mount error(): Host is down

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Hi, if you try mount samba (CIFS) on console:

sudo mount -a

mount: mount error(): Host is down (or similar error)
Dont worry :), enter in FSTAB and fix to version 1:

//IP/sharefolder /mnt/destination cifs username=windowslogin,password=passthislogin,iocharset=utf8,vers=1.0,sec=ntlm  0  0

vers=1.0 has added after error.

Change /etc/fstab (this trick) run:
sudo mount -a
ORRRRR
mount -a (like a root)

MySQL server has gone away

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Seu mysql anda estranho quando você está tentando fazer upload de um arquivo enorme via console (na verdade o restore, ou seja, mysql -u usuario -p nomedobdprarestaurar < arquivo.sql)???

Bem, se a mensagem de erro for esta -> MySQL server has gone away NÃO precisa entrar em pânico, só existem 2 coisas que são feitas e sanam tranquilamente o erro:

1 – entre no /etc/my.cnf (ou arquivo de configuração do mysql) e informe set-variable = max_connections=1500

Isto vai liberar para 1500 conexões concorrentes no mysql.

2 – Se o erro persistir, no mesmo arquivo informe:

max_allowed_packet = 5000000000

Você estará liberando uploads/restore/dumps de 1gb de tamanho.

Depois disso, reinicie o mysql (normalmente service mysql restart) e corra para o abraço.

 

Ah, se quiser ver qual valor ficou setado (só para conferir depois do restart use):

mysql> SHOW VARIABLES LIKE ‘max_allowed_packet’;

Use of uninitialized value in string ne at /usr/sbin/ddclient line 1973.

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Se você está usando DEBIAN-BASED (mind/debian/ubuntu) e toda vez que roda o comando ddclient ele apresenta erro SEUS PROBLEMAS “SE ACABARAM-SE”!

Para sanar, como root faça o seguinte:

rm -rf /var/cache/ddclient/ddclient.cache

Depois rode o comando ddclient, a saída vai ser algo semelhante a:
SUCCESS:  updating SEUHOST.ALGUMACOISAg: good: IP address set to IPDASUAINTERFACEWEB

 

Abraços galera

Como fazer upgrade do Debian Etch para o Debian Lenny

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A perfeição com que o Debian e o Ubuntu operam no momento de upgrades de suas versões é impressionante (coisa que sistemas como o poderoso Rhel não recomendam), causando o mínimo de falhas possíveis/imaginárias no sistema que recebeu a atualização.

Neste artigo iremos mostrar como fazer upgrade do Debian Etch para o Debian Lenny. Vamos seguir os passos abaixo:

1 – Atualizar as listas do APT

Primeira coisa que iremos fazer é o backup das listas de repositórios, depois iremos modificar de etch para lenny os valores descritos da versão na lista de Repositórios, veja a versão antes da modificação:

deb http://ftp.us.debian.org/debian/ etch main contrib non-free
deb-src http://ftp.us.debian.org/debian/ etch main contrib non-free
deb http://security.debian.org/ etch/updates main contrib non-free

Agora veja a versão depois modificação:

deb http://ftp.us.debian.org/debian/ lenny main contrib non-free
deb-src http://ftp.us.debian.org/debian/ lenny main contrib non-free
deb http://security.debian.org/ lenny/updates main contrib non-free

2 – Fazendo update dos pacotes

aptitude update
depois
aptitude install apt dpkg aptitude

Se for desktop use isto como adicional
dpkg -l libfam0c102 | grep ^ii
aptitude install libfam0
por fim
aptitude full-upgrade
isto pode também ser usado via apt-get com o comando:
apt-get dist-upgrade

Depois disto reinicie seu servidor/desktop e prepare-se para rodar o Debian em sua versão mais amigável, estável e flexível possível.

Abraços a todos.

smartmontools smartctl monitorando o smart de seus hds (by Mr. Morimoto)

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Este artigo funciona em Ubuntu Server e Debian.
Autor: Carlos E. Morimoto -> http://www.hardware.com.br/artigos/monitorar-smart/

É possível monitorar os erros de leitura do HD (mesmo antes dos badblocks começarem a aparecer) usando o SMART, um recurso de monitoramento disponível em todos os HDs modernos, onde a própria controladora monitora o status do HD e disponibiliza um log numa área reservada, que pode ser lida pelo sistema operacional.

