Como instalar Android 2.3.7 no Milestone 2 sem perder dados e de forma rápida

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PS: baixem TODOS os arquivos do artigo aqui:

http://appunix.com.br/repository/ALL.rar

As pessoas reclamam que os arquivos estão dando problemas. SUBIMOS TUDO e o tamanho no WINDOWS:

931 MB (976.620.228 bytes) (size)

931 MB (976.621.568 bytes) (size on disk)

Tem várias roms, vários utilitários e por fim a tranquilidade de não ter o dropbox off.

 

 

 

Antes de mais nada quero deixar claro que este artigo é 100% baseado no consagrado artigo da galera AJUDA ANDROID, que pode ser acessado aqui:

http://www.ajudandroid.com.br/2011/09/rom-milestone-2-cyanogenmod-7-versao.html

 —– Dia 05/12/2011 (ATUALIZADO):

Lista de arquivos para download interno (caso queiram mais desempenho tentem com dropbox [links mais abaixo]):

http://www.appunix.com.br/repository/GingerBreak-v1.20.apk

 

http://www.appunix.com.br/repository/Bootmenuv0.8.6-v2.zip

ROMS MAIS NOVAS:

http://android.loicg.net/roms/

 

Antes de mais nada iremos deixar aqui links de arquivos que você deverá utilizar (exceto rsdlite, fica ao seu critério).
Requerimentos para seguir este How to:

– Ter um milestone 2 rodando android 2.2,

– Baixar todos os softwares aqui citados.

 

Pontos em particular:

– Deixe a bateria COMPLETAMENTE carregada junto ao seu Milestone 2.

– Reza a lenda “androidiana” que cartões sd lv 10 dão problemas, eu, particularmente não vi dar problemas.

 

Não precisa ser um arquiteto da Google para executar este procedimento, muito pelo contrário, é tão simples e eficaz que quando terminar (e isso será rápido) você vai falar:

– “Caramba, velho, como foi fácil/rápido terminar esse trem!”

 

A meta é essa!

 

Softwares  OBRIGATORIAMENTE necessários para cumprir nossa meta:

http://dl.dropbox.com/u/17545709/Bootmenu%20v0.8.6-v2.zip  (esse é o bootmenu 8.6-v2),

http://dl.dropbox.com/u/17545709/GingerBreak-v1.20.apk (esse aqui é o gingerbreak 1.20 e vai “rootar” seu aparelho de maneira beeeeem simples/rápida),

https://market.android.com/details?id=com.koushikdutta.droid2.bootstrap&hl=en (gestor de roms que serve tanto para fullbackups como para instalar roms, custa menos de 6 reais e vale a pena),

http://dl.dropbox.com/u/17545709/EndlessCM7_20111001_Nightly_BPSW_v1_0.zip (cyanogenmod 7), CASO percebam que o link está off podem baixar até versões mais novas, vejam aqui no repositório (CABRITO! Divulgamos este repositório no twitter do appunix): http://android.loicg.net/roms/

–  http://dl.dropbox.com/u/17545709/RSD%20Lite%204.9.zip (perfumeria, RSDLite 4.9 (para caso de reinstalar a SBF da motorola 2.2),

https://market.android.com/details?id=com.koushikdutta.rommanager&feature=search_result (ClockWorkMod, um gestor de ROMs muit bombado).

Eu, particularmente recomendo que você instale o FREE e 100% operacional/compatível programa chamado TITANIUM BACKUP -> https://market.android.com/details?id=com.keramidas.TitaniumBackup&hl=en

 

Após baixar tudo RECOMENDO que cole os arquivos baixados (caso os baixou por meio de PC) dentro do seu milestone 2 em uma pasta na raiz do sistema (VAI FACILITAR MEIO MUNDO NA HORA DE INSTALAR A ROOM), eu, no momento em que executei minha upgrade coloquei tudo na raiz em uma pasta chamada DOWNLOADS usando meu cabo de dados. Isso é só um procedimento de organização, nada mais, sem isto, caso use outra forma funcionará, mas minha idéia aqui é encurtar caminhos ;).

É uma ferramenta MUITO simples de usar (TITANIUM BACKUP) e NÓS OBRIGAMOS que você a use, LOL, justamente para que você não perca aqueles programas massa que você possui, ou mesmo os dados dos tais programas. Então, para nos anteciparmos ao problema vamos fazer o seguinte, instalar o Titanium backup e em seguida fazer o seguinte:

IR no menu ->configurações ->aplicativos ->desenvolvimento e habilite a opção depuração de USB.

Depois entre no programa e assim que for requisitado poder de root (sim, o danado acessa MUITAS áreas do sistema) diga que SIM. [allow]

Depois procure pela aba BACKUP/RESTORE e em seguida, apertando os quadradinhos [botão de configuração/propriedades de um app] clique em LOTE.

Logo em seguida você vai ter de procurar por backup de todos os aplicativos de usuários [backup all data + apps], e clicando no botão logo ao lado para deixar no ponto -> [executar/run].

Na tela a seguir devemos escolher as apps manualmente OU já ir rodando todo o fullbackup de tudo, escolhendo suas apps (recomendo tudo) clique em Executar a operação em lote.

 

2 coisas bem interessantes acontecem aqui, no ato do backup:

1 – o titanium coloca seus arquivos e ele mesmo na memória SD externa, em uma área aonde qualquer mudança complexa ou wipe data vai deixar o bichão ali, pronto para uso e COM SEUS DADOS FILÉ!

2 – esse procedimento de backups é importante, pois quando terminarmos a instalação do android 2.3.7 é de praxe que você esteja sentindo muita falta daquela app querida e de seus dados respectivamente.

 

Feito o backup, creio eu que você já baixou os links de download e pagou pela app que recomendamos.

Agora que já baixamos tudo a primeira coisa é meter o root pra correr a solta no aparelho, para isto devemos rodar o Gingerbreak. Assim que terminarmos de instalar, seu aparelho está pronto para o root, depois iremos instalar o ClockModWork e depois o Droid 2 Recovery Bootstrap. (links já citados acima, na parte de downloads)

 

Assim que você rodar o Droid 2 Recovery Bootstrap você deverá clicar no menu -> Bootstrap recovery e em seguida liberar a app para executar suas funções avançadas, clicando assim em -> permitir e por fim clicar em -> Reboot Recovery

 

Depois desse procedimento seu aparelho já deverá estar reiniciando. Assim que ele carregar aparecerá um menu, o qual, para deslocarmos para cima e para baixo devemos usar o controle de volume do aparelho, logo + é para cima e – é para baixo e respectivamente o OK é o botão da câmera. Primeira coisa que devemos fazer nessa onda aí é acessar o menu install zip from sdcard e em seguida selecionar o menu -> choose zip from sdcard, no menu a seguir procure (lembra da pasta Download…?) por Bootmenu v0.8.6-v2.zip, escolha-o e em seguida entre no menu REBOOT.

 

Depois do reboot automaticamente iremos para uma nova tela aonde o botão de power passará a ser o OK, assim como o botão retornar do Milestone 2 realmente será retornar! (o + para cima e – para baixo, como doutra vez)

Primeiro passo que devemos fazer aqui é selecionar BOOT, aonde no menu SET DEFAULT: [boot menu] devemos optar por normal e apertaremos RETORNAR 2 vezes, aonde na tela deveremos escolher RECOVERY e em seguida ir no menu CUSTOM RECOVERY. Nessa nova tela de boot o botão de câmera volta  a ser o OK, aonde deveremos nesse novo menu procurar por Instal zip from sdcard e escolher logo em seguida choose zip from sdcard, ao abrir a raiz do sistema procure por EndlessCM7_20111001_Nightly_BPSW_v1_0.zip (lembra da pasta Download né?…).

A rom vai moer, moer, moer e moer e vai ser instalada :P, assim que for instalada deveremos voltar para o menu wipe data/factory reset, procurar pelo menu Advanced e depois clicar em Wipe Dalvik Cache, depois ir sobre YES afim de limpar o cache da virtual machinne, logo depois retornamos ao menu anterior e entramos em Wipe Baterry Stats, logo em seguida optaremos por YES para dar um grau na batera!

Depois você deve retornar ao menu principal (Go back [botão do milestone 2]) e procurar por reboot system now.

Lembra que estávamos falando de estar com a bateria full? É, meu amigo, agora é a hora da verdade e DO USO DELA! Alguns aparelhos (não sei se é por causa do level de SD ou outra coisa) levam até 10 minutos para fazer a build rodar 100% filé [levei menos de 4 minutos], mas aí varia de smart para smart.

 

Depois disso CURTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA o seu Milestone turbinadão.

Fonte deste milagre? Tá aqui ó:

http://www.ajudandroid.com.br/2011/09/rom-milestone-2-cyanogenmod-7-versao.html

 

Alguns pontos que ressaltamos aqui após instalação:

1 –  NÃO restaure aplicativos como google.phone do seu antigo froyo tosco, isto vai ferrar com seu sinal de gsm (de verdade),

2 – Wifi operando melhor que o 2.2 (hoje mesmo testei em frente a uma loja aonde o antigo não recebia o sinal e chute? sinal de 1 pontinho navegando tunado),

3 – LIGAÇÕES GSM NÃO CAEM [como andam falando por aí], fiz uma hoje cedo de “apenas 34 minutos”, super top de linha e uma qualidade de dar inveja de VERDADE,

4 – BOOT mais elegante e mais rápido que o froyo nativo e podrão,

5 – Câmera 100% operacional,

6 – Desempenho no acesso de áreas de trabalho BEEEEEM melhor,

7 – Consumo de bateria BEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEM menor,

8 – Consumo de ram BEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEM menor,

9 – Travamentos não existem mais (Froyo nativo da motorola travava pelo menos a cada 5 dias),

10 – Library de imagens muito mais rápida para gerar thumbnails,

11 – Led da câmera 100%,

12 – Aplicativos pós restauração do Titanium backup operando 100%,

13 – Menu Central de aplicativos muito leve,

14 – Qualidade do som continua em alta,

15 – NÃO foi necessária nenhuma gambiarra de apn ou ajuste de sinais gsm/3g, foi ligar e pimba, sinal gsm na alta!

16 – AINDA não senti aquele aquecimento infernal que o Froyo dava quando estava em chamada.

17 – Acesso a dados internos MUITO violento.

18 – Desligar (apertando o botão de desligamento/bloqueio) agora libera um item MUUUUITO amável, REINICIAR!

19 – GOOGLE MARKET 100% operacional (NOT GAMB).

