CPANEL ERROR with rpm_check_debug vs depsolve: libcups.so.2()(64bit) is needed by gtk2-2.18.9-10.el6.x86_64

Standard

Se o erro que surge para você, ao usar o YUM é este:

ERROR with rpm_check_debug vs depsolve:

libcups.so.2()(64bit) is needed by gtk2-2.18.9-10.el6.x86_64… (onde … são inúmeros erros), se estiver usando CENTOS é por que os pacotes gtk estão colidindo.
Para sanar seu YUM (isso eu recomendo SOMENTE em servidores que não precisamos de tais pacotes), procure por /etc/yum.conf, dentro dele, na parte inicial tem o exclude, depois de apache* coloque gtk* (seguindo o ritmo de espaços entre regras de exclusão de pacotes a não sofrerem alterações).

Depois disso, yum update -y

The RPM DB is corrupt CPANEL WHM (como resolver)

Standard

Se a mensagem que você está recebendo for:

An automatic check on (Host Name) found the RPM database to be corrupted. An attempt was made to automatically fix the database but it was not successful. Please resolve this problem on your system. A backup of the original state of the RPM database directory can be found at /var/lib/rpm.rebuild.backup*

Tente as seguintes soluções logado no console (como root):

mkdir /root/old_rpm_dbs/
mv /var/lib/rpm/__db* /root/old_rpm_dbs/
rpm --rebuilddb

Se o erro persistir, logando no console (como root) rode:

/scripts/rpmup
Caso resolva com este comando, ok, se ocorrer o erro abaixo é por que sua biblioteca GLIBC não estão 100%:
rpm: error while loading shared libraries: libm.so.6: cannot open shared object file: No such file or directory
/usr/bin/perl: error while loading shared libraries: libresolv.so.2: cannot open shared object file: No such file or directory
Veja se está ok com o seguinte comando:
rpm -q glibc
Se a resposta for:
package glibc is not installed
Vamos instalar o pacote:
yum --enablerepo=updates-testing --enablerepo=testing install glibc-devel

Red Hat, Centos, Fedora e Rhel Based com intel E1000 (e1000e) apresentando queda de rede

Standard

Uma coisa interessante, na verdade um bug no módulo de rede E1000 (Intel GB) está ocorrendo em plataformas Rhel Based (Red Hat 5.x e 6.x e Fedora 16) onde o sistema operacional simplesmente deixa a interface de rede trabalhando, do nada a mesma apresenta congelamento (isto mesmo, o sistema continua on, mas a interface de rede OFF). Não adiantará muito atualizar o Kernel, pois ele não trará a solução. Abaixo irei dar dicas de como resolver, no meu caso fui vitimado sob Centos 6.2:

Como root execute:

lsmod | grep e1000

Se a resposta for:

e1000e

Execute o comando como root:

modinfo e1000e

Na saída, logo no começo, veja se a informação do módulo é esta:

version: 1.4.4-k

Caso seja é JUSTAMENTE a cabrita bugada, para sanar vamos ativar um repositório com rpms fresquinhos:

CentOS 6.x -> rode como root:

rpm -Uvh http://elrepo.org/elrepo-release-6-4.el6.elrepo.noarch.rpm

CentOS 5.x -> rode como root:

rpm -Uvh http://elrepo.org/elrepo-release-5-3.el5.elrepo.noarch.rpm

Depois, como root rode:

yum install kmod-e1000e.x86_64 -y

Depois será necessário um reboot no servidor.
Assim que o servidor levantar rode:

modinfo e1000e

Veja se está como abaixo:

[root@appunixlabs ~]# modinfo e1000e
filename: /lib/modules/2.6.32-220.17.1.el6.x86_64/weak-updates/e1000e/e1000e.ko
version: 1.11.3-NAPI

 

Devemos forçar o kernel a utilizar alguns recursos a menos para que possamos contornar o bug, vamos forçar o consumo de energia ao invés de poupar (infelizmente TI verde não é com essa NIC -> Active-State Power Management tem de estar OFF), entre no grub.conf e informa a linha abaixo no final da instrução de boot do kernel utilizado por seu sistema:

pcie_aspm=off e1000e.IntMode=1,1 e1000e.InterruptThrottleRate=10000,10000 acpi=off

 

Se você receber Kernel Panic por causa das flags acima, entre novamente no servidor com qualquer outra imagem de kernel e informe no final da primeira instrução de kernel que apresentava Kernel Panic:

pcie_aspm=off

Somente a flag acima e deixa o pau quebrar.

