Como extrair arquivos .RAR no CENTOS?

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É bem verdade que o CentOS tem tudo que o Red Hat tem + um grande apoio da comunidade, mas tente abrir um arquivo .rar via console para você ver o que é bom para tosse 😛

Brincadeiras a parte, não é uma falha da distribuição em si, tampouco repositórios ruins, muito pelo contrário, como a idéia maior de compactação gira em torno de .zip, .tar, .tar.gz a maior parte das distribuições vêm dispostas a encarar facilmente tais formatos. Bem, se queremos abrir o .RAR no Centos teremos de fazer uma coisa, instalar o pacote de arquivos para trabalhar com formato .rar, “vamo simbora”?

Se o RedHat for 6 e for 64 bits rode como root:

rpm -Uhv http://apt.sw.be/redhat/el6/en/x86_64/rpmforge/RPMS/unrar-3.9.10-1.el6.rf.x86_64.rpm

Se precisar de outro rpm do unrar em detrimento de versões do centos ou mesmo por estar usando outra distribuição veja o link:

http://pkgs.org/centos-6-rhel-6/repoforge-x86_64/unrar-3.9.10-1.el6.rf.x86_64.rpm.html

Instalando este pacote há uma pequena lógica no comando, explico logo abaixo:

unrar e nomedoarquivo.rar

O comando acima extrai o arquivo na pasta atual onde ele está.

unrar l nomedoarquivo.rar

O comando acima lista o que tem dentro do arquivo compactado.

unrar t nomedoarquivo.rar

O comando acima checa a integridade do arquivo compactado.

Bom pessoALL, em resumo é isto ;).

Abraços e bom trabalho + final de semana show de bola!

Corrigir Acentuação de Teclado US internacional no OpenSuse 11.4 de maneira simples

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Bom, existe uma coisa que iremos resolver com muita facilidade que é o bendito do teclado US internacional e sua acentuação.
O teclado que estou usando é de um Acer 7745 17″.
Para sanarmos este trem não teremos dificuldades não, façamos o seguinte:

1 – Clique em COMPUTADOR -> YAST

2 – Assim que o YAST abrir você deve digitar no campo de pesquisas (acima, no canto esquerdo) a palavra teclado (veja a imagem abaixo):

teclado OK no OpenSUSE

teclado OK no OpenSUSE

Clique em LAYOUT do TECLADO do SISTEMA, em seguida procure por PORTUGUÊS (BRASIL ACENTUAÇÃO – EUA).

Isto é o mesmo que US-Internacional ou US Acentos.

Aplique clicando em OK e depois corra para o abraço.

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Equipe AppUnix agradece e ordena -> ENJOY!

Kernel 3.0.3 estável e recém lançado :P

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Olha aí, mais uma série 3.x do Kernel LINUX stable!

Segue nota oficial (email oficial do release):

From: Greg KH <gregkh@suse.de>
To: linux-kernel@vger.kernel.org, Andrew Morton <akpm@linux-foundation.org>, torvalds@linux-foundation.org, stable@kernel.org
Subject: Linux 3.0.3
Date: Wed, 17 Aug 2011 11:00:27 -0700
Message-ID: <20110817180027.GA16619@kroah.com>

 

I'm announcing the release of the 3.0.3 kernel.

All users of the 3.0 kernel series must upgrade.

The updated 3.0.y git tree can be found at:
        git://git.kernel.org/pub/scm/linux/kernel/git/stable/linux-3.0.y.git
and can be browsed at the normal kernel.org git web browser:
        http://git.kernel.org/?p=linux/kernel/git/stable/linux-3....

thanks,

greg k-h

------------

 Documentation/virtual/lguest/lguest.c      |    3 +++
 Makefile                                   |    2 +-
 drivers/gpu/drm/radeon/atombios_dp.c       |   12 ++++++++++++
 drivers/gpu/drm/radeon/radeon_connectors.c |   16 +++++++++-------
 drivers/gpu/drm/radeon/radeon_encoders.c   |    3 +++
 drivers/gpu/drm/radeon/radeon_mode.h       |    1 +
 drivers/hwmon/ibmaem.c                     |   15 ++++++++++-----
 drivers/net/wireless/ath/ath5k/base.c      |   23 ++++++++++++++---------
 drivers/staging/rtl8192u/r819xU_firmware.c |    9 +++------
 drivers/usb/class/usbtmc.c                 |    2 +-
 drivers/usb/core/config.c                  |   11 ++++++-----
 drivers/usb/host/pci-quirks.c              |    2 +-
 drivers/usb/host/xhci.c                    |   19 ++++++++++++++-----
 drivers/usb/musb/musb_gadget.c             |    5 +++++
 drivers/usb/serial/ftdi_sio.c              |    2 +-
 drivers/usb/serial/option.c                |   12 ++++++++++++
 drivers/usb/serial/qcserial.c              |    1 +
 drivers/usb/storage/unusual_devs.h         |   10 ++++++++++
 mm/vmalloc.c                               |    7 ++++---
 net/atm/br2684.c                           |    2 --
 sound/soc/samsung/jive_wm8750.c            |    2 +-
 sound/soc/tegra/tegra_pcm.c                |    9 +++++++--
 sound/soc/tegra/tegra_wm8903.c             |   15 +++++++++++----
 sound/usb/caiaq/audio.c                    |    6 ++++--
 tools/perf/util/config.c                   |    7 -------
 25 files changed, 134 insertions(+), 62 deletions(-)
Alex Deucher (3):
      drm/radeon/kms: don't enable connectors that are off in the hotplug handler
      drm/radeon/kms: fix regression is handling >2 heads on cedar/caicos
      drm/radeon/kms: don't try to be smart in the hpd handler

Andrew Bird (4):
      USB: option driver: add PID for Vodafone-Huawei K3770
      USB: option driver: add PID for Vodafone-Huawei K3771
      USB: option driver: add PID for Vodafone-Huawei K4510
      USB: option driver: add PID for Vodafone-Huawei K4511

Bob Copeland (1):
      ath5k: fix error handling in ath5k_beacon_send

Chas Williams (1):
      atm: br2864: sent packets truncated in VC routed mode

Clemens Ladisch (1):
      mm: fix wrong vmap address calculations with odd NR_CPUS values

Daniel Mack (1):
      ALSA: snd-usb-caiaq: Correct offset fields of outbound iso_frame_desc

Greg Kroah-Hartman (1):
      Linux 3.0.3

Ionut Nicu (1):
      USB: ftdi_sio: fix minor typo in get_ftdi_divisor

JiSheng Zhang (1):
      USB: xhci: fix OS want to own HC

John Stultz (1):
      usb: musb: fix oops on musb_gadget_pullup

Jonathan Nieder (1):
      perf tools: do not look at ./config for configuration

Julia Lawall (1):
      hwmon: (ibmaem) add missing kfree

Mark Brown (1):
      ASoC: Fix binding of WM8750 on Jive

Maxim Nikulin (1):
      USB: assign instead of equal in usbtmc.c

Nick Bowler (1):
      USB: usb-storage: unusual_devs entry for ARM V2M motherboard.

