Instalação do Windows XP ou server 2003 parando em 34 minutos

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Pode parecer curioso, mas se o seu windows XP ou windows server 2003 estiver parando em 34 minutis (instalando dispositivos) vou lhe dizer o nome do “acusado ou acusados”, DISPOSITIVOS USB!

Coloque um teclado PS2 ao invés de um teclado USB, assim como mouse (desconecte impressoras e os demais usb) e corra para o abraço ;).

Como instalar Android 2.3.7 no Milestone 2 sem perder dados e de forma rápida

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PS: baixem TODOS os arquivos do artigo aqui:

http://appunix.com.br/repository/ALL.rar

As pessoas reclamam que os arquivos estão dando problemas. SUBIMOS TUDO e o tamanho no WINDOWS:

931 MB (976.620.228 bytes) (size)

931 MB (976.621.568 bytes) (size on disk)

Tem várias roms, vários utilitários e por fim a tranquilidade de não ter o dropbox off.

 

 

 

Antes de mais nada quero deixar claro que este artigo é 100% baseado no consagrado artigo da galera AJUDA ANDROID, que pode ser acessado aqui:

http://www.ajudandroid.com.br/2011/09/rom-milestone-2-cyanogenmod-7-versao.html

 —– Dia 05/12/2011 (ATUALIZADO):

Lista de arquivos para download interno (caso queiram mais desempenho tentem com dropbox [links mais abaixo]):

http://www.appunix.com.br/repository/GingerBreak-v1.20.apk

 

http://www.appunix.com.br/repository/Bootmenuv0.8.6-v2.zip

ROMS MAIS NOVAS:

http://android.loicg.net/roms/

 

Antes de mais nada iremos deixar aqui links de arquivos que você deverá utilizar (exceto rsdlite, fica ao seu critério).
Requerimentos para seguir este How to:

– Ter um milestone 2 rodando android 2.2,

– Baixar todos os softwares aqui citados.

 

Pontos em particular:

– Deixe a bateria COMPLETAMENTE carregada junto ao seu Milestone 2.

– Reza a lenda “androidiana” que cartões sd lv 10 dão problemas, eu, particularmente não vi dar problemas.

 

Não precisa ser um arquiteto da Google para executar este procedimento, muito pelo contrário, é tão simples e eficaz que quando terminar (e isso será rápido) você vai falar:

– “Caramba, velho, como foi fácil/rápido terminar esse trem!”

 

A meta é essa!

 

Softwares  OBRIGATORIAMENTE necessários para cumprir nossa meta:

http://dl.dropbox.com/u/17545709/Bootmenu%20v0.8.6-v2.zip  (esse é o bootmenu 8.6-v2),

http://dl.dropbox.com/u/17545709/GingerBreak-v1.20.apk (esse aqui é o gingerbreak 1.20 e vai “rootar” seu aparelho de maneira beeeeem simples/rápida),

https://market.android.com/details?id=com.koushikdutta.droid2.bootstrap&hl=en (gestor de roms que serve tanto para fullbackups como para instalar roms, custa menos de 6 reais e vale a pena),

http://dl.dropbox.com/u/17545709/EndlessCM7_20111001_Nightly_BPSW_v1_0.zip (cyanogenmod 7), CASO percebam que o link está off podem baixar até versões mais novas, vejam aqui no repositório (CABRITO! Divulgamos este repositório no twitter do appunix): http://android.loicg.net/roms/

–  http://dl.dropbox.com/u/17545709/RSD%20Lite%204.9.zip (perfumeria, RSDLite 4.9 (para caso de reinstalar a SBF da motorola 2.2),

https://market.android.com/details?id=com.koushikdutta.rommanager&feature=search_result (ClockWorkMod, um gestor de ROMs muit bombado).

Eu, particularmente recomendo que você instale o FREE e 100% operacional/compatível programa chamado TITANIUM BACKUP -> https://market.android.com/details?id=com.keramidas.TitaniumBackup&hl=en

 

Após baixar tudo RECOMENDO que cole os arquivos baixados (caso os baixou por meio de PC) dentro do seu milestone 2 em uma pasta na raiz do sistema (VAI FACILITAR MEIO MUNDO NA HORA DE INSTALAR A ROOM), eu, no momento em que executei minha upgrade coloquei tudo na raiz em uma pasta chamada DOWNLOADS usando meu cabo de dados. Isso é só um procedimento de organização, nada mais, sem isto, caso use outra forma funcionará, mas minha idéia aqui é encurtar caminhos ;).

É uma ferramenta MUITO simples de usar (TITANIUM BACKUP) e NÓS OBRIGAMOS que você a use, LOL, justamente para que você não perca aqueles programas massa que você possui, ou mesmo os dados dos tais programas. Então, para nos anteciparmos ao problema vamos fazer o seguinte, instalar o Titanium backup e em seguida fazer o seguinte:

IR no menu ->configurações ->aplicativos ->desenvolvimento e habilite a opção depuração de USB.

Depois entre no programa e assim que for requisitado poder de root (sim, o danado acessa MUITAS áreas do sistema) diga que SIM. [allow]

Depois procure pela aba BACKUP/RESTORE e em seguida, apertando os quadradinhos [botão de configuração/propriedades de um app] clique em LOTE.

Logo em seguida você vai ter de procurar por backup de todos os aplicativos de usuários [backup all data + apps], e clicando no botão logo ao lado para deixar no ponto -> [executar/run].

Na tela a seguir devemos escolher as apps manualmente OU já ir rodando todo o fullbackup de tudo, escolhendo suas apps (recomendo tudo) clique em Executar a operação em lote.

 

2 coisas bem interessantes acontecem aqui, no ato do backup:

1 – o titanium coloca seus arquivos e ele mesmo na memória SD externa, em uma área aonde qualquer mudança complexa ou wipe data vai deixar o bichão ali, pronto para uso e COM SEUS DADOS FILÉ!

2 – esse procedimento de backups é importante, pois quando terminarmos a instalação do android 2.3.7 é de praxe que você esteja sentindo muita falta daquela app querida e de seus dados respectivamente.

 

Feito o backup, creio eu que você já baixou os links de download e pagou pela app que recomendamos.

Agora que já baixamos tudo a primeira coisa é meter o root pra correr a solta no aparelho, para isto devemos rodar o Gingerbreak. Assim que terminarmos de instalar, seu aparelho está pronto para o root, depois iremos instalar o ClockModWork e depois o Droid 2 Recovery Bootstrap. (links já citados acima, na parte de downloads)

 

Assim que você rodar o Droid 2 Recovery Bootstrap você deverá clicar no menu -> Bootstrap recovery e em seguida liberar a app para executar suas funções avançadas, clicando assim em -> permitir e por fim clicar em -> Reboot Recovery

 

Depois desse procedimento seu aparelho já deverá estar reiniciando. Assim que ele carregar aparecerá um menu, o qual, para deslocarmos para cima e para baixo devemos usar o controle de volume do aparelho, logo + é para cima e – é para baixo e respectivamente o OK é o botão da câmera. Primeira coisa que devemos fazer nessa onda aí é acessar o menu install zip from sdcard e em seguida selecionar o menu -> choose zip from sdcard, no menu a seguir procure (lembra da pasta Download…?) por Bootmenu v0.8.6-v2.zip, escolha-o e em seguida entre no menu REBOOT.

 

Depois do reboot automaticamente iremos para uma nova tela aonde o botão de power passará a ser o OK, assim como o botão retornar do Milestone 2 realmente será retornar! (o + para cima e – para baixo, como doutra vez)

Primeiro passo que devemos fazer aqui é selecionar BOOT, aonde no menu SET DEFAULT: [boot menu] devemos optar por normal e apertaremos RETORNAR 2 vezes, aonde na tela deveremos escolher RECOVERY e em seguida ir no menu CUSTOM RECOVERY. Nessa nova tela de boot o botão de câmera volta  a ser o OK, aonde deveremos nesse novo menu procurar por Instal zip from sdcard e escolher logo em seguida choose zip from sdcard, ao abrir a raiz do sistema procure por EndlessCM7_20111001_Nightly_BPSW_v1_0.zip (lembra da pasta Download né?…).

