senha do root e pronto!

Por fim vai um print do meu desktop 😀 (ainda nem terminei minhas customizações, mas gostei das tonalidades).

O dia de testes na penúltima utilização do Ubuntu foi quando criei o tutorial do LAMP2 no Lucid Lynx.

Ah, o problema somente será o espaço para o Slackware 13.1. Estou um pouco triste por que se continuar curtindo meu Ubuntu terminarei abandonando meu slackzinho :(.

Abraços e boa noite ALL!

Lamp2: Ubuntu 10.04 APACHE 2 Mysql 5 PHP 5 phpmyadmin (lucid lynx)

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Boa noite ALL, é com muita alegria que informo:

Meu PC está com o Lucid Lynx (Ubuntu 10.4).
Este How to que preparei hoje vai ensinar como montar um ambiente de desenvolvimento web para aplicações php que utilizam-se do container apache e do banco de dados mysql.
Um ambiente LAMP2 (apache 2 mysql 5 php 5 e phpmyadmin) é fundamental para quem desenvolve e deseja testar sua app antes de envia-la para web, sem mais, vamos aos passos:

1 – Clique em Aplicativos->Acessórios->Terminal
2 – rode o comando: sudo apt-get install apache2
Este comando serve para instalar o apache 2.
A saída deste comando deverá ser semelhante a esta:

Lendo listas de pacotes… Pronto
Construindo árvore de dependências
Lendo informação de estado… Pronto
Os pacotes extra a seguir serão instalados:
apache2-mpm-worker apache2-utils apache2.2-bin apache2.2-common libapr1 libaprutil1 libaprutil1-dbd-sqlite3 libaprutil1-ldap
Pacotes sugeridos:
apache2-doc apache2-suexec apache2-suexec-custom
Os NOVOS pacotes a seguir serão instalados:
apache2 apache2-mpm-worker apache2-utils apache2.2-bin apache2.2-common libapr1 libaprutil1 libaprutil1-dbd-sqlite3 libaprutil1-ldap
0 pacotes atualizados, 9 pacotes novos instalados, 0 a serem removidos e 0 não atualizados.
É preciso baixar 3328kB de arquivos.
Depois desta operação, 10,1MB adicionais de espaço em disco serão usados.
Você quer continuar [S/n]? S
0% [Aguardando por cabeçalhos]
Obter:1 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libapr1 1.3.8-1build1 [116kB]
Obter:2 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libaprutil1 1.3.9+dfsg-3build1 [85,4kB]
Obter:3 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libaprutil1-dbd-sqlite3 1.3.9+dfsg-3build1 [27,1kB]
Obter:4 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libaprutil1-ldap 1.3.9+dfsg-3build1 [25,1kB]
Obter:5 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2.2-bin 2.2.14-5ubuntu8 [2622kB]
Obter:6 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2-utils 2.2.14-5ubuntu8 [159kB]
Obter:7 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2.2-common 2.2.14-5ubuntu8 [290kB]
Obter:8 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2-mpm-worker 2.2.14-5ubuntu8 [2364B]
Obter:9 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2 2.2.14-5ubuntu8 [1482B]
Baixados 3328kB em 40s (81,4kB/s)
Selecionando pacote previamente não selecionado libapr1.
(Lendo banco de dados … 148327 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Desempacotando libapr1 (de …/libapr1_1.3.8-1build1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libaprutil1.
Desempacotando libaprutil1 (de …/libaprutil1_1.3.9+dfsg-3build1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libaprutil1-dbd-sqlite3.
Desempacotando libaprutil1-dbd-sqlite3 (de …/libaprutil1-dbd-sqlite3_1.3.9+dfsg-3build1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libaprutil1-ldap.
Desempacotando libaprutil1-ldap (de …/libaprutil1-ldap_1.3.9+dfsg-3build1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2.2-bin.
Desempacotando apache2.2-bin (de …/apache2.2-bin_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2-utils.
Desempacotando apache2-utils (de …/apache2-utils_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2.2-common.
Desempacotando apache2.2-common (de …/apache2.2-common_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2-mpm-worker.
Desempacotando apache2-mpm-worker (de …/apache2-mpm-worker_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2.
Desempacotando apache2 (de …/apache2_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) …
Processando gatilhos para man-db …
Processando gatilhos para ufw …
Processando gatilhos para ureadahead …
ureadahead will be reprofiled on next reboot
Configurando libapr1 (1.3.8-1build1) …

Configurando libaprutil1 (1.3.9+dfsg-3build1) …

Configurando libaprutil1-dbd-sqlite3 (1.3.9+dfsg-3build1) …
Configurando libaprutil1-ldap (1.3.9+dfsg-3build1) …
Configurando apache2.2-bin (2.2.14-5ubuntu8) …
Configurando apache2-utils (2.2.14-5ubuntu8) …
Configurando apache2.2-common (2.2.14-5ubuntu8) …
Enabling site default.
Enabling module alias.
Enabling module autoindex.
Enabling module dir.
Enabling module env.
Enabling module mime.
Enabling module negotiation.
Enabling module setenvif.
Enabling module status.
Enabling module auth_basic.
Enabling module deflate.
Enabling module authz_default.
Enabling module authz_user.
Enabling module authz_groupfile.
Enabling module authn_file.
Enabling module authz_host.
Enabling module reqtimeout.

Configurando apache2-mpm-worker (2.2.14-5ubuntu8) …
* Starting web server apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Configurando apache2 (2.2.14-5ubuntu8) …

Processando gatilhos para libc-bin …
ldconfig deferred processing now taking place

Ressalto que usei o gestor de pacotes e habilitei o suporte a pacotes instáveis e também o repositório partner (mais abaixo posto como fazer).

