localhost.localdomain.com CPANEL criando ou deletando contas

Standard

Se ao criar ou deletar uma conta no CPANEL você está recebendo a mensagem new account on localhost.localdomain.com, se já colocou entrada A e ajustou todo dns do servidor e ainda recebe esse tipo de erro, no problem, é simples de se resolver.

Entre no arquivo /etc/wwwacct.conf e no final dele mude de localhost.localdomain.com para meuhostname.domíniodoservidor.com.br

Pronto!

🙂

Como restaurar meu Milestone 2 – Procedimentos para corrigir ou aplicar osreload de rom ORIGINAL do Motorola m2

Standard

Pessoal, tenho percebido que muitas pessoas infelizmente não estão seguindo todos os passos de como atualizar o milestone 2 para android gingerbread 2.3.7 (CM7) e isso resulta em travamentos, bootsplash travado (ou logo do android ou logo da motorola)!

Este how to destina-se a pessoas que querem colocar a rom inicial do milestone 2 em seu aparelho (original e arcaica).

Os passos a seguir são simples, funcionam e NÃO tapam buracos, mas servem para voltar atrás quando se tem problemas nas instalações/updates.

 

ESTE ARTIGO ESTÁ DIVIDIDO EM 2 SESSÕES:

1 – COMO INSTALAR A ROM ORIGINAL DO MILESTONE 2 (FROYO 2.2)

2 – PROCEDIMENTOS PARA REPARAÇÃO DE UMA PÓS UPGRADE DO MILESTONE 2 COM PROBLEMAS DE BOOT OU OPERAÇÃO DO SISTEMA

 

COMO INSTALAR A ROM ORIGINAL DO MILESTONE 2 (FROYO 2.2)

 

Primeira coisa que precisaremos ter são os arquivos para baixar (TODOS são necessários):

RSD LITE 4.9 -> http://dl.dropbox.com/u/17545709/RSD%20Lite%20v4.9.zip (6,76mb)

Drive Oficial da Motorola -> http://dl.dropbox.com/u/17545709/USB_Drivers_bit_4.8.0.rar (8,2mb)

ROM Oficial do Motorola Milestone 2 FROYO -> http://dl.dropbox.com/u/17545709/SBFFROYOOFICIALMILESTONE2.rar (304 mb)

Antes de tudo, se você tem amor por sua vida TENHA EM MENTE QUE PRECISARÁ DE ESPAÇO SOBRANDO EM SEU APARELHO, pois muitos caras respondem aos artigos como se fossem autoridade máxima, só que esquecem que o procedimento exige uma coisa muito simples/trivial, e o pior, natural a todos -> ESPAÇO!

Para o caso de dar flash e voltar para rom da motorola (um lixo, saba-se disso), não necessitará de espaço, mas para atualizar o milestone 2 para gingerbread aí sim necessitará de espaço bem bacana.

 

PASSOS PARA O FLASH ROM – COLOCAR ANDROID FROYO 2.2 NO MILESTONE 2

De posse dos arquivos faça o seguinte:

– Instale o Drive da Motorola assim como o RSD Lite 4.9.

– Extraia o arquivo .RAR da SBF que passamos o link (304 mb).

– NO Milestone 2 vá no menu de configurações -> Aplicativos -> Desenvolvimento e ative o Modo De Depuração do USB.

– Conecte seu Milestone 2 ao computador através da USB.

– Assim que o Windows pesquisar pelo drive do A953 (milestone 2), assim que ele achar, abra o RSD Lite 4.9 e procure pelo modelo A953 (milestone 2).

– No RSD Lite 4.9 selecione o arquivo que baixou (a besteirinha de 304 mb), e depois clique no botão de start.

O pau vai comer por uns 10 minutos.
Se o RSD LITE perguntar sobre conectar ao aparelho manualmente diga que NÃO.

Assim que o aparelho for completamente processado, o RSD Lite vai exibir a seguinte mensagem:

Finished and PASS
Feito isto tudo estará ok.

 

Pontos importantes:

1 – DEIXE a bateria do celular com pelo menos 80% (recomendo que carregue tudo),

2 – Dar restore Factory ANTES e DEPOIS é recomendado antes do procedimento,

3 – Depois desse “clean” o android market vai estar acessível/funcional para você sem qualquer problema.

 

 

PROCEDIMENTOS PARA REPARAÇÃO DE UMA PÓS UPGRADE DO MILESTONE 2 COM PROBLEMAS DE BOOT OU MÁ OPERAÇÃO DO SISTEMA

 

Se você tem percebido um mau funcionamento do  seu Milestone 2 após ter instalado uma rom/sbf faça o seguinte procedimento:

Desligue seu aparelho, e em seguida ligue-o mantendo pressionada a tecla X.  Assim que for exibido o triângulo pressione a tecla @ (arroba).  Depois faça o procedimento de Wipe data e tudo deverá funcionar. (isto provavelmente pode ocorrer depois de voltar para rom original [ECA] )

 

Caso não funcione existem outros procedimentos a fazer:

Reiniciar o celular, pressionar “vol -” (botão de diminuir o volume do aparelho – fica localizado ao lado do aparelho) no momento da inicialização do aparelho (que abre o menu), fazer o procedimento de wipe/factory reset, depois aplicar o zip, em seguida wipe data/factory reset, Wipe Dalvik Cache, e Wipe Baterry Stats, após restart ele dará boot corretamente. (é aqui que muitos estão se ferrando, pois no momento de aplicar a rom 2.3.7 no milestone 2 o pessoal não está fazendo tais procedimentos [wipe])
Se você está percebendo a luz vermelha no canto direito do aparelho (fica normalmente com uma luz verde ou durante o boot uma leve aparição da cor azul) deverá fazer o seguinte procedimento:
Reinicie o aparelho, daí segurando o botão Power ( botão ligar) e o X do teclado vai aparecer o android com um ponto de exclamação ”!” aperte @ no teclado agora escolha “wipe data/factory reset” e por ultimo “reboot system now” agora seu Milestone 2 vai funcionar normalmente.