A rom vai moer, moer, moer e moer e vai ser instalada :P, assim que for instalada deveremos voltar para o menu wipe data/factory reset, procurar pelo menu Advanced e depois clicar em Wipe Dalvik Cache, depois ir sobre YES afim de limpar o cache da virtual machinne, logo depois retornamos ao menu anterior e entramos em Wipe Baterry Stats, logo em seguida optaremos por YES para dar um grau na batera!

Depois você deve retornar ao menu principal (Go back [botão do milestone 2]) e procurar por reboot system now.

Lembra que estávamos falando de estar com a bateria full? É, meu amigo, agora é a hora da verdade e DO USO DELA! Alguns aparelhos (não sei se é por causa do level de SD ou outra coisa) levam até 10 minutos para fazer a build rodar 100% filé [levei menos de 4 minutos], mas aí varia de smart para smart.

 

Depois disso CURTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA o seu Milestone turbinadão.

Fonte deste milagre? Tá aqui ó:

http://www.ajudandroid.com.br/2011/09/rom-milestone-2-cyanogenmod-7-versao.html

 

Alguns pontos que ressaltamos aqui após instalação:

1 –  NÃO restaure aplicativos como google.phone do seu antigo froyo tosco, isto vai ferrar com seu sinal de gsm (de verdade),

2 – Wifi operando melhor que o 2.2 (hoje mesmo testei em frente a uma loja aonde o antigo não recebia o sinal e chute? sinal de 1 pontinho navegando tunado),

3 – LIGAÇÕES GSM NÃO CAEM [como andam falando por aí], fiz uma hoje cedo de “apenas 34 minutos”, super top de linha e uma qualidade de dar inveja de VERDADE,

4 – BOOT mais elegante e mais rápido que o froyo nativo e podrão,

5 – Câmera 100% operacional,

6 – Desempenho no acesso de áreas de trabalho BEEEEEM melhor,

7 – Consumo de bateria BEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEM menor,

8 – Consumo de ram BEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEM menor,

9 – Travamentos não existem mais (Froyo nativo da motorola travava pelo menos a cada 5 dias),

10 – Library de imagens muito mais rápida para gerar thumbnails,

11 – Led da câmera 100%,

12 – Aplicativos pós restauração do Titanium backup operando 100%,

13 – Menu Central de aplicativos muito leve,

14 – Qualidade do som continua em alta,

15 – NÃO foi necessária nenhuma gambiarra de apn ou ajuste de sinais gsm/3g, foi ligar e pimba, sinal gsm na alta!

16 – AINDA não senti aquele aquecimento infernal que o Froyo dava quando estava em chamada.

17 – Acesso a dados internos MUITO violento.

18 – Desligar (apertando o botão de desligamento/bloqueio) agora libera um item MUUUUITO amável, REINICIAR!

19 – GOOGLE MARKET 100% operacional (NOT GAMB).

 

Bem, se os 19 motivos acima não lhe encorajam a um upgrade só tenho 1 coisa a lhe dizer -> SORRY!
Devemos agradecer a DEUS pela galera da XDA, AJUDA ANDROID e http://www.cyanogenmod.com/

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TROUBLESHOOTING

PS, no caso de nosso visitante Thiago, ele reportou que a tela de boot ficou presa, sendo assim o procedimento que ele adotou e deu certo foi:

Reiniciar o celular, pressionar “vol -” que abre o menu, fazer o procedimento de wipe/factory reset, depois aplicar o zip, em seguida wipe data/factory reset, Wipe Dalvik Cache, e Wipe Baterry Stats, após restart ele dará boot corretamente.
Se você está percebendo a luz vermelha no canto direito do aparelho (fica normalmente com uma luz verde ou durante o boot azul) deverá fazer o seguinte procedimento:
Reinicie o aparelho, daí segurando o botão Power ( botão ligar) e o X do teclado vai aparecer o android com um ponto de exclamação ”!” aperte @ no teclado agora escolha “wipe data/factory reset” e por ultimo “reboot system now” agora seu Milestone 2 vai funcionar normalmente.

Se o boot travar verifique os procedimentos do THIAGO, ou siga os passos:

ligue novamente porém segurando o botão “Power” (o botão de ligar) e a “seta para cima” do teclado, a tela vai ficar toda preta aí basta soltar que você estará na tela de bootload.

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SE VOCÊ pretende fazer DOWNGRADE (instalar o FROYO 2.2 oficial da Morotola no seu milestone 2 após instalar o gingerbread ou está tendo problemas após atualizar sue motorola milestone 2 basta acessar este link -> http://www.appunix.com.br/howto/linux/google-android/como-restaurar-meu-milestone-2-procedimentos-para-corrigir-ou-aplicar-osreload-de-rom-original-do-motorola-m2/)

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Abraços galeraaaaaaaaa!

 

Como instalar android 2.3 milestone 2 (passo a passo)

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Tutorial Gingerbread 2.3.4 no Milestone 2 “MS2GingerBeta5 RC1” Atualizado 24/08/11

 

PARA acompanhar o artigo completo e mais atualizado sobre atualização do android milestone 2 rodando gingerbread 2.3.7 clique em ->

http://www.appunix.com.br/howto/linux/como-instalar-android-2-3-7-no-milestone-2-sem-perder-dados-e-de-forma-rapida/

Nessa versão alguns bugs foram resolvidos o principal foi o teclado físico que agora podemos utilizar as letras e números normalmente, a ROM em si esta mais rápida e estável só alguns bugs ainda continuam o principal é o problema de não podemos adicionar novas contas além do Google e do Motoblur, fora isso estou gostando muito dessa rom, vamos ao tutorial:

Temos que rootear o aparelho primeiro com o Gingerbreak  (se você já tem root em seu telefone pule esse passo) para fazer ele funcionar vá em “configurações”, “aplicativos”, “desenvolvimento” e ative a “depuração de usb” agora instale o Gingerbreak e aperte em root device após isso o celular ira reiniciar rooteado.

Agora temos que baixar os seguintes arquivos MS2GingerBeta5 RC1,sensorsMS2patchMilestone2SenorandKeyboardCWM2-bootstrap,Milestone2patchforMS2Ginger.zip e ms2patchcwm2.zip.

Agora devemos instalar no aparelho os seguintes aplicativos Clockworkmod e Droid 2 Recovery Bootstrap.

Com os arquivos baixados devemos descompactar somente o arquivo MS2GingerBeta5 RC1, passe para a pasta clockworkmod/backup (se não tiver crie as pastas) do seu cartão de memoria somente a pasta MS2GingerBeta5 RC1 que se encontra na pasta Nanodroid do arquivo MS2GingerBeta5 RC1.

Devemos também descompactar a pasta Milestone2-fixsbf esse arquivo vai ser usado mais para frente.
Agora devemos colocar na pasta clockworkmod/updates os seguintes arquivos sensorsMS2patch, Milestone2SenorandKeyboardCWM2-bootstrap, Milestone2patchforMS2Ginger.zip e ms2patchcwm2.zip, lembrando de não descompactar esses arquivos.
Agora entre no aplicativo Droid2RecoveryBootstrap e aperte Bootstrap recovery depois em permitir e por ultimo Reboot Recovery.
O celular reiniciará, agora com os botões de volumes podemos ir para cima ou para baixo nesse menu e o botão da câmera serve para dar ok, agora vamos selecionar “Backup and Restore”, depois “Restore” e selecione “MS2GingerBeta5 RC1” depois de acabar de restaurar devemos ir em “install zip from sdcard” e depois selecionar “choose zip from sdcard” e navegar até /sdcard/clockworkmod/updates/ms2patchcwm2.zip e confirma a instalação.Agora faça o mesmo caminho e escolha os arquivos Milestone2SenorandKeyboardCWM2

-bootstrap, Milestone2patchforMS2Ginger.zip e sensorsMS2patch depois aperte em “reboot”. Atenção é muito importante não esquecer de nenhum dos arquivos.Agora devemos instalar o Rsd Lite em nosso computador para colocar o fixed_sbf_newleak.SBF em seu celular.

