Posts Tagged ‘rhel’

Red Hat, Centos, Fedora e Rhel Based com intel E1000 (e1000e) apresentando queda de rede

Monday, June 18th, 2012

Uma coisa interessante, na verdade um bug no módulo de rede E1000 (Intel GB) está ocorrendo em plataformas Rhel Based (Red Hat 5.x e 6.x e Fedora 16) onde o sistema operacional simplesmente deixa a interface de rede trabalhando, do nada a mesma apresenta congelamento (isto mesmo, o sistema continua on, mas a interface de rede OFF). Não adiantará muito atualizar o Kernel, pois ele não trará a solução. Abaixo irei dar dicas de como resolver, no meu caso fui vitimado sob Centos 6.2:

Como root execute:

lsmod | grep e1000

Se a resposta for:

e1000e

Execute o comando como root:

modinfo e1000e

Na saída, logo no começo, veja se a informação do módulo é esta:

version: 1.4.4-k

Caso seja é JUSTAMENTE a cabrita bugada, para sanar vamos ativar um repositório com rpms fresquinhos:

CentOS 6.x -> rode como root:

rpm -Uvh http://elrepo.org/elrepo-release-6-4.el6.elrepo.noarch.rpm

CentOS 5.x -> rode como root:

rpm -Uvh http://elrepo.org/elrepo-release-5-3.el5.elrepo.noarch.rpm

Depois, como root rode:

yum install kmod-e1000e.x86_64 -y

Depois será necessário um reboot no servidor.
Assim que o servidor levantar rode:

modinfo e1000e

Veja se está como abaixo:

[root@appunixlabs ~]# modinfo e1000e
filename: /lib/modules/2.6.32-220.17.1.el6.x86_64/weak-updates/e1000e/e1000e.ko
version: 1.11.3-NAPI

 

Devemos forçar o kernel a utilizar alguns recursos a menos para que possamos contornar o bug, vamos forçar o consumo de energia ao invés de poupar (infelizmente TI verde não é com essa NIC -> Active-State Power Management tem de estar OFF), entre no grub.conf e informa a linha abaixo no final da instrução de boot do kernel utilizado por seu sistema:

pcie_aspm=off e1000e.IntMode=1,1 e1000e.InterruptThrottleRate=10000,10000 acpi=off

 

Se você receber Kernel Panic por causa das flags acima, entre novamente no servidor com qualquer outra imagem de kernel e informe no final da primeira instrução de kernel que apresentava Kernel Panic:

pcie_aspm=off

Somente a flag acima e deixa o pau quebrar.

 

Bug informado em:

https://bugzilla.redhat.com/show_bug.cgi?id=632650

https://bugzilla.redhat.com/show_bug.cgi?id=808638

https://bugzilla.redhat.com/show_bug.cgi?id=625776

http://bugs.centos.org/view.php?id=5614

 

Centos 6.0 Lançado e Pronto para DOWNLOAD

Monday, July 11th, 2011

CentOS CentOS 6.0, a Linux distribution built from source RPM packages for Red Hat Enterprise Linux 6.0, has been released: “We are pleased to announce the immediate availability of CentOS 6.0 for i386 and x86_64 architectures. CentOS 6.0 is based on the upstream release EL 6.0 and includes packages from all variants. All upstream repositories have been combined into one, to make it easier for end users to work with. There are no CD images being released with CentOS 6, however we have some CD variants in the pipeline. Since upstream has a 6.1 version already released, we will be using a Continuous Release repository for 6.0 to bring all 6.1 and post 6.1 security updates to all 6.0 users, till such time as CentOS 6.1 is released. Read the release announcement and release notes for detailed information and upgrade instructions. Download (mirror list): CentOS-6.0-i386-bin-DVD.iso (4,487MB, SHA256, torrent), CentOS-6.0-x86_64-bin-DVD1.iso (4,042MB, SHA256, torrent).

 

Fonte: http://distrowatch.com/6775

Centos 5.6 Apache 2 php 5 Mysql 5 em passos simples :P

Saturday, June 25th, 2011

O caboclo que disser que o CentOs não é um ambiente bombado para Apache 2, Mysql 5, PHP 5 e PHPMYADMIN  é um belo mentiroso!