Se o boot travar siga os passos:

ligue novamente porém segurando o botão “Power” (o botão de ligar) e a “seta para cima” do teclado, a tela vai ficar toda preta, bastando que você solte a tecla e logo em seguida já estará na tela de bootload.

 

ATENÇÃO:

 

SE você gastou a bateria toda, vai ter que conseguir emprestado de alguem ou carregar no aparelho de alguem.
SE o sistema base estver ok ai você faz esse processo todo acima e depois restaura se quiser.
SE o sistema base estiver corrompido você acaba de ferrar seu aparelho, quando aconteceu a primeira vez comigo eu dei sorte de ainda estar na garantia(não diga que tentou instalar uma rom pois não cobre a garantia) e arrumaram em dois dias.
DICAS DO USER hokahey ->
http://www.androidz.com.br/forum/topic/9255-tutorial-rom-cyanogenmod-7-android-237/page__st__40__p__75998#entry75998

 

—————–

 

OS PASSOS ABAIXO FORÇAM A DETECÇÃO DO SEU SMARTPHONE MILESTONE 2 VIA USB JUNTO AO RSDLITE:

1 – Desligue seu telefone.
2 – Aperte e segure o botão de abaixar volume e câmera e ligue o telefone. Continue segurando o botão de abaixar volume/câmera mesmo apos ligado.
3 – Irá aparecer uma escrito BootLoader (xx.xx), se não aparecer repita o passo anterior.
4 – Conecte seu cabo USB no telefone e aguarde a instalação dos drivers.

Como remover caracteres ^M de arquivos usando VIM/VI (vale para qualquer UNIX-like)

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Bom, galera, quem aqui nunca abriu um arquivo no console que apresentou caracteres ^M?
Normalmente essas pragas aparecem ou com o Dreamweaver ou com Word (cópia) – Área de Transferência, depois os caras costumam enviar por ftp e daí já sabe né? Se abrir o arquivo via console tá lá a praga!

Bem, a dica que nós do AppUnix vamos dar é simples, porém eficaz.

Abrindo seu vi/vim (no exemplo abaixo iremos dar o nome do arquivo como sendo crash.php):

vim crash.php

Assim que o arquivo for aberto o vi/vim estará em modo de comando, para ativar execuções aperte “:” (literalmente os 2 pontos SEM ASPAS) e digite o seginte %s/ (percentual, depois, s e depois / )  e em seguida aperte CTRL+V e CTRL+M e por fim digite //g

Na linha de execução do vi/vim vai aparecer literalmente isso aqui abaixo:

:%s/^M//g

Apertamdo ENTER ele vai remover toda a praga dos caracteres ^M.

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Abraços galera.

Como resolver problema com layout ABNT2 Hackintosh/Mac OS X Snow Leopard | Lion | Mountain Lion

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Olá galera tudo tranqüilo?

Tenho recebido muitos pedidos de ajuda referente ao layout de teclado ABNT2…. Alguns(maioria) instalam e tudo funciona perfeitamente… Grande parte dos usuários desse instalador são usuários Hackintosh…. ou seja há uma variedade imensa de hardware e ainda assim tudo funciona maravilhosamente bem….. Porém existem casos em que o layout não é tão bom/eficiente…

Seu problema acontece devido a seu teclado  ter sido reconhecido no Mac OS X Snow Leopard ou Mac OS X Lion como tipo ISO ( que são os tipo de teclados Europeus) e não ANSI (que são os teclado dos Estados Unidos e restante do mundo) Esse layout foi desenvolvido para teclado do tipo ANSI, em hackintoshs, principalmente nos casos em que se usa conexão do tipo PS2 há o problema  de na maioria das vezes ser recolhecido como ISO… o que faz com as teclas | (pipe) e “(aspas duplas fiquem invertidas) e algumas vezes também causa uma desconfiguração também da tecla ? (interrogação)…. nesse rápido artigo de hoje vou mostrar como resolver de forma rápida e simples esse probleminha……  Vou mostrar pelo Terminal pois acho mais interessante fazer esse tipo de ajuste pelo Terminal… mas há como facilmente fazer isso via modo gráfico…..

Pelo Terminal:

Vá no Terminal, Ir (Go) Utilitários (Utility)

Na tela seguinte entre em Terminal

Vire root  com su – (eu prefiro assim, mas pode utilizar o sudo para ter poder de super usuário somente nesse comando)

 

Digite o comando como na imagem

 rm -rf /Library/Preferences/com.apple.keyboardtype.plist

ou seja… sem nenhuma mensagem, nenhuma pergunta exclua o arquivo com.apple.keyboardtype.plist de /Library/Preferences/ . Lembre-se que se for feito pelo Terminal e como root esse processo será irreversível (pra ser revertido precisaremos um conhecimento bem avançado), certifique-se de estar excluindo exatamente o arquivo mencionado nesse artigo.

Mesmo que seu sistema esteja em Português, pelo Terminal, ainda sim todo esquema de diretórios do sistema estará em Inglês… Agora se você não se sente a vontade para mexer no Terminal, pode ir pelo modo gráfico… Vá no HD onde está instalado seu Mac OS X, em meu caso Mackintosh HD, Entre em Biblioteca ( caso esteja em Português, caso esteja em inglês Library), Preferências (Preferences caso esteja em Inglês) ai é só procurar o arquivo com.apple.keyboardtype.plist, exclua-o…e  reinicie seu Mac/Hackitosh….

Vejam que por padrão não aprece a opção Alterar Tipo de Teclado….

 

Com a dica acima aparecerá a guia Alterar Tipo de Teclado

Basta acessar  Alterar Tipo de Teclado e alterar de ISO para ANSI…. através de um asistente que iniciará ao acessar Alterar Tipo de Teclado, outro ponto a salientar é que em alguns casos ao reiniciar o computador, após excluir o arquivo com.apple.keyboardtype.plist, o Hackintsoh reiniciará e o mesmo sozinho já executará um assistente para inserção do tipo de teclado…. vejam…

obs: não precisa apertar nenhuma tecla caso não saiba o que fazer…..