No Linux, este recurso é disponibilizado através do “smartmontools“, um pacote disponível nos repositórios da maioria das distribuições e também no http://smartmontools.sourceforge.net/.
Para instalar no UBUNTU ou Debian use:

apt-get install smartmontools mailutils -y
O smartmontools é baseado no “smartsuite”, um pacote mais antigo, que ainda é incluído em algumas distribuições (como no Debian), mas que oferece menos funções e não é mais desenvolvido ativamente.

A maior parte das funções podem ser acessadas usando o utilitário “smartctl“, incluído no pacote. Comece usando a opção “-i”, seguida do device do HD (como em: smartctl -i /dev/hda) para ver informações sobre o drive:

 

Note que neste caso, embora o SMART seja suportado pelo drive, ele está desativado. Antes de mais nada, precisamos ativá-lo, usando o comando:

# smartctl -s on /dev/hda

Para um diagnóstico rápido da saúde do drive (fornecido pela própria controladora), use o parâmetro “-t short“, que executa um teste rápido, de cerca de dois minutos e (depois de alguns minutos) o parâmetro “-l selftest” que exibe o relatório do teste:

# smartctl -t short /dev/hda

 

Sending command: “Execute SMART Short self-test routine immediately in off-line mode”.
Drive command “Execute SMART Short self-test routine immediately in off-line mode” successful. Testing has begun.
Please wait 2 minutes for test to complete.
# smartctl -l selftest /dev/hda

Este comando exibe um relatório de todos os auto-testes realizados e o status de cada um. Num HD saudável, todos reportarão “Completed without error“.

Você pode executar também um teste longo (que dura cerca de uma hora) usando o parâmetro “-t long“. Ambos os testes não interferem com a operação normal do HD, por isso podem ser executados com o sistema rodando. Em casos de erros, o campo “LBA_of_first_error” indica o número do primeiro setor do HD que apresentou erros de leitura, como em:

Nestes casos, execute novamente o teste e verifique se o erro continua aparecendo. Se ele desaparecer no teste seguinte, significa que o setor defeituoso foi remapeado pela controladora, um sintoma benigno. Caso o erro persista, significa que não se trata de um badblock isolado, mas sim o indício de um problema mais grave.

O parâmetro “-H” (health) exibe um diagnóstico rápido da saúde do drive, fornecido pela própria controladora:

# smartctl -H /dev/hda

SMART overall-health self-assessment test result: PASSED

Neste caso, o SMART informa que não foi detectado nenhum problema com o drive. Em casos de problemas iminentes, ele exibirá a mensagem “FAILING“. Este diagnóstico da controladora é baseado em várias informações, como erros de leitura, velocidade de rotação do disco e movimentação da cabeça de leitura.

Um disco “FAILING” não é um local seguro para guardar seus dados, mas em muitos casos ainda pode funcionar por alguns meses. Se ainda não houverem muitos sintomas aparentes, você pode aproveitá-los em micros sem muita importância, como estações que são usados apenas para acessar a Web, que não armazenam dados importantes. Note que, embora relativamente raro, em muitos casos o drive pode realmente se perder menos de 24 horas depois de indicado o erro, por isso transfira todos os dados importante imediatamente.

Você pode ver mais detalhes sobre o status de erro do HD usando o parâmetro “-A“, que mostra todos os atributos suportados pelo HD e o status de cada um. Na sexta coluna (Type) você pode verificar a importância de cada um; os marcados como “Old_age” indicam sintomas de que o HD está no final de sua vida útil, mas não significam por sí só problemas iminentes. Os mais graves são os “Pre-Fail”, que indicam que o HD está no final de sua vida útil.

Na coluna “WHEN_FAILED” (a mais importante), você vê o status de cada opção. Num HD saudável, esta coluna fica limpa para todas as opções, indicando que o HD nunca apresentou os erros:

O número de setores defeituosos no drive (não remapeados) pode ser visto nos atributos “197 Current_Pending_Sector” e “198 Offline_Uncorrectable”, onde o número de bad blocks é informado na última coluna. Em situaçãoes normais, os badblocks não remapeados contém pedaços de arquivos, que a controladora muitas vezes tenta ler por muito tempo antes de desistir.

Em casos extremos, onde existam vários badblocks não marcados, você pode usar o truque de encher o HD com zeros, usando o comando “dd if=/dev/zero of=/dev/hda” para forçar a controladora a escrever em todos os blocos e assim remapear os setores (perdendo todos os dados, naturalmente).

O número de setores defeituosos já remapeados, por sua vez, pode ser acompanhado através dos atributos “5 Reallocated_Sector_Ct” e “196 Reallocated_Event_Count”.

