MySQL server has gone away

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Seu mysql anda estranho quando você está tentando fazer upload de um arquivo enorme via console (na verdade o restore, ou seja, mysql -u usuario -p nomedobdprarestaurar < arquivo.sql)???

Bem, se a mensagem de erro for esta -> MySQL server has gone away NÃO precisa entrar em pânico, só existem 2 coisas que são feitas e sanam tranquilamente o erro:

1 – entre no /etc/my.cnf (ou arquivo de configuração do mysql) e informe set-variable = max_connections=1500

Isto vai liberar para 1500 conexões concorrentes no mysql.

2 – Se o erro persistir, no mesmo arquivo informe:

max_allowed_packet = 5000000000

Você estará liberando uploads/restore/dumps de 1gb de tamanho.

Depois disso, reinicie o mysql (normalmente service mysql restart) e corra para o abraço.

 

Ah, se quiser ver qual valor ficou setado (só para conferir depois do restart use):

mysql> SHOW VARIABLES LIKE ‘max_allowed_packet’;

Playing error : Sua instalação do GStreamer está com um plug-in faltando. at /usr/bin/../share/gmusicbrowser/gmusicbrowser_gstreamer-0.10.pm line 135.

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Se essa é a mensagem de erro ao tentar tocar um arquivo MP3 junto ao seu Ubuntu/Xubuntu/Kubuntu, não chore e nem desanime, na verdade o que está rolando é a falta de plugins para stream de audio.
Para sanar isto basta abrir seu terminal e digitar:

sudo apt-get install ubuntu-restricted-extras -y

Serão baixados mais de 100mb de plugins, mas tudo bacana (mp3, flash, mp4, avi e etc…).

Depois disso é só alegria.

Abraços a todos ;P

Use of uninitialized value in string ne at /usr/sbin/ddclient line 1973.

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Se você está usando DEBIAN-BASED (mind/debian/ubuntu) e toda vez que roda o comando ddclient ele apresenta erro SEUS PROBLEMAS “SE ACABARAM-SE”!

Para sanar, como root faça o seguinte:

rm -rf /var/cache/ddclient/ddclient.cache

Depois rode o comando ddclient, a saída vai ser algo semelhante a:
SUCCESS:  updating SEUHOST.ALGUMACOISAg: good: IP address set to IPDASUAINTERFACEWEB

 

Abraços galera

Ajustando o Timezone do Ubuntu Como mudar o timezone do ubuntu

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Se você está com o timezone ferrado em seu Ubuntu não deixe de acessar o console e corrigir isto assim:

root@appunix:~# tzselect

Escolha Sim, Brasil, Sua área (a minha tinha de ser São Paulo), logo após, use o comando:

root@appunix:~#ntpdate ntp.ubuntu.com

e cheque a data com:

root@appunix:~#date

Isto deverá imprimir algo como:

Sex Fev 04 00:22:47 BRT 2011

Como forçar a leitura de arquivos .htaccess no Ubuntu pelo Apache 2

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Calma gente, nada de pânico, nada de gritos e nem stress, os caras que fazem isto por você estão aqui!

Realidade

Ter o apache instalado no ubuntu por meio de apt-get ou aptitude, ter um arquivo htaccess dentro do diretório público e o mesmo não estar sendo lido.

 

Saída

Como sempre, lá vai a coisa “mastigadinha”:

1 – Acesse o diretório das configurações do apache referente aos virtual hosts, ou seja -> /etc/apache2/sites-available/

2 – Assim que chegar lá, acesse o arquivo referente ao seu site, no caso do meu foi o amigo Default, ele tinha um conteúdo semelhante a:

NameVirtualHost *
<VirtualHost *>
ServerAdmin webmaster@localhost

DocumentRoot /var/www/
<Directory />
Options FollowSymLinks
AllowOverride None
</Directory>
<Directory /var/www/>
Options Indexes FollowSymLinks MultiViews
AllowOverride None
Order allow,deny
allow from all
</Directory>

ScriptAlias /cgi-bin/ /usr/lib/cgi-bin/
<Directory “/usr/lib/cgi-bin”>
AllowOverride None
Options +ExecCGI -MultiViews +SymLinksIfOwnerMatch
Order allow,deny
Allow from all
</Directory>

ErrorLog /var/log/apache2/error.log

# Possible values include: debug, info, notice, warn, error, crit,
# alert, emerg.
LogLevel warn

CustomLog /var/log/apache2/access.log combined
ServerSignature On

Alias /doc/ “/usr/share/doc/”
<Directory “/usr/share/doc/”>
Options Indexes MultiViews FollowSymLinks
AllowOverride None
Order deny,allow
Deny from all
Allow from 127.0.0.0/255.0.0.0 ::1/128
</Directory>

</VirtualHost>

############################

Para corrigir a coisa altere somente os trechos como abaixo:

NameVirtualHost *
<VirtualHost *>
ServerAdmin webmaster@localhost

DocumentRoot /var/www/
<Directory />
Options FollowSymLinks Indexes
AllowOverride AuthConfig
</Directory>
<Directory /var/www/>
Options Indexes FollowSymLinks MultiViews
AllowOverride AuthConfig
Order allow,deny
allow from all
</Directory>

Como deixar o vim colorido no ubuntu

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Hoje estive procurando como deixar o vim colorido, o qual, acho o melhor editor para quem quer aprender a programar… aí vai a dica:

abra o arquivo /etc/vim/vimrc

(escolha o editor de sua preferência), gosto do vim :P.

Basta somente remover o comentário da linha referente a:

syntax on

Comigo, removi aspas duplas, mas pode ter tralha (#), remova e coloque ele para moer 😛

OBS: Pode ocorrer o erro abaixo

Error detected while processing /usr/share/vim/vimrc:
line 20:
E319: Sorry, the command is not available in this version: syntax on
Press ENTER or type command to continue

Este erro será corrigido instalando a versão “recheada” do vim, fazendo:

sudo apt-get install vim

Como instalar SSL no Apache2 sob Ubuntu Server

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usando o módulo SSL, criando chaves pública e privada e configurando o apache para usá-las.

