Slackware 13.37 (Leet) liberado!

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Depois de quase um ano de desenvolvimento, o tradicional Slackware, tendo à frente a sua equipe de desenvolvedores, lançou o segundo ponto de atualização para a versão 13 de sua poderosa distribuição Linux. Discutindo este lançamento, os colaboradores dizem que os usuários vão “avaliar o desempenho e a estabilidade, que só será possível através de testes rigorosos e bastante cuidadosos”.

Como foi observado anteriormente, a última versão estável deveria ter sido a versão 13.2, mas os desenvolvedores optaram por aumentar o número de versão para 13.37 (“leet”) – para que ele pudesse ter um codinome como outras todas as demais distribuições Linux costumam fazer, ao passo que o Slackware nunca tinha um.

A versão 13.37 do Slackware Linux é baseada no Linux kernel 2.6.37.6, mas também vem com o kernel 2.6.38.4 como uma alternativa para usuários que desejam executar a versão mais recente, caracterizada pelo ambiente desktop KDE 4.5.5 ( todos sabem que o KDE 4.6.2 é a mais nova versão), além da leveza do Xfce, (o 4.8.0 foi lançado em janeiro).

O X Window System foi atualizado e inclui o driver de código-fonte aberto Nouveau para placas gráficas NVIDIA. O instalador do Slackware foi melhorado, e agora suporta a instalação de sistemas de arquivos btrfs. Pacotes de atualizações incluem o serviço mensageiro Pidgin 2.7.11, o editor de imagens GIMP 2.6.11, Perl 5.12.3 e Python 2.6.6, bem como a versão 4.5.5 do navegador Konqueror, SeaMonkey 2.1 Beta 3, o navefador Firefox 4.0 e cliente de e-mail Thunderbird 3.1.9.

Estabilidade e Segurança:

Orgulhando-se extremamente em relação à manutenção da estabilidade e da segurança da distribuição, o Slackware é uma das primeiras distribuições Linux a ser construída em cima do kernel. Após a atualização estável mais recente, não há nenhum roteiro específico para a publicação da próxima versão estável. Da mesma forma que os desenvolvedores do Debian, o projeto Slackware não se atem a rígidos cronogramas, mas espera até que os desenvolvedores estejam bastante satisfeitos com o seu atual estado de desenvolvimento.

Informações adicionais sobre esta atualização estável, ​​podem ser encontradas nos anúncios oficiais de lançamento, em suas notas de lançamento oficiais e na lista de pacotes atualizados. O ramo 13.37 do Slackware Linux está disponível para download para sistemas de 32 e de 64-bits. Até o momento desta liberação, o site do Slackware parecia estar passando por problemas intermitentes.

Aos usuários iniciantes no mundo Linux e que estão conhecendo gradativamente cada uma das distribuições, Slackware Linux é o nome da mais antiga e conhecida distribuição GNU/Linux, que se destaca pela flexibilidade, confiabilidade e alto potencial de utilização. Patrick Volkerding, seu desenvolvedor e mantenedor, estipula metas de produção da distribuição que tem como pilares a simplicidade e estabilidade, alcançando o padrão de distribuição mais Unix-like, ao assegurar seus usuários nas camadas de configuração em console de modo texto para uma total personalização do ambiente.

Apresentando fortes características para uso profissional, Slackware também pode ser considerado como uma distribuição de nível acadêmico, mantendo uma imensa documentação atualizada em sua raiz, para os usuários que necessitem de um conhecimento mais amplo para dominá-lo.

Em tempos de apt, um sistema nos moldes mais tradicionais(diga-se fazer tudo na mão)como Salackware ainda possua um quantidade tão grande de seguidores FANÁTICOS… não por falta de um gestor de pacotes (slackpkg ou slap-get) mas a maioria dos usuários Slack ainda usam/preferem fazer tudo na unha, sei que nosso amigo little_oak configurou servidores a anos atrás e os mesmo sobrevivem até hoje sem que ninguém coloque as mãos para qualquer manutenção, uma coisa que os Slackusers não podem reclamar é em questão de estabilidade…. Ainda mais estável o Slackware  13.37 vai agradar gragos e troianos.