Rusty Russell (1):
      lguest: allow booting guest with CONFIG_RELOCATABLE=y

Sarah Sharp (1):
      xhci: Don't submit commands or URBs to halted hosts.

Sebastian Andrzej Siewior (1):
      usb/config: use proper endian access for wMaxPacketSize

Stefan Lippers-Hollmann (1):
      staging: rtl8192u: declare MODULE_FIRMWARE

Stephen Warren (2):
      ASoC: Tegra: tegra_pcm_deallocate_dma_buffer: Don't OOPS
      ASoC: Tegra: wm8903 machine driver: Allow re-insertion of module

Vijay Chavan (1):
      USB: Serial: Added device ID for Qualcomm Modem in Sagemcom's HiLo3G

Lançado Linux Mint 11 LXDE

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Clement Lefebvre has announced the release of the “LXDE” edition of Linux Mint 11: “The team is proud to announce the release of Linux Mint 11 LXDE. Linux Mint 11 LXDE comes with updated software and brings refinements and new features to make your desktop even more comfortable to use. The Software Manager – many improvements were made to its graphical interface, and the Software Manager now looks much more polished. Application screens were visually improved, not only in the way they look but also in their layout and the information they show. For instance, the Software Manager now runs a simulation prior to showing you the application, so when you look at it, it can tell you precisely which packages would be added or removed to your system, how much data would be downloaded and how much space would be taken on the hard drive.” See the release announcement and visit the what’s new page to learn more. Download: linuxmint-11-lxde-cd-32bit.iso (693MB, SHA256, torrent).
Fonte: http://distrowatch.com/6846

/usr/sbin/repquota -auv highest load 100% cpu usage (load) How to solve (COMO RESOLVER)

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Essa dica SANA o problema junto ao processo /usr/sbin/repquota -auv, o qual o cpanel o executa sozinho, do nada (e como quem quer nada), lol, e o pior, não adianta dar killall, kill -9, kill np que ele não encerra, isto é fato!!! Vamos parar de preencher a linguiça e sanar o negócio?

Bem, alguns passos podem ser seguidos para sanar, digamos que irei colocar do nível mais simples ao mais curioso de todos, ok?

Tente o seguinte [como root]:

rm /home/quota.group
rm /home/quota.user

/scripts/fixquotas

Se o processo ainda insistir em ficar como louco checa se seu disco está operando em ready only, uma forma de tentar isto é fazer assim:

touch /home/qualquercoisa e em seguida digitar stat /home/qualquercoisa, se mostrar somente leitura é hora de um reboot (e de preferência um fsck por parte do IDC).

Outro ponto extra é você executar o upcp –force e ver se o processo inicia, caso não, observe na hora (normalmente madrugada) se o processo executa e em seguida opera com o repquota, se isso ocorrer realmente é o versionamento ferrado, mude o estilo de update e faça upcp –force (normalmente release ou stable são os mais recomendados, troque um pelo outro e lembre-se de proteger com chattr os arquivos que lhe são importantes e o cpanel pode os sobrescrever (customizações, por exemplo, em temas do cpanel)).

Vamos finalizar com a dica mais extra?

lsattr /*.user

Se exibir proteções do tipo i–A, meu amigo, tira essa praga daí —-> chattr -iA /*.user

Com isso rode o comando na mão e veja que glorioso.

Se a glória não ocorrer você precisara aprofundar as coisas:

1. Identificar que partições estão usando sistema de quotas,
================
root@appunixlabs [~]# cat /etc/fstab | grep quota
LABEL=/ / ext3 defaults,usrquota 1 1
LABEL=/home /home ext3 defaults,usrquota 1 2
LABEL=/usr /usr ext3 defaults,usrquota 1 2
LABEL=/var /var ext3 defaults,usrquota 1 2
================

2. Reiniciar o Servidor e entrar em Single mode.

3. Rodar um fsck para cada partição (modo forçado)-> fsck -f /dev/sdX#

4. Recriar o sistema de journaling para cada partição. (tune2fs -O ^has_journal /dev/sdX#;tune2fs -O has_journal /dev/sdX#)

5. Rodar um fsck PADRÃO para cada partição.

6. rodar o comando /scripts/fixquotas

7. Reiniciar o sistema.

Fonte:
http://www.littleoak.com.br/2011/08/01/usrsbinrepquota-auv-consumindo-toda-cpu-100-overload-cpanel/ (meu velho blog)

Como fazer QoS de banda (controle de banda) no Ubuntu Server, Debian, Fedora, Centos, RedHat e etc

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Vamos perceber o seguinte.
Esse how to serve para TODAS as distribuições que rodam como um gateway de internet, sendo somente um caso de particularidade a questão de paths de configurações, como por exemplo, para instalar o CBQ no ubuntu basta usar apt-get install shaper -y.
Isto instalará ele e basta você localizar o path aonde o script shaper está (/etc/init.d/shaper) e seus respectivos confs (/etc/shaper).
No caso das outras distribuições (red hat based -> Centos, Fedora e Red Hat) podemos ver que seu path fica em /etc/sysconfig/cbq. No caso de red hat já existe um arquivo de exemplo que serve para mostrar como as coisas são configuradas no padrão, seu nome é cbq-0000.example e existe outro mas é um caso de utilização do próprio CBQ, o avpkt.
Neste caso iremos criar tudo na mão.
Antes de por a mão na massa temos de entender algumas regras PRIMÁRIAS do CBQ.
Abaixo seguem as mesmas:

O nome dos arquivos de download

cbq-0002-download.in

Todos os arquivos de download devem obedecer a algumas regras na hora de serem nomeados. A primeira delas é que todos os arquivos de download devem começar com cbq-

cbq-0002-download.in

A numeração sempre deve começar a partir do 0002;

cbq-0002-download.in

Todos os arquivos devem terminar com .in

cbq-0002-download.in

O conteúdo dos arquivos de download

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit
RATE=64Kbit
WEIGHT=6Kbit
PRIO=5
RULE=10.0.0.2
BOUNDED=yes
ISOLATED=yes

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit – Esta linha contém a interface que sai para os clientes da rede.
RATE=64Kbit – Quantidade de banda destinada ao cliente. Aqui coloca-se qualquer valor que se deseje separar para o IP do cliente.
WEIGHT=6Kbit – Taxa máxima de download que o cliente pode alcançar (com pequenas variações para mais ou para menos).
PRIO=5 – Prioridade com que o IP do cliente deve ser vigiado. O normal é deixar 5.
RULE=10.0.0.2 – IP do cliente a ser vigiado.
BOUNDED=yes – Se setado para yes o usuário estará limitado mesmo que o link esteja com folga.
ISOLATED=yes – Se setado para yes indica que o cliente não poderá emprestar banda pra ninguem.