Esse tutorial está assumindo que você instalou o Ubuntu versão Server, escolhendo a opção ‘Instalar Servidor LAMP”, apesar que pode ser útil em qualquer caso.
Se você não sabe instalar o LAMP2 sob Ubuntu Server acesse este link: http://www.appunix.com.br/howto/linux/lamp2-ubuntu-server-apache-2-mysql-5-php-5-phpmyadmin/

Instalando pacotes adicionais

Você já tem Servidor Linux+Apache+MySQL+PHP com pouco esforço com o Ubuntu e ele resolve a maior parte das demandas. Vamos adicionar ao pacote a possibilidade que seja possível navegar pelo seu site com uma conexão segura, o ‘https’. Para tanto, instale os pacotes adicionais para criar as chaves criptografadas.

sudo aptitude install openssl ssl-cert

Criando chaves pública e privada

Vamos criar uma pasta para guardar as chaves e usar um script para, respondendo algumas perguntas, criar chaves pública e privada que serão usadas pelo Apache2.

sudo mkdir /etc/apache2/ssl
sudo make-ssl-cert /usr/share/ssl-cert/ssleay.cnf /etc/apache2/ssl/apache.pem

Configurando o módulo SSL do Apache2

Vamos agora configurar o Apache2 para que além de usar a porta 80 ele use a porta 443, que é a porta padrão do https.

sudo su  -c 'echo Listen 443 >> /etc/apache2/ports.conf'

Depois disso, iremos habilitar o módulo ssl do Apache2.

sudo a2enmod ssl

Configurando o site com https

Você pode ter vários sites hospedados pelo mesmo Apache, nós iremos criar um segundo site no seu servidor, que na verdade é o site padrão usando https

sudo cp /etc/apache2/sites-available/default /etc/apache2/sites-available/ssl
sudo nano /etc/apache2/sites-available/ssl

Modifique o arquivo para usar a porta 443 e habilite a função SSL usando o certificado que criamos:

NameVirtualHost *:443
<VirtualHost *:443 >
        ServerAdmin webmaster@localhost

        SSLEngine On
        SSLCertificateFile /etc/apache2/ssl/apache.pem

        DocumentRoot /var/www/

Depois de editar o arquivo, habilite o site

sudo a2ensite ssl

E force o Apache2 a recarregar as configurações

sudo /etc/init.d/apache2 force-reload

Testando

Se não houve nenhuma mensagem de erro quando você forçou a reconfiguração do Apache2 é quase certo que quando você acessar “https://’ip-do-seu-servidor‘” verá seu site, mas a comunicação entre seu navegador e o servidor é criptografada.

Se por um “acaso”, você receber a mensagem de que a porta SSL não pode ser ativada (0.0.0.0:443), você pode acessar o arquivo

/etc/apache2/ports.conf'

e eliminar a linha (deve ser a última) que indica acesso pela porta 443 (caso a default 80 esteja informada).

————————————————-

 

Fonte:

http://wiki.ubuntubrasil.org/GleidsonLacerda

Lamp2: Ubuntu Server APACHE 2 Mysql 5 PHP 5 phpmyadmin

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Um ambiente LAMP2 (apache 2 mysql 5 php 5 e phpmyadmin) é fundamental para quem desenvolve e deseja testar sua app antes de envia-la para web, sem mais, vamos aos passos:

1 – Clique em Aplicativos->Acessórios->Terminal OU CASO ESTEJA USANDO QUALQUER OUTRA VERSÃO SERVER SEM X, CTRL + ALT + F2.
2 – rode o comando:

sudo apt-get install apache2

Este comando serve para instalar o apache 2. Ressalto que usei o gestor de pacotes e habilitei o suporte a pacotes instáveis e também o repositório partner (mais abaixo posto como fazer).

Ainda no console use o comando abaixo:

sudo apt-get install php5 libapache2-mod-php5
Isto servirá para instalar o php5 e ainda integra-lo como DSO no apache (como módulo).

Já que estamos na metade do caminho o ideal seria dar um restart no apache para garantir que ele leu seu conf.
Use o comando:

sudo /etc/init.d/apache2 restart

A saída deverá ser parecida com:

* Restarting web server apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
… waiting apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Para garantir que o apache está interpretando códigos php (fazendo uso do interpretador como módulo) podemos editar um arquivo e testa-lo. use o comando abaixo:

sudo vi /var/www/index.php

Dentro deste arquivo informe:

echo 'APPUNIX é um lab de nerds!';
?>

escreva : e depois escreva wq! e pressione enter, ficando algo como :wq! , você salvará o arquivo e sairá do vi.
Feito isto acesse o arquivo para ver se a mensagem APPUNIX é um lab de nerds! aparece, caso sim, sucesso total! Do contrário releia este manual!
Este teste pode ser feito em http://localhost/index.php

Para instalar o mysql como servidor de banco de dados devemos usar o seguinte comando:
sudo apt-get install mysql-server


No meio desse esquema todo serão exibidas janelas que solicitarão a senha de administrador do mysql, semelhantes as imagens abaixo:

senha mysql root

senha mysql root

Outra tela:

senha root mysql 2

senha root mysql 2

Estas telas pedem para que você dê uma senha para o usuário root do mysql, escolha uma senha ao seu gosto e depois repita a mesma.

Agora iremos integrar o php + apache + mysql + phpmyadmin, para isto precisaremos usar o comando:

sudo apt-get install libapache2-mod-auth-mysql php5-mysql phpmyadmin

Neste meio tempo uma tela para escolher entre apache e lighttpd aparecerá, escolha apache. Veja:

escolha apache

escolha apache

Na primeira tela escolha OK e dê um tab para confirmar que aceita a opção.

phpmyadm

phpmyadm

A próxima tela pedirá uma senha de admin para o phpmyadmin, para isto defina algo seu. Veja a tela:

pass phpmyadm

pass phpmyadm

Costumo, após terminar uma instalação de integração como esta utilizar-me de lago, insira as seguintes linhas naquela página index.php usando sudo vim /var/www/index.php
Informe dentro dela o seguinte:

mysql_connect(‘localhost’, ‘root’, ‘suaSENHA’) or die(mysql_error());
?>

Acesse http://localhost/index.php

Se nada ocorrer tudo está 100%.

Quando terminar use o comando:
sudo /etc/init.d/apache2 restart

Isto vai fazer o apache reler todos os confs.

Para concluir precisamos levar o phpmyadmin para a pasta web afim de que possamos editar nossos bds. Para isto precisamos copiar o phpmyadmin para dentro do /var/www usando o comando:

cp -rp /usr/share/phpmyadmin /var/www

Sendo assim, para acessar somente precisamos de um http://localhost/phpmyadmin

Lighttpd php5 mysql no Ubuntu 11.04

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Lighttpd é verdadeiramente uma bala no que tange a containers web. Muitas pessoas gostam dele (segundo a mídia até o Youtube já amou esse negócio), por isso estaremos indo direto ao assunto, vamos instalar essa bala no Ubuntu 11.04?

Temos que ter poder de root para fazer o negócio rodar (use sudo su ou su -, sendo su – melhor pois dá autoridade global):

apt-get update &&

apt-get install mysql-server mysql-client -y

Fazendo isto estaremos instalando o mysql server e seu client (inclusive no pacote vem a ferramenta replace, muito boa para substituir termos em um arquivo [depois falamos de utilitários em outro artigo]).

No momento seguinte o sistema vai pedir que você defina a senha de root:

New password for the MySQL … : Informe a senha de root
Repeat password for the MySQL …: Confirme novamente a senha

Vamos instalar o Lighttpd agora!

apt-get install lighttpd -y

Presumindo que você possui um ip setado a este pc (qualquer ip, se for por dhcp use ifconfig e veja o ip da sua eth0 ou ethX [sendo X ponto variável, podendo ser 1 para interface real secundária e assim por diante]) 10.0.0.1, abra o navegador e digite 10.0.0.1, deverá ser exibido um arquivo pedindo substituição de conteúdo, aonde o document root (pasta principal da web) fica em /var/www e o arquivo de configuração /etc/lighttpd/lighttpd.conf. As configurações extras ficam em /etc/lighttpd/conf-available . Se futuramente ativamos módulos extras podemos usar lighttpd-enable-mod para ativa-los. Os links simbólicos de comandos ficam em /etc/lighttpd/conf-enabled, mas o filé mesmo para edições e customizações é /etc/lighttpd/conf-available.