Usem e abusem dessa ESTABILIDADE.

Abraço

Fonte

Mais que uma distribuição: Ubuntu é uma paixão!

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Por estes dias estive trocando idéias com um amigo meu (dooguinha) que também adora Gnu/Linux, sobre qual distribuição usar, visto que estava com Windows XP em meu desktop pessoal e precisava de algo mais enriquecedor em termos de conhecimento (mexer com registro de Windows para remover falhas não é muito proveitoso, rsrsrs).

Resolvi voltar a utilizar-me do Ubuntu.

Antes quero expor alguns problemas que enfrentei antes desta escolha:

1 – Na tentativa de usar o OPENSUSE eu não poderia deixar de comentar da podridão que é em termos de velocidade de update nos repositórios do Opensuse, sem contar o drama que é para achar uma configuração avançada – resumo -> mv opensuse_my_desk /dev/null (apesar da excelente instalação em um hd ide de 320gb, e detecção de maneira louvável com ênfase em hardware),

2 – Na tentativa de usar o Fedora, o que mais me chamou atenção foi o boot todo voltado para arquitetura sata, ou seja, seu boot fica todo duro no /sbin/loader… Quem diria… o foguete ainda nem saiu do forno e já me deixou sem um minuto sequer desejoso em utiliza-lo. Sabe qual foi o fim? mv fedora_my_desk /dev/null,

3 – Na tentativa de usar o CentOS como desktop eu volto no ponto 2 e vivo o mesmo drama… mv centos_my_desk /dev/null.

Confesso que deixei o Ubuntu como sendo a última alternativa. Isto ocorreu devido um teste um pouco frustrado de utilizar-me da 10.04 em meu modesto desktop. Achei lento no uso, porém rápido no boot, e de maneira precipitada não lembrei que os repositórios estavam lotados graças a quantidade de fãs que esta distribuição faz a cada lançamento.

Decidi então subir manualmente o desktop, afim de obter algum “exclarecimento” no quesito velocidade de S.O., optei pela 9.10 subindo para Lucid. Abaixo segue um screen mostrando o primeiro ponto forte do Ubuntu aos meus olhos:


Após update, cheguei na Lucid e modifiquei os botões de janelas para a direita, afinal de contas de livre o mac só tem a escolha de compra do usuário!

Quer apontar os botões para o lado direito? Use:

gconftool-2 --type string --set "/apps/metacity/general/button_layout" "menu:minimize,maximize,close"

E para que isto se aplique a todos os users faça:

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/apps/metacity/general/button_layout" "menu:minimize,maximize,close"

Ambos comandos pedem autorização para rodar, aplique a senha do root e pronto!

Por fim vai um print do meu desktop 😀 (ainda nem terminei minhas customizações, mas gostei das tonalidades).

O dia de testes na penúltima utilização do Ubuntu foi quando criei o tutorial do LAMP2 no Lucid Lynx.

Ah, o problema somente será o espaço para o Slackware 13.1. Estou um pouco triste por que se continuar curtindo meu Ubuntu terminarei abandonando meu slackzinho :(.

Abraços e boa noite ALL!

Gnu/Linux e suas dificuldades na usabilidade (diversidade que pode matar)