Arquivos de upload
O nome dos arquivos de upload

cbq-0002-upload.out

Todos os arquivos de upload devem obedecer a algumas regras na hora de serem nomeados. A primeira delas é que todos os arquivos de upload devem começar com cbq-

cbq-0002-upload.out

A numeração sempre deve começar a partir do 0002;

cbq-0002-upload.out

Todos os arquivos devem terminar com .out

cbq-0002-upload.out

O conteúdo dos arquivos de upload

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit
RATE=64Kbit
WEIGHT=6Kbit
PRIO=5
RULE=10.0.0.2,
BOUNDED=yes
ISOLATED=yes

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit – Esta linha contém a interface que sai para os clientes da rede.
RATE=64Kbit – Quantidade de banda destinada ao cliente. Aqui coloca-se qualquer valor que se deseje separar para o IP do cliente.
WEIGHT=6Kbit – Taxa máxima de download que o cliente pode alcançar (com pequenas variações para mais ou para menos).
PRIO=5 – Prioridade com que o IP do cliente deve ser vigiado. O normal é deixar 5.
RULE=10.0.0.2, – IP do cliente a ser vigiado. Observe que no arquivo de upload, o IP termina com uma vírgula (,).
BOUNDED=yes – Se setado para yes o usuário estará limitado mesmo que o link esteja com folga.
ISOLATED=yes – Se setado para yes indica que o cliente não poderá emprestar banda pra ninguem.

Iniciando o CBQ

Depois de criadas todas as regras, é preciso compilá-las, com o comando (isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# cbq compile

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# /etc/init.d/shaper compile

Basta, depois da compilação, iniciar o CBQ com o comando (isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# cbq start

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# /etc/init.d/shaper start

Ou se desejar pará-lo (isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# cbq stop

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# /etc/init.d/shaper stop

CBQ na inicialização

Adicione o comando cbq start ao rc.local para que carregue sozinho no ato do boot
(isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# echo "cbq start" >> /etc/rc.local

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# echo "/etc/init.d/shaper start" >> /etc/rc.local

Fontes:

http://www.ubuntu.com/ubuntu (ubuntu)
http://www.debian.org/ (debian)
http://centos.org/ (centos)
http://www.projetofedora.org/ (fedora)
http://sourceforge.net/projects/cbqinit/ (cbq)
http://migre.me/5gcMr (cbq sob fedora)

Comandos para análise de dispositivos (placa-mãe, processador e etc) no LINUX

Standard

 

Tá, isso aí é dúvida de muuuuuuita gente, mas é algo simples, um dia foi minha, mas decidimos fazer um “packzinho” de comandos que quebram o galho quando o assunto é detalhamento de Hardware. Imagine-se a 4 mil km de distância de seu server (Normal quando se loca server no exterior), como faremos para saber o que de fato está rodando? No caso do DMIDECODE, ele detalha até se o camarada colocou alguma paravirtualização (vmware, por exemplo).
As vezes precisamos fazer perícias para saber se uma aplicação/daemon será compatível com nossa estrutura de dispositivos (arquitetura, fsb, chipset e etc), e para isto precisamos de informações beeeeem detalhadas.
Abaixo descrevo alguns comandos que acho bacana:

lspci
Este comando lhe dá um detalhe bem legal sobre dispositivos pci em seu pc.
Em um pc simples a saída fica mais ou menos assim:

00:00.0 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.1 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.2 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.3 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.4 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.7 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:01.0 PCI bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237/VX700 PCI Bridge
00:0f.0 RAID bus controller: VIA Technologies, Inc. VIA VT6420 SATA RAID Controller (rev 80)
00:0f.1 IDE interface: VIA Technologies, Inc. VT82C586A/B/VT82C686/A/B/VT823x/A/C PIPC Bus Master IDE (rev 06)
00:10.0 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.1 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.2 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.3 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.4 USB Controller: VIA Technologies, Inc. USB 2.0 (rev 86)
00:11.0 ISA bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237 ISA bridge [KT600/K8T800/K8T890 South]
00:11.5 Multimedia audio controller: VIA Technologies, Inc. VT8233/A/8235/8237 AC97 Audio Controller (rev 60)
00:12.0 Ethernet controller: VIA Technologies, Inc. VT6102 [Rhine-II] (rev 78)
01:00.0 VGA compatible controller: VIA Technologies, Inc. KM400/KN400/P4M800 [S3 UniChrome] (rev 01)

Para informações beeem detalhadas use lspci -vv
(use os camandos como root).

lshw
Este comando é muito amigável e lhe dá um resumo bem bombado sobre seu hardware (memória, cpu e etc).
Em alguns casos ele consegue informar a frequência da memória (isto mesmo, ddr 1066 por exemplo).
Esse comando (na minha opinião) deve ser usado da seguinte forma:

lshw | more

O pipe “|” + more serve para paginar a saída de maneira que você possa ver pausadamente.

A saída deste comando é beeem legal, veja um pedacinho da saída falando de memória:

*-memory:0
description: System Memory
physical id: 40
slot: System board or motherboard
size: 4GiB
*-bank:0
description: DIMM 667 MHz (1.5 ns)
product: None
vendor: None
physical id: 0
serial: None
slot: DIMM_B1
size: 2GiB
width: 64 bits
clock: 667MHz (1.5ns)

 

Legal né?