Após selecionar arquivo por arquivo e dar “reboot” pode aparecer uma tela preta se aparecer tire a bateria e coloque novamente, ligue novamente o celular segurando o botão “Power”(o botão de ligar) e a “seta para cima” do teclado depois de entrar na tela de bootload conecte o celular no PC, agora no PC entre no Rsd Lite esperar o Windows encontrados os drives do celular e aperte em “…”  escolha o arquivo descompactado da pasta Milestone2-fixsbf ( o fixed_sbf_newleak.SBF) após isso basta apertar em “start” e esperar aparecer “finish”.

O celular irá reiniciar normalmente e funcionando, lembrando que pode demorar até 10 minutos para reiniciar o telefone.

Aproveite que esta versão esta muito funcional e a duração da bateria esta bem  melhor comparada com a “MS2GingerBeta5”.

Atualização para quem o sensor de movimento não esta funcionando temos que fazer alguns passos a mais, primeiro temos que baixar o Bootmenu v0.8.6-v2.zip e colocar na pasta clockworkmod/updates, entre no aplicativo Droid2RecoveryBootstrap e aperte Bootstrap recovery depois em permitir e por ultimo Reboot Recovery.

Na tela de boot devemos ir em “install zip from sdcard” e depois selecionar “choose zip from sdcard” e navegar até /sdcard/clockworkmod/updates/Bootmenu v0.8.6-v2.zip e confirma a instalação e aperte em reboot.

O celular irá reiniciar em uma nova tela de boot nessa tela a tecla de dar ok é o “power” selecione “boot” e depois “set default: [boot Menu]” e escolha “normal” agora aperte em “Go back” 2 vezes e depois “Recovery” e “custom recovery”.

Agora na nova tela de boot o “ok” é o botão da câmera, no menu aperte em “install zip from sdcard” e depois selecionar “choose zip from sdcard” e navegar até /sdcard/clockworkmod/updates/sensorsMS2patch e confirme a instalação após isso aperte em “reboot system now” o celular reiniciará sozinho, pode demorar um pouco mais basta esperar e curti seu celular com o sensor de movimento funcionando.

Créditos ao amigo Marcos Gonçalves

http://ajudandroid.blogspot.com/2011/08/tutorial-gingerbread-234-no-milestone-2.html?showComment=1314471600595#c3813666722992208249


Luis Fernando

Grupo Android Brasil
http://groups.google.com/group/androidbrasil?hl=pt-BR

 

Como criar um DVD de instalação do Mac OS X Lion

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Olá galera tudo na paz?

Depois de algum tempo sem postar nada de importante por aqui hoje venho postar sobre um assunto que está no foco de todas as notícias…

Mac OS X Lion, despois que a Apple resolveu dificultar a vida dos hackintoshers de platão lançando Upgrade através de sua loja virtual AppStore… ficamos a nos perguntar: E se eu precisar (diga-se querer) ter um DVD em mãos pra qualquer emergência, como fazer?

Segundo nossa querida apple caso você queira fazer uma instalação “Limpa” você precisa fazer um formatação com o Snow Leopard subir até a versão 10.6.6 e só depois acessar a AppStore e baixar o Lion e fazer uma instalação por cima….. Nesse ponto fiquei meio chateado com a Apple que tanto bato palmas para suas decisões na tangente do Mac OS X… mas vamos lá…. Vou mostrar a vocês como criar um DVD bootável de Instalação do Mac OS X Lion… Esse how to é baseado em um texto de JulioPW publicado no fórum do pessoal do HMBT… foi feito por ele e testado e comprovado por mim com algumas modificações (desculpem me por não ter mais o link do artigo original, caso tenha é só me mandar por comentário que coloco aqui no artigo) será necessário:

→Você precisará do .app baixado diretamente da AppStore Aqui

→Um Mac verdadeiro ou Hackintosh rodando Mac OS X Snow Leopard (poderia indicar o Leopard, mas como acredito que nossos leitores estão sempre atualizados vou indicar o Snow Leopard)

→ 15 ou 20 minutos pra ler e colocar esse how to em prática

 

Vamos lá…

Primeiro vá até o Utilitário de Disco do Mac, Ir/Utilitários

DVD_Lion

 

Agora entre no Utilitário de Disco

DVD_Lion2

 

Na parte superior do Utilitário de Disco Clique em Nova Imagem

DVD_Lion3

 

Na tela que aparecerá, aletere como desejar os campos Salvar Como, Onde e Nome; o restante deixe como na imagem….

DVD_Lion4

 

Verá o processo se seguindo

DVD_Lion5

 

Execute até o local onde salvou o DMG e o execute….

DVD_Lion6

 

Agora vamos usar o ShowAllFiles para mostrar os arquivos ocultos dentro de nosso .app, baixe-o aqui

http://dl.dropbox.com/u/7022385/ShowAllFiles.zip

 

Execute-o, clique em Show

DVD_Lion7

 

Agora vá até seu .app baixado da AppStore (o arquivo vem com nome original de Lion Installer e fica originalmente na pasta Aplicativos, eu preferi mudá-lo por uma questão de organização pessoal), clique com o botão direito ou clique secundário e vá em Mostrar Conteúdo do Pacote

DVD_Lion8

 

Entre em Contents/ SharedSupport

DVD_Lion9

 

Execute o InstallESD.dmg

DVD_Lion11

 

Chegará a uma tela assim

DVD_Lion12

 

Pra adiantar as coisas, execute o BaseSystem.dmg

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Em sua Mesa deverá ter os ícones dos .dmg que montamos até agora…

DVD_Lion14

 

Voltem ao Utilitário de Disco, seu painel da esquerda será mais ou menos assim

DVD_Lion15

 

Dentro do Utilitário de Disco clique no botão Restaurar

DVD_Lion16

 

Em fonte arraste Mac OS X Base System, e em destino arraste aquele DMG vazio que você criou e montou posteriormente na Mesa… Ficando assim (dependendo somente do nome que você deu ao seu .dmg)

DVD_Lion17

 

Agora clique em Restaurar no canto inferior direito

DVD_Lion18

 

Será notificado, clique em Apagar

DVD_Lion19

 

Pediram sua senha (santo sistema de permissões…. é por isso que sou apaixonado por sistema Unix-Like)

DVD_Lion20

 

Demorará em torno de 7 minutos até que essa restauração termine, veja um pouco do processo

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Agora amigos vá até o disco Mac OS X Install ESD que está na Mesa (Área de Trabalho)

DVD_Lion22

 

Agora copie a pasta Packages para a área de transferência (Command+C)

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Agora vá no Disco que criamos para que restaurássemos os arquivos necessários e coloque a pasta Packages que acabamos de colocar na área de transferência… Mas Doooguinha como vou saber qual o disco correto para a cópia dos arquivos, existem 2 discos em minha mesa com o mesmo nome…

-Galera, para facilitar na identificação clique com o botão direito ou clique secundário no Disco que deseja tirar suas dúvidas e clique Obter Informações

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Verão

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Podem ver que acertamos de prima o disco correto, se não for o seu caso teste com o outro disco montado….  Agora entre na pasta System/Installation

DVD_Lion26

 

Exclua o atalho para a pasta Packages que ali se encontra

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Agora pessoal, lembram-se daquela pastinha chamada Packages que copiamos do Mac OS X Intall ESD? Isso mesmo que você mais espertinho gritou ai… ela vem pra cá….

DVD_Lion28

 

Pronto galera, agora é só esperar terminar a cópia dessa pasta e partir para o abraço…. quero dizer ao terminar a cópia vamos gravar isso em disco……

Isso pode ser feito usando esse how to

http://www.appunix.com.br/howto/mac-os/como-gravar-iso-no-mac-os-x-sem-software/

levando se em conta apenas que usará agora um .dmg e não um .iso ….

É isso galera, espero que ajude aos tantos usuários Mac e Hackintoshs que tem procurado isso a cada dia em nosso amigo google…. Podem perceber que esse how to é muito parecido com o how to sobre criar um pendrive bootável do Mac OS X Lion que publiquei a alguns dias…. Abraço a todos…..

Obs:Pode ser usado tanto em Hackintohs (com o devido CdBoot) quando em Macs verdadeiros para realizar realmente uma instalação limpa (coisa que nossa querida Apple não quer deixar)….

Aproveitem….

Gostou? Comente, complemente e espalhe!