 

Bem, se os 19 motivos acima não lhe encorajam a um upgrade só tenho 1 coisa a lhe dizer -> SORRY!
Devemos agradecer a DEUS pela galera da XDA, AJUDA ANDROID e http://www.cyanogenmod.com/

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TROUBLESHOOTING

PS, no caso de nosso visitante Thiago, ele reportou que a tela de boot ficou presa, sendo assim o procedimento que ele adotou e deu certo foi:

Reiniciar o celular, pressionar “vol -” que abre o menu, fazer o procedimento de wipe/factory reset, depois aplicar o zip, em seguida wipe data/factory reset, Wipe Dalvik Cache, e Wipe Baterry Stats, após restart ele dará boot corretamente.
Se você está percebendo a luz vermelha no canto direito do aparelho (fica normalmente com uma luz verde ou durante o boot azul) deverá fazer o seguinte procedimento:
Reinicie o aparelho, daí segurando o botão Power ( botão ligar) e o X do teclado vai aparecer o android com um ponto de exclamação ”!” aperte @ no teclado agora escolha “wipe data/factory reset” e por ultimo “reboot system now” agora seu Milestone 2 vai funcionar normalmente.

Se o boot travar verifique os procedimentos do THIAGO, ou siga os passos:

ligue novamente porém segurando o botão “Power” (o botão de ligar) e a “seta para cima” do teclado, a tela vai ficar toda preta aí basta soltar que você estará na tela de bootload.

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SE VOCÊ pretende fazer DOWNGRADE (instalar o FROYO 2.2 oficial da Morotola no seu milestone 2 após instalar o gingerbread ou está tendo problemas após atualizar sue motorola milestone 2 basta acessar este link -> http://www.appunix.com.br/howto/linux/google-android/como-restaurar-meu-milestone-2-procedimentos-para-corrigir-ou-aplicar-osreload-de-rom-original-do-motorola-m2/)

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Abraços galeraaaaaaaaa!

 

Como instalar Apache 2, Mysql 5 e php 5 no Mac Os X LION 10.7.x (testado 10.7.1)

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Este artigo vai parecer muito com a instalação do apache, php e mysql sob mac os x snow leopard, porém existem algumas particularidades que precisam ser detalhadas. Antemão parte do artigo do mamp sob snow leopard será copiado, depois, iremos detalhar pontos MUITO importantes para que tudo funcione corretamente. Estamos testando em um hackintosh LION (10.7.1), literalmente current (updates mais novas).

Vamos lá:

No outro artigo, para habilitarmos o apache usamos o comando com poder de root (sudo) para ativar o web server, mas agora isto só é permitido sem stress via Preferências do Sistema -> Sharing (compartilhamento) e marcando o Web Server (compartilhamento de arquivos web), lhe mostraremos imagens abaixo:

Abrindo o menu de sharing para apache

Abrindo o menu de sharing para apache

Clicando em compartilhamento de páginas web

Clicando em compartilhamento de páginas web

Note acima que clicamos em COMPARTILHAMENTO junto as preferências de sistema e em seguida marcamos o compartilhamento do apache (páginas web). Toda mudança significativa do mac faz controle de permissões (segurança), por isso coloque seu login e senha para autorizar a mudança.

Feito isto teremos de entrar no conf do apache para liberarmos o php5, veja os passos que diremos.

Nosso segundo ponto e muito importante é entrar no arquivo de configuração do apache 2 afim de habilitarmos o suporte ao PHP, vamos por a mão na massa? Estamos usando o VIM, um editor muito eficaz e leve (todos que já amaram o vi um dia com certeza amam/amarão o vim):

Little-oaks-appunixlabs:~ sudo vim /etc/apache2/httpd.conf

 

Dentro deste arquivo devemos remover o comentário da linha abaixo:

LoadModule php5_module libexec/apache2/libphp5.so

Recomendo que aperte a tecla / no vim e digite php5, você já vai cair em cima da linha a ser descomentada, em seguida, no sinal de libra (#), caminhe até ele e aperte x
Isto nos deixará com suporte ao PHP, depois basta apertar ESC e digitar isto:
:wq!
Assim que pressionar ENTER o arquivo será salvo.
Vamos explicar o por que de :wq!

: representa comando para o arquivo
W representa ESCREVER
Q representa QUIT (sair)
! representa EXECUTAR as instruções informadas

Para finalizarmos o suporte ao php precisamos rodar o seguinte comando:

Little-oaks-appunixlabs:~ sudo apachectl restart

É mania de todos criar um arquivo com a função phpinfo() contida nele, porém, se fizermos isso “de cara” o apache vai exibir muitos warnings (interpretados pelo php) por questões de permissões e de existência do arquivo php.ini. Para sanarmos isto deveremos fazer o seguinte:

Little-oaks-appunixlabs:~ cd /etc
Little-oaks-appunixlabs: sudo cp php.ini.default php.ini
Little-oaks-appunixlabs: sudo chmod 666 php.ini

Estamos copiando o php.ini default do /etc (área de arquivos de configurações em Unix-like systems) e atribuindo permissões 666 (dono pode ler e escrever no arquivo, grupo também e demais também).
No arquivo php.ini temos de localizar o trecho aonde o TimeZone é identificado (mas está comentado). É muito importante mudar esta linha e ajustarmos nosso timezone corretamente, pois isto nos dará um horário adequado. Para isto devemos proceder da seguinte forma:
Little-oaks-appunixlabs: sudo vim php.ini
Em seguida aperte a tecla / para localizar um termo, informe o seguinte date.timezone, isto lhe deixará na linha acima da que precisamos mudar. Descomente a linha abaixo para que fique assim:
date.timezone =

Você removerá o ; apertando x em cima dele. Para deixarmos o vim em modo de edição de arquivos precisamos apertar a tecla i, isto nos dará poder de editar o arquivo (saindo de modo comando).
Agora iremos colocar depois do = o seguinte:
America/Sao_Paulo
Então o resultado final será —> date.timezone = America/Sao_Paulo
Dê ESC e digite
:wq!
Aperte ENTER e terá o arquivo salvo.

 

As vezes você pode estar se perguntando:

Poxa, mas meu timezone não tem nada a ver com o de Sampa, o que faço?
Relaxa, rapá! A galera do Appunix pensou em você! Abaixo segue a lista de timezone da América:
http://www.php.net/manual/en/timezones.america.php

Se mesmo assim não lhe agradar você pode usar os globais:
http://www.php.net/manual/en/timezones.others.php

Mas é impossível você não se agradar dos timezones da América, são repletos.
Os mais comuns que são usados são:
America/Porto_Velho
America/Noronha
America/Rio_Branco
America/Recife
America/Sao_Paulo
America/Porto_Acre
Mas escolha o que mais lhe agradar.

Assim que decidir qual seu TimeZone você deve reiniciar o apache para reler o php.ini e ativar o negócio:
Little-oaks-appunixlabs: sudo apachectl restart

Agora precisamos instalar o Mysql 5 para que possa trabalhar da forma que almejamos.
Para irmos direto ao ponto acesse o link abaixo:
http://dev.mysql.com/downloads/mysql/5.1.html#macosx-dmg
Se cuide para baixar a versão ideal para você.
Aí é 64 bits? Não sabe como é? Quer saber como seu Mac Os X LION está operando? Clique na maça, depois clique em Sobre Este MAC, em seguida clique em Software (Categoria) e procure pela linha Kernel de 64-bit e Extensões: Sim (conforme a foto abaixo):

como ver informações do seu mac os x

como ver informações do seu mac os x

Caso seja Sim é 64 bits (x86_64), então baixe o pacote para 64 bits.
Vamos simbora?
Baixe o arquivo x86_64 no formato DMG.

baixar pacote mysql 64 bits (DMG)

baixar pacote mysql 64 bits (DMG)

baixar pacote mysql 64 bits (DMG)

Quando você clicar no formato DMG automaticamente o site da Mysql vai te convidar a logar-se lá com eles, mas basta prestar a atenção (conforme imagens abaixo) para não precisar perder tempo com esta burocracia, se você quer baixar direto (melhor Né?) basta fazer o seguinte, clique no link abaixo:
HTTP://dev.mysql.com/get/Downloads/MySQL-5.1/mysql-5.1.58-osx10.6-x86.dmg/form/http://mysql.cce.usp.br/
Deixa o download terminar siga os passos das fotos abaixo (literalmente instalar o mysql e seu ícone), Devemos concluir os passos extras para adição do Mysql como sendo parte do painel administrativo, para isto siga os passos abaixo:

passo1

passo1

 




















Temos de focar em um ponto em comum.

Temos um script na pasta de download que abrimos (do MYSQL).
Veja o seguinte, MYSQL.PREFPANE é um script que serve para adicionar o script (ícone) de inicialização do MYSQL dentro das preferências do sistema, por isso DEVEMOS executar ele sim, autorizando-o com a senha do usuário. (sem isso teremos de inicializar na mão com o comando mysqld (VIXE, mac é praticidade RAPÁ!)






Feito isto iremos confirmar se o mysql está rodando com o seguinte comando (dentro do terminal):

Little-oaks-appunixlabs: /usr/local/mysql/bin/mysql –user=little_oak

Substitua little_oak por SEU_USUÁRIO.

Isto fará com que você esteja dentro do mysql (Via terminal).

Veja como abrir o terminal:

Façamos o seguinte, clique em terminal (veja a imagem abaixo):

como abrir terminais no mac os x

como abrir terminais no mac os x

como abrir terminais no mac os x

Feito isto iremos reiniciar o apache 2 para garantir que o nosso servidor está integrando literalmente tudo, faremos com o seguinte comando:

Little-oaks-appunixlabs: sudo apachectl restart

Para conferirmos tudo vamos entrar dentro da nossa pasta pessoal, na pasta Sites e criar um arquivo chamado index.php. Dentro dele iremos colocar o seguinte (ISTO EM /Library/WebServer/Documents):
Ou seja -> sudo vim /Library/WebServer/Documents/index.php

< ?php phpinfo(); ?>

 

Quando citamos a parte do mysql, praticamente contorna a viagem de redefinir a senha de root. Se dermos ouvidos ao Mágico de OZ e inventarmos redefinir senhas vamos brincar com isso ó:

Mac-Pro-de-little-oak:etc little_oak$ sudo /usr/local/mysql/bin/mysqld –skip-grant-tables –user=root

grant all…

flush privileges e talz, NÃO PRECISA DISSO, o mac entende que você é um cara que é punk no sistema, que só dá sudo quando sabe o que tá fazendo.

Para conferir como alterar a senha de root do mysql basta clicar no nosso artigo de como redefinir a senha de root no mysql dentro do mac os x lion sem complicações.

PONTO EXTRA:

Como a galera está falando muito de MCRYPT no Mac Os X Lion, o path padrão dele é /usr/share/file/magic/mcrypt
, se quiser descomente a linha do mcrypt no php.ini e mande ficha.