 

Bug informado em:

https://bugzilla.redhat.com/show_bug.cgi?id=632650

https://bugzilla.redhat.com/show_bug.cgi?id=808638

https://bugzilla.redhat.com/show_bug.cgi?id=625776

http://bugs.centos.org/view.php?id=5614

 

Como instalar yum no Centos 32 e 64 bits sem complicação

Standard

Tutorial de instalação do YUM no CENTOS 5 (tanto para 32 bits como 64 bits):

Para 32 bits (i386):

rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/elfutils-libs-0.137-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/gmp-4.1.4-10.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/readline-5.1-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-2.4.3-27.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-iniparse-0.2.3-4.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/libxml2-2.6.26-2.1.2.8.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/libxml2-python-2.6.26-2.1.2.8.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/expat-1.95.8-8.2.1.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-elementtree-1.2.6-5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/sqlite-3.3.6-5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-sqlite-1.1.7-1.2.1.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/elfutils-0.137-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/rpm-python-4.4.2.3-18.el5.i386.rpm # (1)
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/m2crypto-0.16-6.el5.6.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-urlgrabber-3.1.0-5.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-metadata-parser-1.1.2-3.el5.centos.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-3.2.22-20.el5.centos.noarch.rpm http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-fastestmirror-1.1.16-13.el5.centos.noarch.rpm
yum -y update

Para 64 bits (x86_64):

rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/gmp-4.1.4-10.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/readline-5.1-3.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-2.4.3-27.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/libxml2-2.6.26-2.1.2.8.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/libxml2-python-2.6.26-2.1.2.8.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/expat-1.95.8-8.2.1.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-elementtree-1.2.6-5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/sqlite-3.3.6-5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-sqlite-1.1.7-1.2.1.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/elfutils-libelf-0.137-3.el5.x86_64.rpm
rpm –nodeps -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/elfutils-0.137-3.el5.x86_64.rpm
rpm –nodeps -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/rpm-4.4.2.3-18.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/rpm-python-4.4.2.3-18.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/m2crypto-0.16-6.el5.6.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-urlgrabber-3.1.0-5.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-metadata-parser-1.1.2-3.el5.centos.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-iniparse-0.2.3-4.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-fastestmirror-1.1.16-13.el5.centos.noarch.rpm http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-3.2.22-20.el5.centos.noarch.rpm
yum -y update

Abraços.

Como instalar YUM no Red Hat 4 ou Centos 4

Standard

Essa é uma questão muito comum entre os sysadmins que tentam instalar o yum no red hat 4 ou centos 4 e não têm tido sucesso.

Abaixo preparei um how to com um link próprio dos arquivos para que você não tente encontrar o pacote na web e acabe se decepcionando ao ver navios.

Para instalar o yum no centos ou redhat siga exatamente o que será descrito.

Esse how to mostra como instalar o yum no RedHat 4.x (centos 4.x) de maneira simples e amigável.

O que será preciso?

1 – Estar logado como root no terminal,
2 – Criar um diretório aonde as coisas estarão armazenadas,
3 – Ter uma internet acessível para poder baixar (claro!).

Logue-se como root, em seguida, na pasta root crie algo como:

mkdir tmp
cd tmp

Agora que estamos dentro de /root/tmp nós iremos baixar todos os arquivos necessários e iremos deixar que o próprio yum dê conta do recado. Use exatamente os comandos abaixo para pegar os arquivos:

wget http://www.libphp.net/repositorio/yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm

Agora que já temos os arquivos (pacotes) vamos instalar os mesmos:

rpm -ivh libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
rpm -ivh python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm
rpm -ivh yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm

Vamos ajustar o repositório:

wget http://www.libphp.net/repositorio/rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Após

rpm -ivh rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Depois disto somente faça:

yum update

Pronto!

yum: error: no dbpath has been set on Centos VPS

Standard

Seu erro parece com:

[ root@nomedoserver]# yum clean all
Loaded plugins: fastestmirror
error: no dbpath has been set
error: cannot open Packages database in /%{_dbpath}
Traceback (most recent call last):
File “/usr/bin/yum”, line 29, in ?
yummain.user_main(sys.argv[1:], exit_code=True)
File “/usr/share/yum-cli/yummain.py”, line 229, in user_main
errcode = main(args)
File “/usr/share/yum-cli/yummain.py”, line 84, in main
base.getOptionsConfig(args)
File “/usr/share/yum-cli/cli.py”, line 184, in getOptionsConfig
enabled_plugins=self.optparser._splitArg(opts.enableplugins))
File “/usr/lib/python2.4/site-packages/yum/__init__.py”, line 191, in _getConfig
self._conf = config.readMainConfig(startupconf)
File “/usr/lib/python2.4/site-packages/yum/config.py”, line 754, in readMainConfig
yumvars[‘releasever’] = _getsysver(startupconf.installroot, startupconf.distroverpkg)
File “/usr/lib/python2.4/site-packages/yum/config.py”, line 824, in _getsysver
idx = ts.dbMatch(‘provides’, distroverpkg)
TypeError: rpmdb open failed

Use:

yum clean all
rm -f /var/lib/rpm/__db*
rpm –rebuilddb
yum update

Se persistir:

rm /dev/urandom
mknod -m 644 /dev/urandom c 1 9

(DEVE RESOLVER)
Caso não resolva pare a vps
mknod –mode 644 /vz/private/100/lib/udev/devices/urandom c 1 9
start VPS

Instalando YUM no CENTOS 5 (32 e 64 bits) How to install yum on Centos 5

Standard

Galera, bom dia, faz tempo que não posto, maaasss, abaixo segue tutorial de instalação do YUM no CENTOS 5 (tanto para 32 bits como 64 bits):

PARA 32 bits (i386):

rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/elfutils-libs-0.137-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/gmp-4.1.4-10.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/readline-5.1-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-2.4.3-27.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-iniparse-0.2.3-4.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/libxml2-2.6.26-2.1.2.8.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/libxml2-python-2.6.26-2.1.2.8.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/expat-1.95.8-8.2.1.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-elementtree-1.2.6-5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/sqlite-3.3.6-5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-sqlite-1.1.7-1.2.1.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/elfutils-0.137-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/rpm-python-4.4.2.3-18.el5.i386.rpm # (1)
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/m2crypto-0.16-6.el5.6.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-urlgrabber-3.1.0-5.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-metadata-parser-1.1.2-3.el5.centos.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-3.2.22-20.el5.centos.noarch.rpm http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-fastestmirror-1.1.16-13.el5.centos.noarch.rpm
yum -y update

PARA 64 bits (x86_64):

rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/gmp-4.1.4-10.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/readline-5.1-3.el5.x86_64.rpm 
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-2.4.3-27.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/libxml2-2.6.26-2.1.2.8.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/libxml2-python-2.6.26-2.1.2.8.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/expat-1.95.8-8.2.1.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-elementtree-1.2.6-5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/sqlite-3.3.6-5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-sqlite-1.1.7-1.2.1.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/elfutils-libelf-0.137-3.el5.x86_64.rpm
rpm --nodeps -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/elfutils-0.137-3.el5.x86_64.rpm
rpm --nodeps -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/rpm-4.4.2.3-18.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/rpm-python-4.4.2.3-18.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/m2crypto-0.16-6.el5.6.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-urlgrabber-3.1.0-5.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-metadata-parser-1.1.2-3.el5.centos.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-iniparse-0.2.3-4.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-fastestmirror-1.1.16-13.el5.centos.noarch.rpm http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-3.2.22-20.el5.centos.noarch.rpm
yum -y update

Abraços.

Quando tudo estiver para baixo (down) use yum-allowdowngrade!