 

Apache 2 Mysql 5 PHP 5 e phpmyadmin no Ubuntu 10.04 Lucid Lynx

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Hoje, para a gama de desenvolvedores PHP que o mercado tem é indispensável que se tenha um ambiente lamp (linux + apache + php + mysql e como adicional o phpmyadmin, ferramenta indispensável para gerenciar bancos de dados mysql sem qualquer dificuldade) operando pelo menos em um notebook de alguém. Este How to, anteriormente postado em meu antigo blog foi testado (antes de ser postado) em um ambiente com:

Processador Celeron 900 (2.2 ghz),
2 gb de ram ddr 667,
hd 160 gb com 5400 rpm,
Ubuntu 10.04 (Lucid Lynx).
Ressalto que usei o gestor de pacotes e habilitei o suporte a pacotes instáveis e também o repositório partner (mais abaixo posto como fazer).
Por isto talvez as versões dos programas instalados a seguir podem variar em poucos pontos, por exemplo: PHP 5.2.13 e seria instalado, caso não atualizasse os pacotes para instáveis ficaria em 5.2.9.

Os passos a seguir são simples e não demandam muito conhecimento em Linux, bastando somente que ejam seguidos a risca para que nenhum ponto seja esquecido.
Vamos lá:

Clique em Aplicativos->Acessórios->Terminal

Digite o Comando:

sudo apt-get install apache2

A saída deste comando, assim que confirmado com a opção S (yes em inglês seria Y) assemelha-se com:

Lendo listas de pacotes… Pronto
Construindo árvore de dependências
Lendo informação de estado… Pronto
Os pacotes extra a seguir serão instalados:
apache2-mpm-worker apache2-utils apache2.2-bin apache2.2-common libapr1 libaprutil1 libaprutil1-dbd-sqlite3 libaprutil1-ldap
Pacotes sugeridos:
apache2-doc apache2-suexec apache2-suexec-custom
Os NOVOS pacotes a seguir serão instalados:
apache2 apache2-mpm-worker apache2-utils apache2.2-bin apache2.2-common libapr1 libaprutil1 libaprutil1-dbd-sqlite3 libaprutil1-ldap
0 pacotes atualizados, 9 pacotes novos instalados, 0 a serem removidos e 0 não atualizados.
É preciso baixar 3328kB de arquivos.
Depois desta operação, 10,1MB adicionais de espaço em disco serão usados.
Você quer continuar [S/n]? S
0% [Aguardando por cabeçalhos]
Obter:1 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libapr1 1.3.8-1build1 [116kB]
Obter:2 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libaprutil1 1.3.9+dfsg-3build1 [85,4kB]
Obter:3 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libaprutil1-dbd-sqlite3 1.3.9+dfsg-3build1 [27,1kB]
Obter:4 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libaprutil1-ldap 1.3.9+dfsg-3build1 [25,1kB]
Obter:5 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2.2-bin 2.2.14-5ubuntu8 [2622kB]
Obter:6 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2-utils 2.2.14-5ubuntu8 [159kB]
Obter:7 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2.2-common 2.2.14-5ubuntu8 [290kB]
Obter:8 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2-mpm-worker 2.2.14-5ubuntu8 [2364B]
Obter:9 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2 2.2.14-5ubuntu8 [1482B]
Baixados 3328kB em 40s (81,4kB/s)
Selecionando pacote previamente não selecionado libapr1.
(Lendo banco de dados … 148327 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Desempacotando libapr1 (de …/libapr1_1.3.8-1build1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libaprutil1.
Desempacotando libaprutil1 (de …/libaprutil1_1.3.9+dfsg-3build1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libaprutil1-dbd-sqlite3.
Desempacotando libaprutil1-dbd-sqlite3 (de …/libaprutil1-dbd-sqlite3_1.3.9+dfsg-3build1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libaprutil1-ldap.
Desempacotando libaprutil1-ldap (de …/libaprutil1-ldap_1.3.9+dfsg-3build1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2.2-bin.
Desempacotando apache2.2-bin (de …/apache2.2-bin_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2-utils.
Desempacotando apache2-utils (de …/apache2-utils_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2.2-common.
Desempacotando apache2.2-common (de …/apache2.2-common_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2-mpm-worker.
Desempacotando apache2-mpm-worker (de …/apache2-mpm-worker_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2.
Desempacotando apache2 (de …/apache2_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) …
Processando gatilhos para man-db …
Processando gatilhos para ufw …
Processando gatilhos para ureadahead …
ureadahead will be reprofiled on next reboot
Configurando libapr1 (1.3.8-1build1) …

Configurando libaprutil1 (1.3.9+dfsg-3build1) …

Configurando libaprutil1-dbd-sqlite3 (1.3.9+dfsg-3build1) …
Configurando libaprutil1-ldap (1.3.9+dfsg-3build1) …
Configurando apache2.2-bin (2.2.14-5ubuntu8) …
Configurando apache2-utils (2.2.14-5ubuntu8) …
Configurando apache2.2-common (2.2.14-5ubuntu8) …
Enabling site default.
Enabling module alias.
Enabling module autoindex.
Enabling module dir.
Enabling module env.
Enabling module mime.
Enabling module negotiation.
Enabling module setenvif.
Enabling module status.
Enabling module auth_basic.
Enabling module deflate.
Enabling module authz_default.
Enabling module authz_user.
Enabling module authz_groupfile.
Enabling module authn_file.
Enabling module authz_host.
Enabling module reqtimeout.

Configurando apache2-mpm-worker (2.2.14-5ubuntu8) …
* Starting web server apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Configurando apache2 (2.2.14-5ubuntu8) …

Processando gatilhos para libc-bin …
ldconfig deferred processing now taking place

Assim que esta etapa terminar teremos o apache rodando, mas precisamos prosseguir, digite:

sudo apt-get install php5 libapache2-mod-php5

Esta etapa instala o php5 com integração em modo DSO junto ao apache (como módulo do apache 2). Sempre confirme que quer instalar apertando S (caso solicite em inglês, Y). A saída do comando acima assemelha-se e muito com a saída informada logo abaixo:

Lendo listas de pacotes… Pronto
Construindo árvore de dependências
Lendo informação de estado… Pronto
Os pacotes extra a seguir serão instalados:
apache2-mpm-prefork php5-common
Pacotes sugeridos:
php-pear php5-suhosin
Os pacotes a seguir serão REMOVIDOS:
apache2-mpm-worker
Os NOVOS pacotes a seguir serão instalados:
apache2-mpm-prefork libapache2-mod-php5 php5 php5-common
0 pacotes atualizados, 4 pacotes novos instalados, 1 a serem removidos e 0 não atualizados.
É preciso baixar 3376kB de arquivos.
Depois desta operação, 8790kB adicionais de espaço em disco serão usados.
Você quer continuar [S/n]? S
Obter:1 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2-mpm-prefork 2.2.14-5ubuntu8 [2422B]
Obter:2 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid-proposed/main php5-common 5.3.2-1ubuntu4.1 [541kB]
Obter:3 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid-proposed/main libapache2-mod-php5 5.3.2-1ubuntu4.1 [2831kB]
Obter:4 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid-proposed/main php5 5.3.2-1ubuntu4.1 [1114B]
Baixados 3376kB em 8s (389kB/s)
dpkg: apache2-mpm-worker: problemas de dependência, mas removendo assim mesmo conforme pedido:
apache2 depende de apache2-mpm-worker (= 2.2.14-5ubuntu8) | apache2-mpm-prefork (= 2.2.14-5ubuntu8) | apache2-mpm-event (= 2.2.14-5ubuntu8) | apache2-mpm-itk (= 2.2.14-5ubuntu8); porém:
Pacote apache2-mpm-worker está para ser removido.
Pacote apache2-mpm-prefork não está instalado.
Pacote apache2-mpm-event não está instalado.
Pacote apache2-mpm-itk não está instalado.
(Lendo banco de dados … 148902 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Removendo apache2-mpm-worker …
* Stopping web server apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
… waiting [ OK ]
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2-mpm-prefork.
(Lendo banco de dados … 148895 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Desempacotando apache2-mpm-prefork (de …/apache2-mpm-prefork_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado php5-common.
Desempacotando php5-common (de …/php5-common_5.3.2-1ubuntu4.1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libapache2-mod-php5.
Desempacotando libapache2-mod-php5 (de …/libapache2-mod-php5_5.3.2-1ubuntu4.1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado php5.
Desempacotando php5 (de …/php5_5.3.2-1ubuntu4.1_all.deb) …
Configurando apache2-mpm-prefork (2.2.14-5ubuntu8) …
* Starting web server apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Configurando php5-common (5.3.2-1ubuntu4.1) …
Configurando libapache2-mod-php5 (5.3.2-1ubuntu4.1) …

Creating config file /etc/php5/apache2/php.ini with new version
* Reloading web server config apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Configurando php5 (5.3.2-1ubuntu4.1) …

Apesar de já termos instalado o apache 2 + php 5 é necessário reiniciar o apache 2 afim de que o serviço possa reler suas configurações e assim possamos ter uma reposta da instalação a qual realizamos. Para isto use o comando:

sudo /etc/init.d/apache2 restart

A mensagem exibida por este comando é muito semelhante a mensagem a seguir:

* Restarting web server apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
… waiting apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Não precisa confirmar  nada junto ao /var/www pois o php DEVE estar operando junto com o apache 2.