 

Uma coisa massa, se você quer ver a documentação do apache meta bala em http://localhost/manual/, veja a imagem abaixo:

 

manual do apache

manual do apache

 

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P5KPL-AM SE updates no lion 10.7.1 current ocorreram muito bem no hackintosh

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Boa noite grandes mestres, só estamos postando esta informação extra para deixar o coração dos amantes de hackintosh mais tranquilizados.
Fizemos, neste instante todas as updates disponíveis pela apple na arquitetura 10.7.1 (current) em cima do seguinte hardware:

Cpu – 2160 (intel dual core),

2 gb de ram ddr 800,

VGA nvidia 8500gt,

P5KPL-AM SE (placa-mãe).

O máximo de erro que você poderá encontrar (após reboot) é o do print a seguir:

erro no hack

erro no hack

Basta apenas reiniciar seu hackintosh e o problema será sanado (provavelmente permissões).

Se você usa hackintosh pode fazer todas as updates possíveis até o dia 20/09/2011, tudo filé.

Qualquer dúvida ou sugestão reportem-nos.

 

Abraços.

Como instalar o Adobe AIR e TweetDeck mais recentes no OpenSuse 11.4

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Bom, pessoal, nós do AppUnix decidimos fazer um simples How to (bem easy-to-use mesmo) para que você possa instalar facilmente o Adobe Air junto com Tweetdeck sob OpenSuse 11.4. Sobre as notas de distribuição e hardware, nada tão gritante. Antes damos um alerta para quem “viaja” demais e instala Sistemas Operacionais Linux 64 bits quando NÃO SE TEM MAIS DE 4 gb de ram. Evite isto, pois Kernel PAE dá conta do recado e reconhece os 4gb de ram sob 32 bits com MUITO louvor.

Voltando ao ponto de specs, seguem abaixo:

Notebook Testado

Acer 7745 -> i3 350M, 4gb de ram.

Opensuse 11.4 32 bits.

Vamos que vamos?

Nosso primeiro passo é instalar o pacote RPM que está disposto no site da Adobe (pacote adobe air), Para baixar DIRETAMENTE acesse o link abaixo:

http://get.adobe.com/br/air/thankyou/?installer=Adobe_AIR_2.6_for_Linux_%28.rpm%29

Isto vai cair no site já para download.

Siga os passos abaixo:

adobeair passo 1

adobeair passo 1

Primeiro passo é dizer que queremos abrir o pacote com o gestor de pacotes RPM (mostrado acima).

adobeair passo 2

adobeair passo 2

Acima vemos o download prosseguindo (mesmo escolhendo ABRIR com gestor de pacotes RPM).

adobeair passo 3

adobeair passo 3

No passo acima vemos a execução do pacote baixado. Devemos clicar em INSTALAR para prosseguir.

adobeair passo 4

adobeair passo 4

No passo acima devemos confirmar que queremos instalar o pacote.

adobeair passo 5

adobeair passo 5

Devemos confirmar com nossa senha (senha de root do seu OpenSUSE 11.4) para autorizar a instalação do pacote.

adobeair passo 6

adobeair passo 6

Acima vemos o processo de instalação do adobe air rodando normalmente.

adobeair FINAL

adobeair FINAL

Para conferir que a instalação ocorreu filé clique em COMPUTADOR -> MAIS APLICATIVOS. Deve aparecer idêntico a foto acima.

Pronto, agora que metemos bala no Adobe Air, teremos de meter pólvora  (ou POIVA -> no interiorzão) no TweetDeck. Bora? Vamos na velocidade do dragão branco?

Primeiro passo é acessar o site oficial: http://www.tweetdeck.com/

tweetdeck passo 1

tweetdeck passo 1

Devemos clicar no menu COMPUTADOR para podermos baixar a versão DESKTOP.

tweetdeck passo 2

tweetdeck passo 2

Clicando em DOWNLOAD NOW iremos ativar o bichão (download dele). Devemos fazer isto para prosseguir com a instalação.

tweetdeck passo 3

tweetdeck passo 3

Veja o carregamento do arquivo direto no site.

tweetdeck passo 4

tweetdeck passo 4

Agora devemos clicar em ABRIR para baixar e usar o Adobe Air automaticamente na abertura dos arquivos.

tweetdeck passo 5

tweetdeck passo 5

Estamos terminando o download, falta pouco.

tweetdeck passo 6

tweetdeck passo 6

Agora iremos autorizar o Adobe Air a instalar o TweetDeck.

tweetdeck passo 7

tweetdeck passo 7

Estamos acima definindo o ponto de instalação do TweetDeck. Deveremos deixar o padrão, só confirme isto.

tweetdeck passo 8

tweetdeck passo 8

Acima devemos concordar com os termos da Adobe.

tweetdeck passo 9

tweetdeck passo 9

Conforme imagem acima, devemos colocar a senha de root do OpenSuse 11.4 afim de que seja autorizada a instalação/conclusão da instalação.

tweetdeck passo 10

tweetdeck passo 10

Depois disso é só ENJOY véi!

 

Curtiu? Aplique um SHARE nisso e se lhe salvou o dia comenta aí, please!

 

4ppUn1x agradece sua visita :P.

Como instalar o Lynx (navegador para o terminal/console) no Mac Os X Lion

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Dica simples e rápida!

Galera é o seguinte, quer instalar o Lynx (navegador web) no seu terminal Unix no Mac Os X Lion?

O que teremos de ter nesta PRIULA:

1 – Xcode 4.1 instalado,

2 – Ports do Mac 2.0 para Lion.

Como conseguimos os dois bichos?

1 – http://itunes.apple.com/us/app/xcode/id448457090?mt=12

Está disponível na AppleStore e 100% free para quem tem o LION. Instale-o.

2 – Instale agora o ports do Mac (100% compatível com o LION) no link abaixo:

http://www.macports.org/install.php

Depois de instalar ambos faça o seguinte em seu terminal (Aplicativos -> Utilitários -> Terminal):

abrir terminal UNIX no mac

abrir terminal UNIX no mac

Assim que abrir o terminal rode o seguinte comando abaixo:

sudo port install lynx

Depois disso rode o seguinte comando:

lynx appunix.com.br

Abriu?

Equipe AppUnix Agradece!

 

Fonte: http://osxdaily.com

Como instalar PHP, Apache e Mysql no Mac Os X Snow Leopard (mamp2 no mac)

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Este é um artigo daqueles “easy-to-use”, aonde instalaremos o apache 2, o php 5 e o mysql 5 para que possamos programar sossegadamente (fazer um webserver para hospedar nossa aplicação localmente).
O sistema operacional usado aqui foi o Mac Os X Snow Leopard 10.6.7, mas o procedimento é o mesmo para 10.6.8.

Vamos para o fight?
Iremos usar o console do Mac os x, assim como o ports do Mac para gerenciar o trem com velocidade.
Façamos o seguinte, clique em terminal (veja a imagem abaixo):

como abrir terminais no mac os x

como abrir terminais no mac os x

Clicando lá você fará o seguinte:

Little-oaks-appunixlabs:~ sudo apachectl start

Isto fará com que você chame recursos globais como super usuário e ative o serviço do apache 2 dentro do seu Mac os x, LEMBRANDO que será requisitada a senha de superusuário para que você possa rodar este recurso, pois o sudo te dá poder de root para executar um determinado comando, como neste caso tomtamos o exemplo do apachectl.

Para conferir que o procedimento deu certo abra seu navegador web (no nosso caso curtimos muito o Mozilla Firefox, mas fica ao seu critério o navegador [isto não influenciará em nada neste how to]), conforme imagem abaixo, na barra de endereços digite

Apache ok

Apache ok

HTTP://localhost

Nosso segundo ponto e muito importante é entrar no arquivo de configuração do apache 2 afim de habilitarmos o suporte ao PHP, vamos por a mão na massa? Estamos usando o VIM, um editor muito eficaz e leve (todos que já amaram o vi um dia com certeza amam/amarão o vim):

Little-oaks-appunixlabs:~ sudo vim /etc/apache2/httpd.conf

 

Dentro deste arquivo devemos remover o comentário da linha abaixo:

LoadModule php5_module libexec/apache2/libphp5.so

Recomendo que aperte a tecla / no vim e digite php5, você já vai cair em cima da linha a ser descomentada, em seguida, no sinal de libra (#), caminhe até ele e aperte x
Isto nos deixará com suporte ao PHP, depois basta apertar ESC e digitar isto:
:wq!
Assim que pressionar ENTER o arquivo será salvo.
Vamos explicar o por que de :wq!

: representa comando para o arquivo
W representa ESCREVER
Q representa QUIT (sair)
! representa EXECUTAR as instruções informadas

Para finalizarmos o suporte ao php precisamos rodar o seguinte comando:

Little-oaks-appunixlabs:~ sudo apachectl restart

É mania de todos criar um arquivo com a função phpinfo() contida nele, porém, se fizermos isso “de cara” o apache vai exibir muitos warnings (interpretados pelo php) por questões de permissões e de existência do arquivo php.ini. Para sanarmos isto deveremos fazer o seguinte:

Little-oaks-appunixlabs:~ cd /etc
Little-oaks-appunixlabs: sudo cp php.ini.default php.ini
Little-oaks-appunixlabs: sudo chmod 666 php.ini

Estamos copiando o php.ini default do /etc (área de arquivos de configurações em Unix-like systems) e atribuindo permissões 666 (dono pode ler e escrever no arquivo, grupo também e demais também).
No arquivo php.ini temos de localizar o trecho aonde o TimeZone é identificado (mas está comentado). É muito importante mudar esta linha e ajustarmos nosso timezone corretamente, pois isto nos dará um horário adequado. Para isto devemos proceder da seguinte forma:
Little-oaks-appunixlabs: sudo vim php.ini
Em seguida aperte a tecla / para localizar um termo, informe o seguinte date.timezone, isto lhe deixará na linha acima da que precisamos mudar. Descomente a linha abaixo para que fique assim:
date.timezone =

Você removerá o ; apertando x em cima dele. Para deixarmos o vim em modo de edição de arquivos precisamos apertar a tecla i, isto nos dará poder de editar o arquivo (saindo de modo comando).
Agora iremos colocar depois do = o seguinte:
America/Sao_Paulo
Então o resultado final será —> date.timezone = America/Sao_Paulo
Dê ESC e digite
:wq!
Aperte ENTER e terá o arquivo salvo.

 

As vezes você pode estar se perguntando:

Poxa, mas meu timezone não tem nada a ver com o de Sampa, o que faço?
Relaxa, rapá! A galera do Appunix pensou em você! Abaixo segue a lista de timezone da América:
http://www.php.net/manual/en/timezones.america.php

Se mesmo assim não lhe agradar você pode usar os globais:
http://www.php.net/manual/en/timezones.others.php

Mas é impossível você não se agradar dos timezones da América, são repletos.
Os mais comuns que são usados são:
America/Porto_Velho
America/Noronha
America/Rio_Branco
America/Recife
America/Sao_Paulo
America/Porto_Acre
Mas escolha o que mais lhe agradar.