Arquivo cpuinfo
Essa é uma das formas mais simples de saber que flags seu processador tem, qual velocidade dele, memória cache (L1, L2…) e etc.
Use da seguinte forma:

cat /proc/cpuinfo
A saída deste comando deve sair parecida com esta:

processor : 0
vendor_id : GenuineIntel
cpu family : 15
model : 4
model name : Intel(R) Pentium(R) 4 CPU 3.40GHz
stepping : 10
cpu MHz : 3400.425
cache size : 2048 KB
physical id : 0
siblings : 1
core id : 0
cpu cores : 1
apicid : 0
fdiv_bug : no
hlt_bug : no
f00f_bug : no
coma_bug : no
fpu : yes
fpu_exception : yes
cpuid level : 5
wp : yes
flags : fpu vme de pse tsc msr pae mce cx8 apic mtrr pge mca cmov pat pse36 clflush dts acpi mmx fxsr sse sse2 ss ht tm pbe lm constant_tsc up pni monitor ds_cpl est cid cx16 xtpr lahf_lm
bogomips : 6805.08

Legal!

arquivo devices
Esse é um meio muito resumido e particularmente não gosto muito, mas segue a dica:
cat /proc/devices

Mostra os dispositivos resumidamente (no estilo lsmod).

Arquivo meminfo
Este arquivo lhe informa memória com um pouco mais de detalhes:
cat /proc/meminfo

Comando dmesg

Esse comando é muito legal, precisa somente de um extrinha:


use-o com o more!

dmesg | more

Normalmente a saída é enorme.

O comando dmesg dá um resumo do startup do sistema operacional lgnu/linux, assim como detalha em um rápido processo as coisas boas e ruins que estão ocorrendo com o sistema. (MUITO ÚTIL).


Erros de boot, erros de kernel, dispositivos desconhecidos e etc!

dmidecode

O comando dmidecode é um monstro. Esse comando dá todos os detalhes de hardware (isto mesmo, informe até o modelo da placa-mãe).

 

Utilize-o da seguinte forma:

dmidecode | more

Um pouco da saída:

System Information
Manufacturer: MICRO-STAR INTERNATIONAL CO., LTD
Product Name: MS-7071
Version: 1.00
Serial Number:
UUID: Not Present

Wake-up Type: Power Switch

Esse comando é uma mãe! Isto mesmo, muito bom para saber as informações detalhadas de uma motherboard, sem contar que você pode colher as informações de chipset e modelo da placa-mãe, podendo assim até consultar informações direto do fabricante.

Abraços a todos e espero que este post tenha sido útil.

 

Equipe Appunix -> O lab mais pirado do mundo geek ;P

Como instalar SSL no Apache2 sob Ubuntu Server

Standard

usando o módulo SSL, criando chaves pública e privada e configurando o apache para usá-las.

Esse tutorial está assumindo que você instalou o Ubuntu versão Server, escolhendo a opção ‘Instalar Servidor LAMP”, apesar que pode ser útil em qualquer caso.
Se você não sabe instalar o LAMP2 sob Ubuntu Server acesse este link: http://www.appunix.com.br/howto/linux/lamp2-ubuntu-server-apache-2-mysql-5-php-5-phpmyadmin/

Instalando pacotes adicionais

Você já tem Servidor Linux+Apache+MySQL+PHP com pouco esforço com o Ubuntu e ele resolve a maior parte das demandas. Vamos adicionar ao pacote a possibilidade que seja possível navegar pelo seu site com uma conexão segura, o ‘https’. Para tanto, instale os pacotes adicionais para criar as chaves criptografadas.

sudo aptitude install openssl ssl-cert

Criando chaves pública e privada

Vamos criar uma pasta para guardar as chaves e usar um script para, respondendo algumas perguntas, criar chaves pública e privada que serão usadas pelo Apache2.

sudo mkdir /etc/apache2/ssl
sudo make-ssl-cert /usr/share/ssl-cert/ssleay.cnf /etc/apache2/ssl/apache.pem

Configurando o módulo SSL do Apache2

Vamos agora configurar o Apache2 para que além de usar a porta 80 ele use a porta 443, que é a porta padrão do https.

sudo su  -c 'echo Listen 443 >> /etc/apache2/ports.conf'

Depois disso, iremos habilitar o módulo ssl do Apache2.

sudo a2enmod ssl

Configurando o site com https

Você pode ter vários sites hospedados pelo mesmo Apache, nós iremos criar um segundo site no seu servidor, que na verdade é o site padrão usando https

sudo cp /etc/apache2/sites-available/default /etc/apache2/sites-available/ssl
sudo nano /etc/apache2/sites-available/ssl

Modifique o arquivo para usar a porta 443 e habilite a função SSL usando o certificado que criamos:

NameVirtualHost *:443
<VirtualHost *:443 >
        ServerAdmin webmaster@localhost

        SSLEngine On
        SSLCertificateFile /etc/apache2/ssl/apache.pem

        DocumentRoot /var/www/

Depois de editar o arquivo, habilite o site

sudo a2ensite ssl

E force o Apache2 a recarregar as configurações

sudo /etc/init.d/apache2 force-reload

Testando

Se não houve nenhuma mensagem de erro quando você forçou a reconfiguração do Apache2 é quase certo que quando você acessar “https://’ip-do-seu-servidor‘” verá seu site, mas a comunicação entre seu navegador e o servidor é criptografada.

Se por um “acaso”, você receber a mensagem de que a porta SSL não pode ser ativada (0.0.0.0:443), você pode acessar o arquivo

/etc/apache2/ports.conf'

e eliminar a linha (deve ser a última) que indica acesso pela porta 443 (caso a default 80 esteja informada).

————————————————-

 

Fonte:

http://wiki.ubuntubrasil.org/GleidsonLacerda

Mageia Linux 1 Lançado!

Standard

Mageia Linux foi lançado recentemente em sua versão ULTRA estável. Uma das coisas que devemos evidenciar/reverenciar é a forma que os desenvolveores do Mageia Linux Trabalham afim de lançar releases muito consistentes. Se você quer conferir a história do Mageia Linux pode acessar nosso portal de Linux (nosso site, e escolha a categoria do Mageia). Nosso já fizemos (fomos os primeiros no Brasil) how tos completos sobre Mageia Linux, esta distribuição, tanto no que tange a origem do Mageia como também no Uso e configurações iniciais do Mageia como desktop (assim como suporte a redes). Usamos o Gnome afim de alcançarmos o máximo de estabilidade na fase beta.

Veja as notas de lançamento:

Major features in Mageia

Package Management tools

Mageia uses the all too familiar urpmi, this the default dependency resolver in Mageia, you can use to install RPM packages on the system. It can also be used to update the system, for the full usage details check the urpmi man page.