Agora vamos prosseguir com o mysql 5. Para instalar o mesmo digite:

sudo apt-get install mysql-server

Confirme com S (ou Y caso seja americano), a saída deve ser semelhante com:

Obter:1 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-common 5.1.41-3ubuntu12 [97,1kB]
Obter:2 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libnet-daemon-perl 0.43-1 [46,9kB]
Obter:3 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libplrpc-perl 0.2020-2 [36,0kB]
Obter:4 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libdbi-perl 1.609-1build1 [798kB]
Obter:5 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libmysqlclient16 5.1.41-3ubuntu12 [1931kB]
Obter:6 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libdbd-mysql-perl 4.012-1ubuntu1 [135kB]
Obter:7 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-client-core-5.1 5.1.41-3ubuntu12 [176kB]
Obter:8 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-client-5.1 5.1.41-3ubuntu12 [8136kB]
Obter:9 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-server-core-5.1 5.1.41-3ubuntu12 [4711kB]
Obter:10 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-server-5.1 5.1.41-3ubuntu12 [7007kB]
Obter:11 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libhtml-template-perl 2.9-1 [65,8kB]
Obter:12 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-server 5.1.41-3ubuntu12 [93,0kB]
Baixados 23,2MB em 1min 58s (196kB/s)
Pré-configurando pacotes …
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-common.
(Lendo banco de dados … 150463 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Desempacotando mysql-common (de …/mysql-common_5.1.41-3ubuntu12_all.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libnet-daemon-perl.
Desempacotando libnet-daemon-perl (de …/libnet-daemon-perl_0.43-1_all.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libplrpc-perl.
Desempacotando libplrpc-perl (de …/libplrpc-perl_0.2020-2_all.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libdbi-perl.
Desempacotando libdbi-perl (de …/libdbi-perl_1.609-1build1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libmysqlclient16.
Desempacotando libmysqlclient16 (de …/libmysqlclient16_5.1.41-3ubuntu12_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libdbd-mysql-perl.
Desempacotando libdbd-mysql-perl (de …/libdbd-mysql-perl_4.012-1ubuntu1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-client-core-5.1.
Desempacotando mysql-client-core-5.1 (de …/mysql-client-core-5.1_5.1.41-3ubuntu12_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-client-5.1.
Desempacotando mysql-client-5.1 (de …/mysql-client-5.1_5.1.41-3ubuntu12_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-server-core-5.1.
Desempacotando mysql-server-core-5.1 (de …/mysql-server-core-5.1_5.1.41-3ubuntu12_i386.deb) …
Processando gatilhos para man-db …
Configurando mysql-common (5.1.41-3ubuntu12) …
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-server-5.1.
(Lendo banco de dados … 150828 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Desempacotando mysql-server-5.1 (de …/mysql-server-5.1_5.1.41-3ubuntu12_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libhtml-template-perl.
Desempacotando libhtml-template-perl (de …/libhtml-template-perl_2.9-1_all.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-server.
Desempacotando mysql-server (de …/mysql-server_5.1.41-3ubuntu12_all.deb) …
Processando gatilhos para ureadahead …
Processando gatilhos para man-db …
Configurando libnet-daemon-perl (0.43-1) …
Configurando libplrpc-perl (0.2020-2) …
Configurando libdbi-perl (1.609-1build1) …
Configurando libmysqlclient16 (5.1.41-3ubuntu12) …

Configurando libdbd-mysql-perl (4.012-1ubuntu1) …
Configurando mysql-client-core-5.1 (5.1.41-3ubuntu12) …
Configurando mysql-client-5.1 (5.1.41-3ubuntu12) …
Configurando mysql-server-core-5.1 (5.1.41-3ubuntu12) …
Configurando mysql-server-5.1 (5.1.41-3ubuntu12) …
mysql start/running, process 4808

Configurando libhtml-template-perl (2.9-1) …
Configurando mysql-server (5.1.41-3ubuntu12) …
Processando gatilhos para libc-bin …
ldconfig deferred processing now taking place

Os passos a seguir mostram o mysql solicitando dados extras. Iremos colocar imagens dos passos a seguir:
imagens 1 e 2 -> MYSQL solicitando a senha de root, digite-a e em seguida repita a mesma. Escolha uma senha ao seu critério. Caso seja um ambiente de produção real recomendamos que use caracteres $#%@!& para sua senha afim de que em um caso de vulnerabilidade por brute force o atacante perdure por muitos dias (ou meses) na tentativa de quebrar a senha.


imagem de requisição de repetição da senha de root:

Estamos muito próximos da etapa final. Os passos a seguir mostram como integrar o php 5 + apache 2 + mysql 5 para que operem de maneira correta, assim como adicionar o phpmyadmin a esta instalação:

sudo apt-get install libapache2-mod-auth-mysql php5-mysql phpmyadmin

Confirme com S (caso seja americano confirme com Y). A saída para este comando deve ser semelhante a:

Lendo listas de pacotes… Pronto
Construindo árvore de dependências
Lendo informação de estado… Pronto
Os pacotes extra a seguir serão instalados:
dbconfig-common javascript-common libjs-mootools libmcrypt4 libt1-5 php5-gd php5-mcrypt wwwconfig-common
Pacotes sugeridos:
libmcrypt-dev mcrypt postgresql-client apache apache-ssl
Os NOVOS pacotes a seguir serão instalados:
dbconfig-common javascript-common libapache2-mod-auth-mysql libjs-mootools libmcrypt4 libt1-5 php5-gd php5-mcrypt php5-mysql phpmyadmin wwwconfig-common
0 pacotes atualizados, 11 pacotes novos instalados, 0 a serem removidos e 0 não atualizados.
É preciso baixar 5404kB de arquivos.
Depois desta operação, 21,9MB adicionais de espaço em disco serão usados.
Você quer continuar [S/n]? S
Obter:1 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main dbconfig-common 1.8.44ubuntu1 [474kB]
Obter:2 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe wwwconfig-common 0.2.1 [22,8kB]
Obter:3 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe javascript-common 7 [3854B]
Obter:4 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libapache2-mod-auth-mysql 4.3.9-12ubuntu1 [25,6kB]
Obter:5 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe libjs-mootools 1.2.4.0~debian1-1 [248kB]
Obter:6 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe libmcrypt4 2.5.8-3.1 [76,1kB]
Obter:7 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libt1-5 5.1.2-3build1 [155kB]
Obter:8 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid-proposed/main php5-gd 5.3.2-1ubuntu4.1 [34,8kB]
Obter:9 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe php5-mcrypt 5.3.2-0ubuntu1 [15,2kB]
Obter:10 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid-proposed/main php5-mysql 5.3.2-1ubuntu4.1 [64,2kB]
Obter:11 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe phpmyadmin 4:3.3.2-1 [4285kB]
Baixados 5404kB em 45s (118kB/s)
Pré-configurando pacotes …
Selecionando pacote previamente não selecionado dbconfig-common.
(Lendo banco de dados … 150920 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Desempacotando dbconfig-common (de …/dbconfig-common_1.8.44ubuntu1_all.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado wwwconfig-common.
Desempacotando wwwconfig-common (de …/wwwconfig-common_0.2.1_all.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado javascript-common.
Desempacotando javascript-common (de …/javascript-common_7_all.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libapache2-mod-auth-mysql.
Desempacotando libapache2-mod-auth-mysql (de …/libapache2-mod-auth-mysql_4.3.9-12ubuntu1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libjs-mootools.
Desempacotando libjs-mootools (de …/libjs-mootools_1.2.4.0~debian1-1_all.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libmcrypt4.
Desempacotando libmcrypt4 (de …/libmcrypt4_2.5.8-3.1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libt1-5.
Desempacotando libt1-5 (de …/libt1-5_5.1.2-3build1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado php5-gd.
Desempacotando php5-gd (de …/php5-gd_5.3.2-1ubuntu4.1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado php5-mcrypt.
Desempacotando php5-mcrypt (de …/php5-mcrypt_5.3.2-0ubuntu1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado php5-mysql.
Desempacotando php5-mysql (de …/php5-mysql_5.3.2-1ubuntu4.1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado phpmyadmin.
Desempacotando phpmyadmin (de …/phpmyadmin_4%3a3.3.2-1_all.deb) …
Processando gatilhos para man-db …
Processando gatilhos para libapache2-mod-php5 …
* Reloading web server config apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]
Processando gatilhos para doc-base …
Processing 26 changed 1 added doc-base file(s)…
Registering documents with scrollkeeper…
Configurando dbconfig-common (1.8.44ubuntu1) …