Assim que decidir qual seu TimeZone você deve reiniciar o apache para reler o php.ini e ativar o negócio:
Little-oaks-appunixlabs: sudo apachectl restart

Agora precisamos instalar o Mysql 5 para que possa trabalhar da forma que almejamos.
Para irmos direto ao ponto acesse o link abaixo:
http://dev.mysql.com/downloads/mysql/5.1.html#macosx-dmg
Se cuide para baixar a versão ideal para você.
Aí é 64 bits? Não sabe como é? Quer saber como seu Mac Os X Snow Leopard está operando? Clique na maça, depois clique em Sobre Este MAC, em seguida clique em Software (Categoria) e procure pela linha Kernel de 64-bit e Extensões: Sim (conforme a foto abaixo):

como ver informações do seu mac os x

como ver informações do seu mac os x

Caso seja Sim é 64 bits (x86_64), então baixe o pacote para 64 bits.
Vamos simbora?
Baixe o arquivo x86_64 no formato DMG.

baixar pacote mysql 64 bits (DMG)

baixar pacote mysql 64 bits (DMG)

Quando você clicar no formato DMG automaticamente o site da Mysql vai te convidar a logar-se lá com eles, mas basta prestar a atenção (conforme imagens abaixo) para não precisar perder tempo com esta burocracia, se você quer baixar direto (melhor Né?) basta fazer o seguinte, clique no link abaixo:
HTTP://dev.mysql.com/get/Downloads/MySQL-5.1/mysql-5.1.58-osx10.6-x86.dmg/form/http://mysql.cce.usp.br/
Deixa o download terminar siga os passos das fotos abaixo (literalmente instalar o mysql e seu ícone), Devemos concluir os passos extras para adição do Mysql como sendo parte do painel administrativo, para isto siga os passos abaixo:

passo1

passo1

 

Feito isto iremos confirmar se o mysql está rodando com o seguinte comando:

Little-oaks-appunixlabs: /usr/local/mysql/bin/mysql

Feito isto iremos reiniciar o apache 2 para garantir que o nosso servidor está integrando literalmente tudo, faremos com o seguinte comando:

Little-oaks-appunixlabs: sudo apachectl restart

Para conferirmos tudo vamos entrar dentro da nossa pasta pessoal, na pasta Sites e criar um arquivo chamado index.php. Dentro dele iremos colocar o seguinte (ISTO EM /Library/WebServer/Documents):
Ou seja -> sudo vim /Library/WebServer/Documents/index.php

< ?php phpinfo(); ?>

Teremos liberadas extensões como PDO (Muito boa para abstração no banco de dados mysql), Mysqli (a versão aprimorada do conector nativo do Mysql [somente disponível a partir do Mysql 5.x])
Pronto, feito isto instalamos o Mysql 5 , Php 5 e Apache 2 em nosso Mac Os X :D.
Abraços a todos e saibam que o AppUnix aprecia sua visita!

Como instalar php apache mysql phpmyadmin no Centos 6

Standard

Olá pessoal, como vocês sabem somos fanáticos pelo ambiente LAMP e agora iremos colocar para vocês um how to simples porém funcional de como instalar o apache, mysql, php e phpmyadmin na plataforma CentOs 6.

Vamos começar deixando tudo atualizado e corrigido:

[root@appunixlabs ~]# yum clean all && yum update -y

Agora vamos instalar o mysql:

[root@appunixlabs ~]# yum install mysql mysql-server -y

Devemos dar pemrissões para que o mysql (serviço) carregue no momento do boot:

[root@appunixlabs ~]# chkconfig –levels 235 mysqld on

E em seguida iniciar o sistema de banco de dados:

[root@appunixlabs ~]# /etc/init.d/mysqld start

Para setarmos as senhas de mysql devemos usar o seguinte comando:

[root@appunixlabs ~]# mysql_secure_installation

NOTE: RUNNING ALL PARTS OF THIS SCRIPT IS RECOMMENDED FOR ALL MySQL
SERVERS IN PRODUCTION USE! PLEASE READ EACH STEP CAREFULLY!

In order to log into MySQL to secure it, we’ll need the current
password for the root user. If you’ve just installed MySQL, and
you haven’t set the root password yet, the password will be blank,
so you should just press enter here.

Enter current password for root (enter for none):
OK, successfully used password, moving on…

Setting the root password ensures that nobody can log into the MySQL
root user without the proper authorisation.

Set root password? [Y/n] Enter para confirmar que quer mudar a senha de root
New password: Coloque a nova senha de root
Re-enter new password: Confirme a nova senha de root
Password updated successfully!
Reloading privilege tables..
… Success!

By default, a MySQL installation has an anonymous user, allowing anyone
to log into MySQL without having to have a user account created for
them. This is intended only for testing, and to make the installation
go a bit smoother. You should remove them before moving into a
production environment.

Remove anonymous users? [Y/n] Pressione Enter para invalidar acessos anônimos
… Success!

Normally, root should only be allowed to connect from ‘localhost’. This
ensures that someone cannot guess at the root password from the network.

Disallow root login remotely? [Y/n] Pressione Enter para Remover o acesso remoto ao banco de dados
… Success!

By default, MySQL comes with a database named ‘test’ that anyone can
access. This is also intended only for testing, and should be removed
before moving into a production environment.

Remove test database and access to it? [Y/n] Pressione Enter para remover a base de dados de testes
– Dropping test database…
… Success!
– Removing privileges on test database…
… Success!

Reloading the privilege tables will ensure that all changes made so far
will take effect immediately.

Reload privilege tables now? [Y/n] Pressione enter para que o flushprivileges opere imediatamente e valide as mudanças
… Success!

Cleaning up…

All done! If you’ve completed all of the above steps, your MySQL
installation should now be secure.

Thanks for using MySQL!

[root@appunixlabs ~]#

Agora vamos instalar o apache com o seguinte comando:

[root@appunixlabs ~]# yum install httpd -y

Agora devemos deixar o apache com a mesma essência de serviços do mysql, operando assim que o boot for realizado:

[root@appunixlabs ~]# chkconfig –levels 235 httpd on

E para iniciarmos o bichão (apache):

[root@appunixlabs ~]# /etc/init.d/httpd start

Se quisermos acessar o server para garantir que o mesmo está operando filé em nosso sistema operacional, caso o server esteja em rede podemos acessa-lo através de seu respectivo ip. Pressupondo que o ip deste server seja 10.0.0.1, para que meu pc em rede confirme se o apache está fino podemos abrir nosso navegador e colocar o seguinte endereço: http://10.0.0.1
Uma página do apache sob CentOs será exibida mostrando que tudo está filé.

Vamos agora instalar o php

[root@appunixlabs ~]# yum install php

Devemos reiniciar o apache para garantir que a integração do interpretador esteja 100% eficaz:

[root@appunixlabs ~]# /etc/init.d/httpd restart

Aonde fica o danado do path do php em meu sistema operacional Centos???
Calma, fique tranquilo, tudo está situado em /var/www/html, e para provar que sua instalação ficou filé faça o seguinte:
Nessa pasta crie um arquivo chamado index.php, abra-o com o vim ou crie-o com echo e dentro dele coloque uma instrução, veja o passo a passo:

[root@appunixlabs ~]# echo "<?php phpinfo(); ?>" >> index.php

Pressupondo que o ip deste server seja 10.0.0.1, para que meu pc em rede confirme se o apache está fino podemos abrir nosso navegador e colocar o seguinte endereço: http://10.0.0.1/index.php

Deverão ser exibidas todas as extensões e variáveis globais predefinidas na instalação nesta página acessada.

Agora precisamos fazer com que o mysql esteja integrado com o php, para isso iremos rodar o seguinte comando:

[root@appunixlabs ~]# yum install php-mysql php-gd php-imap php-ldap php-mbstring php-odbc php-pear php-xml php-xmlrpc -y

E para garantir que tudo está filé e com integração perfeita com nosso container vamos rodar o seguinte:

[root@appunixlabs ~]# /etc/init.d/httpd restart

Precisamos fechar com chave de ouro agora no ponto de instalação fo phpmyadmin.
Para isto devemos fazer o seguinte-> Instalar o repositório RPMForge que é simplesmente punk e em seguida instalar os pacotes vindouros dele. Vamos por a mão na massa?

[root@appunixlabs ~]# rpm –import http://dag.wieers.com/rpm/packages/RPM-GPG-KEY.dag.txt

Se seu sistema for 64 bits rode:

[root@appunixlabs ~]# yum install http://pkgs.repoforge.org/rpmforge-release/rpmforge-release-0.5.2-2.el6.rf.x86_64.rpm

Se seu sistema for 32 bits rode:

[root@appunixlabs ~]# yum install http://pkgs.repoforge.org/rpmforge-release/rpmforge-release-0.5.2-2.el6.rf.i686.rpm

Agora vamos instalar o phpmyadmin:

[root@appunixlabs ~]# yum install phpmyadmin -y

Precisamos agora criar aliases para que o phpmyadmin seja acessível sem qualquer transtorno junto ao apache, para isto devemos mudar o seguinte conf-> /etc/httpd/conf.d/phpmyadmin.conf e devemos mudar o seguinte, comentar as linhas abaixo (caso não estejam comentadas):

#<Directory "/usr/share/phpmyadmin">
#  Order Deny,Allow
#  Deny from all
#  Allow from 127.0.0.1
#</Directory>


E garantir que os aliases estejam conforme os abaixo dessa linha:

Alias /phpmyadmin /usr/share/phpmyadmin
Alias /phpMyAdmin /usr/share/phpmyadmin
Alias /mysqladmin /usr/share/phpmyadmin

Feito isso devemos garantir que nosso phpmyadmin faça validação por HTTP e não por meio de cookies, devemos editar o seguinte conf /usr/share/phpmyadmin/config.inc.php e mudar a seguinte linha:

/* Authentication type */
$cfg[‘Servers’][$i][‘auth_type’] = ‘http’;

Em http fica cookie, troque cookie por http para evitar dor de cabeça.

Depois de salvar o arquivo faça com que tudo esteja validado reiniciando o apache:

[root@appunixlabs ~]# /etc/init.d/httpd restart

Pressupondo que o ip deste server seja 10.0.0.1, para que meu pc em rede confirme se o apache está fino podemos abrir nosso navegador e colocar o seguinte endereço: http://10.0.0.1/phpmyadmin

Tudo ok?

Abraços e bons estudos.