The rest of the family are:

  • urpme: used to uninstall RPM packages installed on the system, with many command line options
  • urpmf: a tool that can be used to show what package contains a certain file; it can also be used to search for all sorts of RPM tags (requires, suggests, conflicts, obsoletes) in the packages in the official repositories, among other features
  • urpmq: the urpmi database query tool, think of it as ‘rpm -q’ but with many more extended features, that can be used to check RPM packages in the official repositories
  • urpmi.update: a tool to update the urpmi database on the user’s installation, it can also be used to disable (ignore) configured media sources on the system
  • urpmi.addmedia: a tool to add the Mageia media sources (online (http, ftp, rsync) and local alike)
  • urpmi.removemedia: a tool to remove the media sources configured on the system

Mageia system configuration tools

Mageia will go on using all the familiar drak tools; here’re the highlights:

  • drakconf: The Mageia control center, which can be used to launch all sorts of system administration tools
  • drak3d: A tool to to configure 3D desktop effects (e.g. Compiz)
  • drakguard: A tool that allows to configure parental control. It can block access to web sites and restrict the internet connection to specific timeframe
  • rpmdrake: A simple interface that makes it easy to install and remove software packages (RPM) in Mageia
  • drakx-net: The default Mageia network tools
  • userdrake: A user-friendly and powerful tool for administrating users and groups
  • system-config-printer: A powerful printer configuration tool, developed by Redhat/Fedora

Migration from Mandriva Linux

If you are using Mandriva Linux 2010.1 or 2010.2, see our migration guide.


Available Desktop Environments

As a desktop-agnostic distribution, Mageia has all the popular desktop environments, along with various window managers. Here’s an overview of them:

KDE4

KDE SC 4.6.3. This release brings many improvements and new features for more details check the release announcement.

GNOME

GNOME 2.32, with the plethora of popular applications that come with it (Totem, Rhythmbox, Epiphany, Evolution, The GNOME Archiver (file-roller), Evince, F-Spot… etc).

XFCE4

The latest stable version, 4.8.1, of XFCE, it brings many improvements, for the full details have a look at the XFCE 4.8 release announcement.

LXDE

Latest stable LXDE packages (PCManFM, LXSession, LXTerminal, Gpicview, LXRandR).

Window Managers

Various other window managers, which in reality they’re just small and very lightweight desktop environments:

  • Openbox
  • WindowMaker
  • IceWM
  • Fluxbox
  • Fvwm2

Desktop Applications

A lot of the popular desktop applications, here are the highlights.

Web Browsers and email clients

  • Firefox: Firefox 4.0.1., this new release brings with it a lot of improvements concerning all aspects of Firefox, for more info have a look at the Firefox 4 release notes
  • Chromium-Browser: Google Chromium-browser 11.0.696.65., and for users’ convenience the Chromium-browser comes in three different flavours, stable, beta and unstable, each one following a different upstream channel/branch, needless to say that beta and unstable are not for the weak of heart!
  • Epiphany: The latest stable version, 2.30.6, of the GNOME web browser based on the webkit rendering engine is available in the Mageia repos
  • KMail: The latest stable version, 4.4.11.1, of the famous KDE4 email client
  • Thunderbird: The latest stable version of the famous email client from Mozilla, Thunderbird 3.1.10, is available in the online repositories, with all the improvements and fixes in the 3.1.x series, for more info have a look at the release notes. Both Enigmail and Lightning extensions are available too
  • Evolution: The latest stable version, 2.32.2, of the famous GNOME mailer, calendar, contact manager and communications tool.

Office

  • LibreOffice: Mageia promised to fully support LibreOffice and it’s kept its promise, the stable LibreOffice 3.3.2.2 is available the Mageia repositories, bringing a full suite of office applications
  • Calligra: The Calligra Suite project is a continuation of the KOffice project, it has all the familiar components of KOffice, for a detailed list of available applications and what they can do check their web site
  • KmyMoney: The latest stable version, 4.5.3 personal finance manager for KDE4 is already in the online repositories, its mainly focuses on being accurate, easy to use and fully featured with all the familiar features you’d expect in a finance manager
  • Skrooge: with the philosophy of giving users options, Skrooge 0.8.1 is available in the Mageia repositories too, a personal finance manager for KDE4, it aims to be highly intuitive, while providing powerful functions
  • GnuCash: GnuCash 2.4.5 is available in the online repositories, it’s comes with a check-book like register GUI that allows you to enter and track your financial matters

Communications

Instant Messaging
  • Kopete: The latest stable version of the familiar instant messenger, part of KDE SC 4.6.3, is available with support for a wide variety of instant messaging protocol
  • Pidgin: The latest stable version, 2.7.11, of the famous GTK+2.0 based instant messaging client is available in the online repositories, it supports a plethora of instant messaging protocols. For more details about the fixes and improvements this version brings have a look at the changelog
  • Empathy: Empathy is an IM client based on the Telepathy framework, Empathy 2.34.0.
  • Kadu: An instant messenger compatible with the Gadu-Gadu protocol. The latest stable version, 0.9.1
IRC
  • Quassel: The latest stable version, 0.7.2, of Quassel, a Qt-based modern distributed IRC client is available in the online repositories
  • Konversation: A fully featured graphical IRC client with KDE support, the latest stable version, 1.3.1, is available in the Mageia online repositories
  • XChat-gnome: A graphical IRC client for the GNOME desktop. The latest stable version, 0.26.1, is available in the repositories
  • KVIrc: A Qt-based IRC client with support for themes, transparency, encryption, many extended IRC features, and scripting. The latest stable version, 4.0.4, is available in the repositories
VOIP
  • QuteCom: A SIP softphone which allows you to make free PC to PC video and voice calls, and to integrate all your IM contacts in one place, it’s Qt-based. The latest stable version 2.2.
  • Ekiga: A tool to communicate with video and audio over the internet. It uses both SIP and H323 protocol and is compatible with Microsoft Netmeeting. It used to be called GnomeMeeting. The latest stable version, 3.2.7,.

Virtualisation

  • VirtualBox: Version 4.0.6, of the general-purpose full virtualizer is available in the Mageia repositories
  • virt-manager: Mageia ships with the latest version of virt-manager (and libvirtd), the popular management toolset for virtualisation, along with binding for various languges, to ease the management of virtual machines, either based on kvm or xen.
  • WINE: The latest development version of WINE, 1.3.20, is available in the repositories; you can be assured that you’ll usually find the latest version of this famous application in the Backports repository shortly after upstream pushes a new release!

Graphics

  • Gimp: version 2.6.11 of the famous GNU Image Manipulation Program.
  • Inkscape: version 0.48.1 of the famous SVG-based vector-drawing program.
  • Blender: The high quality animation studio. Version 2.49b.