Estamos abaixo fazendo um How to em poucos passos usando o Yum afim de deixar muito rapidamente seu lamp2 rodando filé.

Faça todos os passos como root, please.

Primeiro vamos instalar o mysql 5:

yum install mysql mysql-server -y

O comando acima instala o mysql client e server.

Vamos  dar permissão para que o mysql execute o serviço no boot e em seguida iniciar o bichão:

chkconfig –levels 235 mysqld on

/etc/init.d/mysqld start

Agora vamos corrigir as tranqueiras de senhas:

mysql_secure_installation

A saída desse comando será semelhante a de baixo (sem contar que você terá de interagir com algumas requisições):

NOTE: RUNNING ALL PARTS OF THIS SCRIPT IS RECOMMENDED FOR ALL MySQL
SERVERS IN PRODUCTION USE!  PLEASE READ EACH STEP CAREFULLY!

In order to log into MySQL to secure it, we’ll need the current
password for the root user.  If you’ve just installed MySQL, and
you haven’t set the root password yet, the password will be blank,
so you should just press enter here.

Enter current password for root (enter for none):
OK, successfully used password, moving on…

Setting the root password ensures that nobody can log into the MySQL
root user without the proper authorisation.

Set root password? [Y/n] <– APERTE ENTER
New password: <– DIGITE A SENHA DE ROOT DO MYSQL
Re-enter new password: <– REPITA A SENHA DE ROOT DO MYSQL
Password updated successfully!
Reloading privilege tables..
… Success!

By default, a MySQL installation has an anonymous user, allowing anyone
to log into MySQL without having to have a user account created for
them.  This is intended only for testing, and to make the installation
go a bit smoother.  You should remove them before moving into a
production environment.

Remove anonymous users? [Y/n] <– ENTER PARA CONFIRMAR
… Success!

Normally, root should only be allowed to connect from ‘localhost’.  This
ensures that someone cannot guess at the root password from the network.

Disallow root login remotely? [Y/n] <– ENTER PARA CONFIRMAR
… Success!

By default, MySQL comes with a database named ‘test’ that anyone can
access.  This is also intended only for testing, and should be removed
before moving into a production environment.

Remove test database and access to it? [Y/n] <– ENTER PARA CONFIRMAR
– Dropping test database…
… Success!
– Removing privileges on test database…
… Success!

Reloading the privilege tables will ensure that all changes made so far
will take effect immediately.

Reload privilege tables now? [Y/n] <– ENTER PARA CONFIRMAR
… Success!

Cleaning up…

All done!  If you’ve completed all of the above steps, your MySQL
installation should now be secure.

Thanks for using MySQL!

 

—-

 

Agora que nosso mysql está mais seguro que o default e instalado temos de instalar oo apache 2:

yum install httpd -y

Teremos de atribuir as permissões para que o Apache 2 inicie juntamente com o server:

chkconfig –levels 235 httpd on

Vamos iniciar o bichão:

/etc/init.d/httpd start

Presumindo que você setou um ip ou que no ifconfig seu ip seja 10.0.0.1, se quiser conferir que ficou filé o apache acesse assim (no navegador):

http://10.0.0.1

Normalmente Rhel-Based atribuem o root site aqui: /var/www/html

Chega de demoras e vamos meter bala no PHP:

yum install php

Vamos garantir que os novos confs vão rodar?

/etc/init.d/httpd restart

Como testar se o apache está interpretando php:

vim /var/www/html/testes.php

Dentro do arquivo coloque:

<?php phpinfo(); ?>

Em seguida abra o navegador e tente acessar assim: http://10.0.0.1/testes.php

Vamos integrar mais coisas ao php assim como o mysql sendo suportado pelo mesmo?

yum install php-mysql php-gd php-imap php-ldap php-odbc php-pear php-xml php-xmlrpc -y

 

E o phpmyadmin? Rola ou não rola?