Fontes:

Centos: http://centos.org/
Apache: http://apache.org
Mysql: http://mysql.com/
PhpMyadmin: http://www.phpmyadmin.net/home_page/index.php
PHP: http://www.php.net/
Linux: http://en.wikipedia.org/wiki/Linux
RPMForge: http://rpmrepo.net/RPMforge
How to forge: http://www.howtoforge.com/installing-apache2-with-php5-and-mysql-support-on-centos-6.0-lamp

Como fazer QoS de banda (controle de banda) no Ubuntu Server, Debian, Fedora, Centos, RedHat e etc

Standard

Vamos perceber o seguinte.
Esse how to serve para TODAS as distribuições que rodam como um gateway de internet, sendo somente um caso de particularidade a questão de paths de configurações, como por exemplo, para instalar o CBQ no ubuntu basta usar apt-get install shaper -y.
Isto instalará ele e basta você localizar o path aonde o script shaper está (/etc/init.d/shaper) e seus respectivos confs (/etc/shaper).
No caso das outras distribuições (red hat based -> Centos, Fedora e Red Hat) podemos ver que seu path fica em /etc/sysconfig/cbq. No caso de red hat já existe um arquivo de exemplo que serve para mostrar como as coisas são configuradas no padrão, seu nome é cbq-0000.example e existe outro mas é um caso de utilização do próprio CBQ, o avpkt.
Neste caso iremos criar tudo na mão.
Antes de por a mão na massa temos de entender algumas regras PRIMÁRIAS do CBQ.
Abaixo seguem as mesmas:

O nome dos arquivos de download

cbq-0002-download.in

Todos os arquivos de download devem obedecer a algumas regras na hora de serem nomeados. A primeira delas é que todos os arquivos de download devem começar com cbq-

cbq-0002-download.in

A numeração sempre deve começar a partir do 0002;

cbq-0002-download.in

Todos os arquivos devem terminar com .in

cbq-0002-download.in

O conteúdo dos arquivos de download

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit
RATE=64Kbit
WEIGHT=6Kbit
PRIO=5
RULE=10.0.0.2
BOUNDED=yes
ISOLATED=yes

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit – Esta linha contém a interface que sai para os clientes da rede.
RATE=64Kbit – Quantidade de banda destinada ao cliente. Aqui coloca-se qualquer valor que se deseje separar para o IP do cliente.
WEIGHT=6Kbit – Taxa máxima de download que o cliente pode alcançar (com pequenas variações para mais ou para menos).
PRIO=5 – Prioridade com que o IP do cliente deve ser vigiado. O normal é deixar 5.
RULE=10.0.0.2 – IP do cliente a ser vigiado.
BOUNDED=yes – Se setado para yes o usuário estará limitado mesmo que o link esteja com folga.
ISOLATED=yes – Se setado para yes indica que o cliente não poderá emprestar banda pra ninguem.

Arquivos de upload
O nome dos arquivos de upload

cbq-0002-upload.out

Todos os arquivos de upload devem obedecer a algumas regras na hora de serem nomeados. A primeira delas é que todos os arquivos de upload devem começar com cbq-

cbq-0002-upload.out

A numeração sempre deve começar a partir do 0002;

cbq-0002-upload.out

Todos os arquivos devem terminar com .out

cbq-0002-upload.out

O conteúdo dos arquivos de upload

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit
RATE=64Kbit
WEIGHT=6Kbit
PRIO=5
RULE=10.0.0.2,
BOUNDED=yes
ISOLATED=yes

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit – Esta linha contém a interface que sai para os clientes da rede.
RATE=64Kbit – Quantidade de banda destinada ao cliente. Aqui coloca-se qualquer valor que se deseje separar para o IP do cliente.
WEIGHT=6Kbit – Taxa máxima de download que o cliente pode alcançar (com pequenas variações para mais ou para menos).
PRIO=5 – Prioridade com que o IP do cliente deve ser vigiado. O normal é deixar 5.
RULE=10.0.0.2, – IP do cliente a ser vigiado. Observe que no arquivo de upload, o IP termina com uma vírgula (,).
BOUNDED=yes – Se setado para yes o usuário estará limitado mesmo que o link esteja com folga.
ISOLATED=yes – Se setado para yes indica que o cliente não poderá emprestar banda pra ninguem.

Iniciando o CBQ

Depois de criadas todas as regras, é preciso compilá-las, com o comando (isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# cbq compile

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# /etc/init.d/shaper compile

Basta, depois da compilação, iniciar o CBQ com o comando (isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# cbq start

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# /etc/init.d/shaper start

Ou se desejar pará-lo (isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# cbq stop

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# /etc/init.d/shaper stop

CBQ na inicialização

Adicione o comando cbq start ao rc.local para que carregue sozinho no ato do boot
(isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# echo "cbq start" >> /etc/rc.local

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# echo "/etc/init.d/shaper start" >> /etc/rc.local

Fontes:

http://www.ubuntu.com/ubuntu (ubuntu)
http://www.debian.org/ (debian)
http://centos.org/ (centos)
http://www.projetofedora.org/ (fedora)
http://sourceforge.net/projects/cbqinit/ (cbq)
http://migre.me/5gcMr (cbq sob fedora)

Como instalar Apache, PHP, MySQL, Phpmyadmin e MemCached no FreeBSD 7

Standard

Vamos começar instalando o Mysql.

Precisamos entrar na pasta do mysql:

cd /usr/ports/databases/mysql51-server

Vamos preparar a arquitetura de updates:

make BUILD_OPTIMIZED=yes BUILD_STATIC=yes

Na mesma pasta vamos instalar o mysql:

make install clean

Precisamos ativar o Mysql como serviço iniciado no momento do boot.
Para isto devemos adicionar ao final do arquivo /etc/rc.conf o seguinte:

mysql_enable=”YES”

Devemos agora copiar o arquivo default do mysql para a pasta de configurações e com o nome real:

cp /usr/local/share/mysql/my-medium.cnf /etc/my.cnf

Para iniciar o mysql recém instalado devemos rodar o seguinte:

/usr/local/etc/rc.d/mysql-server start

Precisamos definir agora a senha de root do mysql:

/usr/local/bin/mysqladmin -u root password ‘SUA NOVA SENHA AQUI’

Agora que o mysql está ultra instalado devemos focar no apache, iremos instalar a versão 2.2:

cd /usr/ports/www/apache22

Vamos instalar usando o seguinte comando dentro da pasta a qual entramos com o comando cd:

make install clean

Para garantir que o bixão rode corretamente no momento do boot devemos colocar no final do arquivo /etc/rc.conf a seguinte entrada:

apache22_enable=”YES”

E validaremos isto em outro arquivo também, o /boot/loader.conf, para colocarmos a seguinte entrada lá:

accf_http_load=YES

Agora iremos instalar o PHP5 no bendito. Para isto temos que entrar na pasta do port do php5:

cd /usr/ports/lang/php5

Executaremos a instalação:

make install clean

No caso das extensões do php5, para instalarmos qualquer extensão devemos seguir a seguinte sintaxe:

PDF-Lite (estamos tomando por exemplo aqui)

fetch ftp://ftp.swin.edu.au/gentoo/distfiles/PDFlib-Lite-7.0.2.tar.gz
sudo mv PDFlib-Lite-7.0.2.tar.gz /usr/ports/distfiles/

Agora vamos para o diretório de extensões do php5:

cd /usr/ports/lang/php5-extensions

Vamos ativar os recursos:

make install clean

Vamos criar o path do php.ini corretamente:

cp /usr/local/etc/php.ini-dist /usr/local/etc/php.ini

Para validarmos o php como módulo do apache 2.2 precisamos adicionar as entradas do php. No fim do arquivo /usr/local/etc/apache22/httpd.conf devemos colocar isso aqui:
AddType application/x-httpd-php .php
AddType application/x-httpd-php-source .phps

Devemos agora deixar o index.php como default nos diretórios raizes, para isto devemos trocar (no conf do apache ainda):
DirectoryIndex index.html
por
DirectoryIndex index.php index.html

Vamos editar o gestor de línguas do apache (o conf) /usr/local/etc/apache22/extra/httpd-languages.conf, no fim dele devemos colocar o seguinte:
AddDefaultCharset On

Para validarmos nossas mudanças devemos fazer o seguinte:
/usr/local/etc/rc.d/apache22 start
O comando acima vai reiniciar o apache, validando assim nossas mudanças.

Vamos instalar o Memcached, ultra ferramenta para o php. Usaremos o Pecl (addon do php):

cd /usr/ports/databases/pecl-memcache

Para instalarmos iremos rodar o comando abaixo:

make install clean

Iremos validar a instalação do Memcached:

cd /usr/ports/databases/memcached

make install clean

Vamos deixar o Freezão dar start quando inicializar, dentro do /etc/rc.conf devemos colocar:

memcached_enable=”YES”

E para finalizar toda a brincadeira:

/usr/local/bin/memcached -d -u nobody

Para metermos bala no phpmyadmin iremos fazer o seguinte:

cd /usr/ports/databases/phpmyadmin

Dentro da pasta acima temos de validar nossa instalação direto do port:

make install clean

O phpmyadmin em si já está instalado em seu FreeBSD, mas temos que fazer um Alias no apache para poder colocar a casa em ordem. Iremos fazer o seguinte dentro do conf do apache-> /usr/local/etc/apache22/httpd.conf:

Na sessão ->
Coloque o seguinte dentro dessa tag do apache:

Alias /phpmyadmin /usr/local/www/phpMyAdmin

E para deixar a coisa mais completa, dentro do apache devemos criar um directory para que o phpMyadmin esteja liberado para acesso web, para isto devemos fazer o seguinte:


Order allow,deny
Allow from all


Lembrando que o alis fica fora daí hein?
Vamos ativar o conf do phpmyadmin agora

cd /usr/local/www/phpMyAdmin
mkdir config
chmod 777 config

Vamos ativar nossas bagunças??? Devemos reiniciar o apache agora:

/usr/local/etc/rc.d/apache22 restart

Para setar seu phpmyadmin no fino grão você deverá abrir seu navegador com a seguinte sintaxe de endereço:

http://ip_do_FREEBSD/phpmyadmin/scripts/setup.php

Mude o Tipo de Autenticação para HTTP,
Delete o ROOT do User for config para autenticação,
Você pode deixar todo o resto e depois clicar em Add para adicionar o novo servidor.
Clicando em Save você vai salvar a configuração do phpmyadmin.

Vamos validar nosso conf:

cp config/config.inc.php .