Naturalmente, não basta executar estes testes apenas uma vez, pois erros graves podem aparecer a qualquer momento. Você só terá segurança se eles forem executados periodicamente.

Para automatizar isso, existe o serviço “smartd” (“smartmontools” no Debian), que fica responsável por executar o teste a cada 30 minutos e salvar os resultados no log do sistema, que você pode acompanhar usando o comando “dmesg

No caso do Debian, além de configurar o sistema para inicializar o serviço no boot, você precisa configurar também o arquivo “/etc/default/smartmontools“, descomentando a linha “start_smartd=yes“.

O padrão do serviço é monitorar todos os HDs disponíveis. Você pode também especificar manualmente os HDs que serão monitorados e os parâmetros para cada um através do arquivo “/etc/smartd.conf“.

Comece comentando a linha “DEVICESCAN”. O arquivo contém vários exemplos de configuração manual. Uma configuração comum é a seguinte:

/dev/hda -H -l error -l selftest -t -I 194 -m tux@gmail.com

Esta linha monitora os logs do /dev/hda (erros e testes realizados) e monitora mudanças em todos os atributos (incluindo a contagem de bad blocks e setores remapeados), com exceção da temperatura (que muda freqüentemente) e envia e-mails para a conta especificada sempre que detectar mudanças. Para que ele use apenas o log do sistema, sem enviar o e-mail, remova a opção “-m”.

Para que os relatórios via e-mail funcionem, é preciso que exista algum MTA instalado na máquina, como o Sendmail ou o Postfix. O smartd simplesmente usa o comando “mail” (que permite o envio de e-mails via linha de comando) para enviar as mensagens. No Debian (além do MTA) é necessário que o pacote “mailutils” esteja instalado.

Depois de alterar a configuração, lembre-se de reiniciar o serviço, usando o comando:

# /etc/init.d/smartd restart

ou:

# /etc/init.d/smartmontools

Caso o SMART indique algum erro grave e o HD ainda esteja na garantia, você pode imprimir o relatório e pedir a troca.

A vida útil média de um HD IDE é de cerca de 2 anos de uso contínuo. HDs em micros que não ficam ligados continuamente podem durar muito mais, por isso é saudável trocar os HDs dos micros que guardam dados importantes anualmente e ir movendo os HDs mais antigos para outros micros.

Normalmente, os fabricantes dão 1 ano de garantia para os HDs destinados à venda direta ao consumidor e 6 meses para os HDs OEM (que são vendidos aos integradores, para uso em micros montados). Uma dica geral na hora de comprar HDs é nunca comprar HDs com apenas 3 meses de garantia, que normalmente é dada apenas para HDs remanufaturados.

Nossa recomendação de comando seria:

#/usr/sbin/smartctl -q errorsonly -H -l selftest -l error /dev/sda

Onde sda vai de acordo com sua tabela de discos. Esse comando inclusive reportou em um servidor que gerenciamos a seguinte mensagem:

ATA Error Count: 1
Error 1 occurred at disk power-on lifetime: 1692 hours (70 days + 12 hours)

ou seja, em 70 dias e 12 horas (estimativa feita pelo Smartmontools, nosso disco Morrerá)…

Já nos avisou para substituição do disco em questão.É isso galera, usem e abusem. É gratis!!!

 

Agradecimentos a Carlos E. Morimoto, um mestre em Gnu/Linux 😉

http://www.hardware.com.br/artigos/monitorar-smart/

Como instalar o apache 2 mysql 5 php 5 e phpmyadmin no Debian 5.0.6

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PessoALL, estamos fazendo outro How to da série Lamp2. O ambiente apache (container web ou servidor de páginas mais utilizado da internet), php 5 (linguagem de programação mais utilizada da internet), mysql 5 (banco de dados mais usado na internet) e phpmyadmin (gestor de bases de dados mysql mais amigável em termos de front-end) é indispensável para desenvolvedores php. Abaixo, em passos e imagens simples você saberá como instalar e deixar 100% operacional a famosa arquitetura LAMP2.

Primeiro passo é ter poder de root (no caso de nossa instalação). Iremos abrir o console como root afim de evitar que utilizemos o comando sudo antes dos comandos gerais de instalação do lamp2. Na realidade NADA impede que você possa instalar o lamp2 com comandos em um terminal comum, a única coisa que ressaltamos é que tome cuidado sempre com a precedência do comando sudo na frente de nossos comandos abaixo citados, ou logar-se como root com su –  para atrair um ambiente root globalmente. No mais tudo será muito semelhante.