Creating config file /etc/dbconfig-common/config with new version

Configurando wwwconfig-common (0.2.1) …
Configurando javascript-common (7) …

Configurando libapache2-mod-auth-mysql (4.3.9-12ubuntu1) …
Configurando libjs-mootools (1.2.4.0~debian1-1) …
Configurando libmcrypt4 (2.5.8-3.1) …

Configurando libt1-5 (5.1.2-3build1) …

Configurando php5-gd (5.3.2-1ubuntu4.1) …
Configurando php5-mcrypt (5.3.2-0ubuntu1) …
Configurando php5-mysql (5.3.2-1ubuntu4.1) …
Configurando phpmyadmin (4:3.3.2-1) …
dbconfig-common: writing config to /etc/dbconfig-common/phpmyadmin.conf

Creating config file /etc/dbconfig-common/phpmyadmin.conf with new version

Creating config file /etc/phpmyadmin/config-db.php with new version
granting access to database phpmyadmin for phpmyadmin@localhost: success.
verifying access for phpmyadmin@localhost: success.
creating database phpmyadmin: success.
verifying database phpmyadmin exists: success.
populating database via sql… done.
dbconfig-common: flushing administrative password
* Reloading web server config apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Processando gatilhos para libc-bin …
ldconfig deferred processing now taking place

Estamos muito próximos da reta final, agora basta devemos escolher qual container vai operar como servidor para o phpmyadmin, devemos escolhe apache (segundo a imagem a seguir retrata as opções):

Na imagem a seguir, que será a tela apresentada para você diga Ok para que o dbconfig ajuste a base do phpmyadmin:

E por fim devemos definir a senha de root do phpmyadmin, ressaltamos que esta senha fica a sua escolha, conforme a tela a seguir:

Pronto. Não precisa testar o banco de dados com funções php (mysql_connect…), na realidade, se seguir os pontos a risca (pré-testados) não ocorrerão problemas. Use o comando a seguir:

sudo /etc/init.d/apache2 restart

O apache será reiniciado.
Para finalizar, precisamos mover os arquivos do phpmyadmin para um ambiente visível na web, ou pelo menos visível quando digitarmos http://localhost/phpmyadmin cairmos exatamente na tela do phpmyadmin.

Use o seguinte comando:

cp -rp /usr/share/phpmyadmin /var/www

Pronto.
Se quiser testar o phpmyadmin basta acessar http://localhost/phpmyadmin e informar root como login e a senha que você definiu como root no momento da instalação do mysql.

Obrigado por sua atenção.
Abraços e visite sempre o AppUnix – Seu portal Unix-LIKE.

How to install yum on red hat 4 or Centos 4 – Como instalar yum no Redhat 4 ou Centos 4

Standard

Essa é uma questão muito comum entre os sysadmins que tentam instalar o yum no red hat 4 ou centos 4 e não têm tido sucesso.

Abaixo preparei um how to com um link próprio dos arquivos para que você não tente encontrar o pacote na web e acabe se decepcionando ao ver navios.

Para instalar o yum no centos ou redhat siga exatamente o que será descrito.

Esse how to mostra como instalar o yum no RedHat 4.x (centos 4.x) de maneira simples e amigável.

O que será preciso?

1 – Estar logado como root no terminal,
2 – Criar um diretório aonde as coisas estarão armazenadas,
3 – Ter uma internet acessível para poder baixar (claro!).

Logue-se como root, em seguida, na pasta root crie algo como:

mkdir tmp
cd tmp

Agora que estamos dentro de /root/tmp nós iremos baixar todos os arquivos necessários e iremos deixar que o próprio yum dê conta do recado. Use exatamente os comandos abaixo para pegar os arquivos:

wget http://www.libphp.net/repositorio/yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm

Agora que já temos os arquivos (pacotes) vamos instalar os mesmos:

rpm -ivh libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
rpm -ivh python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm
rpm -ivh yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm

Vamos ajustar o repositório:

wget http://www.libphp.net/repositorio/rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Após

rpm -ivh rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Depois disto somente faça:

yum update

Pronto!

Abração a todos e bom trabalho.

Um guia rápido do Debian Lenny

Standard

Embora o Debian “puro” seja mais usado em servidores, ele também pode perfeitamente ser usado em desktops. Se você se sente confortável em usar o apt-get/aptitude e gosta da estrutura geral do sistema, mas está em busca de um sistema mais leve e personalizável, o Debian pode ser a melhor opção.

O Debian é a base para o Ubuntu e inúmeras outras distribuições. O próprio repositório “universe” do Ubuntu nada mais é do que um snapshot do repositório instável do Debian, com alguns patches e personalizações adicionais. Se somarmos o Ubuntu, Kubuntu e todos os descendentes diretos e indiretos, as distribuições da família Debian são usadas em mais de 70% dos desktops Linux.

O maior problema em utilizar o Debian diretamente, em vez de usar o Ubuntu ou outro derivado é que o sistema é bastante espartano, carecendo de muitas ferramentas de configuração automática. Em compensação, ele é bem mais leve que o Ubuntu, pois muitos pacotes são compilados com menos componentes e opções mais otimizadas, o que resulta em um desempenho geral sensivelmente superior, sobretudo nas máquinas mais modestas. Ao instalar e remover pacotes, você vai notar também que o sistema é menos “engessado” em relação às dependências de pacotes, permitindo que você tenha um desktop funcional com um volume muito menor de pacotes.

O Debian Lenny é composto por nada menos do que 5 DVDs (ou 31 CDs!), que totalizam 23.2 GB de download. Entretanto, como pode imaginar, estes DVDs todos incluem uma cópia completa dos repositórios oficiais, que é necessária apenas para quem realmente quer fazer uma instalação completa do sistema e não quer correr de precisar baixar pacotes adicionais.

Para situações normais, você pode escolher entre baixar apenas o primeiro CD ou o primeiro DVD. Em ambos os casos, a primeira mídia inclui quase todos os pacotes necessários para fazer uma instalação básica do sistema e o instalador se encarrega de baixar outros pacotes que sejam usados (como os pacotes de tradução para o Português do Brasil) durante a própria instalação, usando qualquer conexão disponível.

Se você tem uma conexão de banda larga, outra opção é baixar o NetInstall, uma imagem de 180 MB que inclui apenas os pacotes básicos do sistema e baixa o restante dos pacotes selecionados durante a instalação.

Faça o download no: http://ftp.br.debian.org/debian-cd/

ou no: http://www.debian.org/CD/http-ftp/

Ao dar boot pelo CD ou DVD, a primeira escolha é entre utilizar o tradicional instalador em modo texto (que é muito similar ao utilizado pelo alternate CD do Ubuntu) ou o novo instalador gráfico, que é uma novidade do Lenny. Na verdade, o instalador gráfico nada mais é do que uma interface em GTK para o instalador em modo texto, o que faz com que as opões em ambos os casos sejam basicamente as mesmas.