Vamos deletar o arquivo desnecessário e dar permissões corretas e seguras ao conf e assim finalizaremos nosso How to:

rm -rf config
chmod 444 config.inc.php

Para acessar suas coisas web use a pasta: /usr/local/www/data/
E se quiser acessar o phpmyadmin use: http://IP_FREEBSD/phpmyadmin/

The end 😛

s

Como instalar yum no Centos 32 e 64 bits sem complicação

Standard

Tutorial de instalação do YUM no CENTOS 5 (tanto para 32 bits como 64 bits):

Para 32 bits (i386):

rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/elfutils-libs-0.137-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/gmp-4.1.4-10.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/readline-5.1-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-2.4.3-27.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-iniparse-0.2.3-4.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/libxml2-2.6.26-2.1.2.8.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/libxml2-python-2.6.26-2.1.2.8.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/expat-1.95.8-8.2.1.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-elementtree-1.2.6-5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/sqlite-3.3.6-5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-sqlite-1.1.7-1.2.1.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/elfutils-0.137-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/rpm-python-4.4.2.3-18.el5.i386.rpm # (1)
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/m2crypto-0.16-6.el5.6.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-urlgrabber-3.1.0-5.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-metadata-parser-1.1.2-3.el5.centos.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-3.2.22-20.el5.centos.noarch.rpm http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-fastestmirror-1.1.16-13.el5.centos.noarch.rpm
yum -y update

Para 64 bits (x86_64):

rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/gmp-4.1.4-10.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/readline-5.1-3.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-2.4.3-27.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/libxml2-2.6.26-2.1.2.8.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/libxml2-python-2.6.26-2.1.2.8.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/expat-1.95.8-8.2.1.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-elementtree-1.2.6-5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/sqlite-3.3.6-5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-sqlite-1.1.7-1.2.1.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/elfutils-libelf-0.137-3.el5.x86_64.rpm
rpm –nodeps -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/elfutils-0.137-3.el5.x86_64.rpm
rpm –nodeps -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/rpm-4.4.2.3-18.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/rpm-python-4.4.2.3-18.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/m2crypto-0.16-6.el5.6.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-urlgrabber-3.1.0-5.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-metadata-parser-1.1.2-3.el5.centos.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-iniparse-0.2.3-4.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-fastestmirror-1.1.16-13.el5.centos.noarch.rpm http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-3.2.22-20.el5.centos.noarch.rpm
yum -y update

Abraços.

Como instalar YUM no Red Hat 4 ou Centos 4

Standard

Essa é uma questão muito comum entre os sysadmins que tentam instalar o yum no red hat 4 ou centos 4 e não têm tido sucesso.

Abaixo preparei um how to com um link próprio dos arquivos para que você não tente encontrar o pacote na web e acabe se decepcionando ao ver navios.

Para instalar o yum no centos ou redhat siga exatamente o que será descrito.

Esse how to mostra como instalar o yum no RedHat 4.x (centos 4.x) de maneira simples e amigável.

O que será preciso?

1 – Estar logado como root no terminal,
2 – Criar um diretório aonde as coisas estarão armazenadas,
3 – Ter uma internet acessível para poder baixar (claro!).

Logue-se como root, em seguida, na pasta root crie algo como:

mkdir tmp
cd tmp

Agora que estamos dentro de /root/tmp nós iremos baixar todos os arquivos necessários e iremos deixar que o próprio yum dê conta do recado. Use exatamente os comandos abaixo para pegar os arquivos:

wget http://www.libphp.net/repositorio/yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm

Agora que já temos os arquivos (pacotes) vamos instalar os mesmos:

rpm -ivh libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
rpm -ivh python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm
rpm -ivh yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm

Vamos ajustar o repositório:

wget http://www.libphp.net/repositorio/rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Após

rpm -ivh rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Depois disto somente faça:

yum update

Pronto!

Lamp2: Ubuntu Server APACHE 2 Mysql 5 PHP 5 phpmyadmin

Standard

Um ambiente LAMP2 (apache 2 mysql 5 php 5 e phpmyadmin) é fundamental para quem desenvolve e deseja testar sua app antes de envia-la para web, sem mais, vamos aos passos:

1 – Clique em Aplicativos->Acessórios->Terminal OU CASO ESTEJA USANDO QUALQUER OUTRA VERSÃO SERVER SEM X, CTRL + ALT + F2.
2 – rode o comando:

sudo apt-get install apache2

Este comando serve para instalar o apache 2. Ressalto que usei o gestor de pacotes e habilitei o suporte a pacotes instáveis e também o repositório partner (mais abaixo posto como fazer).

Ainda no console use o comando abaixo:

sudo apt-get install php5 libapache2-mod-php5
Isto servirá para instalar o php5 e ainda integra-lo como DSO no apache (como módulo).

Já que estamos na metade do caminho o ideal seria dar um restart no apache para garantir que ele leu seu conf.
Use o comando:

sudo /etc/init.d/apache2 restart

A saída deverá ser parecida com:

* Restarting web server apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
… waiting apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Para garantir que o apache está interpretando códigos php (fazendo uso do interpretador como módulo) podemos editar um arquivo e testa-lo. use o comando abaixo:

sudo vi /var/www/index.php

Dentro deste arquivo informe:

echo 'APPUNIX é um lab de nerds!';
?>

escreva : e depois escreva wq! e pressione enter, ficando algo como :wq! , você salvará o arquivo e sairá do vi.
Feito isto acesse o arquivo para ver se a mensagem APPUNIX é um lab de nerds! aparece, caso sim, sucesso total! Do contrário releia este manual!
Este teste pode ser feito em http://localhost/index.php

Para instalar o mysql como servidor de banco de dados devemos usar o seguinte comando:
sudo apt-get install mysql-server


No meio desse esquema todo serão exibidas janelas que solicitarão a senha de administrador do mysql, semelhantes as imagens abaixo:

senha mysql root

senha mysql root

Outra tela:

senha root mysql 2

senha root mysql 2

Estas telas pedem para que você dê uma senha para o usuário root do mysql, escolha uma senha ao seu gosto e depois repita a mesma.

Agora iremos integrar o php + apache + mysql + phpmyadmin, para isto precisaremos usar o comando:

sudo apt-get install libapache2-mod-auth-mysql php5-mysql phpmyadmin

Neste meio tempo uma tela para escolher entre apache e lighttpd aparecerá, escolha apache. Veja:

escolha apache

escolha apache

Na primeira tela escolha OK e dê um tab para confirmar que aceita a opção.

phpmyadm

phpmyadm

A próxima tela pedirá uma senha de admin para o phpmyadmin, para isto defina algo seu. Veja a tela:

pass phpmyadm

pass phpmyadm

Costumo, após terminar uma instalação de integração como esta utilizar-me de lago, insira as seguintes linhas naquela página index.php usando sudo vim /var/www/index.php
Informe dentro dela o seguinte:

mysql_connect(‘localhost’, ‘root’, ‘suaSENHA’) or die(mysql_error());
?>

Acesse http://localhost/index.php

Se nada ocorrer tudo está 100%.

Quando terminar use o comando:
sudo /etc/init.d/apache2 restart

Isto vai fazer o apache reler todos os confs.

Para concluir precisamos levar o phpmyadmin para a pasta web afim de que possamos editar nossos bds. Para isto precisamos copiar o phpmyadmin para dentro do /var/www usando o comando:

cp -rp /usr/share/phpmyadmin /var/www

Sendo assim, para acessar somente precisamos de um http://localhost/phpmyadmin

Centos 5.6 Apache 2 php 5 Mysql 5 em passos simples :P

Standard

O caboclo que disser que o CentOs não é um ambiente bombado para Apache 2, Mysql 5, PHP 5 e PHPMYADMIN  é um belo mentiroso!

Estamos abaixo fazendo um How to em poucos passos usando o Yum afim de deixar muito rapidamente seu lamp2 rodando filé.

Faça todos os passos como root, please.

Primeiro vamos instalar o mysql 5:

yum install mysql mysql-server -y

O comando acima instala o mysql client e server.

Vamos  dar permissão para que o mysql execute o serviço no boot e em seguida iniciar o bichão:

chkconfig –levels 235 mysqld on

/etc/init.d/mysqld start

Agora vamos corrigir as tranqueiras de senhas:

mysql_secure_installation

A saída desse comando será semelhante a de baixo (sem contar que você terá de interagir com algumas requisições):

NOTE: RUNNING ALL PARTS OF THIS SCRIPT IS RECOMMENDED FOR ALL MySQL
SERVERS IN PRODUCTION USE!  PLEASE READ EACH STEP CAREFULLY!

In order to log into MySQL to secure it, we’ll need the current
password for the root user.  If you’ve just installed MySQL, and
you haven’t set the root password yet, the password will be blank,
so you should just press enter here.

Enter current password for root (enter for none):
OK, successfully used password, moving on…

Setting the root password ensures that nobody can log into the MySQL
root user without the proper authorisation.

Set root password? [Y/n] <– APERTE ENTER
New password: <– DIGITE A SENHA DE ROOT DO MYSQL
Re-enter new password: <– REPITA A SENHA DE ROOT DO MYSQL
Password updated successfully!
Reloading privilege tables..
… Success!

By default, a MySQL installation has an anonymous user, allowing anyone
to log into MySQL without having to have a user account created for
them.  This is intended only for testing, and to make the installation
go a bit smoother.  You should remove them before moving into a
production environment.

Remove anonymous users? [Y/n] <– ENTER PARA CONFIRMAR
… Success!

Normally, root should only be allowed to connect from ‘localhost’.  This
ensures that someone cannot guess at the root password from the network.

Disallow root login remotely? [Y/n] <– ENTER PARA CONFIRMAR
… Success!

By default, MySQL comes with a database named ‘test’ that anyone can
access.  This is also intended only for testing, and should be removed
before moving into a production environment.

Remove test database and access to it? [Y/n] <– ENTER PARA CONFIRMAR
– Dropping test database…
… Success!
– Removing privileges on test database…
… Success!

Reloading the privilege tables will ensure that all changes made so far
will take effect immediately.

Reload privilege tables now? [Y/n] <– ENTER PARA CONFIRMAR
… Success!

Cleaning up…

All done!  If you’ve completed all of the above steps, your MySQL
installation should now be secure.

Thanks for using MySQL!

 

—-

 

Agora que nosso mysql está mais seguro que o default e instalado temos de instalar oo apache 2:

yum install httpd -y

Teremos de atribuir as permissões para que o Apache 2 inicie juntamente com o server:

chkconfig –levels 235 httpd on

Vamos iniciar o bichão:

/etc/init.d/httpd start

Presumindo que você setou um ip ou que no ifconfig seu ip seja 10.0.0.1, se quiser conferir que ficou filé o apache acesse assim (no navegador):

http://10.0.0.1

Normalmente Rhel-Based atribuem o root site aqui: /var/www/html

Chega de demoras e vamos meter bala no PHP:

yum install php

Vamos garantir que os novos confs vão rodar?

/etc/init.d/httpd restart

Como testar se o apache está interpretando php:

vim /var/www/html/testes.php

Dentro do arquivo coloque:

<?php phpinfo(); ?>

Em seguida abra o navegador e tente acessar assim: http://10.0.0.1/testes.php

Vamos integrar mais coisas ao php assim como o mysql sendo suportado pelo mesmo?

yum install php-mysql php-gd php-imap php-ldap php-odbc php-pear php-xml php-xmlrpc -y

 

E o phpmyadmin? Rola ou não rola?

