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Mysql::Error: Can’t create/write to file RUBY ON RAILS /tmp

Sunday, February 10th, 2013

ruby

Como sanar este erro?

Das coisas mais malucas que já vi foi o ror pedir um temp dentro do mysql para poder trabalhar.

Bem, se essa é a onda dele, vamos curtir juntos, não? Como sanar?

Entre dentro do /etc/my.cnf

Insira a seguinte linha:

tmpdir = /var/lib/mysql/tmp

Isto deve ser colocado na parte [mysqld].

Assim que for feito ainda não reinicie o mysql, faça os passos:

mkdir /var/lib/mysql/tmp

chown mysql:mysql /var/lib/mysql/tmp

E por fim use o comando:

service mysql restart

Depois disto curta a onda e nada de flip ;). (Quilhas cortam MUITO)

Os perigos de instalar o ror (Ruby On Rails) em uma rails_app que usa rails mais antigo!

Thursday, February 7th, 2013

ruby

Uma das coisas que mais tenho apreciado nos últimos tempos é a velocidade com que o ror trabalha nos servidores Cpanel mundo a fora e nos que eu faço setup :P, e posso afirmar que aliando “aquilo” com uma série de ajustes de otimização no servidor a resposta não deixará de ser turbinadíssima!

O X da questão aqui é o momento em que instalamos o Ruby no servidor.
Assim que instalamos o ror o perigo todo gira em torno de uma app feita especificamente para o rails de uma versão inferior a que você iria instalar por padrão no cpanel, veja que o comando para instalar o ruby on rails é fácil:

/scripts/installruby

O problema vem depois. Na data corrente a Cpanel prima pela segurança e otimização, e logicamente vai usar o ror mais novinho, logo temos a 2.3.15 operando no servidor (veja com o comando rails -v).

Mas se o cliente usa o rails mais inferior, como a gente sana isso? Ele precisará desta gema, e aí?
Uma das formas mais simples de se resolver é usando o comando gem e fazendo downgrade do versionamento:

gem uninstall rails

Assim que for removido (se a ideia é possuir o rails 2.3.14) iremos instalar em cima da versão (isso vale para QUALQUER OUTRA GEMA):

gem install rails -v=2.3.14

Fazendo isso, dê rails -v e  verá que está filé.
Isto vale para qualquer gema MESMO, se precisar fazer isso com demais gemas fique a vontade :P.

WARNING: 'require 'rake/rdoctask'' is deprecated. Please use 'require 'rdoc/task'

Thursday, November 22nd, 2012

Em um ambiente CPANEL se isto estiver ocorrendo você necessitará de um downgrade no Rake.

Para isto, você deve saber a exata versão do rake do seu Ruby on Rails, no meu caso de exemplo:

 

gem uninstall rake -v 0.9.2.2 
gem uninstall rake -v 0.9.2 

Rode os dois comandos acima para tentar achar a versão 0.9.2, por exemplo, depois de feitos os comandos use o comando para instalar o rake mais antigo:

gem install rake -v 0.8.7

Feito isto é só alegria!

Ruby ao tentar acessar um site sob cpanel força o download do arquivo

Friday, August 10th, 2012

Nada de pânico, outrora ensinamos como resolver erro 500 do ruby sob cpanel, agora é muito simples.

Verifique se o /tmp está com as permissões para o acesso ao ruby (isto, em caráter de testes pode ser comprovado com chmod 7777 no /tmp).

Caso esteja sanado é permissão.

PS: após ajustar permissões reinicie o ror (/etc/init.d/ror stop e /etc/init.d/ror start).