IDEs

  • Anjuta: A powerful GNOME IDE for C, C++, Python, Java,…
  • Eclipse: The well known IDE for Java and other languages
  • Netbeans: The equally well known alternative for eclipse
  • KDevelop: The KDE IDE

Base System

  • Mageia ships with the 2.6.38 kernel series, specifically 2.6.38.7 at release time, for more details on the improvements in this kernel series have a look here; the highlights of this kernel:
    • Support for automatic process grouping (for more details see Linus Torvalds’ post on LKML (Linux Kernel Mailing list); and mentions of that patch on LWN.net)
    • Significant scalability improvements in the Linux VFS (Virtual File System) layer
    • Transparent Huge Page support (without using hugetblfs)
    • Automatic spreading of outgoing network traffic across multiple CPUs
    • Support for the AMD Fusion APUs
    • Support for Intel Sandy Bridge and Panther Point.
    • Ipset 6.4 with IPv6 support
  • Boot system: still uses initscripts, 9.21
  • ALSA 1.0.24.x:
    • libalsa2-1.0.24.1
    • alsa-plugins-1.0.24
    • alsa-tools-1.0.24.1: The firmware bits have been split in a new separate package, alsa-firmware
    • alsa-utils-1.0.24.2

X server

  • X server 1.10.1, with full Udev support (Udev replaces HAL in this regard)
  • ATI/AMD free radeon driver: Kernel Mode Setting is now enabled by default, bringing performance and compatibility improvements.
  • Intel Sandy Bridge (2nd Generation Intel® Core™ i7/i5/i3) support according to Intel specifications.
  • Nouveau: the Nouveau driver is used by default for supported nVidia graphics cards. It brings Kernel Mode Setting support, 2D acceleration, and RandR 1.2 support (for easy multi-monitor setup)

Proprietary graphics cards drivers

The latest versions of both the nVidia and ATI (fglrx) proprietary drivers are available in the Nonfree online repository.


Input Methods

To select the Input Method of your choice, you can use draklocale (“Manage localization of your system” in the Mageia Control Center → System). Mageia 1 will have two input methods:

IBus

IBus support (the Intelligent Input Bus), version 1.3.9 is already available in the official repositories.

SCIM

SCIM (Smart Common Input Method), version 1.4.9, is also available in the official repositories.


Available installation media

Mageia has two distinctive installation media types:

  • DVD ISO and Dual-arch CD ISO, which use the drakx traditional installer and
  • Live CD ISO, this is a live ISO which can be used to preview the distribution and can also be used to install Mageia on your HDD

You will always find the download info on the Mageia download page; direct (ftp and http) and BitTorrent downloads are available. For more information, have a look at the Mageia installation media page.


Software online repositories

The packages in Mageia exist in three different repositories/media, depending on what license each package uses.

Here’s an overview of those repositories:

  • Core:

    The Core repository includes packages with free-open-source software, i.e. packages licensed under a free-open-source license, the set of the Core media are added by default and the “Core Release” and “Core Updates” are enabled by default

  • Nonfree:

    The Nonfree repository includes packages that are free-of-charge, i.e. Mageia can redistribute them, but they contain closed-source software (hence the Nonfree name); For example this repository includes the nVidia and ATI graphics cards proprietary drivers, firmware for various Wi-Fi cards… etc. The set of the Nonfree media is added by default and the “Nonfree Release” and “Nonfree Updates” are enabled by default

  • Tainted:

    The Tainted repository includes packages under various licenses, free and nonfree ones, but the main criteria for packages in this repository is that they may infringe patents and copyright laws in some countries in the world (e.g. multimedia codecs needed to play various audio/video files, packages needed to play commercial video DVD… etc); as such the set of the Tainted media is added by default but not enabled by default, i.e. it’s completely opt-in; so check your local laws before using packages from this repository. This repository is only added for the convenience of the users. This repository is to Mageia what PLF is to Mandriva users or RPM Fusion is to Fedora users.

Quer fazer download do Mageia Linux?

Download (mirror list): mageia-dvd-1-i586.iso (3,826MB, MD5, torrent), mageia-dvd-1-x86_64.iso (3,726MB, MD5, torrent). LiveCds com suporte a linguas européis + inglês EUA: mageia-livecd-1-KDE4-i586.iso (693MB, MD5, torrent), mageia-livecd-1-GNOME-i586.iso (621MB, MD5, torrent).

Comando básicos Linux

Standard

Olá galera tudo na paz?
Hoje vou voltar um pouco no tempo e passar aos que estão começando agora no mundo Linux (GNU/Linux) … lembrando que como “todos”ou quase todos sabem o Terminal/Console Linux é muito poderoso e pode em alguns casos até ferrar com sua instalação… tomem cuidado…hehehehehe…. “Terminal é um Mal Necessário”, há momentos em que não possuímos por algum motivo e que só o terminal pode nos ajudar…. Que diga o sufoco que passamos (Eu e Little_Oak) em que após uma queda de energia(diga-se besteira ao deligar do Nobreak um servidor em produção) um Servidor com Ubuntu não queria subir por nada…. mas vamos ao que interessa, essa é uma história longa fica para outro dia…
Vamos lá… esses são comandos que qualquer usuário Linux que se preze deve saber

cat [arquivo]: Ecoa na tela o conteúdo do arquivo em questão

root@appunix:~#cat appunix.txt

cd : Change Directory, ou seja comando usado para navegação entre os diretórios…

root@appunix:~#cd /etc/squid

chmod: Importantíssimo, usado para estar permissões em arquivos e/ou diretórios

root@appunix:~#chmod 777 /etc/squid/ip_liberado.txt

clear: limpa todo conteúdo da tela do console, uso das teclas CTRL+L proporciona o mesmo efeito

cp [origem] [destino]: comando de cópia em sistemas Unix-Like, costumo usar bastante antes de de alterar algum arquivo de configuração

root@appunix:~#cp /etc/squid/squid.conf /etc/squid/squid.conf.BKP

date: mostra a data e a hora atual, é usado também para acertar a data e hora

root@appunix:~#date mmddHHMMYYYY

onde são:
mm (mês 00-12)
dd (dia 00-31)
HH (hora 00-23)
MM (min 00-59)
YYYY (0000-9999)

df: mostra as partições usadas, costumo usar bastante df -h que mostra informações em formato que seres humanos conseguem entender

root@appunix:~#df -h

diff [arquivo] [arquivo_de_Comparação] : usado para identificar as diferenças entre dois arquivos

root@appunix:~#diff /etc/squid/squid.conf /etc/squid/squid.conf.BKP

du -[argumento] [diretorio ou arquivo]: mostra o tamanho de um diretório ou arquivo, uso sempre com o argumento -h pois esse argunto nos mostra em formato legível por nós

root@appunix:~#du -h /etc/squid/squid.conf

file [arquivo]: mostra informações de um arquivo, como Codifica’ão de caracteres e linguagem em que está o arquivo

root@appunix:~#file /etc/squid/squid.conf
squid.conf: ASCII English text

finger [usuário]: exibe informações sobre o usuário em questão, nome e diretório (o /home do usuário), é ncessário fazer a instalação do pacote finger

root@appunix:~# finger Login: root

Name: root
Directory: /root                        Shell: /bin/bash
On since Sun May 22 22:46 (BRT) on pts/0 from 187.20.XXX.XXX (messages off)
No mail.
No Plan.