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Gnu/Linux sem dúvidas é a prática mais comum no mundo do Software Livre, em outras palavras, é o meio mais fácil e mais comum do mundo Open Source estar declarado em nosso dia-a-dia. Temos ferramentas de uso diário, que são open source e não percebemos, mas quando nos deparamos com o Gnu/Linux nós podemos afirmar – este realmente é free software (ainda que não tenhamos um conceito muito forte do que realmente é software livre, que muitos infelizmente interpretam como software gratuito). Isto, sem sombra de variação é muito fabuloso, pois este excelente sistema que já mostrou do que é capaz, e o melhor, deixou claro que tem seu código aberto para customizações e forks, estando disponível para qualquer pessoa, aonde quer que esteja.
Ao longo de 12 anos de convívio com o Gnu/Linux (tendo somente 5 anos como profissional neste ramo, prestando serviços, e outros 7 “ouvindo falar bem”) pude perceber algumas “metamorfoses” que não vieram e fixaram um conceito amigável de usabilidade.
Vou detalhar isto de maneira abrangente para que fique claro o que realmente desejo expor, a dificuldade na curva de aprendizado, devido a variações muito pesadas nas distribuições Gnu/Linux.
Em 1997 possuía um computador Pentium 133 mhz mmx 100% off-board e tenho um irmão que na época estava fazendo cursos da Conectiva (uma distribuição Gnu/Linux que tinha um corpo técnico que prestava consultoria e cursos), tendo assim um impulso forte para instalação desta distribuição, o que me fez “saber que existia um sistema operacional diferente do Windows 95”, sem contar que no ano seguinte o Macintosh havia se tornado “mais uma daquelas descobertas milenares”. Naquela “descoberta” ouvi falar que ele era Free Software, mas confesso que não fez diferença para mim.
Os anos se passaram, para ser mais preciso 7 anos, e depois de tantas tentativas de me familiarizar com “aquela tela preta, parecia de mais com o MS-DOS”, consegui instalar uma distribuição chamada Slackware. Levei a sério, e fui tomando gosto.
Na época o melhor guia, ou documentação brasileira disponível (ainda está disponível) é o perfeito e completo GuiaFoca, um manual do Gnu/Linux, baseado no Debian, mas operando de maneira simples e direta em outras distribuições.
Passei um ano estudando sem cessar este sistema operacional maravilhoso, o que me fez implementar algumas soluções baseadas em Software Livre no SENAC-PB, empresa que trabalhei durante 3 anos. Adquiri um conhecimento sólido nesta plataforma, mas com o passar do tempo necessitei partir para outras como Red Hat Enterprise, por exemplo, sem contar as distribuições desktop que estavam bombando nesta fase. Com a saída da antiga empresa para outra que prestava consultoria não obtive dificuldades em implementações para clientes, principalmente pelo fato do Slackware ser muito flexível e “bastante Unix”, não senti nada difícil nos primeiros meses.
Nesta etapa eu entendi quais os problemas que as distribuições Gnu/Linux sentiam, isto aos olhos do usuário final, por que o nível de curva de aprendizado torna-se alto quando entramos em uma distribuição comercial. Para que se tenha uma idéia, o CentOS (remasterização do Red Hat Enterprise, respeitando direitos autorais e imagens da instituição), caso seja instalado como servidor, com poucos pacotes default você não terá a ferramenta ifconfig disponível, mas espere, ifconfig é um utilitário disponível em todas as distribuições, isto é padrão, e nem todas usam o system-config. Quantas usam dpkg, apt ou aptitude? Quantas tem o RPM como gestor de pacotes? O Yum? O Yast, Yast2?
Sabemos que são particularidades em cada distribuição, e que tais particularidades visam a automatização de determinadas tarefas que comumente estão vinculadas com o sistema operacional que as implementam.
Neste momento entram as divergências em geral, pois entendemos que comandos básicos sempre serão respeitados, e que seus manuais são preservados de uma distribuição para outra, mas que nem sempre estão no mesmo lugar.
Localidades na árvore de estrutura de dados, nomes de arquivos de configuração, modalidade de configuração de rede a nível de arquivo e forma com que containers web trabalham é muito diversificada em cada distribuição. Isto dificulta no momento de colocar na cabeça de algum xiita de códigos fonte proprietários que o Gnu/Linux é bom!
Observem o estouro e magnitude de distribuições como Ubuntu e Fedora, a nível desktop, vejam o quão abrangentes e aceitáveis elas são, e o mais importante, o quão bem documentadas elas são, mas em uma suave visão diferenciada, tente usar os conceitos aprendidos em cada uma delas em um Gentoo, CentOs ou OpenSuse, talvez você não queira mais usar Gnu/Linux, ou melhor, fará distinção por conhecer todas as ferramentas/utilitários de uma e de outra não.
Deixo claro que o Gnu/Linux é a escolha certa para quem não quer dores de cabeça futuras, quer estabilidade e o melhor, segurança de suas informações garantidas por sistemas que têm geeks de milhares de lugares dedicando-se na provisão de códigos de altíssimo nível e de escalabilidade monstruosa.
Minhas recomendações para marinheiros de primeira viagem:

• Use Ubuntu/Fedora para desktop, principalmente o Ubuntu que permite upgrades de versão do Sistema Operacional de maneira mais segura,
• Use CentOs/Ubuntu/Slackware ou Debian em seus servidores, principalmente Ubuntu/Debian que permitem upgrades de versões sem maiores dores de cabeça,
• Use Ubuntu/Fedora em escritórios, principalmente por sua quantidade enorme de drivers (módulos) para impressoras e etc.

Existem outras distribuições Gnu/Linux que têm tido muito prestígio, como por exemplo cito o Mandrake, empresa que assumiu a Conectiva e que tem se destacado pela ampla gama de produtos e suporte de qualidade, sendo hoje conhecida como Mandriva. OpenSuse, outra distribuição muito respeitada, versão Grátis e de código fonte aberto, 100% baseada no Suse Enterprise, mantido pela comunidade open source do mundo inteiro, esta é bastante amigável também.
Lembre-se que uma distribuição deve primar por conceitos de segurança, estabilidade e alto desempenho, principalmente, deverá ser bem documentada, e trivialmente falando, documentada maciçamente sobre suas ferramentas em particular.
Gestores de pacotes também são algo que tornam a problemática maior, por que os pacotes .DEB e .RPM imperam, seguidos de seus gestores deb/apt/aptitude e RPM/up2date/yum. Sabemos que é simples compilar algo (em alguns casos, devido requerimento de paths para libs a situação poderá complicar-se) e ajustar paths de destino, mas nem tudo isto brilha aos olhos dos mantenedores de software, tanto pelo nível de dificuldade avaliado para compilações e geração de source pré-compilado na plataforma como pela simplicidade de gestão (upgrade, downgrade e patching em geral).
Quanto ao GuiaFoca, este ainda é a melhor alternativa em documentação Gnu/Linux (falando de maneira geral), mas não atenha-se ao mesmo pois as distribuições estão mudando e agora parecem que estão tomando “independência” ou pensam em seguir assim, longe de padrões LSB.
Aprender sempre é bom, mas não atenha-se a distribuições muito individualistas, isto poderá complicar sua vida em um futuro muito próximo, principalmente no que tange ciclo de vida da versão do sistema ou até descontinuidade do projeto adotado por você ou por sua empresa (vide distribuições como Kurumin que tinham excelente iniciativa, mas que estão agonizado neste momento, Conectiva – adquirida pela Mandrake e outras).

As particularidades excessivas das distribuições estão levando as distribuições que adotam esta modalidade de negócio/serviço para uma ilha de destaque e talvez solidão.

Muito cuidado com sua escolha!

Abraços a todos e bom trabalho/estudo.

S1 Ponto: Sistema de controle de ponto Open Source para Linux

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Nesse artigo abordarei a instalação do programa S1 Ponto na distribuição Slackware Linux 12.1. O S1 Ponto é um software de controle de ponto Open Source em fase inicial de desenvolvimento. Atualmente ele contém módulo de cadastro de funcionários, marcações de ponto e e emissão de relatórios.

O S1 Ponto foi iniciado a pedido de minha esposa, que não queria mais gastar dinheiro com cadernos de ponto na empresa onde trabalha. É um projeto em fase inicial, mas que já possui o básico de um sistema de controle de ponto.