Aparecerá a seguinte tela, apenas clique em Continuar

Verás

Basta escolher ANSI (EUA e outros) e clicar em OK e você já terá resolvido seu problema com nosso querido layout ABNT2.

Caso você tenha sido o contemplado com o lance de o assistente não iniciar sozinho, utilize o seguinte comando:

open /System/Library/CoreServices/KeyboardSetupAssistant.app

ou com sudo caso não esteja no Terminal como root

sudo open /System/Library/CoreServices/KeyboardSetupAssistant.app

Pronto galera, espero ter ajudado a todos os que tiveram “problemas” como nosso PKG do teclado Brasileiro ABNT2….. Lembrando que citei o fato dos teclado com conexão PS2 terem esse problema, não quer dizer que que os famosos USB não o tenham…. mas vale dizer que a dica funciona para ambos os tipos de conexão e teclados…..

Forte abraço amigos….. Fique na paz de DEUS…..

Se você não sabemou se esqueceu do link do nosso instalador para Teclados ABNT2, está aqui um instalador perfeito desenvolvido por mim para melhorar/facilitar sua experiência no mundo Mac OS com Teclado ABNT2.

Download ABNT2

Gostou? Comente, complemente e espalhe!

 

Como instalar Apache 2, Mysql 5 e php 5 no Mac Os X LION 10.7.x (testado 10.7.1)

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Este artigo vai parecer muito com a instalação do apache, php e mysql sob mac os x snow leopard, porém existem algumas particularidades que precisam ser detalhadas. Antemão parte do artigo do mamp sob snow leopard será copiado, depois, iremos detalhar pontos MUITO importantes para que tudo funcione corretamente. Estamos testando em um hackintosh LION (10.7.1), literalmente current (updates mais novas).

Vamos lá:

No outro artigo, para habilitarmos o apache usamos o comando com poder de root (sudo) para ativar o web server, mas agora isto só é permitido sem stress via Preferências do Sistema -> Sharing (compartilhamento) e marcando o Web Server (compartilhamento de arquivos web), lhe mostraremos imagens abaixo:

Abrindo o menu de sharing para apache

Abrindo o menu de sharing para apache

Clicando em compartilhamento de páginas web

Clicando em compartilhamento de páginas web

Note acima que clicamos em COMPARTILHAMENTO junto as preferências de sistema e em seguida marcamos o compartilhamento do apache (páginas web). Toda mudança significativa do mac faz controle de permissões (segurança), por isso coloque seu login e senha para autorizar a mudança.

Feito isto teremos de entrar no conf do apache para liberarmos o php5, veja os passos que diremos.

Nosso segundo ponto e muito importante é entrar no arquivo de configuração do apache 2 afim de habilitarmos o suporte ao PHP, vamos por a mão na massa? Estamos usando o VIM, um editor muito eficaz e leve (todos que já amaram o vi um dia com certeza amam/amarão o vim):

Little-oaks-appunixlabs:~ sudo vim /etc/apache2/httpd.conf

 

Dentro deste arquivo devemos remover o comentário da linha abaixo:

LoadModule php5_module libexec/apache2/libphp5.so

Recomendo que aperte a tecla / no vim e digite php5, você já vai cair em cima da linha a ser descomentada, em seguida, no sinal de libra (#), caminhe até ele e aperte x
Isto nos deixará com suporte ao PHP, depois basta apertar ESC e digitar isto:
:wq!
Assim que pressionar ENTER o arquivo será salvo.
Vamos explicar o por que de :wq!

: representa comando para o arquivo
W representa ESCREVER
Q representa QUIT (sair)
! representa EXECUTAR as instruções informadas

Para finalizarmos o suporte ao php precisamos rodar o seguinte comando:

Little-oaks-appunixlabs:~ sudo apachectl restart

É mania de todos criar um arquivo com a função phpinfo() contida nele, porém, se fizermos isso “de cara” o apache vai exibir muitos warnings (interpretados pelo php) por questões de permissões e de existência do arquivo php.ini. Para sanarmos isto deveremos fazer o seguinte:

Little-oaks-appunixlabs:~ cd /etc
Little-oaks-appunixlabs: sudo cp php.ini.default php.ini
Little-oaks-appunixlabs: sudo chmod 666 php.ini

Estamos copiando o php.ini default do /etc (área de arquivos de configurações em Unix-like systems) e atribuindo permissões 666 (dono pode ler e escrever no arquivo, grupo também e demais também).
No arquivo php.ini temos de localizar o trecho aonde o TimeZone é identificado (mas está comentado). É muito importante mudar esta linha e ajustarmos nosso timezone corretamente, pois isto nos dará um horário adequado. Para isto devemos proceder da seguinte forma:
Little-oaks-appunixlabs: sudo vim php.ini
Em seguida aperte a tecla / para localizar um termo, informe o seguinte date.timezone, isto lhe deixará na linha acima da que precisamos mudar. Descomente a linha abaixo para que fique assim:
date.timezone =

Você removerá o ; apertando x em cima dele. Para deixarmos o vim em modo de edição de arquivos precisamos apertar a tecla i, isto nos dará poder de editar o arquivo (saindo de modo comando).
Agora iremos colocar depois do = o seguinte:
America/Sao_Paulo
Então o resultado final será —> date.timezone = America/Sao_Paulo
Dê ESC e digite
:wq!
Aperte ENTER e terá o arquivo salvo.

 

As vezes você pode estar se perguntando:

Poxa, mas meu timezone não tem nada a ver com o de Sampa, o que faço?
Relaxa, rapá! A galera do Appunix pensou em você! Abaixo segue a lista de timezone da América:
http://www.php.net/manual/en/timezones.america.php

Se mesmo assim não lhe agradar você pode usar os globais:
http://www.php.net/manual/en/timezones.others.php

Mas é impossível você não se agradar dos timezones da América, são repletos.
Os mais comuns que são usados são:
America/Porto_Velho
America/Noronha
America/Rio_Branco
America/Recife
America/Sao_Paulo
America/Porto_Acre
Mas escolha o que mais lhe agradar.