Cpanel com ruby apresentando Status: 500 Internal Server Error Can't connect to local MySQL server through socket '/tmp/mysql.sock' (2)

Saturday, July 14th, 2012

Se esse erro aparece para você, caso já tenha resolvido o problema junto ao Mysql (reiniciar o mesmo) faça o seguinte:

 

ln -s /var/lib/mysql/mysql.sock /tmp/mysql.sock

Depois

Service mysql restart

Se o problema ainda persistir com o Ruby on Rails reinicie o mesmo,

/etc/rc.d/init.d/ror restart

O problema deve estar sanado.

problema ao compilar o mod_ruby no centos 5.3

Friday, September 4th, 2009

Ao rodar o comando:

./configure.rb –with-apr-includes=/usr/include/apr-1

A saída está abaixo:

checking for a BSD compatible install… /usr/bin/install -c
checking whether we are using gcc… yes
checking Ruby version… 1.8.5
checking for static Apache module support… no
checking for dynamic Apache module support… yes
creating Makefile
creating libruby.module
creating doc/Makefile

Se você, ao tentar rodar o make recebe isto aqui:

apachelib.c: In function .ap_chdir_file.:
apachelib.c: 149: take care: the returnvalue of .chdir ., declared with .warn_unused_result. attribut, is ignored
apachelib.c: 154: take care: the returnvalue of .chdir ., declared with .warn_unused_result. attribut, is ignored
apachelib.c: In function .rb_init_apache. :
apachelib.c: 374: error: .OPT_INCNOEXEC. undeclared (first use in this function)
apachelib.c: 374: error: (Each undeclared identifire is reported only once
apachelib.c: 374: error: for each function it appears in.)
make: *** [apachelib.o] error 1

FICA tranquilo, a saída está aqui:

abra o arquivo apachelib.h e dentro dele, abaixo das linhas:

#ifndef APACHELIB_H
#define APACHELIB_H

informe

#define OPT_INCNOEXEC 32 /* added *

se rodar eu quero uma caixa de BIZ!

fonte: http://littleoak.wordpress.com/2009/08/05/problema-ao-compilar-o-mod_ruby-no-centos-5-3/

O Rails é lindo!

Thursday, December 4th, 2008

O Rails é lindo!

O uso de plug-ins faz o desenvolvimento no Ruby on Rails ser tão fácil quanto a montagem de casinhas de LEGO, e os seguidores da plataforma são fanáticos que não se cansam de contar vantagem. Basicamente, essas são as duas únicas críticas de quem ainda não se rendeu às facilidades do framework criado pelo dinamarquês David Heinemeier Hansson, de 29 anos. Fenômeno de popularidade, o Rails vem ganhando espaço no campo em que o PHP, o Python e o Java reinavam absolutos por anos. Para Hansson, a explicação para essa popularidade, como você confere a seguir, é a beleza da linguagem Ruby e a filosofia de desenvolvimento do framework, que privilegia a criação rápida de aplicativos antenados com a web 2.0.

<INFO> Você começou programando em Java e PHP. Por que desistiu dessas linguagens e partiu para o Ruby?

<Hansson> Eu usava muito PHP e às vezes Java, mas nenhum dos dois ambientes realmente se encaixou na minha mente. Havia sempre alguma coisa irritante, algo que não estava certo. Achava inconveniente usar essas plataformas. É difícil especifi car quais funções fazem mais diferença, mas, no geral, o Ruby me permitiu escrever os códigos mais belos que eu já programei. Só essa razão é suficiente para mim.

<INFO> Você diz que o Rails proporciona um desenvolvimento rápido e limpo. Quer dizer que existem linguagens sujas?

<Hansson> O termo sujo significa que o código que você escreve não parece puro, elegante ou bonito. Normalmente isso também quer dizer que o programador sabe o que fez e sabe que um dia vai precisar voltar e arrumar as coisas. Mas é muito raro que esse dia realmente chegue, uma vez que você vai ser obrigado a corrigir coisas erradas que deixou para trás o tempo todo. Para mim, o PHP pode ser considerado rápido e sujo. É bem rápido fazer alguma coisa e colocá-la para funcionar e também é fácil fazer muita bagunça no meio do caminho.

<INFO> Como você compara o Ruby e o Python?

<Hansson> São linguagens similares em vários aspectos. Conheço um monte de programadores de Python e os considero de alto nível. O Ruby e o Python, no entanto, também têm suas diferenças fundamentais. Como um exemplo simples, uma das minhas partes preferidas sobre o Ruby é a habilidade de estender classes com novas funcionalidades. Isso quer dizer que você não vai precisar esperar por aquele longo processo de ter novas idéias e conceitos no centro da linguagem. Você pode fazer as coisas do seu jeito e evoluir por conta própria. Eles simplesmente não têm isso no Python. No Rails, nós basicamente criamos uma versão revisada do core do Ruby com a extensão Active Support, que embeleza a linguagem com todas as coisas que nós pensamos que ela deveria ter.