O Hardware testado é simples, celeron i386 (debian 32 bits em cima de um celeron), 512 de ram e disco de 10gb.
A versão usada é o Debian 5.0.6.

1 – Clique em Aplicações -> Acessórios -> Terminal Como Root. A imagem abaixo demonstra claramente como este passo-a-passo é feito:

terminal root

terminal root

Antes de mais nada certifique-se que tudo está ok com o apt-get, por isso use:

apt-get update

A saída é muito parecida com a imagem abaixo:

Apt get

Certificar o Apt

Assim que o terminal estiver operando (aberto) vamos instalar o apache2 com o seguinte comando:

apt-get install apache2

Assim que este comando for digitado, a saída exige que se Aperte S para confirmar ou N para cancelar a instalação. A imagem é muito parecida com a saída abaixo:

confirmar apache2

confirmar apache2

A saída após confirmar com S é muito parecida com:

saida apache2

saida apache2

Neste ponto o apache 2 está online.
Agora vamos instalar o php5 no apache 2 como DSO (php como módulo do apache2).
Para isto digite o comando:

apt-get install php5 libapache2-mod-php5

A saída para este comando é muito parecida com a imagem abaixo:

apache php mod

apache php mod

Pronto, para confirmar que o php 5 está sendo interpretado no apache2, primeiro é necessário digitar o comando abaixo afim de que o apache 2 possa reler suas configurações de maneira simples e rápida:

/etc/init.d/apache2 restart

Esse comando reinicia o apache2. Feito isto, podemos remover o index.html e criar um arquivo php. Para isto faça:

rm -rf /var/www/index.html

Este comando remove o arquivo index.html default do apache2. Abaixo vamos criar um arquivo index.php:

vim /var/www/index.php

Dentro do arquivo coloque o conteúdo da imagem abaixo:

index php

index php

A saída disto pode ser testada em um navegador através do endereço:

http://localhost/index.php

A saída deste acesso deve ser indêntica a imagem abaixo:

localhost

localhost

Agora precisams instalar o mysql 5 em nosso Debian, para isto use o seguinte comando:

apt-get install mysql-server

Será necessário confirmar, conforme a imagem abaixo:

instalar MYSQL

instalar MYSQL

Confirme com S, assim que ocorrer o processo de instalação do mysql server a saída será muito parecida com a imagem abaixo:

confirmar senha MYSQL

confirmar senha MYSQL

Esse trecho o mysql vai pedir a senha de root que será a senha padrão do administrador do mysql 5. Confirme com qualquer senha definida ao seu critério, em seguida uma nova tela será exibida pedindo confirmação de senha novamente, conforme a tela abaixo:

Repetir Senha MYSQL

Repetir Senha MYSQL

As mensagens exibidas na instalação do mysql após confirmado devem ser muito parecidas com as da tela abaixo:

Resultado Mysql

Resultado Mysql

Agora iremos para o passo final, a integração entre o apache, php, mysql e phpmyadmin. Para isto precisamos instalar a integração com o seguinte comando:

apt-get install libapache2-mod-auth-mysql php5-mysql phpmyadmin

Assim que o comando é digitado, conforme citamos acima, você precisa apertar S para que seja confirmada a instalação da integração de o phpmyadmin. A saída do comando acima é muito parecida com a imagem a seguir:

lamp Integracao

Confirmando com S a instalação prosseguirá, porém o phpmyadmin solicitará o container o qual ele vai operar. Devemos escolher o Apache2 conforme nosso padrão de instalação. Printamos a tela com esta informação:

Marque Apache

Marque Apache

Após marcação, a saída final segue-se abaixo:

Saida Integracao

Saida Integracao

Pronto, agora só precisamos reiniciar o apache2 para que toda integração ocorra fielmente, precisamos copiar a pasta do phpmyadmin para o /var/www afim de acessarmos com c o front-end do phpmyadmin.
Para isto digite os comandos:

/etc/init.d/apache2 restart

cp -rp /usr/share/phpmyadmin /var/www

O segundo comando faz a cópia citada.

Para testarmos TUDO basta abrirmos o navegador e inserirmos o endereço http://localhost/phpmyadmin, se a saída for idêntica a da imagem abaixo, parabéns, sua missão acaba agora!

Teste php myadmin FINAL

Teste php myadmin FINAL

Se quiser acessar o phpmyadmin basta colocar root como usuário e informar a senha de root definida no momento da instalação do mysql.

Agradecemos pelo seu empenho junto conosco neste how to 😛

Att: littleoak