Assim que decidir qual seu TimeZone você deve reiniciar o apache para reler o php.ini e ativar o negócio:
Little-oaks-appunixlabs: sudo apachectl restart

Agora precisamos instalar o Mysql 5 para que possa trabalhar da forma que almejamos.
Para irmos direto ao ponto acesse o link abaixo:
http://dev.mysql.com/downloads/mysql/5.1.html#macosx-dmg
Se cuide para baixar a versão ideal para você.
Aí é 64 bits? Não sabe como é? Quer saber como seu Mac Os X LION está operando? Clique na maça, depois clique em Sobre Este MAC, em seguida clique em Software (Categoria) e procure pela linha Kernel de 64-bit e Extensões: Sim (conforme a foto abaixo):

como ver informações do seu mac os x

como ver informações do seu mac os x

Caso seja Sim é 64 bits (x86_64), então baixe o pacote para 64 bits.
Vamos simbora?
Baixe o arquivo x86_64 no formato DMG.

baixar pacote mysql 64 bits (DMG)

baixar pacote mysql 64 bits (DMG)

baixar pacote mysql 64 bits (DMG)

Quando você clicar no formato DMG automaticamente o site da Mysql vai te convidar a logar-se lá com eles, mas basta prestar a atenção (conforme imagens abaixo) para não precisar perder tempo com esta burocracia, se você quer baixar direto (melhor Né?) basta fazer o seguinte, clique no link abaixo:
HTTP://dev.mysql.com/get/Downloads/MySQL-5.1/mysql-5.1.58-osx10.6-x86.dmg/form/http://mysql.cce.usp.br/
Deixa o download terminar siga os passos das fotos abaixo (literalmente instalar o mysql e seu ícone), Devemos concluir os passos extras para adição do Mysql como sendo parte do painel administrativo, para isto siga os passos abaixo:

passo1

passo1

 




















Temos de focar em um ponto em comum.

Temos um script na pasta de download que abrimos (do MYSQL).
Veja o seguinte, MYSQL.PREFPANE é um script que serve para adicionar o script (ícone) de inicialização do MYSQL dentro das preferências do sistema, por isso DEVEMOS executar ele sim, autorizando-o com a senha do usuário. (sem isso teremos de inicializar na mão com o comando mysqld (VIXE, mac é praticidade RAPÁ!)






Feito isto iremos confirmar se o mysql está rodando com o seguinte comando (dentro do terminal):

Little-oaks-appunixlabs: /usr/local/mysql/bin/mysql –user=little_oak

Substitua little_oak por SEU_USUÁRIO.

Isto fará com que você esteja dentro do mysql (Via terminal).

Veja como abrir o terminal:

Façamos o seguinte, clique em terminal (veja a imagem abaixo):

como abrir terminais no mac os x

como abrir terminais no mac os x

como abrir terminais no mac os x

Feito isto iremos reiniciar o apache 2 para garantir que o nosso servidor está integrando literalmente tudo, faremos com o seguinte comando:

Little-oaks-appunixlabs: sudo apachectl restart

Para conferirmos tudo vamos entrar dentro da nossa pasta pessoal, na pasta Sites e criar um arquivo chamado index.php. Dentro dele iremos colocar o seguinte (ISTO EM /Library/WebServer/Documents):
Ou seja -> sudo vim /Library/WebServer/Documents/index.php

< ?php phpinfo(); ?>

 

Quando citamos a parte do mysql, praticamente contorna a viagem de redefinir a senha de root. Se dermos ouvidos ao Mágico de OZ e inventarmos redefinir senhas vamos brincar com isso ó:

Mac-Pro-de-little-oak:etc little_oak$ sudo /usr/local/mysql/bin/mysqld –skip-grant-tables –user=root

grant all…

flush privileges e talz, NÃO PRECISA DISSO, o mac entende que você é um cara que é punk no sistema, que só dá sudo quando sabe o que tá fazendo.

Para conferir como alterar a senha de root do mysql basta clicar no nosso artigo de como redefinir a senha de root no mysql dentro do mac os x lion sem complicações.

PONTO EXTRA:

Como a galera está falando muito de MCRYPT no Mac Os X Lion, o path padrão dele é /usr/share/file/magic/mcrypt
, se quiser descomente a linha do mcrypt no php.ini e mande ficha.

 

Uma coisa massa, se você quer ver a documentação do apache meta bala em http://localhost/manual/, veja a imagem abaixo:

 

manual do apache

manual do apache

 

Se você curtiu esse post dê share 😛

Mysql não aceita senha de root no Mac os X Lion, o que fazer? (serve para o snow leopard)

Standard

Bom, pessoal, nós do app gostaríamos de detalhar algo.
NÃO precisa ter senha de root para operar o mysql, isto dá-se em detrimento ao poder de root, porém com certas restrições que cada usuário do sistema possui.

Se eu quiser entrar no mysql para criar base de dados e trabalhar com o bd (após seguir nosso how to de instalação do apache, php, e mysql no mac os x lion ou instalação do apache, php, e mysql no mac os x snow leopard

mysql

mysql

) basta fazer o seguinte:

Mac-Pro-de-little-oak:etc little_oak$ sudo /usr/local/mysql/bin/mysql –user=little_oak

Pronto, você precisa lembrar que –user=little_oak deve ser susbsituído por –user=usuário_do_SEUMAC

Depois disso trabalhe normalmente.

Perceba uma coisa forte, o MAC OS X não precisa de root para fazer as coisas (dentro do mysql), ele já sabe que você, usando sudo É O CARA, por isso basta rodar este comando no terminal:

Little-oaks-appunixlabs: /usr/local/mysql/bin/mysql –user=little_oak

Troque o little_oak por seu usuário. Depois disso é só alegria.