Hora de meter o php5 em modo fastcgi!

Vamos lá:

apt-get install php5-cgi

 

Para que tudo fique validado precisamos arrumar o esquema. Vamos editar o conf:

vim /etc/php5/cgi/php.ini

Devemos procurar pela linha:

cgi.fix_pathinfo

e mudar seu conteúdo para:

cgi.fix_pathinfo=1

Agora vamos ativar o módulo do php (claro que instalamos o mesmo para ser instância separada,  mas é um módulo):

lighttpd-enable-mod fastcgi

lighttpd-enable-mod fastcgi-php

Vamos conferir os links simbólicos paragarantir que tudo está ok entre os arquivos /etc/lighttpd/conf-enabled/10-fastcgi.conf , /etc/lighttpd/conf-available/10-fastcgi.conf,/etc/lighttpd/conf-enabled/15-fastcgi-php.conf e /etc/lighttpd/conf-available/15-fastcgi-php.conf :

ls -l /etc/lighttpd/conf-enabled

root@developer:~# ls -l /etc/lighttpd/conf-enabled
total 0
lrwxrwxrwx 1 root root 77 2011-05-25 7:46 10-fastcgi.conf -> ../conf-available/10-fastcgi.conf
lrwxrwxrwx 1 root root 78 2011-05-25 7:46 15-fastcgi-php.conf -> ../conf-available/15-fastcgi-php.conf
root@developer:~#

Vamos dar aquele reload sarado:

/etc/init.d/lighttpd force-reload

Vamos testar nosso sistema de containers?

vim /var/www/testes.php

Dentro dele colocarmos assim:

<?php

phpinfo();

?>

A abriremos o browser para ver se aparece a info do php com esse endereço: http://10.0.0.1/testes.php

Vamos dar suporte ao php para que o bichão possa usar o mysql sem stress?

apt-get install php5-mysql php5-curl php5-gd php5-idn php-pear php5-imagick php5-imap php5-mcrypt php5-memcache php5-ming php5-ps php5-pspell php5-recode php5-snmp php5-sqlite php5-tidy php5-xmlrpc php5-xsl

Para validar todo o bando de mudanças façamos assim:

/etc/init.d/lighttpd restart

E para reconferir http://10.0.0.1/testes.php em seu navegador.

Thanks Guys!

😉

 

Nossas fontes:

 

Ubuntu alert USN-1158-1 (curl) CURL vulnerabilidade

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Ubuntu alert USN-1158-1 (curl)

From: Steve Beattie <sbeattie@ubuntu.com>
To: ubuntu-security-announce@lists.ubuntu.com
Subject: [USN-1158-1] curl vulnerabilities
Date: Thu, 23 Jun 2011 20:31:50 -0700
Message-ID: <20110624033150.GB3479@nxnw.org>
Archive-link: Article, Thread
========================================================================== Ubuntu Security Notice USN-1158-1 June 24, 2011 curl vulnerabilities ========================================================================== A security issue affects these releases of Ubuntu and its derivatives: - Ubuntu 11.04 - Ubuntu 10.10 - Ubuntu 10.04 LTS - Ubuntu 8.04 LTS Summary: Multiple vulnerabilities in curl. Software Description: - curl: HTTP, HTTPS, and FTP client and client libraries Details: Richard Silverman discovered that when doing GSSAPI authentication, libcurl unconditionally performs credential delegation, handing the server a copy of the client's security credential. (CVE-2011-2192) Wesley Miaw discovered that when zlib is enabled, libcurl does not properly restrict the amount of callback data sent to an application that requests automatic decompression. This might allow an attacker to cause a denial of service via an application crash or possibly execute arbitrary code with the privilege of the application. This issue only affected Ubuntu 8.04 LTS and Ubuntu 10.04 LTS. (CVE-2010-0734) USN 818-1 fixed an issue with curl's handling of SSL certificates with zero bytes in the Common Name. Due to a packaging error, the fix for this issue was not being applied during the build. This issue only affected Ubuntu 8.04 LTS. We apologize for the error. (CVE-2009-2417) Original advisory details: Scott Cantor discovered that curl did not correctly handle SSL certificates with zero bytes in the Common Name. A remote attacker could exploit this to perform a man in the middle attack to view sensitive information or alter encrypted communications. Update instructions: The problem can be corrected by updating your system to the following package versions: Ubuntu 11.04: libcurl3 7.21.3-1ubuntu1.2 libcurl3-gnutls 7.21.3-1ubuntu1.2 libcurl3-nss 7.21.3-1ubuntu1.2 Ubuntu 10.10: libcurl3 7.21.0-1ubuntu1.1 libcurl3-gnutls 7.21.0-1ubuntu1.1 Ubuntu 10.04 LTS: libcurl3 7.19.7-1ubuntu1.1 libcurl3-gnutls 7.19.7-1ubuntu1.1 Ubuntu 8.04 LTS: libcurl3 7.18.0-1ubuntu2.3 libcurl3-gnutls 7.18.0-1ubuntu2.3 After a standard system update you need to restart any applications that make use of libcurl to make all the necessary changes. References: CVE-2009-2417, CVE-2010-0734, CVE-2011-2192 Package Information: https://launchpad.net/ubuntu/+source/curl/7.21.3-1ubuntu1.2 https://launchpad.net/ubuntu/+source/curl/7.21.0-1ubuntu1.1 https://launchpad.net/ubuntu/+source/curl/7.19.7-1ubuntu1.1 https://launchpad.net/ubuntu/+source/curl/7.18.0-1ubuntu2.3 -- ubuntu-security-announce mailing list ubuntu-security-announce@lists.ubuntu.com Modify settings or unsubscribe at: https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-security...   Fonte: http://lwn.net/Articles/449147/

Canonical Encerra suporte ao Ubuntu 6.06 LTS ("Dapper Drake")

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A Canonical em termos de suporte a pacotes dos seus respectivos sistemas operacionais dá show e espanta, principalmente quando se trata de versionamento baseado em LTS. Você pode estar se perguntando:

O que é LTS em uma versão do Ubuntu?

LTS significa Longo Termo de Suporte, ou seja, versões com acesso a repositórios oficiais por muito tempo.

Particularmente sou suspeito a dizer que esta versão é muito potente, principalmente por que por estes dias estive com um servidor o qual eu e doooguinha prestamos consultoria linux aqui em BH.

Se você deseja pular fora deste “The End” a tempo use o seguinte comando:

do-release-upgrade -d

Foram 5 anos de serviços prestados com muito louvor por parte da Canonical e merecem toda sorte de elogios.
Parabéns pela iniciativa da Canonical e esperamos grandes releases LTS.