Ainda no console use o comando abaixo:

sudo apt-get install php5 libapache2-mod-php5
Isto servirá para instalar o php5 e ainda integra-lo como DSO no apache (como módulo).
A saída deste comando será semelhante a esta:

Lendo listas de pacotes… Pronto
Construindo árvore de dependências
Lendo informação de estado… Pronto
Os pacotes extra a seguir serão instalados:
apache2-mpm-prefork php5-common
Pacotes sugeridos:
php-pear php5-suhosin
Os pacotes a seguir serão REMOVIDOS:
apache2-mpm-worker
Os NOVOS pacotes a seguir serão instalados:
apache2-mpm-prefork libapache2-mod-php5 php5 php5-common
0 pacotes atualizados, 4 pacotes novos instalados, 1 a serem removidos e 0 não atualizados.
É preciso baixar 3376kB de arquivos.
Depois desta operação, 8790kB adicionais de espaço em disco serão usados.
Você quer continuar [S/n]? S
Obter:1 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2-mpm-prefork 2.2.14-5ubuntu8 [2422B]
Obter:2 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid-proposed/main php5-common 5.3.2-1ubuntu4.1 [541kB]
Obter:3 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid-proposed/main libapache2-mod-php5 5.3.2-1ubuntu4.1 [2831kB]
Obter:4 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid-proposed/main php5 5.3.2-1ubuntu4.1 [1114B]
Baixados 3376kB em 8s (389kB/s)
dpkg: apache2-mpm-worker: problemas de dependência, mas removendo assim mesmo conforme pedido:
apache2 depende de apache2-mpm-worker (= 2.2.14-5ubuntu8) | apache2-mpm-prefork (= 2.2.14-5ubuntu8) | apache2-mpm-event (= 2.2.14-5ubuntu8) | apache2-mpm-itk (= 2.2.14-5ubuntu8); porém:
Pacote apache2-mpm-worker está para ser removido.
Pacote apache2-mpm-prefork não está instalado.
Pacote apache2-mpm-event não está instalado.
Pacote apache2-mpm-itk não está instalado.
(Lendo banco de dados … 148902 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Removendo apache2-mpm-worker …
* Stopping web server apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
… waiting [ OK ]
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2-mpm-prefork.
(Lendo banco de dados … 148895 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Desempacotando apache2-mpm-prefork (de …/apache2-mpm-prefork_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado php5-common.
Desempacotando php5-common (de …/php5-common_5.3.2-1ubuntu4.1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libapache2-mod-php5.
Desempacotando libapache2-mod-php5 (de …/libapache2-mod-php5_5.3.2-1ubuntu4.1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado php5.
Desempacotando php5 (de …/php5_5.3.2-1ubuntu4.1_all.deb) …
Configurando apache2-mpm-prefork (2.2.14-5ubuntu8) …
* Starting web server apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Configurando php5-common (5.3.2-1ubuntu4.1) …
Configurando libapache2-mod-php5 (5.3.2-1ubuntu4.1) …

Creating config file /etc/php5/apache2/php.ini with new version
* Reloading web server config apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Configurando php5 (5.3.2-1ubuntu4.1) …

Já que estamos na metade do caminho o ideal seria dar um restart no apache para garantir que ele leu seu conf.
Use o comando:

sudo /etc/init.d/apache2 restart

A saída deverá ser parecida com:

* Restarting web server apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
… waiting apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Para garantir que o apache está interpretando códigos php (fazendo uso do interpretador como módulo) podemos editar um arquivo e testa-lo. use o comando abaixo:

sudo vi /var/www/index.php

Dentro deste arquivo informe:

escreva : e depois escreva wq! e pressione enter, ficando algo como :wq! , você salvará o arquivo e sairá do vi.
Feito isto acesse o arquivo para ver se a mensagem nerdblog é 10 aparece, caso sim, sucesso total! Do contrário releia este manual!
Este teste pode ser feito em http://localhost/index.php

Para instalar o mysql como servidor de banco de dados devemos usar o seguinte comando:
sudo apt-get install mysql-server
A saída deste comando deverá assemelhar-se com:

Obter:1 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-common 5.1.41-3ubuntu12 [97,1kB]
Obter:2 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libnet-daemon-perl 0.43-1 [46,9kB]
Obter:3 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libplrpc-perl 0.2020-2 [36,0kB]
Obter:4 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libdbi-perl 1.609-1build1 [798kB]
Obter:5 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libmysqlclient16 5.1.41-3ubuntu12 [1931kB]
Obter:6 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libdbd-mysql-perl 4.012-1ubuntu1 [135kB]
Obter:7 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-client-core-5.1 5.1.41-3ubuntu12 [176kB]
Obter:8 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-client-5.1 5.1.41-3ubuntu12 [8136kB]
Obter:9 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-server-core-5.1 5.1.41-3ubuntu12 [4711kB]
Obter:10 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-server-5.1 5.1.41-3ubuntu12 [7007kB]
Obter:11 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libhtml-template-perl 2.9-1 [65,8kB]
Obter:12 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-server 5.1.41-3ubuntu12 [93,0kB]
Baixados 23,2MB em 1min 58s (196kB/s)
Pré-configurando pacotes …
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-common.
(Lendo banco de dados … 150463 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Desempacotando mysql-common (de …/mysql-common_5.1.41-3ubuntu12_all.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libnet-daemon-perl.
Desempacotando libnet-daemon-perl (de …/libnet-daemon-perl_0.43-1_all.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libplrpc-perl.
Desempacotando libplrpc-perl (de …/libplrpc-perl_0.2020-2_all.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libdbi-perl.
Desempacotando libdbi-perl (de …/libdbi-perl_1.609-1build1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libmysqlclient16.
Desempacotando libmysqlclient16 (de …/libmysqlclient16_5.1.41-3ubuntu12_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libdbd-mysql-perl.
Desempacotando libdbd-mysql-perl (de …/libdbd-mysql-perl_4.012-1ubuntu1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-client-core-5.1.
Desempacotando mysql-client-core-5.1 (de …/mysql-client-core-5.1_5.1.41-3ubuntu12_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-client-5.1.
Desempacotando mysql-client-5.1 (de …/mysql-client-5.1_5.1.41-3ubuntu12_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-server-core-5.1.
Desempacotando mysql-server-core-5.1 (de …/mysql-server-core-5.1_5.1.41-3ubuntu12_i386.deb) …
Processando gatilhos para man-db …
Configurando mysql-common (5.1.41-3ubuntu12) …
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-server-5.1.
(Lendo banco de dados … 150828 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Desempacotando mysql-server-5.1 (de …/mysql-server-5.1_5.1.41-3ubuntu12_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libhtml-template-perl.
Desempacotando libhtml-template-perl (de …/libhtml-template-perl_2.9-1_all.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-server.
Desempacotando mysql-server (de …/mysql-server_5.1.41-3ubuntu12_all.deb) …
Processando gatilhos para ureadahead …
Processando gatilhos para man-db …
Configurando libnet-daemon-perl (0.43-1) …
Configurando libplrpc-perl (0.2020-2) …
Configurando libdbi-perl (1.609-1build1) …
Configurando libmysqlclient16 (5.1.41-3ubuntu12) …