free -[opção]: usado para mostrar a quantidade de memoria ram usada/livre do PC, -b,-k,-m,-g mostram informações respectivamente em Bytes, KBytes, MBytes e GBytes

root@appunix:~# free -m

halt: desliga o computador, só pode ser executado pelo root

root@appunix:~#halt

history: mostra os últimos comandos utilizados, o mesmo que cat .bash_history (no diretório raiz)

root@appunix:~# history
18  vim ip_liberado.txt
19  killall squid3 -HUP
20  cat /etc/squid3/ip_liberado.txt
21  cd /etc/squid3/
22  vim trava_msn_orkut.txt
23  cd /etc/squid3/
24  vim trava_m
25  vim trava_msn_orkut.txt
26  killall squid3 -HUP
27  cd /etc/squid3/

kill: usado para encerrar processados em sistemas GNU Linux

root@appunix:~#killall mysql

ou

root@appunix:~#killall -9 1970

ls: lista os arquivos e diretórios da pasta atual, usado também para saber as permissões que determinados arquivos/diretórios têm

root@appunix:~#ls -la

lynx: esse é o navegador via console

root@appunix:~#lynks http://www.google.com.br

mv [origem] [destino]: á uma espécie de CTRL+X via console, move o conteúdo de um arquivo para um outro

root@appunix:~#mv /etc/squid/squid.conf /etc/squid/squid.conf.BKP

mkdir [nome_diretório]: comando usando para criar diretórios

root@appunix:~#mkdir Sites

passwd [usuário]: serve para alterar senhas dos usuarios

root@appunix:~#passwd doooguinha

ps: mostra os processos em execução no sistema, onde possui as seguintes opções:

a – mostra todos os processos existentes;
e – exibe as variáveis de ambiente relacionadas aos processos;
f – exibe a árvore de execução dos processos;
l – exibe mais campos no resultado;
m – mostra a quantidade de memória ocupada por cada processo;
u – exibe o nome do usuário que iniciou determinado processo e a hora em que isso ocorreu;
x – exibe os processos que não estão associados a terminais;
w – se o resultado de processo não couber em uma linha, essa opção faz com que o restante seja exibido na linha seguinte.

root@appunix:~#ps -aux

pwd: server para mostrar qual o seu diretório corrente

root@appunix:~#pwd
/var/root

reboot: reinicia o sistema imediatamente

root@appunix:~#reboot

rm [arquivo]: apaga o arquivo especificado, substitui também o comando rmdir quando utilizada a opção -r, costumo me ferra sempre mas uso SEMPRE com as opções -rf, que não me pergunta nada e força a exclusão do arquivo

root@appunix:~#rm -rf /etc/samba/smb.conf

shutdown: desliga ou reinicia o computador, veja:

root@appunix:~#shutdown -r now (reinicia)

root@appunix:~#shutdown -h now (desliga)

A opção now pode ser mudada, por exemplo para +10, o sistema irá reiniciado ou desligado daqui a 10 minutos.

su: muda de usuario corren para superusuário, costumo usar su –, será solicitada a senha de root do sistema

tar -xzvf [arquivo.tar.gz]: extrai um arquivo compactado em tar.gz para o diretório corrente.

root@appunix:~#tar -xzvf  squid-2.5.STABLE14.tar.gz

top: exibe uma visão geral do sistema, como uso de memória, tempo em que o server está ligado, os processos, dentre outras informações

root@appunix:~#top cd1 (que muda o intervalo de tempo das atualizações da tela para 1 segundo)

uname: mostra informações sobre o sistema (utilizado por mim única e exclusivamente para saber a versão do kernel do sistema em questão)

root@appunix:~#uname -a
Linux servidor2 2.6.38-22-generic-pae #36-Ubuntu SMP Thu Jun 3 23:14:23 UTC 2010 i686 GNU/Linux

Usuários um pouco mais avançado do sistema do pinguim devem estar sentindo falta de alguns comandos, mas essa é só a primeira parte de comando indispensáveis para usuários Linux, acalmem-se em uma próxima ocasião mostrarei os restante desses comandos que considero indispensáveis.

Obrigado a você que visita nosso Blog e fique a vontade para qualquer pergunta….

Espero que seja de grande serventia tais comando para você que inicia nessa maravilhosa vida com o pinguim!!!!

Abraço a todos. 😀

Nginx: nitrado ou não ele é muito BÃO: versão 1.0 lançada!

Standard

Foi lançada recentemente a versão estável do Nginx. Para quem acha que é “mais um quebra-galhos do Apache” está muito enganado, Nginx é capaz de fazer com que sites estáticos (até mesmo dinâmicos) alcancem um nível de processamento poderosamente rápido!

E para confirmar, o sistema de monitoramento de acessos web Alexa simplesmente detectou que nada menos que 1 milhão de sites já usam esta ferramenta (proxy reverso).

Para quem quer conferir basta acessar:

http://nginx.org/en/download.html

 

Vejam a frase do WordPress demonstrando o “quebra-galho”:

We are currently using Nginx 0.6.29 with the upstream hash module which gives us the static hashing we need to proxy to Varnish. We are regularly serving about 8-9k requests/second and about 1.2Gbit/sec through a few Nginx instances and have plenty of room to grow!

WordPress.com

Um post mais detalhado sobre o Gentoo e a documentação com tradução mais lenta para pt_BR

Standard

O pessoal da IBM (developer works) postou algo interessante sobre o atraso na atualização de documentações oficiais brasileiras do Gentoo assim como as coisas mais amigáveis que fizeram do Gentoo algo tão rápido, estável e seguro.
Abaixo recomendamos o link para que você possa acompanhar de perto (em português) todo o texto relacionado ao Gentoo:

https://www.ibm.com/developerworks/mydeveloperworks/blogs/752a690f-8e93-4948-b7a3-c060117e8665/entry/gentoo_uma_otima_distribuicao_em_queda?lang=pt_br

Documentação Gentoo português Brasil será removida

Standard

Sabemos que um dos fatores mais importantes no ciclo de vida de uma comunidade ou software abertos é justamente ensinar como os recursos funcionam. A verdade é que as documentações bem escritas e atualizadas podem colocar um simples software no top em termos de uso. Recentemente os líderes responsáveis por gerir a parte de documentação do Gentoo anunciaram que vão remover o Handbook brasileiro do Gentoo Linux. Isto só ocorrerá se realmente não surgirem voluntários dispostos a doar tempo e paciência na tradução de textos do Handbook americano. Caso não haja o apoio devido o suporte  neste aspecto será removido.