 

Ubuntu Oneiric Ocelot Lançado! 11.10

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A Canonical sempre disponbiliza alguma versão prévia (bem “verde”) para que a comunidade possa reportar bugs e acompanhar as evoluções até que esteja (a Distribuição Ubuntu) bem estável. O Ubuntu usa toda a engine do Debian Instable e já detém uma grande fatia do mercado Gnu/Linux no mundo inteiro. O Kernel disponível neste recente release é o 2.6.39. Sabemos que a interface Unity não tem sido aceita por unanimidade pela comunidade usuária do Ubuntu Linux, mas já tem alcançado grande amadurecimento e torcemos para que o Unity se torne uma paixão em termos de ambiente X. Temos tutoriais que explanam com clareza avaliações do Ubuntu com Unity. Perceba que o problema com brilho no Ubuntu pode persistir, para isto acesse o link abaixo:

http://www.appunix.com.br/howto/linux/resolvendo-problema-de-brilho-ubuntu-10-04-10-10-11-04-e-linux-mint-9-e-10-julia/
As notas de lançamento são:

Oneiric Ocelot Alpha 1 Released

Kate Stewart kate.stewart at ubuntu.com
Thu Jun 2 19:44:01 UTC 2011


"Ocelot, ocelot, where are you now?
 Won't you come out to play?" - phish

Our Oneiric Ocelot (Ubuntu 11.10 Alpha 1) is poking its young head out
of the den, and looking for some developers and testers to play with.

Pre-releases of Oneiric Ocelot are *not* encouraged for anyone needing a
stable system or anyone who is not comfortable running into occasional,
even frequent breakage.  They are, however, recommended for Ubuntu
developers and those who want to help in testing, reporting, and fixing
bugs.

Alpha 1 is the first in a series of milestone CD images that will be
released throughout the Oneiric development cycle.  The Alpha images
are known to be reasonably free of showstopper CD build or installer
bugs, while representing a very recent snapshot of Oneiric.  You can
download them here:

   http://cdimage.ubuntu.com/releases/oneiric/alpha-1/
   (Ubuntu Desktop, Server, ARM)

Additional images are also available at:

   http://uec-images.ubuntu.com/releases/oneiric/alpha-1/ (Ubuntu
   Server Cloud and EC2)
   http://cdimage.ubuntu.com/kubuntu/releases/oneiric/alpha-1/
   (Kubuntu)
   http://cdimage.ubuntu.com/xubuntu/releases/oneiric/alpha-1/
   (Xubuntu)
   http://cdimage.ubuntu.com/edubuntu/releases/oneiric/alpha-1/
   (Edubuntu)

Alpha 1 includes a number of software updates that are ready for wider
testing.  This is quite an early set of images, so you should expect
some bugs.  For a more detailed description of the changes in the Alpha
1 release and the known bugs (which can save you the effort of reporting
a duplicate bug, or help you find proven workarounds), please see:

  http://www.ubuntu.com/testing/

If you're interested in following the changes as we further develop
Oneiric, we suggest that you subscribe initially to the
ubuntu-devel-announce list. This is a low-traffic list (a few posts a
week) carrying announcements of approved specifications, policy changes,
alpha releases, and other interesting events.

  http://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-devel-announce

Enjoy,

--
Kate Stewart, on behalf of the Ubuntu release team

Quer baixar?
Download (SHA256): oneiric-desktop-i386.iso (714MB, torrent), oneiric-desktop-amd64.iso (715MB, torrent). Alpha 1 images are also available for Kubuntu (download), Xubuntu (download) and Edubuntu (download).

smartmontools smartctl monitorando o smart de seus hds (by Mr. Morimoto)

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Este artigo funciona em Ubuntu Server e Debian.
Autor: Carlos E. Morimoto -> http://www.hardware.com.br/artigos/monitorar-smart/

É possível monitorar os erros de leitura do HD (mesmo antes dos badblocks começarem a aparecer) usando o SMART, um recurso de monitoramento disponível em todos os HDs modernos, onde a própria controladora monitora o status do HD e disponibiliza um log numa área reservada, que pode ser lida pelo sistema operacional.

No Linux, este recurso é disponibilizado através do “smartmontools“, um pacote disponível nos repositórios da maioria das distribuições e também no http://smartmontools.sourceforge.net/.
Para instalar no UBUNTU ou Debian use:

apt-get install smartmontools mailutils -y
O smartmontools é baseado no “smartsuite”, um pacote mais antigo, que ainda é incluído em algumas distribuições (como no Debian), mas que oferece menos funções e não é mais desenvolvido ativamente.

A maior parte das funções podem ser acessadas usando o utilitário “smartctl“, incluído no pacote. Comece usando a opção “-i”, seguida do device do HD (como em: smartctl -i /dev/hda) para ver informações sobre o drive:

 

Note que neste caso, embora o SMART seja suportado pelo drive, ele está desativado. Antes de mais nada, precisamos ativá-lo, usando o comando:

# smartctl -s on /dev/hda

Para um diagnóstico rápido da saúde do drive (fornecido pela própria controladora), use o parâmetro “-t short“, que executa um teste rápido, de cerca de dois minutos e (depois de alguns minutos) o parâmetro “-l selftest” que exibe o relatório do teste:

# smartctl -t short /dev/hda

 

Sending command: “Execute SMART Short self-test routine immediately in off-line mode”.
Drive command “Execute SMART Short self-test routine immediately in off-line mode” successful. Testing has begun.
Please wait 2 minutes for test to complete.
# smartctl -l selftest /dev/hda

Este comando exibe um relatório de todos os auto-testes realizados e o status de cada um. Num HD saudável, todos reportarão “Completed without error“.

Você pode executar também um teste longo (que dura cerca de uma hora) usando o parâmetro “-t long“. Ambos os testes não interferem com a operação normal do HD, por isso podem ser executados com o sistema rodando. Em casos de erros, o campo “LBA_of_first_error” indica o número do primeiro setor do HD que apresentou erros de leitura, como em:

Nestes casos, execute novamente o teste e verifique se o erro continua aparecendo. Se ele desaparecer no teste seguinte, significa que o setor defeituoso foi remapeado pela controladora, um sintoma benigno. Caso o erro persista, significa que não se trata de um badblock isolado, mas sim o indício de um problema mais grave.

O parâmetro “-H” (health) exibe um diagnóstico rápido da saúde do drive, fornecido pela própria controladora:

# smartctl -H /dev/hda

SMART overall-health self-assessment test result: PASSED

Neste caso, o SMART informa que não foi detectado nenhum problema com o drive. Em casos de problemas iminentes, ele exibirá a mensagem “FAILING“. Este diagnóstico da controladora é baseado em várias informações, como erros de leitura, velocidade de rotação do disco e movimentação da cabeça de leitura.