Configurando libdbd-mysql-perl (4.012-1ubuntu1) …
Configurando mysql-client-core-5.1 (5.1.41-3ubuntu12) …
Configurando mysql-client-5.1 (5.1.41-3ubuntu12) …
Configurando mysql-server-core-5.1 (5.1.41-3ubuntu12) …
Configurando mysql-server-5.1 (5.1.41-3ubuntu12) …
mysql start/running, process 4808

Configurando libhtml-template-perl (2.9-1) …
Configurando mysql-server (5.1.41-3ubuntu12) …
Processando gatilhos para libc-bin …
ldconfig deferred processing now taking place


No meio desse esquema todo serão exibidas janelas que solicitarão a senha de administrador do mysql, semelhantes as imagens abaixo:

Outra tela:

Estas telas pedem para que você dê uma senha para o usuário root do mysql, escolha uma senha ao seu gosto e depois repita a mesma.

Agora iremos integrar o php + apache + mysql + phpmyadmin, para isto precisaremos usar o comando:

sudo apt-get install libapache2-mod-auth-mysql php5-mysql phpmyadmin

A saída deste comando deverá ser algo mais ou menos parecido com isto aqui:

Lendo listas de pacotes… Pronto
Construindo árvore de dependências
Lendo informação de estado… Pronto
Os pacotes extra a seguir serão instalados:
dbconfig-common javascript-common libjs-mootools libmcrypt4 libt1-5 php5-gd php5-mcrypt wwwconfig-common
Pacotes sugeridos:
libmcrypt-dev mcrypt postgresql-client apache apache-ssl
Os NOVOS pacotes a seguir serão instalados:
dbconfig-common javascript-common libapache2-mod-auth-mysql libjs-mootools libmcrypt4 libt1-5 php5-gd php5-mcrypt php5-mysql phpmyadmin wwwconfig-common
0 pacotes atualizados, 11 pacotes novos instalados, 0 a serem removidos e 0 não atualizados.
É preciso baixar 5404kB de arquivos.
Depois desta operação, 21,9MB adicionais de espaço em disco serão usados.
Você quer continuar [S/n]? S
Obter:1 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main dbconfig-common 1.8.44ubuntu1 [474kB]
Obter:2 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe wwwconfig-common 0.2.1 [22,8kB]
Obter:3 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe javascript-common 7 [3854B]
Obter:4 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libapache2-mod-auth-mysql 4.3.9-12ubuntu1 [25,6kB]
Obter:5 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe libjs-mootools 1.2.4.0~debian1-1 [248kB]
Obter:6 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe libmcrypt4 2.5.8-3.1 [76,1kB]
Obter:7 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libt1-5 5.1.2-3build1 [155kB]
Obter:8 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid-proposed/main php5-gd 5.3.2-1ubuntu4.1 [34,8kB]
Obter:9 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe php5-mcrypt 5.3.2-0ubuntu1 [15,2kB]
Obter:10 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid-proposed/main php5-mysql 5.3.2-1ubuntu4.1 [64,2kB]
Obter:11 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe phpmyadmin 4:3.3.2-1 [4285kB]
Baixados 5404kB em 45s (118kB/s)
Pré-configurando pacotes …
Selecionando pacote previamente não selecionado dbconfig-common.
(Lendo banco de dados … 150920 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Desempacotando dbconfig-common (de …/dbconfig-common_1.8.44ubuntu1_all.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado wwwconfig-common.
Desempacotando wwwconfig-common (de …/wwwconfig-common_0.2.1_all.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado javascript-common.
Desempacotando javascript-common (de …/javascript-common_7_all.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libapache2-mod-auth-mysql.
Desempacotando libapache2-mod-auth-mysql (de …/libapache2-mod-auth-mysql_4.3.9-12ubuntu1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libjs-mootools.
Desempacotando libjs-mootools (de …/libjs-mootools_1.2.4.0~debian1-1_all.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libmcrypt4.
Desempacotando libmcrypt4 (de …/libmcrypt4_2.5.8-3.1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libt1-5.
Desempacotando libt1-5 (de …/libt1-5_5.1.2-3build1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado php5-gd.
Desempacotando php5-gd (de …/php5-gd_5.3.2-1ubuntu4.1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado php5-mcrypt.
Desempacotando php5-mcrypt (de …/php5-mcrypt_5.3.2-0ubuntu1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado php5-mysql.
Desempacotando php5-mysql (de …/php5-mysql_5.3.2-1ubuntu4.1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado phpmyadmin.
Desempacotando phpmyadmin (de …/phpmyadmin_4%3a3.3.2-1_all.deb) …
Processando gatilhos para man-db …
Processando gatilhos para libapache2-mod-php5 …
* Reloading web server config apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]
Processando gatilhos para doc-base …
Processing 26 changed 1 added doc-base file(s)…
Registering documents with scrollkeeper…
Configurando dbconfig-common (1.8.44ubuntu1) …

Creating config file /etc/dbconfig-common/config with new version

Configurando wwwconfig-common (0.2.1) …
Configurando javascript-common (7) …

Configurando libapache2-mod-auth-mysql (4.3.9-12ubuntu1) …
Configurando libjs-mootools (1.2.4.0~debian1-1) …
Configurando libmcrypt4 (2.5.8-3.1) …

Configurando libt1-5 (5.1.2-3build1) …

Configurando php5-gd (5.3.2-1ubuntu4.1) …
Configurando php5-mcrypt (5.3.2-0ubuntu1) …
Configurando php5-mysql (5.3.2-1ubuntu4.1) …
Configurando phpmyadmin (4:3.3.2-1) …
dbconfig-common: writing config to /etc/dbconfig-common/phpmyadmin.conf

Creating config file /etc/dbconfig-common/phpmyadmin.conf with new version

Creating config file /etc/phpmyadmin/config-db.php with new version
granting access to database phpmyadmin for phpmyadmin@localhost: success.
verifying access for phpmyadmin@localhost: success.
creating database phpmyadmin: success.
verifying database phpmyadmin exists: success.
populating database via sql… done.
dbconfig-common: flushing administrative password
* Reloading web server config apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Processando gatilhos para libc-bin …
ldconfig deferred processing now taking place

Neste meio tempo uma tela para escolher entre apache e lighttpd aparecerá, escolha apache. Veja:

Na primeira tela escolha OK e dê um tab para confirmar que aceita a opção.