Abraços galera e clique em SHARE, please!

Broadcom Corporation BCM43225 802.11b/g/n no OpenSuse 11.4 (Acer 7745)

Standard

Antes de mais nada quero agradecer a Deus por estar usando este notebook, pois, sinceramente acho punk demais programar em monitores de alta resolução (1600×900).
Outro ponto importante para este artigo é que estou encantado com o nível de estabilidade do OpenSuse 11.4 neste notebook, que desde já deixo claro no mini overview que:

1 – Placa de rede está operando com eficiência (sim, pacotes sendo enviados usando GB),
2 – Som do Notebook alto pra caramba (e com qualidade),
3 – Brilho do monitor MUITO bem trabalhado (lembram do esquema de brilhos no ubuntu e mint, que o pau comeu pro nosso lado? http://www.appunix.com.br/howto/linux/resolvendo-problema-de-brilho-ubuntu-10-04-10-10-11-04-e-linux-mint-9-e-10-julia/),
4 – Reconhecimento de memória ram foi MUITO interessante (vide:

appunix-labs:~ # uname -a

Linux appunix-labs.site 2.6.37.6-0.5-desktop #1 SMP PREEMPT 2011-04-25 21:48:33 +0200 i686 i686 i386 GNU/Linux

appunix-labs:~ # free -m
total used free shared buffers cached
Mem: 3639 1118 2521 0 45 726
-/+ buffers/cache: 346 3293
Swap: 2058 0 2058

appunix-labs:~ #
)

5 – Repositórios para quem usa Velox estão muito rápidos (1 mb de link compartilhado aqui no labs, avephoenix… 🙁 ).

No mais o sistema em si é um tesão, Gnome 2.x, LibreOffice e etc.

Segue um lspci do Hardware testado:

00:00.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor DRAM Controller (rev 12)
00:02.0 VGA compatible controller: Intel Corporation Core Processor Integrated Graphics Controller (rev 12)
00:16.0 Communication controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset HECI Controller (rev 06)
00:1a.0 USB Controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset USB2 Enhanced Host Controller (rev 06)
00:1b.0 Audio device: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset High Definition Audio (rev 06)
00:1c.0 PCI bridge: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset PCI Express Root Port 1 (rev 06)
00:1c.5 PCI bridge: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset PCI Express Root Port 6 (rev 06)
00:1d.0 USB Controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset USB2 Enhanced Host Controller (rev 06)
00:1e.0 PCI bridge: Intel Corporation 82801 Mobile PCI Bridge (rev a6)
00:1f.0 ISA bridge: Intel Corporation Mobile 5 Series Chipset LPC Interface Controller (rev 06)
00:1f.2 SATA controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset 4 port SATA AHCI Controller (rev 06)
00:1f.3 SMBus: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset SMBus Controller (rev 06)
00:1f.6 Signal processing controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset Thermal Subsystem (rev 06)
02:00.0 Ethernet controller: Atheros Communications AR8151 v1.0 Gigabit Ethernet (rev c0)
09:00.0 Network controller: Broadcom Corporation BCM43225 802.11b/g/n (rev 01)
ff:00.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QuickPath Architecture Generic Non-core Registers (rev 02)
ff:00.1 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QuickPath Architecture System Address Decoder (rev 02)
ff:02.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QPI Link 0 (rev 02)
ff:02.1 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QPI Physical 0 (rev 02)
ff:02.2 Host bridge: Intel Corporation Core Processor Reserved (rev 02)
ff:02.3 Host bridge: Intel Corporation Core Processor Reserved (rev 02)

Pronto, vamos meter o pau e resolver logo essa parada com a velocidade do dragão?

Em primeiros passos DEVEMOS habilitar alguns repositórios que por default (mantidos pela comunidade) não estão ativos, porém, para que tudo funfe ok precisam estar instalados. Primeiro devemos abrir o YAST2 (Meu computador -> SISTEMA -> YAST), devemos seguir exatamente conforme a tela abaixo, para clicar nos repositórios afim de localizarmos o trecho para add repositórios:

Yast2

Yast2

Pronto, feito isto devemos selecionar os repositórios principais, mas para isso iremos avançar menu por menu até chegar na hora fatal :P, veja as imagens abaixo:

clicar em adicionar OPENSUSE

clicar em adicionar OPENSUSE

Veja que, conforme o print, na tela, devemos clicar em ADICIONAR afim de que adicionemos repositórios pelo gestor, veja a imagem abaixo que mostra a tela seguinte:

Escolher Repositórios da COMUNIDADE

Escolher Repositórios da COMUNIDADE

Assim que clicarmos em adicionar nos será dado um leque de opções, devemos escolher adicionar um repositório da comunidade, que como podem ver marcamos Mozilla Beta, Packman (sem este não conseguiremos colocar a Wifi para  moer), Mozilla e o Contrib, veja os prints seguintes:

Processando Escolha da comunidade

Processando Escolha da comunidade

Listas de Repositórios disponíveis

Listas de Repositórios disponíveis

Terminando Marcações de Repositórios

Terminando Marcações de Repositórios

 

Depois disto, quando clicarmos em OK o sistema vai processar nossas escolhas, porém, ele reclamará de chaves não válidas, devemos ignorar tais mensagens aceitando tais chaves gpg, veja a imagem abaixo:

Importar Chaves Problemáticas

Importar Chaves Problemáticas

 

Estamos perto da glória e neste instante não vamos perder o fôlego, antes devemos receber uma notificação do que foi mudado, veja nosso print:

Status de Mudanças Realizadas

Status de Mudanças Realizadas

 

Agora é hora de console 😛

Devemos impor as mãos e meter o pau no negócio, vamo que vamo?