Um disco “FAILING” não é um local seguro para guardar seus dados, mas em muitos casos ainda pode funcionar por alguns meses. Se ainda não houverem muitos sintomas aparentes, você pode aproveitá-los em micros sem muita importância, como estações que são usados apenas para acessar a Web, que não armazenam dados importantes. Note que, embora relativamente raro, em muitos casos o drive pode realmente se perder menos de 24 horas depois de indicado o erro, por isso transfira todos os dados importante imediatamente.

Você pode ver mais detalhes sobre o status de erro do HD usando o parâmetro “-A“, que mostra todos os atributos suportados pelo HD e o status de cada um. Na sexta coluna (Type) você pode verificar a importância de cada um; os marcados como “Old_age” indicam sintomas de que o HD está no final de sua vida útil, mas não significam por sí só problemas iminentes. Os mais graves são os “Pre-Fail”, que indicam que o HD está no final de sua vida útil.

Na coluna “WHEN_FAILED” (a mais importante), você vê o status de cada opção. Num HD saudável, esta coluna fica limpa para todas as opções, indicando que o HD nunca apresentou os erros:

O número de setores defeituosos no drive (não remapeados) pode ser visto nos atributos “197 Current_Pending_Sector” e “198 Offline_Uncorrectable”, onde o número de bad blocks é informado na última coluna. Em situaçãoes normais, os badblocks não remapeados contém pedaços de arquivos, que a controladora muitas vezes tenta ler por muito tempo antes de desistir.

Em casos extremos, onde existam vários badblocks não marcados, você pode usar o truque de encher o HD com zeros, usando o comando “dd if=/dev/zero of=/dev/hda” para forçar a controladora a escrever em todos os blocos e assim remapear os setores (perdendo todos os dados, naturalmente).

O número de setores defeituosos já remapeados, por sua vez, pode ser acompanhado através dos atributos “5 Reallocated_Sector_Ct” e “196 Reallocated_Event_Count”.

Naturalmente, não basta executar estes testes apenas uma vez, pois erros graves podem aparecer a qualquer momento. Você só terá segurança se eles forem executados periodicamente.

Para automatizar isso, existe o serviço “smartd” (“smartmontools” no Debian), que fica responsável por executar o teste a cada 30 minutos e salvar os resultados no log do sistema, que você pode acompanhar usando o comando “dmesg

No caso do Debian, além de configurar o sistema para inicializar o serviço no boot, você precisa configurar também o arquivo “/etc/default/smartmontools“, descomentando a linha “start_smartd=yes“.

O padrão do serviço é monitorar todos os HDs disponíveis. Você pode também especificar manualmente os HDs que serão monitorados e os parâmetros para cada um através do arquivo “/etc/smartd.conf“.

Comece comentando a linha “DEVICESCAN”. O arquivo contém vários exemplos de configuração manual. Uma configuração comum é a seguinte:

/dev/hda -H -l error -l selftest -t -I 194 -m tux@gmail.com

Esta linha monitora os logs do /dev/hda (erros e testes realizados) e monitora mudanças em todos os atributos (incluindo a contagem de bad blocks e setores remapeados), com exceção da temperatura (que muda freqüentemente) e envia e-mails para a conta especificada sempre que detectar mudanças. Para que ele use apenas o log do sistema, sem enviar o e-mail, remova a opção “-m”.

Para que os relatórios via e-mail funcionem, é preciso que exista algum MTA instalado na máquina, como o Sendmail ou o Postfix. O smartd simplesmente usa o comando “mail” (que permite o envio de e-mails via linha de comando) para enviar as mensagens. No Debian (além do MTA) é necessário que o pacote “mailutils” esteja instalado.

Depois de alterar a configuração, lembre-se de reiniciar o serviço, usando o comando:

# /etc/init.d/smartd restart

ou:

# /etc/init.d/smartmontools

Caso o SMART indique algum erro grave e o HD ainda esteja na garantia, você pode imprimir o relatório e pedir a troca.

A vida útil média de um HD IDE é de cerca de 2 anos de uso contínuo. HDs em micros que não ficam ligados continuamente podem durar muito mais, por isso é saudável trocar os HDs dos micros que guardam dados importantes anualmente e ir movendo os HDs mais antigos para outros micros.

Normalmente, os fabricantes dão 1 ano de garantia para os HDs destinados à venda direta ao consumidor e 6 meses para os HDs OEM (que são vendidos aos integradores, para uso em micros montados). Uma dica geral na hora de comprar HDs é nunca comprar HDs com apenas 3 meses de garantia, que normalmente é dada apenas para HDs remanufaturados.

Nossa recomendação de comando seria:

#/usr/sbin/smartctl -q errorsonly -H -l selftest -l error /dev/sda

Onde sda vai de acordo com sua tabela de discos. Esse comando inclusive reportou em um servidor que gerenciamos a seguinte mensagem:

ATA Error Count: 1
Error 1 occurred at disk power-on lifetime: 1692 hours (70 days + 12 hours)

ou seja, em 70 dias e 12 horas (estimativa feita pelo Smartmontools, nosso disco Morrerá)…

Já nos avisou para substituição do disco em questão.É isso galera, usem e abusem. É gratis!!!

 

Agradecimentos a Carlos E. Morimoto, um mestre em Gnu/Linux 😉

http://www.hardware.com.br/artigos/monitorar-smart/

Resolvendo problema de brilho Ubuntu 10.04 10.10 11.04 e linux mint 9 e 10 (julia)

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Olá pessoal, voltamos novamente com mais um artigo interessante.

Se você tem um notebook cujo brilho não funciona nem a firme força junto ao Ubuntu 10.04, 10.10, 11.04 ou sob Linux Mint 9 ou 10 (Júlia) acredite, a saída é mais simples do que parece.

Vi casos aonde pessoas indicavam o uso do compiz para “gambiarrar a situação”, aonde o brilho só poderia ser aplicado corretamente em cada janela e não no X por completo.

A saída é simples, mas antes de qualquer coisa, para que fique transparente o hardware que usei (essa dica COM CERTEZA FUNCIONARÁ EM MUITOS HARDWARES) segue abaixo dmidecode junto com lspci:

developer@developer ~ $ sudo dmidecode -s system-product-name
Aspire 7745

developer@developer ~ $ sudo lspci
00:00.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor DRAM Controller (rev 12)
00:02.0 VGA compatible controller: Intel Corporation Core Processor Integrated Graphics Controller (rev 12)
00:16.0 Communication controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset HECI Controller (rev 06)
00:1a.0 USB Controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset USB2 Enhanced Host Controller (rev 06)
00:1b.0 Audio device: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset High Definition Audio (rev 06)
00:1c.0 PCI bridge: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset PCI Express Root Port 1 (rev 06)
00:1c.5 PCI bridge: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset PCI Express Root Port 6 (rev 06)
00:1d.0 USB Controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset USB2 Enhanced Host Controller (rev 06)
00:1e.0 PCI bridge: Intel Corporation 82801 Mobile PCI Bridge (rev a6)
00:1f.0 ISA bridge: Intel Corporation Mobile 5 Series Chipset LPC Interface Controller (rev 06)
00:1f.2 SATA controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset 4 port SATA AHCI Controller (rev 06)
00:1f.3 SMBus: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset SMBus Controller (rev 06)
00:1f.6 Signal processing controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset Thermal Subsystem (rev 06)
02:00.0 Ethernet controller: Atheros Communications AR8151 v1.0 Gigabit Ethernet (rev c0)
09:00.0 Network controller: Broadcom Corporation BCM43225 802.11b/g/n (rev 01)
ff:00.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QuickPath Architecture Generic Non-core Registers (rev 02)
ff:00.1 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QuickPath Architecture System Address Decoder (rev 02)
ff:02.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QPI Link 0 (rev 02)
ff:02.1 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QPI Physical 0 (rev 02)
ff:02.2 Host bridge: Intel Corporation Core Processor Reserved (rev 02)
ff:02.3 Host bridge: Intel Corporation Core Processor Reserved (rev 02)

 

Como podem ver um hardware que na maior parte dos componentes poderá assemelhar-se com o seu!