A próxima tela pedirá uma senha de admin para o phpmyadmin, para isto defina algo seu. Veja a tela:

Costumo, após terminar uma instalação de integração como esta utilizar-me de lago, insira as seguintes linhas naquela página index.php usando sudo vim /var/www/index.php
Informe dentro dela o seguinte:

Acesse http://localhost/index.php

Se nada ocorrer tudo está 100%.

Quando terminar use o comando:
sudo /etc/init.d/apache2 restart

Isto vai fazer o apache reler todos os confs.

Para concluir precisamos levar o phpmyadmin para a pasta web afim de que possamos editar nossos bds. Para isto precisamos copiar o phpmyadmin para dentro do /var/www usando o comando:

cp -rp /usr/share/phpmyadmin /var/www

Sendo assim, para acessar somente precisamos de um http://localhost/phpmyadmin

A parte interessante no quesito repositório vem de um how to bem interessante, veja:
http://www.howtoforge.com/the-perfect-desktop-ubuntu-10.04-lucid-lynx

Avaliação abrangente do Ubuntu 10.04 beta 2

Standard


Há 3 anos que venho utilizando-me do Ubuntu, mas há certas horas que “gosto de mudar as coisas” em busca de uma produtividade maior. Desta vez, após avaliar um review de um usuário, novamente me pego de queixo caído:

Será que não vale a pena ter o Ubuntu como single boot ao invés de tentar outro S.O.?

Já usei bastante o Fedora, que inclusive em sua versão 12 me trouxe uma sensação de establidade incrível (coisa aonde atirei muita pedra nas versões anteriores), mas como resistir a tanto automatismo e estabilidade?

Quer ver a avaliação que anda me convencendo que o Ubuntu é um dos mais aclamados S.O. de todos os tempos?
Vide:

http://marcinhostudiopro.blogspot.com/2010/04/review-ubuntu-104-beta-2.html

A próprosito, estou esperando sair o Stable para entrar com a cara e a coragem no single boot.

Smtp Error: The Following Recipients Failed: SMTP Error: The following recipients failed

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Bem, se você usa o GOOGLE APPS e está tentando enviar um email de dentro de um servidor com POSTFIX e o mesmo não envia nada e ainda apresenta o erro do título, nada de pânico, o que ocorre:

1 – Email vai sair do servidor mas antes lê a lista de hosts locais dentro do arquivo /etc/postfix/main.cf na linha:
mydestination
2 – Quando o domínio tenta enviar para o outro domínio que provavelmente está citado ali, pimba! Fala que o destinatário falhou por não existir.

Como corrigir?

Remova o domínio do destinatário dali e seja feliz!

Como instalar subversion no ubuntu Karmic (9.10) – how to install subversion ubuntu 9.x com ssl

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Boa noite ALL,

Abaixo mostro como instalar o subversion no ubuntu karmic (9.10):

Como em toda instalação ou configuração no Ubuntu, recomendo atualizar os repositórios do APT e instalar quaisquer atualizações disponíveis.

# apt-get update
# apt-get upgrade
Instalação do Subversion

Os pacotes necessários são: subversion, libapache2-svn, apache2 e ssl-cert, onde:

* subversion – é o pacote contendo além dos arquivos binários, também as ferramentas de administração svnadmin e distribuição svnserve;
* libapache2-svn – contém os módulos mod_dav_svn e mod_authz_svn que permitem o acesso aos repositórios através do protocolo http e https via WebDAV;
* apache2 – é servidor web. Veja mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_Apache;
* ssl-cert – pacote que permite a instalação de outros pacotes que precisam criar certificados SSL. Leia também sobre OpenSSL.

Para instalação desse pacotes utilize o comando abaixo:

# apt-get install subversion libapache2-svn apache2 ssl-cert
Habilitando o Suporte ao SSL

Após a instalação, vamos habilitar o suporte a SSL no Apache 2. Para isso, é necessário criar um certificado digital. Utilizando o comando make-ssl-cert é possível fazer esta criação, porém é necessário utilizar um modelo de configuração. Por padrão o Ubuntu Intrepid Ibex (Ubuntu 8.10) já traz este modelo em /usr/share/ssl-cert/ssleay.cnf. Sugiro dar uma olhada neste modelo, eu particularmente fiz algumas alterações que visam exibir informações do responsável pela emissão do certificado. Veja o modelo:

#
# SSLeay example configuration file.
#

RANDFILE = /dev/urandom

[ req ]
default_bits = 1024
default_keyfile = privkey.pem
distinguished_name = req_distinguished_name
prompt = no
policy = policy_anything

[ req_distinguished_name ]
commonName = @HostName@
emailAddress = Seu Email
organizationalUnitName = Departamento
organizationName = Empresa
localityName = Campinas
stateOrProvinceName = Sao Paulo
countryName = BR

Não há problemas caso você não faça nenhuma modificação.

Crie o diretório onde o certificado será criado:

# mkdir /etc/apache2/ssl

Agora, utilizando o make-ssl-cert e o modelo no arquivo ssleay.cnf vamos criar o certificado armazenando-o no arquivo apache.pem:

# make-ssl-cert /usr/share/ssl-cert/ssleay.cnf /etc/apache2/ssl/apache.pem

Surgirá uma tela, como a figura abaixo, onde será solicitado o nome do servidor. Eu, particularmente, preencho com o IP, pois meu DNS não está configurado e pretendo acessar o Subversion em outras máquinas.
Criação do certificado SSL. Definindo o nome do servidor.