Se o seu S.O. for 64 bits rode assim:

wget http://packages.sw.be/rpmforge-release/rpmforge-release-0.5.2-2.el5.rf.x86_64.rpm
rpm -Uhv rpmforge-release-0.5.2-2.el5.rf.x86_64.rpm

Se o seu S.O. for 32 bits rode assim:

wget http://packages.sw.be/rpmforge-release/rpmforge-release-0.5.2-2.el5.rf.i386.rpm
rpm -Uhv rpmforge-release-0.5.2-2.el5.rf.i386.rpm

Depois disso meta bala na instalação do phpmyadmin:

yum install phpmyadmin -y

Depois vamos deixar as coisas no devido lugar. Teremos de fazer um alias para que o phpmyadmin rode corretamente:

vim /etc/httpd/conf.d/phpmyadmin.conf

#
#  Web application to manage MySQL
#

#<Directory "/usr/share/phpmyadmin">
#  Order Deny,Allow
#  Deny from all
#  Allow from 127.0.0.1
#</Directory>

Alias /phpmyadmin /usr/share/phpmyadmin
Alias /phpMyAdmin /usr/share/phpmyadmin
Alias /mysqladmin /usr/share/phpmyadmin

 

Vamos editar o modo de autenticação do phpmyadmin de cookie para http:

vim /usr/share/phpmyadmin/config.inc.php

[...conteúdo anterior]
/* Authentication type */
$cfg['Servers'][$i]['auth_type'] = 'http';
[...conteúdo posterior]

 

Depois disso temos que reiniciar o apache para garantir que o phpmyadmin rode filé:

/etc/init.d/httpd restart

 

Vamos nos certificar do crime???

http://10.0.0.1/phpmyadmin

Se rodar sem problemas, parabéns, você seguiu fielmente este how to.

 

 

Nossas fontes:

 

Lançado Red Hat Enterprise Linux 6.1

Friday, May 20th, 2011

Red Hat anunciou a disponibilidade do Red Hat Enterprise Linux 6.1 (RHEL 6.1). As atualizações da versão release de novembro do ramo RHEL 6,0, com uma variedade de aprimoramentos de desempenho diz que lhe permitiu entregar um benchmark record-setting SPECvirt_sc2010 sendo executado em um servidor HP Proliant 20-core Blade.

A Red Hat também destaca melhorias no RHEL 6.1, como novas opções de configuração para armazenamento avançado, como Fibre Channel over Ethernet (FCoE), Datacenter Bridging e iSCSI e melhorias em virtualização, sistemas de arquivos, programação, gerenciamento de recursos e funcionalidades de alta disponibilidade.

Notas de lançamento e notas técnicas estão disponíveis com maiores detalhes sobre todas as mudanças feitas no RHEL 6.1.
[1] Red Hat Release Notes 6.1 http://docs.redhat.com/docs/en-US/Re…tes/index.html

[via]

Ispconfig 2: how to create a park domain – como deixar um domínio acessar o conteúdo do outro como park no ispconfig

Monday, June 7th, 2010

Uma das coisas mais interessantes no IspConfig é sua capacidade de permitir customizações em tudo que você possa imaginar. Aproveitando esta “boquinha” vamos fazer algo diferente.
Parkear domínios no Parallels Plesk e no Whm/CPanel é coisa fácil, pois tudo é automatizado, mas isto não quer dizer que o bom e velho vim (ou qualquer OUTRO EDITOR) não entre em ação.

Para isto, precisamos logar-nos como root no servidor aonde iremos parkear domínios, e devemos (antes de mais nada) fazer backup do arquivo de configuração do apache, sendo assim use o comando:

cp -rp /etc/httpd/conf/httpd.conf /root/httpd.conf.OLD


Temos então um arquivo garantido para que, em qualquer eventualidade sirva para consulta ou possivelmente correção do arquivo mais recente.