O S1 Ponto usa a biblioteca libfprint[1] para reconhecimento de impressões digitais, o que torna o software compatível com mais de 40 leitores de impressão digital.

O cadastro de funcionários e impressão de relatórios usa interface web desenvolvida com framework django.

Página do projeto: http://s1ponto.opens1.com/

1. A biblioteca libfprint já foi matéria de artigo aqui no Viva o Linux: fprint: Biometria livre, completa e total!

Instalando as dependências

O presente artigo abordará a instalação do S1 Ponto na distribuição Slackware Linux 12.1, no entanto nada impede que o mesmo seja instalado em qualquer outra distribuição, uma vez que todas as dependências sejam resolvidas.

Eis a lista de dependências e seu respectivos sites:

Baixando e instalando o Django, framework de desenvolvimento web/python: $ wget ‘http://s1ponto.opens1.com/download/django-1.0-noarch-1_SBo.tgz?attredirects=0’ -O django-1.0-noarch-1_SBo.tgz
# upgradepkg –install-new django-1.0-noarch-1_SBo.tgz

Baixando e instalando o PySqlite2, pacote com os bindings em Python para base de dados SQLite:

$ wget ‘http://s1ponto.opens1.com/download/pysqlite2-2.3.5-i486-1_SBo.tgz?attredirects=0’ -O pysqlite2-2.3.5-i486-1_SBo.tgz
# upgradepkg –install-new pysqlite2-2.3.5-i486-1_SBo.tgz

Baixando e instalando o SQLite, engine de banco de dados padrão do S1 Ponto (por ser desenvolvido em Django, o sistema pode usar opcionalmente outras bases com MySQL, PostgreSQL ou Oracle).

$ wget ‘http://s1ponto.opens1.com/download/sqlite-3.6.2-i486-1_SBo.tgz?attredirects=0’ -O sqlite-3.6.2-i486-1_SBo.tgz
# upgradepkg –install-new sqlite-3.6.2-i486-1_SBo.tgz

Baixando e instalando o mod_python, módulo do Apache para interpretação de scripts Python:

$ wget ‘http://s1ponto.opens1.com/download/mod_python-3.3.1-i486-1_SBo.tgz?attredirects=0’ -O mod_python-3.3.1-i486-1_SBo.tgz
# upgradepkg –install-new mod_python-3.3.1-i486-1_SBo.tgz

Baixando e instalando a LibFprint, biblioteca Open Source de captura e reconhecimento de impressões digitais:

$ wget ‘http://s1ponto.opens1.com/download/libfprint-0.0.6-i486-1_SBo.tgz?attredirects=0’ -O libfprint-0.0.6-i486-1_SBo.tgz
# upgradepkg –install-new libfprint-0.0.6-i486-1_SBo.tgz

Baixando e instalando o Swig, uma interface de compilação que integra C/C++ com linguagens de script:

$ wget ‘http://s1ponto.opens1.com/download/swig-1.3.35-i486-1_SBo.tgz?attredirects=0’ -O swig-1.3.35-i486-1_SBo.tgz
# upgradepkg –install-new swig-1.3.35-i486-1_SBo.tgz

Baixando e instalando o PyFprint, pacote com os bindings em Python para a biblioteca LibFprint.

$ wget -O ‘http://s1ponto.opens1.com/download/pyfprint-0.0-noarch-1_tla.tgz?attredirects=0’ pyfprint-0.0-noarch-1_tla.tgz
# upgradepkg –install-new pyfprint-0.0-noarch-1_tla.tgz


Instalando o S1 Ponto

Para instalar o S1 Ponto faça o download do software:

$ wget ‘http://sites.google.com/a/opens1.com/s1ponto/download/s1ponto-0.0.1.tar.gz?attredirects=0’ -O s1ponto-0.0.1.tar.gz

Descompacte o arquivo:

$ tar -xpzvf s1ponto-0.0.1.tar.gz

Entre na pasta:

$ cd s1ponto

Como super usuário execute o script “install.sh”, ele perguntará em qual usuário o instalador deverá colocar o ícone no Desktop:

$ su
# sh install.sh

Instalando S1 Ponto:

Criar ícone no Desktop do usuário:
1) ftp
2) teste
#? 2

Configurando o sistema para o uso do software:

* Permitindo acesso ao leitor de impressões digitais.