Na época em que surgiu a idéia de criar o instalador gráfico, muitos desenvolvedores defenderam o uso do Anaconda (o instalador usado no Fedora), mas a idéia acabou sendo abandonada em favor do instalador próprio devido a uma questão muito simples: em vez de se limitar aos PCs, o Debian suporta várias plataformas, uma característica da qual os desenvolvedores se orgulham bastante. Para usar o Anaconda, precisariam portá-lo para cada uma das plataformas suportadas, o que levou à conclusão de que desenvolver uma interface gráfica para o instalador tradicional seria a melhor saída.

Como de praxe, você pode também especificar opções de boot para solução de problemas, como em “installgui acpi=off” ou “installgui noapic. Para isso, pressione a tecla TAB para ter acesso à linha com as opções de boot.

Está disponível também uma instalação em modo expert, que oferece um controle muito maior sobre a instalação (você pode escolher se quer utilizar o Debian Stable, Testing ou Sid, por exemplo), mas em troca a torna muito mais complicada e demorada. Para simplificar as coisas, vamos usar a opção de instalação tradicional em modo gráfico (Graphical Install).

O Lenny é uma das poucas distribuições lançadas em 2009 que ainda utiliza o KDE 3.5. Esse é, na verdade, um ponto positivo, pois oferece uma opção para quem não gostou do KDE 4 e prefere a estabilidade e a leveza da versão antiga. A próxima versão estável do Debian não deve ser lançada antes do final de 2010 e, mesmo após isso, o Lenny ainda continuará sendo suportado por um bom tempo, permitindo que você continue usando o KDE 3.5 até se sentir confortável em migrar.

Por default, o Debian instala o Gnome como desktop e não existe opção dentro do instalador para alterar isso. Para usar o KDE, é necessário usar a opção “desktop=kde”. Similarmente, você pode instalar com o XFCE usando a “desktop=xfce”. Para usá-las

Ambas as opções devem ser especificadas como um parâmetro na tela de boot. Para isso, selecione a opção “Graphical Install” no menu, pressione a tecla TAB para ter acesso à linha de boot e adicione a opção no final da lista:

Como de praxe, a primeira pergunta é sobre a linguagem; basta digitar “p” e selecionar o Português do Brasil. A pergunta seguinte é sobre a localização (que define a moeda, o padrão de medidas e outras opções regionais), seguida pela confirmação do layout de teclado.

A menos que você esteja com a coleção completa das mídias de instalação em mãos, é importante possuir uma conexão de rede disponível durante a instalação, para que o instalador possa baixar os pacotes necessários. O ideal é sempre usar uma conexão de rede local compartilhada, já que o instalador não oferece suporte a modems 3G e outras modalidades mais exóticas de conexão, se limitando a suportar placas cabeadas e placas wireless que possuem drivers open-source.

Por default, ele tenta configurar a rede via DHCP e, caso nenhum servidor esteja disponível, oferece a opção de configurar os endereços manualmente. É possível também desativar a configuração via DHCP especificando a opção de boot “netcfg/disable_dhcp=true” na tela de boot.

Depois de ajustado o fuso-horário, chegamos ao particionamento, que é composto de opções similares às usadas no instalador do Ubuntu Alternate CD, com as tradicionais opções de instalação assistida ou particionamento manual, que é sempre a opção recomendada para ter um melhor controle sobre o tamanho das partições e evitar acidentes.

Dentro do particionador, basta dar um duplo clique sobre uma partição ou um trecho de espaço livre para abrir o menu de opções, que permite criar, remover ou indicar o diretório onde a partição será montada. Como de praxe, você precisa de pelo menos uma partição raiz (/) e uma partição swap, sendo recomendada também uma partição separada para o diretório /home.

Como de praxe, você pode compartilhar a partição home entre várias distribuições, mas é recomendável utilizar usuários diferentes para cada um para evitar misturar as configurações. É importante prestar atenção ao configurar a partição, usando sempre a opção “não, manter os dados existentes” para preservar os arquivos existentes:

Ao terminar, basta usar o “Finalizar o particionamento e escrever as mudanças no disco”, ou voltar atrás nas modificações escolhendo o “Desfazer as mudanças nas partições”:

Depois de aplicadas as mudanças nos discos, o instalador prossegue para a instalação do sistema base (o mesmo incluído no CD do NetInstall), que inclui apenas o Kernel e os utilitários básicos do sistema, incluindo o apt.

Em seguida, o instalador solicita a senha de root e cria uma conta de usuário para o uso regular do sistema. Diferente do Ubuntu, o Debian não utiliza o sudo por padrão, por isso a administração do sistema é feita da maneira tradicional, usando o “su -” ou “sux” para se logar como root.

Chegamos então à etapa principal da instalação, que é instalação dos pacotes adicionais, que começa com a configuração do gerenciador de pacotes, onde as mídias que serão usadas durante a instalação precisam ser “catalogadas”, para que o instalador gere uma lista dos pacotes disponíveis em cada uma. Como deve estar imaginando, se você gravou os 5 DVDs, ou os 21 CDs, vai precisar catalogar cada um deles antes de prosseguir com a instalação. Se, por outro lado, você seguiu o meu conselho e está usando apenas a primeira mídia, basta responder “não” e continuar. 🙂

A etapa seguinte é a escolha do mirror de onde serão baixados os pacotes adicionais que forem necessários durante a instalação. Responda “sim” no “Utilizar um espelho de rede” e em seguida escolha qual será usado.

O mirror do Brasil (br.debian.org) é hospedado na Universidade Federal do Paraná, que tem uma boa conectividade com todos os principais backbones usados pelos provedores do Brasil. Na grande maioria dos casos ele é o mais rápido, mas sempre existem casos isolados em que o mirror dos Estados Unidos pode ser mais rápido, de acordo com o estado onde mora e o provedor que utiliza. Você pode fazer um teste rápido a partir de outro PC da rede, acessando o http://packages.debian.org/ e tentando baixar um pacote qualquer a partir dos dois para comparar a velocidade.

O instalador baixa então as listas de pacotes do mirror (similar a um “apt-get update”) e em seguida você tem acesso à tela de seleção de pacotes. O ideal é sempre manter selecionado apenas o “Ambiente Desktop” e o “Sistema Básico” (junto com o “Laptop”, caso esteja instalando em um notebook). As demais categorias são destinadas à instalação de servidores que, de qualquer forma, podem ser instalados posteriormente, usando o aptitude ou o apt-get.

Em seguida, temos a “etapa do cafezinho”, onde o instalador vai obter todos os pacotes necessários, parte deles a partir da mídia de instalação e outros via download, para só então iniciar a instalação propriamente dita. Os download dos pacotes para uma instalação padrão usando apenas o primeiro CD demora cerca de uma hora em uma conexão de 1 megabit. Instalando a partir do primeiro DVD (ou usando uma conexão mais rápida), o download demora bem menos.

Finalizando, temos a configuração do grub (o instalador é capaz de detectar outros sistemas instalados automaticamente, assim como no Ubuntu) e a configuração do relógio (com a velha opção de usar ou não o UTC).

Além do instalador tradicional, outra opção é baixar um dos CDs do “Debian-Live”, uma série de live-CDs, contendo instalações com o KDE, Gnome, XFCE ou LXDE, que podem ser baixados no:
http://ftp.br.debian.org/debian-cd/5.0.0-live/i386/iso-cd/

Configurando: Depois de instalar o Debian, o primeiro passo é ajustar os repositórios, para que você possa instalar todos os demais pacotes necessários para obter um desktop funcional. O Debian tem por objetivo oferecer apenas pacotes distribuídos sob licenças livres, por isso pacotes com componentes proprietários são segregados, dando origem ao repositório “non-free”. Similarmente ao que temos no caso do Medibuntu, temos também o debian-multimedia, um repositório adicional, dedicado a distribuir pacotes como o libdvdcss2 e o w32codecs.