<INFO> O Ruby pode ser o sucessor do Java?

<Hansson> Na verdade, não. O Ruby fala com o coração dos programadores. O Java fala com a mente dos gerentes. Muita gente está trocando o Java pelo Ruby não porque o Ruby é melhor do que o Java. A razão é que o Ruby é uma coisa totalmente diferente.

<INFO> O Ruby começou no Japão. Isso é um obstáculo para o crescimento da linguagem? A documentação é mais escassa por causa disso, por exemplo?

<Hansson> Isso provavelmente foi uma realidade até um certo ponto, antes do lançamento do livro da picareta, em 2001 (“Programming Ruby: The Pragmatic Programmer’s Guide”, que ficou famoso por trazer o desenho da picareta na capa). Desde então, tivemos grande fartura na documentação disponível em inglês. Só para o Ruby on Rails já existem dúzias de livros, e não escritos apenas em inglês.

<INFO> Como foi trabalhar com o Matz (Yukihiro Matsumoto, o criador do Ruby)? Os desenvolvedores japoneses são diferentes dos outros?

<Hansson> Estive no Japão em 2006, para participar da RubyKaigi. Foi uma experiência divertida conhecer vários desenvolvedores japoneses. Já tínhamos alguns caras de lá nos ajudando com o Ruby on Rails, mas é verdade que eles têm uma conexão menor do que o ideal conosco por causa da barreira do idioma.

<INFO> Você é dinamarquês e foi para os Estados Unidos. O mercado para desenvolvedores web é muito centralizado?

<Hansson> Absolutamente não. Você pode realizar um grande trabalho onde quer que você esteja. Eu criei o Basecamp e o Ruby on Rails enquanto eu estava na Dinamarca. Porém, nunca é fácil trabalhar remotamente nem colaborar direto de outro país. Certamente é verdade que os Estados Unidos têm o maior volume de inteligência para o desenvolvimento na web. Talvez por isso tanta gente que realizou algo importante se muda para cá. Citando apenas a Dinamarca, posso falar de nomes como Rasmus Lerdorf (criador do PHP) e Anders Hejlsberg (autoridade em C#). Enfi m, mesmo com vários problemas, os Estados Unidos são um lugar incrível para que você faça as coisas acontecerem.

<INFO> Certa vez, Zed Shaw do projeto Mongrel (um servidor para Ruby) disse que a comunidade do Ruby on Rails é um gueto. Qual sua resposta para isso?

<Hansson> Desejo que o Zed fique bem, seja lá o que ele for fazer. Me sinto mal por ele. Não deve ser divertido andar por aí com tanta raiva não resolvida. Pensava que eu o conhecia melhor, mas fiquei muito decepcionado com ele e com o artigo em que diz isso.

<INFO> Você pode descrever a 37signals antes e depois do sucesso do Ruby on Rails?

<Hansson> Nossa empresa certamente se beneficiou desse fenômeno, ganhando exposição dentro da comunidade de programadores. Mas, ao mesmo tempo, a maioria de nossos clientes não é formada por programadores. Eles nem mesmo lêem blogs ou acompanham a cena tech. Por isso, esse sucesso tem sido um fator positivo, mas acredito que nós estaríamos muito bem do mesmo jeito se o Rails não tivesse dado tão certo.

<INFO> Durante o período em que o Twitter passou por problemas, chegaram a culpar o uso do Ruby on Rails pelas falhas. Isso faz sentido?

<Hansson> O site deles tinha uma arquitetura e uma configuração que não combinavam com sua escala. Isso tem muito pouco, se é que tem a ver, com a escolha deles por um framework ou uma linguagem específica. Parece que eles resolveram tudo agora. E eu realmente amo o Twitter, é uma grande idéia.

Juliano Barreto, da INFO
http://info.abril.com.br/professional/desenvolvimento/o-rails-e-lindo.shtml