Para que usuários do grupo “plugdev” tenham acesso ao dispositivo será necessário editar o arquivo: /etc/udev/rules.d/50-udev-default.rules

Alterando a linha que contém SUBSYSTEM==”usb” adicionando os parâmetros MODE=”0664″ e GROUP=”plugdev”. Deixe-a assim:

SUBSYSTEM==”usb”, ACTION==”add”, ENV{DEVTYPE}==”usb_device”, NAME=”bus/usb/$env{BUSNUM}/$env{DEVNUM}”, MODE=”0664″, GROUP=”plugdev”

Configurando o Apache:

Edite o arquivo /etc/httpd/httpd.conf, após a linha:

LoadModule rewrite_module lib/httpd/modules/mod_rewrite.so

Adicione a seguinte linha:

LoadModule python_module lib/httpd/modules/mod_python.so

Após o bloco:

<Directory “/srv/httpd/htdocs”>

</Directory>

Adicione o seguinte bloco:

<Directory “/opt”>
Options Indexes FollowSymLinks
AllowOverride None
Order allow,deny
Allow from all
</Directory>

E por último descomente a linha:

Include /etc/httpd/extra/httpd-vhosts.conf

Edite o arquivo /etc/httpd/extra/httpd-vhosts.conf, remova todo seu conteúdo e adicione o seguinte:

NameVirtualHost *:80
<VirtualHost *:80>
DocumentRoot /opt/s1ponto/media

<Location “/”>
SetHandler python-program
PythonHandler django.core.handlers.modpython
SetEnv DJANGO_SETTINGS_MODULE s1ponto.settings
PythonDebug On
PythonPath “[‘/opt’,’/opt/s1ponto’] + sys.path”
</Location>

<Location “/media”>
SetHandler None
</Location>

<Location “/arquivos”>
SetHandler None
</Location>

</VirtualHost>

Após todos estes passos configure o Apache para iniciar automaticamente e inicie o mesmo:

# chmod +x /etc/rc.d/rc.httpd
# /etc/rc.d/rc.httpd start

O programa S1 Ponto está pronto para ser usado!

Para cadastrar os funcionários e emitir os relatórios, use a interface web.

Endereço: http://localhost/
Usuário: s1ponto
Senha: s1ponto

Para cadastrar as impressões digitais, abra o sistema de ponto através do ícone no Desktop e use o atalho Ctrl+Shift+L.
Usuário: s1ponto
Senha: s1ponto

Bom proveito a todos e aguardo contribuições e ideias.

Veja abaixo um pequeno vídeo de demonstração do software:

fonte: http://www.vivaolinux.com.br/artigo/S1-Ponto-Sistema-de-controle-de-ponto-Open-Source-para-Linux?pagina=1

Lançado Slackware 12.2 RC 1

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Essa notícia eu faço questão de publicar -> Só para amantes do Slack!

O bom e velho slack vem aí com uma versão mais bombada!
Confira a nota vinda do Br-Linux:

“Segundo o ChangeLog do Slackware current, com as atuais modificações, pode ser considerado lançado o primeiro release candidade da próxima versão estável.

Entre as considerações a notar, o fato do release estar bem próximo, talvez para a próxima semana, e que o KDE4 só entrará definitivamente na versão estável – saindo do repositório testing – no Slackware 13.0.”

Para conferir acesse:

http://br-linux.org/2008/lancado-slackware-122-rc-1/
http://dev.slackware.it/changelogs/view.php?q=current/1228282443

http://www.linux-mg.org/comunidade/index.php?topic=285.msg762#new