Por default, o arquivo “/etc/apt/sources.list” do Debian Lenny inclui apenas três repositórios: main (o repositório principal), updates (atualizações de segurança) e volatile (um novo repositório, destinado a oferecer atualizações para pacotes que mudam com frequência):

deb http://ftp.br.debian.org/debian/ lenny main
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ lenny main

deb http://security.debian.org/ lenny/updates main
deb-src http://security.debian.org/ lenny/updates main

deb http://volatile.debian.org/debian-volatile lenny/volatile main
deb-src http://volatile.debian.org/debian-volatile lenny/volatile main

Assim como no caso do Ubuntu, as linhas “deb-src” incluem os repositórios com código fonte, que são necessárias apenas se você pretender compilar pacotes manualmente. Você encontrará também uma linha apontando para o CD/DVD de instalação, que também pode ser removida.

Para ativar os repositórios adicionais, adicione um “contrib non-free” nos dois primeiros, complementando o “main”. Aproveite para adicionar também a linha do debian-multimídia, que conclui as modificações:

deb http://ftp.br.debian.org/debian/ lenny main contrib non-free
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ lenny main contrib non-free

deb http://security.debian.org/ lenny/updates main contrib non-free
deb-src http://security.debian.org/ lenny/updates main contrib non-free

deb http://volatile.debian.org/debian-volatile lenny/volatile main
deb-src http://volatile.debian.org/debian-volatile lenny/volatile main

deb http://www.debian-multimedia.org lenny main

Você pode também substituir a linha do Debian Multimídia pela “deb http://ftp.br.debian.org/debian-multimedia/ lenny main”, que orienta o apt a utilizar o mirror nacional, em vez do servidor principal.

Como de praxe, ao rodar o “apt-get update”, você receberá um erro de chave pública não disponível relacionada ao repositório do debian-multimedia, que acabou de ser adicionado.

Você pode resolver o problema instalando o pacote “debian-multimedia-keyring”, usando o apt:

# apt-get install debian-multimedia-keyring

Outra opção é adicionar a chave manualmente usando os dois comandos que vimos no capítulo do Ubuntu:

# gpg –keyserver subkeys.pgp.net –recv-keys 07DC563D1F41B907
# gpg –export –armor 07DC563D1F41B907 | apt-key add –

A partir daí, você pode completar o time de suporte a multimídia instalando o VLC e o Mplayer, juntamente com o libdvdcss2 e o w32codecs. Diferente do que temos no Ubuntu, a instalação do VLC e do Mplayer dispara a instalação de diversos codecs, que completam o time. Se você estiver usando o KDE, é interessante instalar também o Kaffeine, que é o player oficial:

# apt-get install vlc mplayer kaffeine libdvdcss2 w32codecs

Por algum motivo, o instalador do Lenny instala apenas o suporte à descompactação de arquivos gzip, sem suporte a arquivos .tar.bz2, .zip, .7z ou .rar, que precisam ser instalados manualmente:

# apt-get install bzip2 zip rar p7zip

O Lenny utiliza por padrão fontes da série DejaVu (que é uma evolução do conjunto Bitstream-Vera), combinado com as fontes Liberation e Dustin. Entretanto, os repositórios incluem diversos outros conjuntos de fontes (os pacotes que começam com “xfonts” e “ttf”, que você pode usar para reforçar o conjunto pré-instalado, como em:

# apt-get install xfonts-terminus xfonts-terminus-oblique xfonts-mona ttf-georgewilliams ttf-nafees ttf-freefont ttf-bitstream-vera

Para instalar as fontes do Windows, instale o pacote “mscorefonts-installer”, que é o sucessor do “msttcorefonts”, usando nas versões anteriores:

# apt-get install ttf-mscorefonts-installer

Ele é na verdade um pacote vazio, contendo apenas um script de instalação que se encarrega de baixar os arquivos das fontes, extrair os arquivos, copiá-los para a pasta de fontes do sistema e atualizar a configuração de fontes do sistema para que elas sejam usadas.

Por default, o Debian vem com o bash_completion desativado para o root, o que faz com que você não consiga completar os comandos usando a tecla TAB. Para resolver isso, abra o arquivo “/etc/bash.bashrc” e, próximo ao final, descomente as linhas:

if [ -f /etc/bash_completion ]; then
. /etc/bash_completion
fi

Para que o terminal fique colorido (pastas aparecem em azul, arquivos compactados em vermelho e assim por diante, o que torna mais fácil identificar os arquivos) adicione a linha:

alias ls=”ls –color=auto”

… no final do arquivo “/etc/profile”.

Em ambos os casos, para que a alteração entre em vigor, você deve fazer logout no terminal (usando o comando “exit”, ou pressionando Ctrl+D) e logando-se novamente.

Devido a escaramuças relacionadas à licença, o Debian não inclui o Firefox, mas sim o Iceweasel, que é uma versão alternativa do navegador, mantida pela equipe do Debian, que exclui todas as artes e marcas de propriedade da fundação Mozilla. Na verdade, o Iceweasel não é nem melhor nem mais seguro que o Firefox, é apenas uma derivação originada de discussões filosóficas.

Apesar disso, nada impede que você instale o Firefox manualmente, baixando o pacote disponível no: http://www.mozilla.com/pt-BR/firefox/all.html

Para substituir o Iceweasel por ele, é necessário remover o pacote, descompactar o arquivo na pasta /opt, criar o link “/usr/bin/firefox”, apontando para o executável dentro da pasta e substituir a pasta “/opt/firefox/plugins” por um link para a pasta “/usr/lib/mozilla/plugins”, que é o diretório onde os plugins são instalados por padrão no Debian.

Você pode baixar o arquivo no seu diretório home e fazer o restante usando o root, como em:

# apt-get remove iceweasel
# mv firefox-3.0.6.tar.bz2 /opt
# cd /opt
# tar -jxvf firefox-3.0.6.tar.bz2
# ln -s /opt/firefox/firefox /usr/bin/firefox
# rm -rf /opt/firefox/plugins
# ln -sf /usr/lib/mozilla/plugins /opt/firefox/plugins

Com tudo pronto, fica faltando apenas recriar o ícone no iniciar, apontando para o “/usr/bin/firefox”, que você pode criar usando o editor de menus.

Como ao fazer a instalação manual você não poderá contar com as atualizações de segurança via “apt-get upgrade”, é importante ativar as atualizações automáticas do Firefox. Para isso, transfira a posse da pasta “/opt/firefox” para o seu usuário, como em:

# chown -R gdh /opt/firefox

Isso permitirá que o próprio Firefox modifique o conteúdo da pasta, instalando as atualizações conforme elas forem disponibilizadas (verifique se as atualizações automáticas estão ativadas no “Editar > Preferências > Avançado > Atualizações”).

Concluindo, o tema default do Firefox é um pouco feio, mas você pode baixar outros no https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/browse/type:2. Uma boa opção é o Nemesis.

Se você preferir ficar com o Iceweasel (a principal vantagem em utilizá-lo é ter acesso às atualizações diretamente pelo “apt-get upgrade”), é importante modificar a identificação do navegador dentro do “about:config”.

Pesquise pela opção “general.useragent.extra.firefox”. Originalmente ela contém o valor “Iceweasel/3.0.6”, o que faz com que muitos sites não reconheçam o navegador e bloqueiem o acesso ou exibam a versão simplificada para dispositivos móveis. Para resolver o problema, mude o texto para “Firefox/3.0.6”.

Com relação aos plugins, o Lenny usa por padrão o swfdec, que é um plug-in flash open-source. Ele funciona bem para exibir animações básicas, mas possui várias limitações com relação à exibição de vídeos e execução de jogos e mini-aplicativos. Você pode substituí-lo pelo plugin da Adobe (disponível no repositório non-free) via apt:

# apt-get remove swfdec-mozilla swfdec-gnome
# apt-get install flashplayer-mozilla

Você pode também instalar o suporte a Java através dos pacotes “sun-java6-jre” (o JRE propriamente dito) e “sun-java6-plugin” (o plugin para o Firefox/Iceweasel), que também fazem parte do repositório non-free:

# apt-get install sun-java6-jre sun-java6-plugin

Estas são apenas algumas dicas rápidas para uso do Lenny em desktops. Você pode também ler mais sobre o uso em servidores no Servidores Linux, Guia Prático.

fonte: http://www.gdhpress.com.br/blog/guia-debian-lenny/