Standard

Bom galera, o nerd aqui vai postar algo um pouco interessante para quem usa Red Hat/Centos/Fedora (e based) e usa o yum para fazer manipulação de pacotes e etc. Se você tem a necessidade de DownGrade de qualquer coisa que instalou no server, principalmente se usou yum, nada de problema, siga os passos abaixo e seja feliz (faça os passos abaixo como root):

yum install yum-allowdowngrade

Após, precisamos habilitar o yum para fazer downgrades, neste caso:

vim /etc/yum.conf

vim /etc/yum.conf
# show all available packages, not just latest
showdupesfromrepos=1

Após, vamos ver um exemplo:

yum list speex speex-devel

Installed Packages
speex.i386 1.0.5-4.el5_1.1 installed
speex-devel.i386 1.0.5-4.el5_1.1 installed

Available Packages
speex.i386 1.0.5-4 base
speex-devel.i386 1.0.5-4 base

Vamos remover as coisas antigas:

yum remove speex speex-devel

Agora instalamos a coisa:

yum --allow-downgrade install speex-1.0.5-4 speex-devel-1.0.5-4

E para garantir que a coisa não será atualizada após update do yum:

vim /etc/yum.conf
# do not show all available packages, just latest
showdupesfromrepos=0
# exclude packages from updated
exclude=speex speex-devel

Evitando problemas entre o yum update e o whm/cpanel

Standard

Uma coisa muito comum é que as pessoas instalam o yum em servidores CentOs/RedHat 4 com whm/cpanel e mandam um belo update, fazendo isto seu sistema irá atualizar todos os recursos possíveis visando segurança/estabilidade, entretanto, ativando esta update você estará aniquilando com compatibilidades entre whm/cpanel e seu S.O.

Para evitar isto em seu sistema acesse:

vim /etc/yum.conf

(eu uso vim por que gosto, mas use pico, emacs, elvis, vi, nano e etc)

Dentro dele deixe mais ou menos assim (depois de main):

exclude=apache* bind-chroot courier* dovecot* exim* httpd* mod_ssl* mysql* nsd* perl* php* proftpd* pure-ftpd* ruby* spamassassin* squirrelmail*

Isso irá garantir que tais recursos nÃo sejam atualizados pelo yum, sendo assim, quando o cpanel buscar as updates nos repositórios oficiais dele não haverá conflito ou pacotes já atualizados (patcheados) de maneira contrária ao recomendado.

Abraçoooos!

God Bless!

How to install yum on red hat 4 or Centos 4 – Como instalar yum no Redhat 4 ou Centos 4

Standard

Essa é uma questão muito comum entre os sysadmins que tentam instalar o yum no red hat 4 ou centos 4 e não têm tido sucesso.

Abaixo preparei um how to com um link próprio dos arquivos para que você não tente encontrar o pacote na web e acabe se decepcionando ao ver navios.

Para instalar o yum no centos ou redhat siga exatamente o que será descrito.

Esse how to mostra como instalar o yum no RedHat 4.x (centos 4.x) de maneira simples e amigável.

O que será preciso?

1 – Estar logado como root no terminal,
2 – Criar um diretório aonde as coisas estarão armazenadas,
3 – Ter uma internet acessível para poder baixar (claro!).

Logue-se como root, em seguida, na pasta root crie algo como:

mkdir tmp
cd tmp

Agora que estamos dentro de /root/tmp nós iremos baixar todos os arquivos necessários e iremos deixar que o próprio yum dê conta do recado. Use exatamente os comandos abaixo para pegar os arquivos:

wget http://www.libphp.net/repositorio/yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm

Agora que já temos os arquivos (pacotes) vamos instalar os mesmos:

rpm -ivh libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
rpm -ivh python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm
rpm -ivh yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm

Vamos ajustar o repositório:

wget http://www.libphp.net/repositorio/rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Após

rpm -ivh rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Depois disto somente faça:

yum update

Pronto!

Abração a todos e bom trabalho.