Devemos rodar todos os comandos abaixo como ROOT afim de nem perdermos tempo com autorizações, para isto digite su – e coloque a senha do sistema para ganhar direitos globais como root e use os seguintes comandos abaixo:

appunix-labs:~ # lsmod | grep “b43|ssb|wl”
appunix-labs:~ # rmmod b43
appunix-labs:~ # rmmod ssb
appunix-labs:~ # zypper remove b43-fwcutter
appunix-labs:~ # echo “blacklist ssb” >> /etc/modprobe.d/50-blacklist.conf
appunix-labs:~ # echo “blacklist bcm43xx” >> /etc/modprobe.d/50-blacklist.conf
appunix-labs:~ # echo “blacklist b43” >> /etc/modprobe.d/50-blacklist.conf
appunix-labs:~ # echo “blacklist ndiswrapper” >> /etc/modprobe.d/50-blacklist.conf
appunix-labs:~ # zypper in broadcom-wl broadcom-wl-kmp-desktop
appunix-labs:~ # modprobe wl

 

Por fim dê um reboot:

appunix-labs:~ # reboot

 

Assim que seu S.O. voltar você deverá apertar FN + F3 para habilitar sua WIFI, dando tudo ok o resultado deve ser parecido com a foto abaixo:

wifi no opensuse

wifi no opensuse

 

Rolou ok aí?

Se ficar uma mini gamb de não aceitar sua WIFI pass, faça o seguinte, reinicie o pc, DESCONECTE qualquer cabo de rede e tente conectar-se via WIFI.

Rolou ok agora?

Tudo certinho?

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AppUnix agradece sua visita -> ENJOY!

Como "Recuperar" | "Resetar" senha de root em Sistemas Linux

Standard

Olá galera tudo tranquio?
Hoje vou postar algo primordial a todos os Sysadmins de plantão….. Você chega a uma empresa com servidor Linux pra dar suporte…

-Sr.XXXX me passe a senha de root para poder fazer os ajustes necessários… ai caro amigo já sabe né…. o Sr. XXX diz… -Ai tem senha? Quem é esse tal de root? Esse cara acessa meu servidor semminha permissão? (Exageros a parte)É incrível como isso acontece em 9 a cada 10 empresas que precisam de suporte….. mas vamos lá…. o mundo não acabou.. Você não precisará formatar a máquina e começado do zero….. tendo acesso LOCAL na máquina seus problemas estarão resolvidos bem rapidamente e com apenas um pouco de conhecimento… a agilidade vai depender de você e o conhecimento você vai adquirir agora aqui no app… vamos lá…
Se você estiver usando o LILO, ao aparecer a tela de escolha de modo de acesso ao sistema operacional, digite:

linux init=/bin/passwd

dê um Enter, assim o sistema iniciará em modo Monousuário, ai como já deve imaginar já estará logrado como root (mesmo sem ter senha alguma)…. agora é necessário montar as partições para ter acesso total ao sistema de arquivos (só pra lembrar que quando acessamos um sistema em modo Monousuário, o sistema não monta automaticamente as partições…. isso se você tiver usando um sistema em verão Server, sem X) para montagem das partições vamos usar o comando mount… segue sintaxe… adegue a suas necessidades (diga-se sistemas de arquivos)

mount -t ext3 -o remount, rw /dev/sda1 /

O comando acima remonta as partição no diretório / como leitura e escrita, algumas ressalvas, meu sistema de arquivos nesse caso específico era EXT3 e meu HD era do tipo SATA… mas ai vai da necessidade de cada um, se for disco IDE use hda1 no lugar de sda1… se seu sistema de arquivos for ext4 substitua ext3 que foi o meu caso… já que está logrado como root, agora basta trocar a senha, execute:

passwd

Pedirá nova senha e pedirá confirmação da mesma, pronto amigo…. já salvei uma vida e um emprego…. Agora mande-me uma caixa de BIZ do preto…..

Doooguinha, aqui é o GRUB o dono do boot, como devo fazer?
No Grup, bem na hora de escolher o sistema Operacional pressione a letra <e>, daí aparecerá a linha de comando para inicialização do Linux, daí pressione <e> novamente… agora é so adicionar o seguinte comando

init=/bin/bash

Após a última letra (somente dê um espaço)… Dê Enter e já estará no Terminal logrado como root… agora…

passwd

Digite a nova senha, confirme-a… Chau… Você já salvou uma vida ou várias (dizem que a cada senha de root perdida no mundo morre um PANDA nas montanhas da China) e o principal, salvou um EMPREGO… É isso galera, espero que seja de bom uso… Use com moderação… 😀

Comandos que nunca devemos usar Terminal Linux

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Olá galera tudo na paz?
Hoje o artigo é bem rápido pois já estou com sono, uns dias atrás surgiu na faculdade entre os Sysadmins quais comandos não executar no MSDOS ou Terminal Linux, muita discurso e tals… cada um dizia uma coisa… VOu mostrar aos senhores hoje pelo menos 4 comandos os quais vocês NUNCA deverão usar no terminal Linux.

1 – rm -rf / ou rm -r -f /
o que faz esse miserável quando executado como roto.
rm —> esse é o cara que exclui no terminal Linux
-r —> recursive, pastas dentro de pastas, dentro de pastas e dentro de mais pastas
-f —> force, não me encordoe com perguntas, apenas faça o que eu mando…. é assim que o terminal entende quando vê o -f

Esse comando apaga recursivamente o diretório raiz “/”. Simplismente extermina sua instalação da face da terra.Nunca mesmo execute esse comando, a não ser que vocês não estejam acreditando e queiram testar.

2 – mv /home/user/* /dev/null
mv —> move todo conteúdo de uma fonte(source) para um destino, funciona como um Ctrl+X do Window$
/home/user/* —-> todos os arquivos do usuário
/dev/null —-> já ouviram falar do buraco negro no espaço? é mais ou menos isso so que dentro do sistema operacional….

Esse comando irá enviar todos os arquivos do usuário corrente (ou se estiver como roto, a home do usuário que o mesmo escolher) para o nada (buraco negro, sem recuperação, enviará tudo para um diretório nulo).