Entremos no arquivo de configuração:

vim /etc/httpd/conf/httpd.conf

Vá para o final do arquivo e localize exatamente este trecho:


Options ExecCGI -Indexes
AllowOverride None
AllowOverride Indexes AuthConfig Limit FileInfo
Order allow,deny
Allow from all

Deny from all

Feito isto, o que devemos fazer é simples.
Sabendo-se que o ISPConfig lê um outro arquivo com os vhosts dos usuários web, devemos antecipar nossa configuração de maneira que a linha do ispconfig fique abaixo do nosso vhost.

Acima da linha com a informação:

Include /etc/httpd/conf/vhosts/Vhosts_ispconfig.conf

Devemos fazer algo assim:

ServerName www.nomedodominioparkeado.com:80
ServerAdmin webmaster@dominiodestino.com.br
DocumentRoot /var/www/web100/web
ServerAlias dominiodestino.com.br
DirectoryIndex index.html index.htm index.php index.php5 index.php4 index.php3 index.shtml index.cgi index.pl index.jsp Default.htm default.htm
Alias /cgi-bin/ /var/www/web100/cgi-bin/
AddHandler cgi-script .cgi
AddHandler cgi-script .pl
ErrorLog /var/www/web100/log/error.log
AddType application/x-httpd-php .php .php3 .php4 .php5
php_admin_flag safe_mode On
AddType text/html .shtml
AddOutputFilter INCLUDES .shtml
Alias /stats “/var/www/web100/web/webalizer”
Alias /error/ “/var/www/web100/web/error/”
ErrorDocument 400 /error/invalidSyntax.html
ErrorDocument 401 /error/authorizationRequired.html
ErrorDocument 403 /error/forbidden.html
ErrorDocument 404 /error/fileNotFound.html
ErrorDocument 405 /error/methodNotAllowed.html
ErrorDocument 500 /error/internalServerError.html
ErrorDocument 503 /error/overloaded.html
AliasMatch ^/~([^/]+)(/(.*))? /var/www/web100/user/$1/web/$3
AliasMatch ^/users/([^/]+)(/(.*))? /var/www/web100/user/$1/web/$3

RewriteEngine on
RewriteCond %{REQUEST_METHOD} ^(TRACE|TRACK)
RewriteRule .* – [F]

Perceba que no começo falei XXX.XXX.XXX.XXX, isto refere-se ao ip do seu dedicado (shared ip dos domínios :P)

Por este vhost pegue a coisa em cheio.

A charada está nas linhas:

ServerName www.nomedodominioparkeado.com:80
ServerAdmin webmaster@dominiodestino.com.br
DocumentRoot /var/www/web100/web
ServerAlias dominiodestino.com.br

1 – indica o parkeamento
2 – email do main domain
3 – arquivos web de onde o parkeamento vai ler assim que o internauta acessar a página www.nomedodominioparkeado.com
4 – indica o destino do parkeamento, ou seja, ao acessar www.nomedodominioparkeado.com a pessoa na realidade acessa dominiodestino.com.br, porém tendo no cabeçalho o nome www.nomedodominioparkeado.com (url de entrada no navegador)


OBS: CASO O ARTIGO NÃO EXIBA AS TAGS DO APACHE, POR FAVOR VERIFIQUEM JUNTO AO ARQUIVO /ETC/HTTPD/CONF/HTTPD.CONF.

Abraços e espero ter contribuído com um dia feliz para nós… lol.
bye!

Mais que uma distribuição: Ubuntu é uma paixão!

Tuesday, May 18th, 2010

Por estes dias estive trocando idéias com um amigo meu (dooguinha) que também adora Gnu/Linux, sobre qual distribuição usar, visto que estava com Windows XP em meu desktop pessoal e precisava de algo mais enriquecedor em termos de conhecimento (mexer com registro de Windows para remover falhas não é muito proveitoso, rsrsrs).

Resolvi voltar a utilizar-me do Ubuntu.