Vamos a saída?

 

Primeiro vamos editar o configurador do grug:

 

sudo vim /etc/default/grub

Na tela do Grub teremos de substituir GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT=”quiet splash” por GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT=”quiet splash acpi_osi=Linux”

Terminado o passo acima temos de atualizar nosso grub para que a configuração venha ser efetivada pós reboot:

sudo update-grub

Fonte

Quem disse que a Canonical desistiu do Unity na versão 11.04? Mito! Estimam ele no stable!

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Quem falou que a Canonical simplesmente vai abandonar o Unity da versão 11.04 do Ubuntu?
Isso é mito!

Muito pelo contrário, a Canonical reafirmou recentemente que irá sim utilizar o Unity junto ao Ubuntu 11.04, confirmou apenas que neste momento o Ubuntu ainda está passando por um processo de desenvolvimento bastante acelerado e que ainda precisavam corrigir muitas coisas e tornar o Unity um ambiente X mais estável!

No launchpad já se pode perceber quão acelerado está o desenvolvimento do mesmo. A Canonical ainda afirma que o Unity vai prover uma experiência mais agradável entre usuários que utilizam-se de facilidades do ambiente X.

https://launchpad.net/unity/+milestone/3.8.8

Vejam a mensagem enviada a lista:

Hello, I followed up on the @ubuntu-desktop list to let people know that 11.04 was still slated to default to Unity, and to give people a chance to escalate concerns. I cc’ed the @ubuntu-devel list as well for completeness. I do not believe any escalations have occurred or that the Desktop team has changed it’s plan to default to Unity. Positions held about the appropriate default were split in supporting Unity or Classic as the default. Objections to defaulting to Unity fell into 2 categories, functional regressions and instabilities. Points regarding functional regressions cited lack of panel applets, lack of systray support, and poor Focus Follows Mouse experience. Instabilities were typically frequent crashes in Unity/Compiz. I followed up directly with the Desktop and Dx teams with regard to these issues. Panel applets and systray icons have been deprecated from Ubuntu in previous releases. However, they still work in Classic mode, so users who have not migrated from these technologies will be supported in that mode. Furthermore, for 11.04, systray support can be added to Unity via a whitelist. In terms of the instability of the system, the Desktop and Dx teams report that most remaining instabilities in Beta 2 are crashers related to making changes in ccsm. These crashers, and the other known widespread crashers are either fixed in Beta 2, or are scheduled to be fixed in the current Dx milestone that ends this week. See the Critical and High bugs here: https://launchpad.net/unity/+milestone/3.8.8 The Desktop Team still feels strongly that Unity will provide the better experience for most users, is stable enough to ship, and will be more stable by the time final media is spun. I hope that I have accurately summarized the positions on all sides. Please let me know if I can answer any more questions or provide more context. Cheers, Rick

Como fazer os pacotes do ubuntu alpha ficarem mais novos (TRICKS)

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Das coisas mais espantosas que podemos perceber com o Ubuntu (Debian Based) é a facilidade de atualização e manutenção geral dos pacotes que o apt-get dá.
Mas você está usando o Ubuntu em alpha testing (talvez até atualizou da 10.10 para 11.04 com do-release-upgrade -d ) e recebe continuamente a informação semelhante a esta:

A LISTA DE PACOTES OBSOLETOS… etc… etc… etc… que na verdade exige uma atualização.

Mesmo com apt-get update && apt-get upgrade -y você não obtém o pacote que deseja.
Veja bem, para conseguir isso basta fazer o seguinte:

 

apt-get dist-upgrade -y

 

Isso vai fazer com que pacotes obsoletos sejam substituídos por pacotes mais novos.

Apliquei esse comando pois no meu caso o Unity havia parado de trabalhar no começo da semana com as últimas updates lançadas.
Esse tutorial se encaixa no caso de você encontrar o seu servidor X quebrado (travando, não passando do login e coisas do tipo).

Fiquei somente triste pois o acpi parou de funcionar de novo. Vou verificar e breve faço um artigo sobre isto.

Depois foi só alegria 😉 .

Avaliação (review) Ubuntu 11.04 com Unity (Gestor de Sessão)

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Em primeira mão confesso (litte_oak) que estava com o coração na mão ao ver a Canonical lançar notas informando que seu gestor de sessões seria não mais o poderoso Gnome e sim uma alternativa própria chamada de Unity. Em primeira mão quero dizer que a Canonical fez um trabalho muito requintado na versão 11.04, principalmente no que tange a suporte a dispositivos proprietários. Este Review vai ater-se apenas nos detalhes como drivers, desempenho sob kernel PAE, usabilidade, estabilidade e comodidade.

Suporte a drivers do Ubuntu 11.04

Das coisas que mais me impactaram foi o suporte a dispositivos de notebooks um pouco “atípicos”, isto mesmo, estou redigindo este post em cima de um Acer com 17.3″, com core i3, 4 gb de ram, vga intel 4500 e afins. Em primeira mão quero deixar claro que as ÚNICAS distribuições que deram total suporte ao ACPI deste notebook foram Mandriva, Mageia  e Ubuntu 11.04 alpha. Abaixo segue um lspci para que vocês percebam TUDO que teve suporte nativo e sem qualquer stress:

developer@developer:~$ sudo lspci
00:00.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor DRAM Controller (rev 12)
00:02.0 VGA compatible controller: Intel Corporation Core Processor Integrated Graphics Controller (rev 12)
00:16.0 Communication controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset HECI Controller (rev 06)
00:1a.0 USB Controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset USB2 Enhanced Host Controller (rev 06)
00:1b.0 Audio device: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset High Definition Audio (rev 06)
00:1c.0 PCI bridge: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset PCI Express Root Port 1 (rev 06)
00:1c.5 PCI bridge: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset PCI Express Root Port 6 (rev 06)
00:1d.0 USB Controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset USB2 Enhanced Host Controller (rev 06)
00:1e.0 PCI bridge: Intel Corporation 82801 Mobile PCI Bridge (rev a6)
00:1f.0 ISA bridge: Intel Corporation Mobile 5 Series Chipset LPC Interface Controller (rev 06)
00:1f.2 SATA controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset 4 port SATA AHCI Controller (rev 06)
00:1f.3 SMBus: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset SMBus Controller (rev 06)
00:1f.6 Signal processing controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset Thermal Subsystem (rev 06)
02:00.0 Ethernet controller: Atheros Communications AR8151 v1.0 Gigabit Ethernet (rev c0)
09:00.0 Network controller: Broadcom Corporation BCM43225 802.11b/g/n (rev 01)
ff:00.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QuickPath Architecture Generic Non-core Registers (rev 02)
ff:00.1 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QuickPath Architecture System Address Decoder (rev 02)
ff:02.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QPI Link 0 (rev 02)
ff:02.1 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QPI Physical 0 (rev 02)
ff:02.2 Host bridge: Intel Corporation Core Processor Reserved (rev 02)
ff:02.3 Host bridge: Intel Corporation Core Processor Reserved (rev 02)