3 – :(){:|:&};:
Isos parecem apenas símbolos ou como muitos dizem demonstrações de humor muito usados principalmente em chats e programas de mensagens instantâneas, vamos a explicação.
:() —-> criação de uma função
{} —-> note-se 2 chaves uma no começo e outra no final do comando, são as chaves de abertura da função
:|:& —–> chama a função :() (que você acabou de criar) e pega a saida dela e manda para outra função :() porém em segundo plano.
O ; (ponto e virgula) no final finaliza a função e a linha e os : (dois pontos) chama a função para ser executada.

Executando esse emaranhado de carrinhas, códigos, você obterá uma espécie de “Blue Screen of Death”, “Tela Azul da Morte” (o que pode danificar sua instalação Linux) muito comumente reportados por usuários do Window$.

4 – mkfs.ext3 /dev/sda ou mkfs.ext4 /dev/sda ou mkfs.ext3 /dev/hda ou mkfs.ext4 /dev/hda
Seus dados simpliemnte serão apagados e sem amenor chance de serem recuperados ( a não ser com a contratação de serviço especializado $$$$$), semelhante ao delire no Window$.

É isso, esse foi um artigo de informação, sei que vocês nem ao menos pensam em fazer testes com esses comando(kkkkkkkkkkkkkk). Eu recomente que não o façam… eu inclusive em um saudoso Debian Lenny no qual utilizava quando estava começando a usar/estudar Software Livre fui vítima do rm -rf / ….. e o pior é que pela falta de experiência fiquei dias sem estudar (sem saber o que fazer, pois não queria formatar… mas fui obrigado). Mas velu, hoje posso com a graça de Deus compartilhar um pouco do meu conhecimento com vocês.

Espero ter ajudado.

Abraço a todos.:D

RoundCube Webmail fica tentando enviar ao clicar no envio mas não faz nada

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Se você está tentando enviar emails pelo RoundCube e sabe que o mesmo fica somente apresentando a mensagem “Enviando mensagem…” e não faz nada, tente as soluções abaixo:

1 – Como root use o comando:

/scripts/autorepair net_smtp_fix


(http://www.littleoak.com.br/2009/11/04/webmail-no-cpanel-whm-nao-envia-mais-mensagens/)

Caso não resolva ainda podemos aplicar uma solução mais leve:

2 – Verifique se o CSF está instalado em seu servidor, cas0 sim, acesse o csf em seu WHM -> Plugins -> ConfigServer Security&Firewall -> clique em Firewall Configuration e procure por SMTP_ALLOWLOCAL, caso esteja como “0” coloque “1”, save as configurações e reinicie seu CSF/LFD.

Caso não resolve (muito difícil de não sanar), vamos mergulhar mais fundo no problema, force uma atualização do RoundCube com o comando:

3 – logado como root:

/usr/local/cpanel/bin/update-roundcube –force

Caso ainda assim não alcance o resultado esperado, apele para update geral:

4 – Procure pelo arquivo -> /usr/local/cpanel/base/3rdparty/roundcube/config/main.inc.php, abra-o e edite procure pela linha:

$rcmail_config[‘smtp_user’] = ‘%u’;

e substitua a mesma por:

$rcmail_config[‘smtp_user’] = ‘ ‘;

Salve e saia, em seguida tente ver se o roudcube opera como desejado.

5 – Como root execute:

/scripts/upcp –force

Caso resolva, dê um whois neste domínio e envie uma caneca do Ubuntu, Uma camisa do Ubuntu ou uma caixa de bis!

Abraços.

Resolvendo problemas com iframe infectado

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Um exemplo prático para resolver problemas com iframes lascados por spammers e crackers pode ser analisada da seguinte maneira:

find /home/*/public_html -name “*.php” -exec sed -i ‘s/<iframe src=\\”http:\/\/google-ana1yticz.com.*<\/\iframe>//g’ {} \; -print

How to install yum on red hat 4 or Centos 4 – Como instalar yum no Redhat 4 ou Centos 4

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Essa é uma questão muito comum entre os sysadmins que tentam instalar o yum no red hat 4 ou centos 4 e não têm tido sucesso.

Abaixo preparei um how to com um link próprio dos arquivos para que você não tente encontrar o pacote na web e acabe se decepcionando ao ver navios.

Para instalar o yum no centos ou redhat siga exatamente o que será descrito.

Esse how to mostra como instalar o yum no RedHat 4.x (centos 4.x) de maneira simples e amigável.

O que será preciso?

1 – Estar logado como root no terminal,
2 – Criar um diretório aonde as coisas estarão armazenadas,
3 – Ter uma internet acessível para poder baixar (claro!).

Logue-se como root, em seguida, na pasta root crie algo como:

mkdir tmp
cd tmp

Agora que estamos dentro de /root/tmp nós iremos baixar todos os arquivos necessários e iremos deixar que o próprio yum dê conta do recado. Use exatamente os comandos abaixo para pegar os arquivos:

wget http://www.libphp.net/repositorio/yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm

Agora que já temos os arquivos (pacotes) vamos instalar os mesmos:

rpm -ivh libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
rpm -ivh python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm
rpm -ivh yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm

Vamos ajustar o repositório:

wget http://www.libphp.net/repositorio/rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Após

rpm -ivh rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Depois disto somente faça:

yum update

Pronto!

Abração a todos e bom trabalho.