Antes quero expor alguns problemas que enfrentei antes desta escolha:

1 – Na tentativa de usar o OPENSUSE eu não poderia deixar de comentar da podridão que é em termos de velocidade de update nos repositórios do Opensuse, sem contar o drama que é para achar uma configuração avançada – resumo -> mv opensuse_my_desk /dev/null (apesar da excelente instalação em um hd ide de 320gb, e detecção de maneira louvável com ênfase em hardware),

2 – Na tentativa de usar o Fedora, o que mais me chamou atenção foi o boot todo voltado para arquitetura sata, ou seja, seu boot fica todo duro no /sbin/loader… Quem diria… o foguete ainda nem saiu do forno e já me deixou sem um minuto sequer desejoso em utiliza-lo. Sabe qual foi o fim? mv fedora_my_desk /dev/null,

3 – Na tentativa de usar o CentOS como desktop eu volto no ponto 2 e vivo o mesmo drama… mv centos_my_desk /dev/null.

Confesso que deixei o Ubuntu como sendo a última alternativa. Isto ocorreu devido um teste um pouco frustrado de utilizar-me da 10.04 em meu modesto desktop. Achei lento no uso, porém rápido no boot, e de maneira precipitada não lembrei que os repositórios estavam lotados graças a quantidade de fãs que esta distribuição faz a cada lançamento.

Decidi então subir manualmente o desktop, afim de obter algum “exclarecimento” no quesito velocidade de S.O., optei pela 9.10 subindo para Lucid. Abaixo segue um screen mostrando o primeiro ponto forte do Ubuntu aos meus olhos:


Após update, cheguei na Lucid e modifiquei os botões de janelas para a direita, afinal de contas de livre o mac só tem a escolha de compra do usuário!

Quer apontar os botões para o lado direito? Use:

gconftool-2 --type string --set "/apps/metacity/general/button_layout" "menu:minimize,maximize,close"

E para que isto se aplique a todos os users faça:

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/apps/metacity/general/button_layout" "menu:minimize,maximize,close"

Ambos comandos pedem autorização para rodar, aplique a senha do root e pronto!

Por fim vai um print do meu desktop 😀 (ainda nem terminei minhas customizações, mas gostei das tonalidades).

O dia de testes na penúltima utilização do Ubuntu foi quando criei o tutorial do LAMP2 no Lucid Lynx.

Ah, o problema somente será o espaço para o Slackware 13.1. Estou um pouco triste por que se continuar curtindo meu Ubuntu terminarei abandonando meu slackzinho :(.

Abraços e boa noite ALL!

Benchmarks do Red Hat 6 Beta: preocupação com o desempenho

Thursday, April 22nd, 2010


Antes de mais nada é bom saber que os testes realizados em cima do Red Hat 6 foram baseados em plataforma beta.
Entretanto, uma das coisas que não gostei (principalmente por evangelizar na web que Red hat/Centos são os mais rápidos ambientes Webs em Lamp) foi o desempenho do Rhel 6 com uso do Apache.
O CentOs foi melhor (5.4) nas requisições.

A matéria completa está no fim deste post.
Espero que o Red Hat stable esteja bem tunado, por que até o momento, no que diz respeito ao Apache, ele foi uma carroça :(.

http://www.phoronix.com/vr.php?view=14826

How to install a clean Fantastico Deluxe como instalar o fantástico do zero

Friday, February 19th, 2010

Rode os comandos abaixo como root:

cd /usr/local/cpanel/whostmgr/docroot/cgi
wget -N http://files.betaservant.com/files/free/fantastico_whm_admin.tgz
tar -xzpf fantastico_whm_admin.tgz
rm -rf fantastico_whm_admin.tgz

Depois é só correr para o abraço e observar em seu whm no último menu ,o fantastico estará lá, bastando somente clicar em install e mandar ficha!

Colocando Timezone (corriginfo Timezone) para não se ferrar com horário de verão

Wednesday, October 21st, 2009

Entra no php.ini global do server (/usr/lib/php.ini) e informa isso:

date.timezone = America/Fortaleza

OU, caso a conta tenha um php.ini customizado informe isto acima e tudo ficará filé!

Abraços.

Verificar Spammer no exim – Vamos combater o SPAM

Tuesday, September 15th, 2009

Uma coisa importante a ser adicionada ao sistema EXIM são as informações no cabeçalho dos emails enviados/recebidos em seu sistema.