Criação do certificado SSL. Definindo o nome do servidor.

Vamos definir a permissão ao arquivo.

# chmod 660 /etc/apache2/ssl/apache.pem
Configurando Apache 2 e habilitando o SSL

Verifique se o Apache 2 para que seja habilitada o suporte a porta 443. Para isso visualize o arquivo ports.conf no diretório do Apache 2:

# vi /etc/apache2/ports.conf

Seu arquivo deverá estar como mostro abaixo:

NameVirtualHost *:80
Listen 80


# SSL name based virtual hosts are not yet supported, therefore no
# NameVirtualHost statement here
Listen 443

Para habilitar o módulo de suporte ao SSL no Apache 2 é necessário utilizar o script a2enmod. O a2enmod criará um link simbólico no diretório /etc/apache2/mod-enabled. Para desabilitar um módulo utilize o script a2dismod. A linha de comando é:

# a2enmod ssl

O último passo da configuração do Apache 2, para o perfeito funcionamento do SSL, consiste em criar o arquivo svn em /etc/apache2/sites-available, este arquivo deve conter as configurações para a porta 443, ou seja, a porta ao qual definimos como responsável pelo SSL.

Para isso vamos copiar o arquivo default que está em /etc/apache2/sites-available para o arquivo svn.

# cp /etc/apache2/sites-available/default /etc/apache2/sites-available/svn

Agora edite o arquivo utilizando o vim:

# vi /etc/apache2/sites-available/svn

Altere a linha para e logo abaixo adicione as linhas:

SSLEngine on
ServerSignature On
SSLCertificateFile /etc/apache2/ssl/apache.pem

Vamos entender cada uma das três linhas acima:

* SSLEngine on – Ativa se definida como “on” a utilização do protocolo SSL/TLS;
* SeverSignature On – Ativa ou desativa a exbição da assinatura do servidor, ou seja, a linha que exibe as configurações do Apache. Por exemplo: Apache/2.2.9 (Ubuntu) DAV/2 SVN/1.5.1 PHP/5.2.6-2ubuntu4.1 with Suhosin-Patch mod_ssl/2.2.9 OpenSSL/0.9.8g Server at 192.168.0.30 Port 44. Na influencia no funcionamento do servidor;
* SSLCertificateFile – Define o caminho para certificado.

Após a criação do arquivo svn, então é necessário habilitá-lo no Apache 2. Para isso utilize o script a2ensite. Este script habilita arquivos que contenham o bloco no Apache2. Para desabilitar um arquivo de configuração utilize o script a2dissite. A linha de comando é esta:

# a2ensite svn

Reinicialize o Apache 2 com o comando:

# /etc/init.d/apache2 force-reload

Caso ocorra algum erro, então consulte o arquivo de log do Apache 2. Este arquivo está localizado em /var/log/apache2/error.log.

Dica de solução:

# openssl req -config /usr/share/ssl-cert/ssleay.cnf -new -x509 -days 1460 -nodes -out /etc/apache2/ssl/apache.pem -keyout /etc/apache2/ssl/apache.pem

Teste seu servidor, digitando no navegador o endereço IP precedido por https, por exemplo: https://
DAV svn
SVNParentPath /var/svn
AuthType Basic
AuthName “Repositorio da Logica Digital”
AuthUserFile /etc/apache2/dav_svn.passwd
Require valid-user
SSLRequireSSL

Entendendo as linhas de configuração:

* – como o repositório deve aparecer no navegador, no caso irá aparecer https://ip-do-servidor/svn;
* DAV svn – habilita o repositório;
* SVNParentPath – utilizado para múltiplos repositórios;
* AuthType Basic – define o método de autenticação de usuário. É possível inclusive utilizar LDAP para habilitar Single sign-on. Prometo que farei um post sobre essa configuração;
* AuthName – serve apenas como descritivo;
* AuthUserFile – caminho do arquivo criado pelo comando htpasswd;
* Require valid-user – configuração para que apenas usuários autenticados tenham acesso ao repositório. É possível tornar o servidor acessível à usuários anônimos, porém eu não acho uma boa prática;
* SSLRequireSSL – obriga que a comunicação com o servidor de controle de versão seja feita sobre o protocolo SSL.

Após configurado o arquivo de integração entre o Subversion e o Apache 2, então é necessário reinicializar o Apache 2:

# /etc/init.d/apache2 force-reload

Acesse, através do seu navegador, o endereço https://ip-do-servidor/svn/teste. Assim você estará testando seu novo servidor de controle de versão com Subversion. Caso ele esteja funcionando corretamente, após a autenticação, será exibida uma página como abaixo:
Servidor Subversion autenticado via Apache 2

Servidor Subversion autenticado via Apache 2

Pronto. O servidor de controle de versão com Subversion, Apache 2 com SSL no Ubuntu Intrepid Ibex está funcionado. O próximo post virá com dicas de utilização.

FONTE 100%: http://andreferraro.wordpress.com/2009/04/05/linux-instalando-o-subversion-com-apache-2-e-ssl-no-ubuntu-intrepid-ibex-ubuntu-810/

Gestor de smart trabalha de maneira eficiente no Ubnutu Karmic e revela problemas antes que ocorram

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Uma das coisas que mais gosto no Ubuntu é a sua facilidade de uso e principalmente a forma eficaz que ele gerencia o sistema em si. Estive com um notebook “aposentado” por 4 meses devido a falta do drive de cd-rom (na realidade já não lê nada… rsrsrs). Esperei um bom tempo afim de que uma manutenção fosse realizada (substituição, na realidade era isso) e não consegui achar o bendito drive com preço acessível.

Pensei comigo o que iria fazer, quer fosse um servidor PXE para instalar alguma coisa, quer fosse pegar um drive emprestado (gaveta externa de cd-rom ou cd-rom externo), e nada disso me veio a cabeça.

Pensei em algo mais simples e cheguei a conclusão que instalar o Ubuntu via USB seria a coisa mais simples e amigável do mundo (foi, sem contar a altíssima velocidade, em ver um Celeron 1.5 com 1gb de ram instalado em 12 minutos é de surpreender qualquer peixão).