Gnu/Linux e suas dificuldades na usabilidade (diversidade que pode matar)

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Gnu/Linux sem dúvidas é a prática mais comum no mundo do Software Livre, em outras palavras, é o meio mais fácil e mais comum do mundo Open Source estar declarado em nosso dia-a-dia. Temos ferramentas de uso diário, que são open source e não percebemos, mas quando nos deparamos com o Gnu/Linux nós podemos afirmar – este realmente é free software (ainda que não tenhamos um conceito muito forte do que realmente é software livre, que muitos infelizmente interpretam como software gratuito). Isto, sem sombra de variação é muito fabuloso, pois este excelente sistema que já mostrou do que é capaz, e o melhor, deixou claro que tem seu código aberto para customizações e forks, estando disponível para qualquer pessoa, aonde quer que esteja.
Ao longo de 12 anos de convívio com o Gnu/Linux (tendo somente 5 anos como profissional neste ramo, prestando serviços, e outros 7 “ouvindo falar bem”) pude perceber algumas “metamorfoses” que não vieram e fixaram um conceito amigável de usabilidade.
Vou detalhar isto de maneira abrangente para que fique claro o que realmente desejo expor, a dificuldade na curva de aprendizado, devido a variações muito pesadas nas distribuições Gnu/Linux.
Em 1997 possuía um computador Pentium 133 mhz mmx 100% off-board e tenho um irmão que na época estava fazendo cursos da Conectiva (uma distribuição Gnu/Linux que tinha um corpo técnico que prestava consultoria e cursos), tendo assim um impulso forte para instalação desta distribuição, o que me fez “saber que existia um sistema operacional diferente do Windows 95”, sem contar que no ano seguinte o Macintosh havia se tornado “mais uma daquelas descobertas milenares”. Naquela “descoberta” ouvi falar que ele era Free Software, mas confesso que não fez diferença para mim.
Os anos se passaram, para ser mais preciso 7 anos, e depois de tantas tentativas de me familiarizar com “aquela tela preta, parecia de mais com o MS-DOS”, consegui instalar uma distribuição chamada Slackware. Levei a sério, e fui tomando gosto.
Na época o melhor guia, ou documentação brasileira disponível (ainda está disponível) é o perfeito e completo GuiaFoca, um manual do Gnu/Linux, baseado no Debian, mas operando de maneira simples e direta em outras distribuições.
Passei um ano estudando sem cessar este sistema operacional maravilhoso, o que me fez implementar algumas soluções baseadas em Software Livre no SENAC-PB, empresa que trabalhei durante 3 anos. Adquiri um conhecimento sólido nesta plataforma, mas com o passar do tempo necessitei partir para outras como Red Hat Enterprise, por exemplo, sem contar as distribuições desktop que estavam bombando nesta fase. Com a saída da antiga empresa para outra que prestava consultoria não obtive dificuldades em implementações para clientes, principalmente pelo fato do Slackware ser muito flexível e “bastante Unix”, não senti nada difícil nos primeiros meses.
Nesta etapa eu entendi quais os problemas que as distribuições Gnu/Linux sentiam, isto aos olhos do usuário final, por que o nível de curva de aprendizado torna-se alto quando entramos em uma distribuição comercial. Para que se tenha uma idéia, o CentOS (remasterização do Red Hat Enterprise, respeitando direitos autorais e imagens da instituição), caso seja instalado como servidor, com poucos pacotes default você não terá a ferramenta ifconfig disponível, mas espere, ifconfig é um utilitário disponível em todas as distribuições, isto é padrão, e nem todas usam o system-config. Quantas usam dpkg, apt ou aptitude? Quantas tem o RPM como gestor de pacotes? O Yum? O Yast, Yast2?
Sabemos que são particularidades em cada distribuição, e que tais particularidades visam a automatização de determinadas tarefas que comumente estão vinculadas com o sistema operacional que as implementam.
Neste momento entram as divergências em geral, pois entendemos que comandos básicos sempre serão respeitados, e que seus manuais são preservados de uma distribuição para outra, mas que nem sempre estão no mesmo lugar.
Localidades na árvore de estrutura de dados, nomes de arquivos de configuração, modalidade de configuração de rede a nível de arquivo e forma com que containers web trabalham é muito diversificada em cada distribuição. Isto dificulta no momento de colocar na cabeça de algum xiita de códigos fonte proprietários que o Gnu/Linux é bom!
Observem o estouro e magnitude de distribuições como Ubuntu e Fedora, a nível desktop, vejam o quão abrangentes e aceitáveis elas são, e o mais importante, o quão bem documentadas elas são, mas em uma suave visão diferenciada, tente usar os conceitos aprendidos em cada uma delas em um Gentoo, CentOs ou OpenSuse, talvez você não queira mais usar Gnu/Linux, ou melhor, fará distinção por conhecer todas as ferramentas/utilitários de uma e de outra não.
Deixo claro que o Gnu/Linux é a escolha certa para quem não quer dores de cabeça futuras, quer estabilidade e o melhor, segurança de suas informações garantidas por sistemas que têm geeks de milhares de lugares dedicando-se na provisão de códigos de altíssimo nível e de escalabilidade monstruosa.
Minhas recomendações para marinheiros de primeira viagem:

• Use Ubuntu/Fedora para desktop, principalmente o Ubuntu que permite upgrades de versão do Sistema Operacional de maneira mais segura,
• Use CentOs/Ubuntu/Slackware ou Debian em seus servidores, principalmente Ubuntu/Debian que permitem upgrades de versões sem maiores dores de cabeça,
• Use Ubuntu/Fedora em escritórios, principalmente por sua quantidade enorme de drivers (módulos) para impressoras e etc.

Existem outras distribuições Gnu/Linux que têm tido muito prestígio, como por exemplo cito o Mandrake, empresa que assumiu a Conectiva e que tem se destacado pela ampla gama de produtos e suporte de qualidade, sendo hoje conhecida como Mandriva. OpenSuse, outra distribuição muito respeitada, versão Grátis e de código fonte aberto, 100% baseada no Suse Enterprise, mantido pela comunidade open source do mundo inteiro, esta é bastante amigável também.
Lembre-se que uma distribuição deve primar por conceitos de segurança, estabilidade e alto desempenho, principalmente, deverá ser bem documentada, e trivialmente falando, documentada maciçamente sobre suas ferramentas em particular.
Gestores de pacotes também são algo que tornam a problemática maior, por que os pacotes .DEB e .RPM imperam, seguidos de seus gestores deb/apt/aptitude e RPM/up2date/yum. Sabemos que é simples compilar algo (em alguns casos, devido requerimento de paths para libs a situação poderá complicar-se) e ajustar paths de destino, mas nem tudo isto brilha aos olhos dos mantenedores de software, tanto pelo nível de dificuldade avaliado para compilações e geração de source pré-compilado na plataforma como pela simplicidade de gestão (upgrade, downgrade e patching em geral).
Quanto ao GuiaFoca, este ainda é a melhor alternativa em documentação Gnu/Linux (falando de maneira geral), mas não atenha-se ao mesmo pois as distribuições estão mudando e agora parecem que estão tomando “independência” ou pensam em seguir assim, longe de padrões LSB.
Aprender sempre é bom, mas não atenha-se a distribuições muito individualistas, isto poderá complicar sua vida em um futuro muito próximo, principalmente no que tange ciclo de vida da versão do sistema ou até descontinuidade do projeto adotado por você ou por sua empresa (vide distribuições como Kurumin que tinham excelente iniciativa, mas que estão agonizado neste momento, Conectiva – adquirida pela Mandrake e outras).

As particularidades excessivas das distribuições estão levando as distribuições que adotam esta modalidade de negócio/serviço para uma ilha de destaque e talvez solidão.

Muito cuidado com sua escolha!

Abraços a todos e bom trabalho/estudo.

how to configure network on red hat Configurando interfaces de rede manualmente no Centos Fedora ou Red Hat

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Boa noite,

Estou usando o CentOs 5.3 (na realidade era o 5.1 e o maravilhoso yum fez a upgrade tranquilamente) e necessitei configurar a interface de rede manualmente.
Supondo que sua interface seja a eth0 (a primeira) você deve acessar seu arquivo assim:

vim /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0

O vim não é obrigação, entretanto gosto dele.

Observe a sintaxe abaixo:

DEVICE=eth0
BOOTPROTO=static
DHCPCLASS=
HWADDR=00:30:48:56:A6:NE
IPADDR=192.168.1.101
NETMASK=255.255.255.0
ONBOOT=yes

Fazendo isto (tornando sua sintaxe semelhante) você estará:

colocando o ip da interface estaticamente como sendo 192.168.1.101 e dizendo que isto será feito no momento do boot do sistema.