Com etas informações você poderá mais facilmente identificar os possíveis SPAMMERS que você hospeda além de facilitar também a vida de outros administradores cujo servidores recebem emails vindos de seu sistema.

Acesse o WHM e no link “Exim Configuration Editor” e no mesmo no botão “Advanced Editor”. Logo no primeiro campo de formulário (logo abaixo do “#!!# cPanel Exim 4 Config”) adicione:

log_selector = +address_rewrite +all_parents +arguments +connection_reject +delay_delivery +delivery_size +dnslist_defer +incoming_interface +incoming_port +lost_incoming_connection +queue_run +received_sender +received_recipients +retry_defer +sender_on_delivery +size_reject +skip_delivery +smtp_confirmation +smtp_connection +smtp_protocol_error +smtp_syntax_error +subject +tls_cipher +tls_peerdn

Agora observe o cabeçalho dos emails em seu queue.

fonte: http://blog.scriptseguro.com.br/verificar-spammer-no-exim/

Failed loading /usr/local/Zend/lib/Optimizer-3.3.3/php-5.1.x/ZendOptimizer.so: /usr/local/Zend/lib/Optimizer-3.3.3/php-5.1.x/ZendOptimizer.so: cannot restore segment prot after reloc: Permission denied OU COM IONCUBE

Monday, September 14th, 2009

Se você instalou o IONCUBE no CENTOS/RedHat/Fedora, NÃO entre em pânico se recebeu a mensagem acima ou algo bem semelhante (com compontente da zend). Há uma probabilidade monstruosa do problema estar ocorrendo por causa do SELINUX. Para sanar esse problema rode:

/usr/sbin/setenforce 0

OU

edite o arquivo /etc/selinux/config colocando no lugar de enforcing a informação disable.

Reinicie seu server e depois seja feliz 😛

Como fazer downgrade do mysql 5 para o 4 no cpanel – how to downgrade mysql 5 to 4

Wednesday, March 11th, 2009

Primeiro entre no arquivo:

vim /var/cpanel/cpanel.config

procure pela linha mysql-version=5.0 e em seguida coloque 4.1 no lugar de 5.0

saia salvando o arquivo, em seguida rode:

/scripts/mysqlup –force

Após isto, confirme a versão com:

rpm -qa | grep -i mysql-

Obs: Se funcionar eu quero uma caixa de Bis hein?

cannot restore segment prot after reloc: Permission denied

Monday, March 2nd, 2009

Nada de pânico, sem dúvidas isso ocorreu em seu sistema CentOs (ou derivado da linha Red Hat) e você não sabe o que fazer. Esfria a cabeça, para sanar o erro
cannot restore segment prot after reloc: Permission denied

basta desabilitar o SELINUX (sistema de defesa padrão da linha Red Hat) assim:

/usr/sbin/setenforce 0

entre no arquivo de configuração e mude de enforce para disabled, o arquivo fica em:
/etc/selinux/config

Após a mudança reinicie o server com o comando:

shutdown -r now

Após restart, use o comando sestatus, deverá receber algo como:

SELinux status: disabled

Depois disso tudo ficará 100%.

Abraços.

cannot restore segment prot after reloc: Permission denied

Monday, March 2nd, 2009

Nada de pânico, sem dúvidas isso ocorreu em seu sistema CentOs (ou derivado da linha Red Hat) e você não sabe o que fazer. Esfria a cabeça, para sanar o erro

cannot restore segment prot after reloc: Permission denied

basta desabilitar o SELINUX (sistema de defesa padrão da linha Red Hat) assim:

/usr/sbin/setenforce 0

entre no arquivo de configuração e mude de enforce para disabled, o arquivo fica em:
/etc/selinux/config

Após a mudança reinicie o server com o comando:

shutdown -r now

Após restart, use o comando sestatus, deverá receber algo como:

SELinux status:                 disabled

Depois disso tudo ficará 100%.

Abraços.

fonte: http://www.littleoak.com.br/2009/03/02/cannot-restore-segment-prot-after-reloc-permission-denied/