Após instalar meu bombástico S.O. acabei percebendo que a “aposentadoria” não fez muito bem para o Tux, o smart relatou problemas (coisa que NUNCA iria imaginar, principalmente homem que só vai ao médico quando já está morrendo com dores).

Ao terminar meu upgrade de versão para o Karmic Koala eu startei o S.O. com euforia e ao me deparar com o desktop recebi a notícia de que o disco não estava indo muito bem, por fim, compreendi que apesar da notícia ruim, meu Ubuntu foi mais que um amigo em me avisar o que poderia ocorrer “na calada da noite”!

Segue screenshot:

Este é um sistema amigo, rsrsrs, avisa tudo (mesmo que possa causar uma dorzinha no coração).

Abraços galera!

Upgrade muito rápida no Ubuntu indo em busca do Karmic :D

Standard

Bom, muitas pessoas já sabem que sou um adimirador do Ubuntu, principalmente pela sua facilidade de uso (estou postando por ele). Uma coisa muito interessante foi a velocidade que consegui com minha internet no momento de acessar os repositórios da Cannonical (não foi usando apt-get via console, mas a gestão de pacotes foi muito semelhante). Perceba na foto abaixo que meus 4 mega de link funcionaram com muito louvor:

up ubuntu

up ubuntu

Na menos que 458kbps! (chegando a 478kbps).

Obs: Estava na 8.04 e fui subindo, agora estou na Karmic e meu próximo post vai falar um pouco sobre a simplicidade do desktop e praticidade do “negócio”.

Abraços galera!

Primeiro Festival de Software Livre de BH

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Boa tarde Galera, para quem curte eventos sobre Software Livre e Open Source chegou a hora de participar de um evento bacana que está vindo por aí, e o melhor, 100% gratuito.
Dia: No dia 26 de Setembro

Localização:
Av. Augusto de Lima, 2061 – Barro Preto
Belo Horizonte/MG – CEP: 30.190-002
Referência: Av. Augusto de Lima (Prédio Azul na Esquina), entrada pela Rua Uberaba, ao lado do Instituto São Rafael.

Para quem está tentando fazer sua inscrição e não conseguiu, ou se deseja inscrever-se basta acessar o link abaixo:

http://softwarelivre.esp.mg.gov.br/inscricao/new

Gnu/Linux e suas dificuldades na usabilidade (diversidade que pode matar)

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Gnu/Linux sem dúvidas é a prática mais comum no mundo do Software Livre, em outras palavras, é o meio mais fácil e mais comum do mundo Open Source estar declarado em nosso dia-a-dia. Temos ferramentas de uso diário, que são open source e não percebemos, mas quando nos deparamos com o Gnu/Linux nós podemos afirmar – este realmente é free software (ainda que não tenhamos um conceito muito forte do que realmente é software livre, que muitos infelizmente interpretam como software gratuito). Isto, sem sombra de variação é muito fabuloso, pois este excelente sistema que já mostrou do que é capaz, e o melhor, deixou claro que tem seu código aberto para customizações e forks, estando disponível para qualquer pessoa, aonde quer que esteja.
Ao longo de 12 anos de convívio com o Gnu/Linux (tendo somente 5 anos como profissional neste ramo, prestando serviços, e outros 7 “ouvindo falar bem”) pude perceber algumas “metamorfoses” que não vieram e fixaram um conceito amigável de usabilidade.
Vou detalhar isto de maneira abrangente para que fique claro o que realmente desejo expor, a dificuldade na curva de aprendizado, devido a variações muito pesadas nas distribuições Gnu/Linux.
Em 1997 possuía um computador Pentium 133 mhz mmx 100% off-board e tenho um irmão que na época estava fazendo cursos da Conectiva (uma distribuição Gnu/Linux que tinha um corpo técnico que prestava consultoria e cursos), tendo assim um impulso forte para instalação desta distribuição, o que me fez “saber que existia um sistema operacional diferente do Windows 95”, sem contar que no ano seguinte o Macintosh havia se tornado “mais uma daquelas descobertas milenares”. Naquela “descoberta” ouvi falar que ele era Free Software, mas confesso que não fez diferença para mim.
Os anos se passaram, para ser mais preciso 7 anos, e depois de tantas tentativas de me familiarizar com “aquela tela preta, parecia de mais com o MS-DOS”, consegui instalar uma distribuição chamada Slackware. Levei a sério, e fui tomando gosto.
Na época o melhor guia, ou documentação brasileira disponível (ainda está disponível) é o perfeito e completo GuiaFoca, um manual do Gnu/Linux, baseado no Debian, mas operando de maneira simples e direta em outras distribuições.
Passei um ano estudando sem cessar este sistema operacional maravilhoso, o que me fez implementar algumas soluções baseadas em Software Livre no SENAC-PB, empresa que trabalhei durante 3 anos. Adquiri um conhecimento sólido nesta plataforma, mas com o passar do tempo necessitei partir para outras como Red Hat Enterprise, por exemplo, sem contar as distribuições desktop que estavam bombando nesta fase. Com a saída da antiga empresa para outra que prestava consultoria não obtive dificuldades em implementações para clientes, principalmente pelo fato do Slackware ser muito flexível e “bastante Unix”, não senti nada difícil nos primeiros meses.
Nesta etapa eu entendi quais os problemas que as distribuições Gnu/Linux sentiam, isto aos olhos do usuário final, por que o nível de curva de aprendizado torna-se alto quando entramos em uma distribuição comercial. Para que se tenha uma idéia, o CentOS (remasterização do Red Hat Enterprise, respeitando direitos autorais e imagens da instituição), caso seja instalado como servidor, com poucos pacotes default você não terá a ferramenta ifconfig disponível, mas espere, ifconfig é um utilitário disponível em todas as distribuições, isto é padrão, e nem todas usam o system-config. Quantas usam dpkg, apt ou aptitude? Quantas tem o RPM como gestor de pacotes? O Yum? O Yast, Yast2?
Sabemos que são particularidades em cada distribuição, e que tais particularidades visam a automatização de determinadas tarefas que comumente estão vinculadas com o sistema operacional que as implementam.
Neste momento entram as divergências em geral, pois entendemos que comandos básicos sempre serão respeitados, e que seus manuais são preservados de uma distribuição para outra, mas que nem sempre estão no mesmo lugar.
Localidades na árvore de estrutura de dados, nomes de arquivos de configuração, modalidade de configuração de rede a nível de arquivo e forma com que containers web trabalham é muito diversificada em cada distribuição. Isto dificulta no momento de colocar na cabeça de algum xiita de códigos fonte proprietários que o Gnu/Linux é bom!
Observem o estouro e magnitude de distribuições como Ubuntu e Fedora, a nível desktop, vejam o quão abrangentes e aceitáveis elas são, e o mais importante, o quão bem documentadas elas são, mas em uma suave visão diferenciada, tente usar os conceitos aprendidos em cada uma delas em um Gentoo, CentOs ou OpenSuse, talvez você não queira mais usar Gnu/Linux, ou melhor, fará distinção por conhecer todas as ferramentas/utilitários de uma e de outra não.
Deixo claro que o Gnu/Linux é a escolha certa para quem não quer dores de cabeça futuras, quer estabilidade e o melhor, segurança de suas informações garantidas por sistemas que têm geeks de milhares de lugares dedicando-se na provisão de códigos de altíssimo nível e de escalabilidade monstruosa.
Minhas recomendações para marinheiros de primeira viagem:

• Use Ubuntu/Fedora para desktop, principalmente o Ubuntu que permite upgrades de versão do Sistema Operacional de maneira mais segura,
• Use CentOs/Ubuntu/Slackware ou Debian em seus servidores, principalmente Ubuntu/Debian que permitem upgrades de versões sem maiores dores de cabeça,
• Use Ubuntu/Fedora em escritórios, principalmente por sua quantidade enorme de drivers (módulos) para impressoras e etc.

Existem outras distribuições Gnu/Linux que têm tido muito prestígio, como por exemplo cito o Mandrake, empresa que assumiu a Conectiva e que tem se destacado pela ampla gama de produtos e suporte de qualidade, sendo hoje conhecida como Mandriva. OpenSuse, outra distribuição muito respeitada, versão Grátis e de código fonte aberto, 100% baseada no Suse Enterprise, mantido pela comunidade open source do mundo inteiro, esta é bastante amigável também.
Lembre-se que uma distribuição deve primar por conceitos de segurança, estabilidade e alto desempenho, principalmente, deverá ser bem documentada, e trivialmente falando, documentada maciçamente sobre suas ferramentas em particular.
Gestores de pacotes também são algo que tornam a problemática maior, por que os pacotes .DEB e .RPM imperam, seguidos de seus gestores deb/apt/aptitude e RPM/up2date/yum. Sabemos que é simples compilar algo (em alguns casos, devido requerimento de paths para libs a situação poderá complicar-se) e ajustar paths de destino, mas nem tudo isto brilha aos olhos dos mantenedores de software, tanto pelo nível de dificuldade avaliado para compilações e geração de source pré-compilado na plataforma como pela simplicidade de gestão (upgrade, downgrade e patching em geral).
Quanto ao GuiaFoca, este ainda é a melhor alternativa em documentação Gnu/Linux (falando de maneira geral), mas não atenha-se ao mesmo pois as distribuições estão mudando e agora parecem que estão tomando “independência” ou pensam em seguir assim, longe de padrões LSB.
Aprender sempre é bom, mas não atenha-se a distribuições muito individualistas, isto poderá complicar sua vida em um futuro muito próximo, principalmente no que tange ciclo de vida da versão do sistema ou até descontinuidade do projeto adotado por você ou por sua empresa (vide distribuições como Kurumin que tinham excelente iniciativa, mas que estão agonizado neste momento, Conectiva – adquirida pela Mandrake e outras).

As particularidades excessivas das distribuições estão levando as distribuições que adotam esta modalidade de negócio/serviço para uma ilha de destaque e talvez solidão.

Muito cuidado com sua escolha!

Abraços a todos e bom trabalho/estudo.

Gnu/Linux e suas dificuldades na usabilidade (diversidade que pode matar)

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Gnu/Linux e suas dificuldades na usabilidade (diversidade que pode matar)