Em seguida entre aqui:

vim /etc/sysconfig/network

NETWORKING=yes
HOSTNAME=libphp1
GATEWAY=192.168.1.1

Aqui definimos a rede como sendo o hostname libphp1 e o gateway 192.168.1.1

Após isto somente faça isto:

/etc/init.d/network restart

Depois podemos até setar um dns para acesso a web:

vim /etc/resolv.conf

Dentro dele eu coloquei assim:

nameserver 200.165.132.148
nameserver 200.165.132.155

Este é o modo simples de definir o dns da velox.

Abração e tenham uma semana excelente e abençoada por Deus.

Gnu/Linux e suas dificuldades na usabilidade (diversidade que pode matar)

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Gnu/Linux e suas dificuldades na usabilidade (diversidade que pode matar)

Gnu/Linux sem dúvidas é a prática mais comum no mundo do Software Livre, em outras palavras, é o meio mais fácil e mais comum do mundo Open Source estar declarado em nosso dia-a-dia. Temos ferramentas de uso diário, que são open source e não percebemos, mas quando nos deparamos com o Gnu/Linux nós podemos afirmar – este realmente é free software (ainda que não tenhamos um conceito muito forte do que realmente é software livre, que muitos infelizmente interpretam como software gratuito). Isto, sem sombra de variação é muito fabuloso, pois este excelente sistema que já mostrou do que é capaz, e o melhor, deixou claro que tem seu código aberto para customizações e forks, estando disponível para qualquer pessoa, aonde quer que esteja.
Ao longo de 12 anos de convívio com o Gnu/Linux (tendo somente 5 anos como profissional neste ramo, prestando serviços, e outros 7 “ouvindo falar bem”) pude perceber algumas “metamorfoses” que não vieram e fixaram um conceito amigável de usabilidade.
Vou detalhar isto de maneira abrangente para que fique claro o que realmente desejo expor, a dificuldade na curva de aprendizado, devido a variações muito pesadas nas distribuições Gnu/Linux.
Em 1997 possuía um computador Pentium 133 mhz mmx 100% off-board e tenho um irmão que na época estava fazendo cursos da Conectiva (uma distribuição Gnu/Linux que tinha um corpo técnico que prestava consultoria e cursos), tendo assim um impulso forte para instalação desta distribuição, o que me fez “saber que existia um sistema operacional diferente do Windows 95”, sem contar que no ano seguinte o Macintosh havia se tornado “mais uma daquelas descobertas milenares”. Naquela “descoberta” ouvi falar que ele era Free Software, mas confesso que não fez diferença para mim.
Os anos se passaram, para ser mais preciso 7 anos, e depois de tantas tentativas de me familiarizar com “aquela tela preta, parecia de mais com o MS-DOS”, consegui instalar uma distribuição chamada Slackware. Levei a sério, e fui tomando gosto.
Na época o melhor guia, ou documentação brasileira disponível (ainda está disponível) é o perfeito e completo GuiaFoca, um manual do Gnu/Linux, baseado no Debian, mas operando de maneira simples e direta em outras distribuições.
Passei um ano estudando sem cessar este sistema operacional maravilhoso, o que me fez implementar algumas soluções baseadas em Software Livre no SENAC-PB, empresa que trabalhei durante 3 anos. Adquiri um conhecimento sólido nesta plataforma, mas com o passar do tempo necessitei partir para outras como Red Hat Enterprise, por exemplo, sem contar as distribuições desktop que estavam bombando nesta fase. Com a saída da antiga empresa para outra que prestava consultoria não obtive dificuldades em implementações para clientes, principalmente pelo fato do Slackware ser muito flexível e “bastante Unix”, não senti nada difícil nos primeiros meses.
Nesta etapa eu entendi quais os problemas que as distribuições Gnu/Linux sentiam, isto aos olhos do usuário final, por que o nível de curva de aprendizado torna-se alto quando entramos em uma distribuição comercial. Para que se tenha uma idéia, o CentOS (remasterização do Red Hat Enterprise, respeitando direitos autorais e imagens da instituição), caso seja instalado como servidor, com poucos pacotes default você não terá a ferramenta ifconfig disponível, mas espere, ifconfig é um utilitário disponível em todas as distribuições, isto é padrão, e nem todas usam o system-config. Quantas usam dpkg, apt ou aptitude? Quantas tem o RPM como gestor de pacotes? O Yum? O Yast, Yast2?
Sabemos que são particularidades em cada distribuição, e que tais particularidades visam a automatização de determinadas tarefas que comumente estão vinculadas com o sistema operacional que as implementam.
Neste momento entram as divergências em geral, pois entendemos que comandos básicos sempre serão respeitados, e que seus manuais são preservados de uma distribuição para outra, mas que nem sempre estão no mesmo lugar.
Localidades na árvore de estrutura de dados, nomes de arquivos de configuração, modalidade de configuração de rede a nível de arquivo e forma com que containers web trabalham é muito diversificada em cada distribuição. Isto dificulta no momento de colocar na cabeça de algum xiita de códigos fonte proprietários que o Gnu/Linux é bom!
Observem o estouro e magnitude de distribuições como Ubuntu e Fedora, a nível desktop, vejam o quão abrangentes e aceitáveis elas são, e o mais importante, o quão bem documentadas elas são, mas em uma suave visão diferenciada, tente usar os conceitos aprendidos em cada uma delas em um Gentoo, CentOs ou OpenSuse, talvez você não queira mais usar Gnu/Linux, ou melhor, fará distinção por conhecer todas as ferramentas/utilitários de uma e de outra não.
Deixo claro que o Gnu/Linux é a escolha certa para quem não quer dores de cabeça futuras, quer estabilidade e o melhor, segurança de suas informações garantidas por sistemas que têm geeks de milhares de lugares dedicando-se na provisão de códigos de altíssimo nível e de escalabilidade monstruosa.
Minhas recomendações para marinheiros de primeira viagem:

• Use Ubuntu/Fedora para desktop, principalmente o Ubuntu que permite upgrades de versão do Sistema Operacional de maneira mais segura,
• Use CentOs/Ubuntu/Slackware ou Debian em seus servidores, principalmente Ubuntu/Debian que permitem upgrades de versões sem maiores dores de cabeça,
• Use Ubuntu/Fedora em escritórios, principalmente por sua quantidade enorme de drivers (módulos) para impressoras e etc.

Existem outras distribuições Gnu/Linux que têm tido muito prestígio, como por exemplo cito o Mandrake, empresa que assumiu a Conectiva e que tem se destacado pela ampla gama de produtos e suporte de qualidade, sendo hoje conhecida como Mandriva. OpenSuse, outra distribuição muito respeitada, versão Grátis e de código fonte aberto, 100% baseada no Suse Enterprise, mantido pela comunidade open source do mundo inteiro, esta é bastante amigável também.
Lembre-se que uma distribuição deve primar por conceitos de segurança, estabilidade e alto desempenho, principalmente, deverá ser bem documentada, e trivialmente falando, documentada maciçamente sobre suas ferramentas em particular.
Gestores de pacotes também são algo que tornam a problemática maior, por que os pacotes .DEB e .RPM imperam, seguidos de seus gestores deb/apt/aptitude e RPM/up2date/yum. Sabemos que é simples compilar algo (em alguns casos, devido requerimento de paths para libs a situação poderá complicar-se) e ajustar paths de destino, mas nem tudo isto brilha aos olhos dos mantenedores de software, tanto pelo nível de dificuldade avaliado para compilações e geração de source pré-compilado na plataforma como pela simplicidade de gestão (upgrade, downgrade e patching em geral).
Quanto ao GuiaFoca, este ainda é a melhor alternativa em documentação Gnu/Linux (falando de maneira geral), mas não atenha-se ao mesmo pois as distribuições estão mudando e agora parecem que estão tomando “independência” ou pensam em seguir assim, longe de padrões LSB.
Aprender sempre é bom, mas não atenha-se a distribuições muito individualistas, isto poderá complicar sua vida em um futuro muito próximo, principalmente no que tange ciclo de vida da versão do sistema ou até descontinuidade do projeto adotado por você ou por sua empresa (vide distribuições como Kurumin que tinham excelente iniciativa, mas que estão agonizado neste momento, Conectiva – adquirida pela Mandrake e outras).

As particularidades excessivas das distribuições estão levando as distribuições que adotam esta modalidade de negócio/serviço para uma ilha de destaque e talvez solidão.

Muito cuidado com sua escolha!

Abraços a todos e bom trabalho/estudo.