Se o seu S.O. for 64 bits rode assim:

wget http://packages.sw.be/rpmforge-release/rpmforge-release-0.5.2-2.el5.rf.x86_64.rpm
rpm -Uhv rpmforge-release-0.5.2-2.el5.rf.x86_64.rpm

Se o seu S.O. for 32 bits rode assim:

wget http://packages.sw.be/rpmforge-release/rpmforge-release-0.5.2-2.el5.rf.i386.rpm
rpm -Uhv rpmforge-release-0.5.2-2.el5.rf.i386.rpm

Depois disso meta bala na instalação do phpmyadmin:

yum install phpmyadmin -y

Depois vamos deixar as coisas no devido lugar. Teremos de fazer um alias para que o phpmyadmin rode corretamente:

vim /etc/httpd/conf.d/phpmyadmin.conf

#
#  Web application to manage MySQL
#

#<Directory "/usr/share/phpmyadmin">
#  Order Deny,Allow
#  Deny from all
#  Allow from 127.0.0.1
#</Directory>

Alias /phpmyadmin /usr/share/phpmyadmin
Alias /phpMyAdmin /usr/share/phpmyadmin
Alias /mysqladmin /usr/share/phpmyadmin

 

Vamos editar o modo de autenticação do phpmyadmin de cookie para http:

vim /usr/share/phpmyadmin/config.inc.php

[...conteúdo anterior]
/* Authentication type */
$cfg['Servers'][$i]['auth_type'] = 'http';
[...conteúdo posterior]

 

Depois disso temos que reiniciar o apache para garantir que o phpmyadmin rode filé:

/etc/init.d/httpd restart

 

Vamos nos certificar do crime???

http://10.0.0.1/phpmyadmin

Se rodar sem problemas, parabéns, você seguiu fielmente este how to.

 

 

Nossas fontes:

 

Mageia Linux – A primeira avaliação detalhada do Appunix no Brasil Beta 1

Standard

Boa noite pessoal, estava com saudades de postar coisas novas. Antes de mais nada é um ponto de muita alegria postar algo aqui que fala um pouco da minha experiência junto ao tão esperado Mageia Gnu/Linux. Há alguns dias estivemos anunciando a origem do projeto, assim como aguardando que fossem lançadas ao menos versões de testes do Mageia Linux.

Hoje temos alegria de postar nosso primeiro how to sobre como funciona o Mageia. Estamos usando a versão para arquiteturas 32 bits.

Abaixo irei descrever que hardware estou utilizando para fazer este how to:

[root@localhost ~]# lspci
00:00.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor DRAM Controller (rev 12)
00:02.0 VGA compatible controller: Intel Corporation Core Processor Integrated Graphics Controller (rev 12)
00:16.0 Communication controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset HECI Controller (rev 06)
00:1a.0 USB Controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset USB2 Enhanced Host Controller (rev 06)
00:1b.0 Audio device: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset High Definition Audio (rev 06)
00:1c.0 PCI bridge: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset PCI Express Root Port 1 (rev 06)
00:1c.5 PCI bridge: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset PCI Express Root Port 6 (rev 06)
00:1d.0 USB Controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset USB2 Enhanced Host Controller (rev 06)
00:1e.0 PCI bridge: Intel Corporation 82801 Mobile PCI Bridge (rev a6)
00:1f.0 ISA bridge: Intel Corporation Mobile 5 Series Chipset LPC Interface Controller (rev 06)
00:1f.2 SATA controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset 4 port SATA AHCI Controller (rev 06)
00:1f.3 SMBus: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset SMBus Controller (rev 06)
00:1f.6 Signal processing controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset Thermal Subsystem (rev 06)
02:00.0 Ethernet controller: Atheros Communications AR8151 v1.0 Gigabit Ethernet (rev c0)
09:00.0 Network controller: Broadcom Corporation BCM43225 802.11b/g/n (rev 01)
ff:00.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QuickPath Architecture Generic Non-core Registers (rev 02)
ff:00.1 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QuickPath Architecture System Address Decoder (rev 02)
ff:02.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QPI Link 0 (rev 02)
ff:02.1 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QPI Physical 0 (rev 02)
ff:02.2 Host bridge: Intel Corporation Core Processor Reserved (rev 02)
ff:02.3 Host bridge: Intel Corporation Core Processor Reserved (rev 02)
[root@localhost ~]#

 

Meu notebook foi fabricado pela Acer, a linha 7745 (inclusive já havia comentado quão amargo foi tentar achar o desktop perfeito no passado, principalmente por problemas de acpi, coisa que no Ubuntu 11.04 alpha estava corrigido, o último update ferrou com acpi novamente).

Antes de mais nada irei colocar as imagens de instalação do mesmo. Antes mesmo de comentar sobre o sistema em funcionamento (na verdade todo o ecossistema em sincronia) quero postar as imagens de instalação e falar da instalação em primeiro passo.

Tela de Instalação Mageia Linux

Tela de Instalação Mageia Linux

O sistema de boot install é muito simples e de fácil compreensão.
Para as pessoas que já têm familiaridade com instalações do Fedora, Ubuntu, Centos e afins com certeza vai se sentir em casa. Na primeira tela percebemos uma coisa, um submenu que fica no canto inferior com sugestões de linguagem padrão, tipo (layout) de teclado e parâmetros extras para o boot (normalmente gambiarras de ACPI que nada são necessárias aqui, acredite, TUDO FUNCIONA NO MAGEIA LINUX).

linguagem do sistema de instalação

linguagem do sistema de instalação

O passo inicial é escolher o idioma que o sistema terá por default. De cara colocamos o nosso, português Brasil.

idioma mageia

idioma mageia

Após, teremos de concordar e particionar o disco. Colocamos o default no espaço livre que tínhamos. Perceba que temos 2 sistemas dentro do disco, um Window$ 7 e um Mageia Linux. Um dos pontos mais interessantes na instalação é que o Mageia sugere que você instale o grub, sendo que, ao ativar o grub como gestor de boot (sistema de arranque) ele automaticamente ativa na tabela inclusa na MBR o sistema Micro$oft sem nenhum problema.

A instalação ocorreu de maneira simples e rápida (40 minutos). Escolhemos o X server operando com Gnome. Não há motivos para não usar o KDE, pois está em sua última versão mais recente/estável existente, porém estamos bem familiarizados com o Gnome. Ressaltamos que o Mageia está operando com o Gnome 2.x e não o 3.x, isto pode parecer pouco inovador para algumas pessoas, mas a versão Beta 1 do Mageia Linux NÃO está apresentando qualquer crash, principalmente em se tratando de ambiente X, por isso podemos desde já aplaudir o pessoal do core de desenvolvimento/tradução/testes do Mageia Linux.

Um ponto extra na instalação é que o sistema vai lhe perguntar se você quer ativar repositórios Extras (mídia, ftp e etc), diga NENHUM!

Assim que a instalação for concluída (cremos que não haverá qualquer problema) você vai reiniciar o PC e terá uma tela de boot muito parecida com a nossa:

Momento de Boot 1

Momento de Boot 1

Momento de Boot 2

Momento de Boot 2

Afirmo desde já que fiquei impressionado com a qualidade do gdm, assim como o desktop bem clean:

Login Mageia Linux

Login Mageia Linux

Desktop Clean Mageia

Desktop Clean Mageia

Terminada a instalação teremos duas coisas para ajustar em caráter emergencial:

1 – Rede (wireless device),

2 – Repositórios para Update.

Se o seu hardware não for detectado por completo, o máximo que vai ficar para trás é a Wireless (e olhe lá).
O suporte acpi estará 100% funcional para você (acredite).

Para resolvermos o problema de repositórios faça o seguinte -> Clique em SISTEMA -> ADMINISTRAÇÃO -> CONFIGURE SEU COMPUTADOR.

Assim que for solicitado o login de root informe para que você tenha acesso administrativo ao sistema.

No primeiro menu clique em GERENCIAR PROGRAMAS -> depois clique em CONFIGURAR MÍDIAS PARA ATUALIZAÇÃO E INSTALAÇÃO DE NOVOS PROGRAMAS.

Veja a imagem abaixo:

Escolher Mídia Mageia

Escolher Mídia Mageia

Assim que clicar a tela abaixo deverá aparecer. Remova a mídia clicando em REMOVER e em seguida clique em Adicionar, você deverá escolher a opção de adição do Conjunto de Mídias:

Selecionando Mídias no Mageia

Selecionando Mídias no Mageia

A tela de aguarde aparecerá demonstrando que você está baixando (em background) a lista com todos os repositórios disponíveis. Veja a imagem abaixo:

Preparando Lista de Repositórios

Preparando Lista de Repositórios

Assim que o sistema carregar toda a lista de repositórios marque todos, exceto marcar Mídia (CD-ROM – CORE MEDIA).

Assim que forem carregadas todas as updates, inicialmente o sistema vai lhe mostrar o que precisa ser atualizado PRA JÁ! Confirme tudo que ele mostrar. Achamos uma coisa MUITO útil para deixar o usuário informado, uma detalhada lista de changelog é disponibilizada pelo sistema de updates, veja:

o que mudou 1

o que mudou 1

o que mudou 2

o que mudou 2

Algumas pessoas curiosas podem se perguntar aonde o Mageia Linux prepara suas sources lists e as armazena em um arquivo? Fique tranquilo, ó pequeno Gafanhoto, o path está na foto abaixo:

path urpmi

path urpmi

O /etc/urpmi/mediacfg.d/ guarda as sources lists em diretórios. Lembrando que o gestor de pacotes é o poderoso URPMI 100% baseado no Mandriva (Mageia é um fork do Mandriva Linux, isso foi bem detalhado em nosso blog neste link -> Tudo Sobre Mageia). O Mageia é semelhante ao Mandriva, trabalha com o MCC (sua central de aplicativos MUITO útil) e trabalha com pacotes RPM com muito louvor.

Assim que forem sugeridas todas as atualizações, por favor atualize TUDO que estiver disponível!

lista completa de packs para update

lista completa de packs para update

Você poderá receber notificações no tocante a updates, mas não precisa ter qualquer stress, muito pelo contrário, o core de desenvolvimento do Mageia sabe o que faz. Haverão pacotes que necessitarão de serem removidos por completo pois substitutos bem melhores estarão disponíveis (melhores em segurança, desempenho e estabilidade):

sugestoes

sugestoes

Assim que forem terminados os updates, provavelmente você verá uma tela de notificação mandando que você reinicie seu PC para que sejam validadas as mudanças (isto é importante pois temos muitas coisas que realmente necessitam de reboots, desde compiladores que operam junto com processos de baixo nível como também patches do kernel), veja a notificação:

reboot

reboot

Assim que o seu pc reiniciar (seu notebook, neste caso), o próximo ponto será ativar a WIFI e otimiza-la (sim, é possível alcançar uma pequena melhoria, ensinaremos como fazer alguns truques aqui).