Todos os drivers (módulos) tiveram suporte completo.
Observem que placas Broadcom para WIFI são maioria no mercado de notebooks, então atenha-se a tranquilidade de usar e abusar do Ubuntu em termos de reconhecimento de dispositivos.

Detalhe: Quando falei de ACPI lá em cima me referi também ao controle de brilho e som (100% funcionais, sem gambiarras de ISO_ACPI ou qualquer outra coisa em inicialização do Kernel no Grub).

Desempenho sob kernel PAE

Não costumo apelar para Kernels 64 bits quando tenho apenas 4 gb de ram. Apesar de responderem melhor quando se tem processadores com instruções 64 bits, usar kernel x86_64 me trás uma insegurança no que engloba softwares de terceiros (muita gente só porta código 32 bits) e há de convir que incompatibilidades na vida de quem tem o tempo como dinheiro é coisa hedionda. Abaixo segue a prova do crime:

developer@developer:~$ uname -a

Linux developer 2.6.38-3-generic-pae #30-Ubuntu SMP Thu Feb 10 00:54:59 UTC 2011 i686 i686 i386 GNU/Linux

developer@developer:~$

Eu não sei o que faz dos desenvolvedores do Kernel do Linux seres quase perfeitos, sério mesmo, contemplar uma estabilidade e velocidade nas respostas de comandos e do próprio Unity é de arrepiar. Apesar de não ser “louco” de usar algo alpha (na verdade uma das pouquíssimas experiências Alpha testing que tive) deixo claro que seguir tal caminho junto a Canonical não é em nada arriscado!
Usabilidade
Para quem pensou que os menus seriam obra do capiroto (foi assim que pensei quando vi a nota do Unity) se enganou, no menu inicial (logo do Ubuntu que fica no canto esquerdo superior trás um menu completo com os principais itens que você precisa para ser feliz):
menu 1
Achei interessante a forma de botões que parece até coisa do mac. Aplicativos abertos colocam o menu no canto superior e operam na barra com os menus do aplicativo sobrepondo os menus da barra superior principal, ou seja, “Mac Osx style”? Mas funciona e ficou mais prático!
botoes de menu
O Docky fica muito elegante, e para ser sincero hoje “não vivo mais sem ele”. Para isto instale o mesmo usando os recursos antigos do menu. A Canonical decidiu centralizar o menu de Aplicativos em um lugar só, em órdem alfabética por nomes iniciais do que os aplicativos fazem, porém, com um menu de buscas simples de usar, o qual iremos printar uma tela e mostrar como é fácil chegar na sua central de aplicativos do Ubuntu:
centralVeja algo interessante, o que você usar como termo de busca ele há de mostrar algo caso tenha sido relacionado a um aplicativo.
Na própria central de programas do Ubuntu basta colocar o termo de busca docky e instala-lo facilmente. (o procedimento é muito parecido a instalação de qualquer outro aplicativo usando a central de apps do Ubuntu, como por exemplo o navegador do Google Chrome).
Quer coisa mais elegante que o Workspace Switcher? Ele exibe quatro áreas de trabalho de maneira eficiente para que você escolha qual ambiente estará sendo utilizado como produção, veja:
workspace switcher
Uma outra curiosidade é que o Banshee se tornou o Player padrão do Ubuntu 11.04.
Assim que foi instalado o Docky foi que pude perceber isto:
banshee
As teclas de atalho e as sombras que o compiz faz em paralelo com o Unity ficam uma coisa que dá até vontade de tocar na tela, sinceramente é uma obra de arte sem igual!
Teclas como WIN + E ou WIN + W ainda dão SHOW. WIN (bandeirinha do Window$) + W mostra os aplicativos como se fosse um zoom out, isso é a cara do Mac Os X, mas dizer que não ficou um Show é pecado, o WIN + E mostra o Workspace Switcher!
Lembre-se de habilitar os efeitos do desktop junto aos aplicativos —> Termo de Busca “Aparência” e escolha a última aba para aplicar efeitos.
Estabilidade e Comodidade
Em termos de estabilidade e comodidade tudo me agradou. Vou ressaltar 2 pontos que vi que chamam a atenção e que podem deixar alguém de primeira viagem meio “cabuloso”.
Primeiro ponto: Surgirão alguns reports de bugs, nada tão crítico, mas surgirão em detrimento de coisas que ainda hoje não estão exigindo muito dos desenvolvedores para o upstream, afinal de contas ver um bugreport baseado no envio de informações por que seu elogio do Unity na central de programas do Ubuntu apresentou crashes não vai em hipótese nenhuma fazer algum developer ou sysadmin, ou mesmo user de escritório passarem fome ;). Segue “a prova do crime”:
ferrou rsrsrs
O resto está tudo estável e só encontrei “duas baratas” no sistema, só isso, em coisas que posso considerar “perfumaria”.
O ponto da comodidade é nas updates e no modo em como cheguei até aqui.
Para fazer seu 10.10 virar 11.04 com UNITY você terá de entrar no console e digitar:
sudo do-release-upgrade -d
E ir confirmando (doido é que aparece Pressione S e só vai se apertar Y, lol).
Depois de uns 760 megas baixados e alguns longos minutos o upgrade ocorrerá sem qualquer stress.
Outro ponto final na comodidade é: Se for fazer atualizações use o console para isto usando:
sudo apt-get update && sudo apt-get upgrade -y
PRONTO!
Abraços e se este review te agrada prepara aquela caixa de Bis para nós, pls!

Como instalar Adobe Air e TweetDeck no Ubuntu 10.10 de maneira fácil

Standard

Adobe air faz os aplicativos web ficarem ricos em design, muito utilizado em cima de flex para fazer coisas impressionantes.
Gosto de usar e abusar do Adobe Air em cima do TweetDeck, este por sua vez dá show em cima do Twitter.