Gnu/Linux sem dúvidas é a prática mais comum no mundo do Software Livre, em outras palavras, é o meio mais fácil e mais comum do mundo Open Source estar declarado em nosso dia-a-dia. Temos ferramentas de uso diário, que são open source e não percebemos, mas quando nos deparamos com o Gnu/Linux nós podemos afirmar – este realmente é free software (ainda que não tenhamos um conceito muito forte do que realmente é software livre, que muitos infelizmente interpretam como software gratuito). Isto, sem sombra de variação é muito fabuloso, pois este excelente sistema que já mostrou do que é capaz, e o melhor, deixou claro que tem seu código aberto para customizações e forks, estando disponível para qualquer pessoa, aonde quer que esteja.
Ao longo de 12 anos de convívio com o Gnu/Linux (tendo somente 5 anos como profissional neste ramo, prestando serviços, e outros 7 “ouvindo falar bem”) pude perceber algumas “metamorfoses” que não vieram e fixaram um conceito amigável de usabilidade.
Vou detalhar isto de maneira abrangente para que fique claro o que realmente desejo expor, a dificuldade na curva de aprendizado, devido a variações muito pesadas nas distribuições Gnu/Linux.
Em 1997 possuía um computador Pentium 133 mhz mmx 100% off-board e tenho um irmão que na época estava fazendo cursos da Conectiva (uma distribuição Gnu/Linux que tinha um corpo técnico que prestava consultoria e cursos), tendo assim um impulso forte para instalação desta distribuição, o que me fez “saber que existia um sistema operacional diferente do Windows 95”, sem contar que no ano seguinte o Macintosh havia se tornado “mais uma daquelas descobertas milenares”. Naquela “descoberta” ouvi falar que ele era Free Software, mas confesso que não fez diferença para mim.
Os anos se passaram, para ser mais preciso 7 anos, e depois de tantas tentativas de me familiarizar com “aquela tela preta, parecia de mais com o MS-DOS”, consegui instalar uma distribuição chamada Slackware. Levei a sério, e fui tomando gosto.
Na época o melhor guia, ou documentação brasileira disponível (ainda está disponível) é o perfeito e completo GuiaFoca, um manual do Gnu/Linux, baseado no Debian, mas operando de maneira simples e direta em outras distribuições.
Passei um ano estudando sem cessar este sistema operacional maravilhoso, o que me fez implementar algumas soluções baseadas em Software Livre no SENAC-PB, empresa que trabalhei durante 3 anos. Adquiri um conhecimento sólido nesta plataforma, mas com o passar do tempo necessitei partir para outras como Red Hat Enterprise, por exemplo, sem contar as distribuições desktop que estavam bombando nesta fase. Com a saída da antiga empresa para outra que prestava consultoria não obtive dificuldades em implementações para clientes, principalmente pelo fato do Slackware ser muito flexível e “bastante Unix”, não senti nada difícil nos primeiros meses.
Nesta etapa eu entendi quais os problemas que as distribuições Gnu/Linux sentiam, isto aos olhos do usuário final, por que o nível de curva de aprendizado torna-se alto quando entramos em uma distribuição comercial. Para que se tenha uma idéia, o CentOS (remasterização do Red Hat Enterprise, respeitando direitos autorais e imagens da instituição), caso seja instalado como servidor, com poucos pacotes default você não terá a ferramenta ifconfig disponível, mas espere, ifconfig é um utilitário disponível em todas as distribuições, isto é padrão, e nem todas usam o system-config. Quantas usam dpkg, apt ou aptitude? Quantas tem o RPM como gestor de pacotes? O Yum? O Yast, Yast2?
Sabemos que são particularidades em cada distribuição, e que tais particularidades visam a automatização de determinadas tarefas que comumente estão vinculadas com o sistema operacional que as implementam.
Neste momento entram as divergências em geral, pois entendemos que comandos básicos sempre serão respeitados, e que seus manuais são preservados de uma distribuição para outra, mas que nem sempre estão no mesmo lugar.
Localidades na árvore de estrutura de dados, nomes de arquivos de configuração, modalidade de configuração de rede a nível de arquivo e forma com que containers web trabalham é muito diversificada em cada distribuição. Isto dificulta no momento de colocar na cabeça de algum xiita de códigos fonte proprietários que o Gnu/Linux é bom!
Observem o estouro e magnitude de distribuições como Ubuntu e Fedora, a nível desktop, vejam o quão abrangentes e aceitáveis elas são, e o mais importante, o quão bem documentadas elas são, mas em uma suave visão diferenciada, tente usar os conceitos aprendidos em cada uma delas em um Gentoo, CentOs ou OpenSuse, talvez você não queira mais usar Gnu/Linux, ou melhor, fará distinção por conhecer todas as ferramentas/utilitários de uma e de outra não.
Deixo claro que o Gnu/Linux é a escolha certa para quem não quer dores de cabeça futuras, quer estabilidade e o melhor, segurança de suas informações garantidas por sistemas que têm geeks de milhares de lugares dedicando-se na provisão de códigos de altíssimo nível e de escalabilidade monstruosa.
Minhas recomendações para marinheiros de primeira viagem:

• Use Ubuntu/Fedora para desktop, principalmente o Ubuntu que permite upgrades de versão do Sistema Operacional de maneira mais segura,
• Use CentOs/Ubuntu/Slackware ou Debian em seus servidores, principalmente Ubuntu/Debian que permitem upgrades de versões sem maiores dores de cabeça,
• Use Ubuntu/Fedora em escritórios, principalmente por sua quantidade enorme de drivers (módulos) para impressoras e etc.

Existem outras distribuições Gnu/Linux que têm tido muito prestígio, como por exemplo cito o Mandrake, empresa que assumiu a Conectiva e que tem se destacado pela ampla gama de produtos e suporte de qualidade, sendo hoje conhecida como Mandriva. OpenSuse, outra distribuição muito respeitada, versão Grátis e de código fonte aberto, 100% baseada no Suse Enterprise, mantido pela comunidade open source do mundo inteiro, esta é bastante amigável também.
Lembre-se que uma distribuição deve primar por conceitos de segurança, estabilidade e alto desempenho, principalmente, deverá ser bem documentada, e trivialmente falando, documentada maciçamente sobre suas ferramentas em particular.
Gestores de pacotes também são algo que tornam a problemática maior, por que os pacotes .DEB e .RPM imperam, seguidos de seus gestores deb/apt/aptitude e RPM/up2date/yum. Sabemos que é simples compilar algo (em alguns casos, devido requerimento de paths para libs a situação poderá complicar-se) e ajustar paths de destino, mas nem tudo isto brilha aos olhos dos mantenedores de software, tanto pelo nível de dificuldade avaliado para compilações e geração de source pré-compilado na plataforma como pela simplicidade de gestão (upgrade, downgrade e patching em geral).
Quanto ao GuiaFoca, este ainda é a melhor alternativa em documentação Gnu/Linux (falando de maneira geral), mas não atenha-se ao mesmo pois as distribuições estão mudando e agora parecem que estão tomando “independência” ou pensam em seguir assim, longe de padrões LSB.
Aprender sempre é bom, mas não atenha-se a distribuições muito individualistas, isto poderá complicar sua vida em um futuro muito próximo, principalmente no que tange ciclo de vida da versão do sistema ou até descontinuidade do projeto adotado por você ou por sua empresa (vide distribuições como Kurumin que tinham excelente iniciativa, mas que estão agonizado neste momento, Conectiva – adquirida pela Mandrake e outras).

As particularidades excessivas das distribuições estão levando as distribuições que adotam esta modalidade de negócio/serviço para uma ilha de destaque e talvez solidão.

Muito cuidado com sua escolha!

Abraços a todos e bom trabalho/estudo.

Ajustando o Timezone do Ubuntu – Como corrigir o timezone do ubuntu

Standard

Se você está com o timezone ferrado em seu Ubuntu não deixe de acessar o console e corrigir isto assim:

sudo tzselect

Escolha Sim, Brasil, Sua área (a minha tinha de ser São Paulo), logo após, use o comando:

ntpdate ntp.ubuntu.com

e cheque a data com:

date

Isto deverá imprimir algo como:

Sex Fev 27 00:22:47 BRT 2009

Abraçoooooos!