Alterar senha de Root do Mysql

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1) Se o mysql estiver rodando, pare o serviço do MySQL
2) Digite o seguinte comando:

/usr/sbin/mysqld –bootstrap –skip-grant-tables –basedir=/ –datadir=/var/lib/mysql << bla
update mysql.user set password=” where user=’root’;
bla

Agora você acaba de “ZERAR” a senha do mysql. Basta então iniciar o serviço do mysql novamente.
3) Agora, caso ainda não tenha feito, inicie o serviço do MySQL novamente
4) Troque a senha do mysql com o seguinte comando:

mysqladmin -u root password ‘minha nova senha’

=================================================

DICA 2

Primeiro mate o processo do mysql (não utilize a opção -9):

# killall mysqld

Agora inicie o MySQL em modo seguro (safe mode):

# safe_mysqld –skip-grant-tables &

Ou

# /usr/bin/safe_mysqld –skip-grant-tables &

Agora conecte-se ao servidor MySQL usando o cliente do mysql:

# mysql

Ou

# /usr/bin/mysql

Após conectar-se ao servidor MySQL, acesse o banco MySQL, digitando:

> use mysql;

Agora vamos definir a nova senha para o usuário root do MySQL:

> update user set password = password(‘digite sua nova senha aqui’) where user=’root’ and host=’localhost’;

Ah, e não esqueça de recarregar os privilégios, digitando:

> flush privileges;

Agora você poder sair do cliente do MySQL, digite:

> quit

Agora vamos desligar o modo de segurança do MySQL, execute:

# /etc/init.d/mysqld stop

E enfim, vamos iniciar o MySQL com a nova senha de root:

# /etc/init.d/mysqld start

=================================================

DICA 3

1 – Para o servidor mysql:

#service mysqld stop ou
#service mysql stop

Dependendo da versão do linux o nome do daemon do mysql pode variar. Caso nenhum dos comandos acima pare o seu mysql, entre no diretório “/etc/rc.d/init.d” e lá voçê digita ./onomedeseuMYSQLdaemon stop

2 – Inicie o mysql com as opções “–skip-grant-tables”. Fazendo isso o mysql irá inicar ignorando as tabelas que fazem a autenticação.

#safe_mysqld –skip-grant-tables&

3 – Conecte no servidor mysql.

#mysql -u root mysql

4 – Digita os comandos abaixo no console do cliente mysql.

mysql> UPDATE user SET Password=PASSWORD(‘minhanovasenha’) WHERE User=’root’;
mysql> FLUSH PRIVILEGES;

5 – Reinicie seu servidor mysql.

#service mysql restart ou
#service mysqld restart

=================================================

1. Finalize o daemon mysqld enviando um kill (não kill -9) para o servidor mysqld. O pid é armazenado em um arquivo .pid, que normalmente está no diretório de banco de dados do MySQL:
2. shell> kill `cat /mysql-data-directory/hostname.pid`
Você deve ser o usuário root do Unix ou o mesmo usuário com o qual o mysqld está executando para fazer isto.
3. Reinicie o mysqld com a opção –skip-grant-tables.
4. Defina uma nova senha com o comando mysqladmin password:
5. shell> mysqladmin -u root password ‘mynewpassword’
6. Agora você também pode parar o mysqld e reiniciá-lo normalmente, ou apenas carregue a tabela de privilégios com:
7. shell> mysqladmin -h hostname flush-privileges
8. Depois disto, você deve estar apto para conectar usando a nova senha.
De forma alternativa, você pode definir a nova senha usando o cliente mysql:
1. Finalize e reinicie o mysqld com a opção –skip-grant-tables com descrito acima.
2. Conecte ao servidor mysqld com:
3. shell> mysql -u root mysql
4. Dispare os seguintes comandos no cliente mysql:
5. mysql> UPDATE user SET Password=PASSWORD(‘minhanovasenha’)
6. -> WHERE User=’root’;
7. mysql> FLUSH PRIVILEGES;
8. Depois disto, você deve estar apto a conectar usando a nova senha.
9. Você agora pode parar o mysqld e reiniciá-lo normalmente.

+++
Resumo:

Linux:

  1. Parar o serviço do MySQL (service mysqld stop, /etc/init.d/mysqld stop, matando o processo – conforme sua distribuição);
  2. Reiniciar o mysql com a opção --skip-grant-tables (você poderá utilizá-la ao iniciar o mysqld manuamente ou colocando-a no arquivo de init)
  3. Alterar a senha do usuário root com o comando:
    # mysqladmin -u root password 'nova_senha'
    # mysqladmin flush-privileges
    você pode alterar a senha também com o comando:

    # mysql -u root mysql
    mysql> UPDATE user SET Password=PASSWORD('nova_senha') WHERE User='root';
    mysql> FLUSH PRIVILEGES;

Windows XP (com o MySQL rodando como serviço):

  1. Entrar nos serviços do windows (Iniciar -> Executar -> services.msc);
  2. Procure pelo MySQL, clique com o botão direito sobre ele e vá em propriedades;
  3. Pare o serviço (clicando sobre o botão parar);
  4. Insira no campo “Parâmetros de inicialização” o parâmetro --skip-grant-tables e clique no botão iniciar e em seguida botão Ok;
  5. Execute o cmd (Iniciar -> Executar -> cmd) , entre no diretório de binários do MySQL (cd c:\arquivos de programas\mysql\bin (ou onde estiver instalado));
  6. Alterar a senha do usuário root com o comando:
    mysqladmin -u root password 'nova_senha'
    mysqladmin flush-privileges
    você pode alterar a senha também com o comando:

    mysql -u root mysql
    mysql> UPDATE user SET Password=PASSWORD('nova_senha') WHERE User='root';
    mysql> FLUSH PRIVILEGES;

O parâmetro --skip-grant-tables desabilita no servidor o uso do sistema de privilégios. Com isso todos os usuários terão acesso a todos os bancos de dados. Ao executar o comando Flush privileges, o servidor retorna a utilizar seu sistema de privilégios, mantendo a segurança original do serviço.

Agora se você adicionou o parâmetro --skip-grant-tables no arquivo de init, não se esqueca de remové-lo de lá, para evitar que na próxima reinicialização do serviço ele fique vulnerável. Caso seu MySQL esteja no Windows, execute os 4 primeiros passos novamente removendo o parâmetro passado na inicialização.

http://dev.mysql.com/doc/refman/5.0/en/adding-users.html

autor: http://josemorelli.net/2005/11/07/alterando-a-senha-do-usuario-root-no-mysql