Em primeira fase temos que entrar no MCC novamente para facilitar o processo. Minha interface aqui utilizada é a Broadcom 43225 (bcm43xx mais famosa com esse apelido).
Clique no menu do canto superior esquerdo -> SISTEMA -> ADMINISTRAÇÃO -> CONFIGURE SEU COMPUTADOR. Em seguida, na aba GERENCIADOR DE PROGRAMAS escolha INSTALAR e REMOVER PROGRAMAS. O MCC estará pronto para uso. Você perceberá que existem 2 abas para escolhas de que tipos de pacotes queremos que sejam exibidos os status de instalação (instalados, instalar e remover programas instalados). Um normalmente está em particular ordenando a escolha de pacotes para o ambiente gráfico, escolha TODOS, assim como o segundo menu, escolha TODOS. No próximo passo digite no menu PESQUISAR o termo DKM.

Se você seguiu este passo a passo vai conseguir instalar a BROADCOM 43xx no MAGEIA LINUX (em inglês para alegrar: how to install broadcom bcm 43xx on MAGEIA LINUX).

Escolha o pacote DKMS-BROADCOM-WL, marque ele e clique em aplicar (veja a foto abaixo):

como instalar wifi mageia 1

como instalar wifi mageia 1

Após clicar em APLICAR ele vai exibir uma tela MUITO parecida com a tela abaixo, mas antemão já lhe afirmarmos para confirmar a instalação:

como instalar wifi 2

como instalar wifi 2

As imagens abaixo mostram quão prático foi o processo de instalação da Wireless junto ao Mageia com recursos da BCM43:

testando wifi broadcom mageia 1

testando wifi broadcom mageia 1

testando wifi broadcom mageia 2

testando wifi broadcom mageia 2

testando wifi broadcom mageia 3

testando wifi broadcom mageia 3

Agora vai um pequeno truque, sabemos que ipv6 está na ativa e operando a mil, porém, temos ciência também que nem todos tem rede capaz de gerenciar ipv6, ou mesmo ainda não têm necessidades de utilização deste recurso, por isso vamos otimizar as coisas por aqui. Veja que no último menu há um botão que chama-se AVANÇADO, clique nele para que você possa habilitar o menu afim de desativar o suporte da wireless broadcom bcm 43xx com ipv6:

Tricks de WIFI no MAGEIA LINUX

Tricks de WIFI no MAGEIA LINUX

Pronto!

Agora você terá uma distribuição estável e boa para uso (sabendo-se que é beta client ainda, mas a estabilidade é de dar inveja!).

Pontos extras:

 

Perceba que o suporte ao brilho do monitor, ajuste de volume e etc operam em 100% (sem gambiarras “bootais”… lol).

 

Vamos instalar o Flash Player ou é melhor deixar para outro How to?

Ahh… estou com sono, deixa para outro… Abraços -> att: little_ok and appunix group!

 

Como instalar Adobe Air e TweetDeck no Ubuntu 10.10 de maneira fácil

Standard

Adobe air faz os aplicativos web ficarem ricos em design, muito utilizado em cima de flex para fazer coisas impressionantes.
Gosto de usar e abusar do Adobe Air em cima do TweetDeck, este por sua vez dá show em cima do Twitter.

Bem, para instala-lo fizemos um passo-a-passo muito simples, com prints e tudo mais.
Em primeira mão devemos acessar a central de programas que está localizada no menu Aplicativos->Central de Programas do Ubuntu. A imagem a seguir demonstra bem isto:

Primeiro passo é usarmos a eficiente busca da central, veja na imagem abaixo que colocamos as duas palavras Adobe Air como sendo o termo de busca e ele exibiu a busca com o resultado que precisávamos, a caixa de busca fica no canto direito superior da central de aplicativos do Ubuntu Linux, veja o print:

Após clicarmos 2 vezes rapidamente sobre o Adobe Air localizado o Ubuntu pergunta se queremos de fato usar a fonta encontrada, devemos clicar nela, conforme imagem abaixo:

Após confirmamos a Central de Aplicativos, por medida de segurança vai solicitar a senha do usuário para que, usando método sudo dê a permissão para que a Fonte (source) da Adobe seja utilizada. Confirme a sua senha, conforme mostrado na imagem abaixo:

Após veremos que ele já está autorizado para instalar o Adobe Air no Ubuntu, devemos clicar em INSTALAR para que o sistema instale. Novamente ele vai requerer senha na autorização, mas desta vez da Instalação ao invés de origem de source. Veja;

Pronto!

Depois disto ele vai mostrar Um item no menu esquerdo chamado Progresso para que você possa acompanhar de perto o andamento do download do source (pacote .DEB) e a instalação posteriormente feita após download.

Agora nosso próximo passo será instalar o TweetDeck.

Para isto acesse o seguinte site: http://www.tweetdeck.com/desktop/

A URL acima já indica o link de instalação feito para o PC. A imagem do site não será diferente desta:

Pronto, depois de acessar o site com seu navegador (Google Chromium, Firefox, Opera ou qualquer outro) clique em Baixar Agora é Grátis, veja na imagem abaixo:

Feito isso veja o progresso do download segundo a imagem abaixo:

Feito isto vão começar os questionamentos, abrir, concordar, instalar e etc. A imagema baixo mostra como você deverá proceder:

Pronto.
Terminando o passo-a-passo a imagem deverá ser algo semelhante a que iremos postar agora.

Depois disso o TweetDeck estará 100% funcional e disponível em seu Ubuntu.
Se estiver um pouco enrolado para localiza-lo, não se preocupe, o menu aonde ele está fica em Aplicativos->Acessórios->TweetDeck.

Enjoy!

Att: little_oak.

Como instalar Google Chromium no Ubuntu 10.10 de maneira rápida/segura/simples

Standard

Olá pessoALL, mais uma vez estamos aqui escrevendo sobre a plataforma Gnu/Linux, em especial o Ubuntu Linux, uma versão muito estável e amigável feita pela empresa Canonical, baseada no Debian Testing.
Eu particularmente (Little_Oak) acho que uma das coisas mais inovadoras feita para o usuário final desta distribuição foi reunir os aplicativos em uma central de programas do Ubuntu. O pequeno artigo de hoje mostra como instalar o Google Chrome (conhecido como Chromium Browser) no Ubuntu 10.10.

Clique no menu de Aplicativos->Central de Programas do Ubuntu. (a imagem abaixo mostra exatamente aonde fica o menu):


Clicando neste menu a central de programas (exibida na imagem a seguir) deverá ter uma interface muito parecida com a nossa:

termo de buscaPerceba que o ponto chave da figura acima é justamente a área de pesquisa que fica logo a direita, informaremos ali o termo Chrome e autoamticamente aparece o Google chrome como alternativa de instalação.
Abaixo dele tem um botão chamado Instalar. Clique nele e em seguida informe a senha do seu usuário. Feito isto a tela que será exibida deverá ser semelhante a nossa (logo abaixo):

instalar ChromiumA barra de progresso tende ir avançando a medida que o pacote vai sendo instalado (baixado e em seguida instalado). Se quiser acompanhar de perto o progresso (falo em números mesmo) você pode ver o que já foi baixado, basta clicar no item “EM PROGRESSO” que estará com ícone verde (menu esquerdo), ao clicar nele a tela que deverá ser exibida para você deverá ser muito pareceda com a tela a seguir:

Assim que concluir a instalação você já poderá conferir este maravilhoso navegador da seguinte forma:
Clique no menu Aplicativos —> Internet —> Chromium Navegador da Internet.
(imagem descreve melhor a localização)

Google Chromium no MenuPronto, feito isto você estará munido de um dos melhores navegadores da atualidade.

Abraços pessoALL, breve estaremos de volta :P.

Att: little_oak

Fedora 14: como instalar o PidGin de maneira fácil

Standard

Nem considero um artigo, mas uma espécie de “comandos do dia”. Se você é um usuário semelhante a mim, gosta muito do pidgin e sentiu falta do danado em seu Fedora 14, no problem, basta fazer o seguinte:

1 – clique em Aplicativos, depois clique em Sistema e por fim escolha TERMINAL.

2 – digite su – para que você solicite permissão de root com todos os recursos globais de root.

3 – digite yum install pidgin -y

Feito isto o próprio YUM (gestor de pacotes muito eficaz e automatizado do Fedora/Centos/Rhel — Red Hat Based) fará todo o trabalho sujo para nós :P.

Depois disto é só alegria.

O pidgin estará no menu:

Iniciar –> Internet –> “Mensageiro de Internet Pidgin”.

How to install a clean Fantastico Deluxe como instalar o fantástico do zero

Standard

Rode os comandos abaixo como root:

cd /usr/local/cpanel/whostmgr/docroot/cgi
wget -N http://files.betaservant.com/files/free/fantastico_whm_admin.tgz
tar -xzpf fantastico_whm_admin.tgz
rm -rf fantastico_whm_admin.tgz

Depois é só correr para o abraço e observar em seu whm no último menu ,o fantastico estará lá, bastando somente clicar em install e mandar ficha!

Instalando YUM no CENTOS 5 (32 e 64 bits) How to install yum on Centos 5

Standard

Galera, bom dia, faz tempo que não posto, maaasss, abaixo segue tutorial de instalação do YUM no CENTOS 5 (tanto para 32 bits como 64 bits):

PARA 32 bits (i386):

rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/elfutils-libs-0.137-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/gmp-4.1.4-10.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/readline-5.1-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-2.4.3-27.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-iniparse-0.2.3-4.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/libxml2-2.6.26-2.1.2.8.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/libxml2-python-2.6.26-2.1.2.8.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/expat-1.95.8-8.2.1.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-elementtree-1.2.6-5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/sqlite-3.3.6-5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-sqlite-1.1.7-1.2.1.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/elfutils-0.137-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/rpm-python-4.4.2.3-18.el5.i386.rpm # (1)
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/m2crypto-0.16-6.el5.6.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-urlgrabber-3.1.0-5.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-metadata-parser-1.1.2-3.el5.centos.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-3.2.22-20.el5.centos.noarch.rpm http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-fastestmirror-1.1.16-13.el5.centos.noarch.rpm
yum -y update

PARA 64 bits (x86_64):

rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/gmp-4.1.4-10.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/readline-5.1-3.el5.x86_64.rpm 
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-2.4.3-27.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/libxml2-2.6.26-2.1.2.8.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/libxml2-python-2.6.26-2.1.2.8.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/expat-1.95.8-8.2.1.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-elementtree-1.2.6-5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/sqlite-3.3.6-5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-sqlite-1.1.7-1.2.1.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/elfutils-libelf-0.137-3.el5.x86_64.rpm
rpm --nodeps -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/elfutils-0.137-3.el5.x86_64.rpm
rpm --nodeps -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/rpm-4.4.2.3-18.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/rpm-python-4.4.2.3-18.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/m2crypto-0.16-6.el5.6.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-urlgrabber-3.1.0-5.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-metadata-parser-1.1.2-3.el5.centos.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-iniparse-0.2.3-4.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-fastestmirror-1.1.16-13.el5.centos.noarch.rpm http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-3.2.22-20.el5.centos.noarch.rpm
yum -y update

Abraços.