Bem, para instala-lo fizemos um passo-a-passo muito simples, com prints e tudo mais.
Em primeira mão devemos acessar a central de programas que está localizada no menu Aplicativos->Central de Programas do Ubuntu. A imagem a seguir demonstra bem isto:

Primeiro passo é usarmos a eficiente busca da central, veja na imagem abaixo que colocamos as duas palavras Adobe Air como sendo o termo de busca e ele exibiu a busca com o resultado que precisávamos, a caixa de busca fica no canto direito superior da central de aplicativos do Ubuntu Linux, veja o print:

Após clicarmos 2 vezes rapidamente sobre o Adobe Air localizado o Ubuntu pergunta se queremos de fato usar a fonta encontrada, devemos clicar nela, conforme imagem abaixo:

Após confirmamos a Central de Aplicativos, por medida de segurança vai solicitar a senha do usuário para que, usando método sudo dê a permissão para que a Fonte (source) da Adobe seja utilizada. Confirme a sua senha, conforme mostrado na imagem abaixo:

Após veremos que ele já está autorizado para instalar o Adobe Air no Ubuntu, devemos clicar em INSTALAR para que o sistema instale. Novamente ele vai requerer senha na autorização, mas desta vez da Instalação ao invés de origem de source. Veja;

Pronto!

Depois disto ele vai mostrar Um item no menu esquerdo chamado Progresso para que você possa acompanhar de perto o andamento do download do source (pacote .DEB) e a instalação posteriormente feita após download.

Agora nosso próximo passo será instalar o TweetDeck.

Para isto acesse o seguinte site: http://www.tweetdeck.com/desktop/

A URL acima já indica o link de instalação feito para o PC. A imagem do site não será diferente desta:

Pronto, depois de acessar o site com seu navegador (Google Chromium, Firefox, Opera ou qualquer outro) clique em Baixar Agora é Grátis, veja na imagem abaixo:

Feito isso veja o progresso do download segundo a imagem abaixo:

Feito isto vão começar os questionamentos, abrir, concordar, instalar e etc. A imagema baixo mostra como você deverá proceder:

Pronto.
Terminando o passo-a-passo a imagem deverá ser algo semelhante a que iremos postar agora.

Depois disso o TweetDeck estará 100% funcional e disponível em seu Ubuntu.
Se estiver um pouco enrolado para localiza-lo, não se preocupe, o menu aonde ele está fica em Aplicativos->Acessórios->TweetDeck.

Enjoy!

Att: little_oak.

Como instalar Google Chromium no Ubuntu 10.10 de maneira rápida/segura/simples

Standard

Olá pessoALL, mais uma vez estamos aqui escrevendo sobre a plataforma Gnu/Linux, em especial o Ubuntu Linux, uma versão muito estável e amigável feita pela empresa Canonical, baseada no Debian Testing.
Eu particularmente (Little_Oak) acho que uma das coisas mais inovadoras feita para o usuário final desta distribuição foi reunir os aplicativos em uma central de programas do Ubuntu. O pequeno artigo de hoje mostra como instalar o Google Chrome (conhecido como Chromium Browser) no Ubuntu 10.10.

Clique no menu de Aplicativos->Central de Programas do Ubuntu. (a imagem abaixo mostra exatamente aonde fica o menu):


Clicando neste menu a central de programas (exibida na imagem a seguir) deverá ter uma interface muito parecida com a nossa:

termo de buscaPerceba que o ponto chave da figura acima é justamente a área de pesquisa que fica logo a direita, informaremos ali o termo Chrome e autoamticamente aparece o Google chrome como alternativa de instalação.
Abaixo dele tem um botão chamado Instalar. Clique nele e em seguida informe a senha do seu usuário. Feito isto a tela que será exibida deverá ser semelhante a nossa (logo abaixo):

instalar ChromiumA barra de progresso tende ir avançando a medida que o pacote vai sendo instalado (baixado e em seguida instalado). Se quiser acompanhar de perto o progresso (falo em números mesmo) você pode ver o que já foi baixado, basta clicar no item “EM PROGRESSO” que estará com ícone verde (menu esquerdo), ao clicar nele a tela que deverá ser exibida para você deverá ser muito pareceda com a tela a seguir:

Assim que concluir a instalação você já poderá conferir este maravilhoso navegador da seguinte forma:
Clique no menu Aplicativos —> Internet —> Chromium Navegador da Internet.
(imagem descreve melhor a localização)

Google Chromium no MenuPronto, feito isto você estará munido de um dos melhores navegadores da atualidade.

Abraços pessoALL, breve estaremos de volta :P.

Att: little_oak

Como alterar Senha (Passwd) dos usuários no UBUNTU

Standard

Olá galera tudo na paz?
Tenho andado sumido daqui por vários motivos, dentre eles a faculdade e o trabalho estão me tomando todo o tempo…. tem alguém ai vendendo tempo?
mas vamos ao que interessa….
Hoje vou mostrar como ALTERAR a senha de usuário no Ubuntu 10.04 ( foi feito nessa vesão mas com certeza não diferem em muito do que irei mostrar), na verdade estava meio que sem idéias para HOW To’S até que pedi ajuda a minha amada, perguntei a ela…. Morzão tem algo que você queira aprender a fazer no Ubutu? você sabe como trocar sua senha?
Como sempre,pra me mostrar que conseguiria ela ficou tentando….. hehehe não conseguiu…. Venho eu então mostrar 2 formas de alterar senha(passwd) de um usuário… uma dessas formas em Modo Gráfico ( por incrível que pareça a mais complicada… quem conhece a força do terminal linux sabe do que estou falando) e outra em modo Texto pra usuários um pouco + avançados….. Lembrando que esse método só serve se você ainda tem a senha em mãos…. se não a tem esse método não é reconmendado… 🙁

Para os usuários que preferem usar o X (Modo Gráfico) é muito simples… No Menu superior vá em Sistema>> Administração>> Usuários e grupos (como na Imagem)….
Senha_1

Verá a seguinte tela
Senha_2

Clique em Modificar… como na imagem a seguir
Senha_3

Verás uma tela que se explica por si… muito intuitiva….
Senha_4

Já Preechida
Senha_5

Nessa tela somente Digite a Senha Atual…. a Nova Senha…. e a Confirmação… Clique em OK…Pronto!!!!!! O dia já está salva, você ja está seguro quando aquele seu irmão pentelho que decorou sua senha de tanto te ver digitar no início da sessão… 😀

Pra trocar a senha no modo texto não foge muito disso não…. é muito simples…e MUIIIIIIITO + rápido….
No Menu superior vá até Aplicativos>> Acessórios>> Terminal

Já no terminal, logue-se como root..
Eu costumo usar o comando #su – (será solicitada sua senha de root, Digite-a)

Caso não possua senha de root… no terminal digite: # sudo passwd root (digite a senha, confirme-a)
Após estar como root digite: #passwd sabrina(nome do usuário)….
>>> Será pedida a senha(passwd) atual, depois a nova senha(passwd) e a confirmação da nova senha(passwd)…. É isso galera…. não ficou tão didático quando outros HOW To’S que aqui se encontram, mas acho que já deve ajudar…..

Peço desculpas por não postar os comando do modo texto diretamente por um printscreen do Terminal Linux… é que a DONA(Sabrina) estava/está ocupada com o mesmo…. 🙂
Abraço a todos… e podem dar sugestões do que querem ver aqui no blog…
😀