Esperamos que tudo dê certo, pois apesar de ser considerada uma distribuição feita para pessoas com um nível mais avançado em gnu/linux ele não deixa de ser um sistema extremamente estável e consideravelmente forte.

Gravando DVD com o Brasero no ubuntu 10.04

Standard

PessoALL, apesar deste how to ser feito no Ubuntu e não ter sido testado em outra distribuição, eu sei que a sistemática é muito parecida no caso do software (Brasero) em outras distribuições. O nível de facilidade de uso deste software é impressionante, sem contar que a interface dele lembra os itens do menu mais simples do Nero Express para plataformas Microsoft Windows (quem nunca usou?). É simples gravar um ISO em um cd ou dvd virgem, basta apertar com o botão direito do mouse sobre a imagem de cd/dvd a gravar e em seguida confirmar. Mas o Brasero é fortemente recomendado para isto. O ambiente utilizado para este How to foi um Lenovo G450, mas basta que você tenha um gravador em seu pc que tudo funcionará corretamente e sem qualquer stress. Vamos lá, primeira coisa é abrir o Brasero. Para localizar ele Clique em APLICATIVOS->MULTIMÍDIA->GRAVADOR DE DISCOS BRASERO. A imagem abaixo mostra como localiza-lo:

menu_do_brasero

menu_do_brasero

Assim que  o Brasero abrir basta escolher a opção Gravar Imagem (GRAVAR uma imagem de cd/dvd Existente). A imagem abaixo mostra este passo:

tipo_imagem_gravar

tipo_imagem_gravar

O próximo passo é escolher que imagem você deve escolher para gravar no disco virgem. A imagem que escolhi é do formato ISO. A imagem abaixo mostra o menu do qual você clica e escolhe qual imagem deve gravar. A imagem abaixo demonstra isso facilmente:

aonde_escolher_a_imagem

aonde_escolher_a_imagem

Localizando o arquivo que deixei na área de trabalho escolhi ele. É um ISO do OpenSUSE. A imagem abaixo mostra o formato visualizado normalmente (.ISO):

escolhendo_imagem

escolhendo_imagem

Assim que o sistema reconhecer a imagem e ela for escolhida por você, deves inserir o cd/dvd virgem. No nosso caso usamos DVD por que o ISO só daria certo em DVD. A imagem abaixo mostra o momento em que o sistema não exibe o menu enquanto não for inserido o disco virgem:

destino_da_imagem

destino_da_imagem

Quando o disco é inserido a mensagem de “Nenhum Disco Disponível” desaparece e o menu propriedades. Clique nele para escolher coisas importantes para sua gravação. A imagem a seguir mostra a opção sendo ativada:

Escolher_Velocidade_DISCO

Escolher_Velocidade_DISCO

Em primeiro ponto o menu Velocidade é exibido, desde cedo soube que NUNCA devemos usar o máximo de velocidade possível, por isso no how to utilizei 4x no DVD. A margem de perda é bem reduzida quando usamos menor velocidade, fora que o sistema queima a mídia “violentamente”. A imagem abaixo mostra a minha escolha:

escolher_quatroX

escolher_quatroX

A opção que eu descrevo é a famosa “multisessão“, ou seja, que permite gravar coisas depois do cd ser gravado (MANTER disco aberto para adicionar outros arquivos mais tarde). Mas este disco que estamos gravando é um ISO do OpenSUSE, por isso não marcamos este opção. Abaixo mostro ela:

multisessao

multisessao

A próxima opção mostra um item interessante. É uma “garantia a mais” de rodar a gravação de disco, chama-se Usar Burnproof. Deixe-a marcada e antes de exibirmos a próxima imagem perceba que a opção de simulação está DESMARCADA, isto fica ao seu critério, pois é bom para testar se tudo dará ok antes mesmo de gravar. Não a escolhemos e seguimos em frente conforme imagem abaixo:

simulacao

simulacao

Pronto. Quando confirmar os itens e confirmar os itens selecionados verá que a estimativa será habilitada no momento que confirmar que quer gravar. Feito isto a imagem aparecerá com estimativa, deve ser parecida com a imagem abaixo:

gravando_estimativa

gravando_estimativa

Com as estimativas sendo cumpridas, provavelmente você receberá uma mensagem falando que o disco não permite ejeção, porém ele manda que você o remova (ejete) manualmente. Isto é fácil, mas antes veja as fotos abaixo, a primeira mostra a conclusão da gravação e a segunda mostra a tela de ejetar:

terminando

terminando

ejetar

ejetar

Ejete o disco e em seguida clique em cancelar para encerrar a sessão de gravação. Em seguida a tela abaixo deve aparecer para você:

terminado

terminado

A imagem acima confirma o sucesso na gravação. Se quiser gravar mais discos basta escolher “FAZER OUTRA CÓPIA”, do contrário somente escolha Fechar.

Pronto.
Agradecemos imensamente por sua visita.
By little_oak on APPUNIX!

Como instalar o apache 2 mysql 5 php 5 e phpmyadmin no Debian 5.0.6

Standard

PessoALL, estamos fazendo outro How to da série Lamp2. O ambiente apache (container web ou servidor de páginas mais utilizado da internet), php 5 (linguagem de programação mais utilizada da internet), mysql 5 (banco de dados mais usado na internet) e phpmyadmin (gestor de bases de dados mysql mais amigável em termos de front-end) é indispensável para desenvolvedores php. Abaixo, em passos e imagens simples você saberá como instalar e deixar 100% operacional a famosa arquitetura LAMP2.

Primeiro passo é ter poder de root (no caso de nossa instalação). Iremos abrir o console como root afim de evitar que utilizemos o comando sudo antes dos comandos gerais de instalação do lamp2. Na realidade NADA impede que você possa instalar o lamp2 com comandos em um terminal comum, a única coisa que ressaltamos é que tome cuidado sempre com a precedência do comando sudo na frente de nossos comandos abaixo citados, ou logar-se como root com su –  para atrair um ambiente root globalmente. No mais tudo será muito semelhante.

O Hardware testado é simples, celeron i386 (debian 32 bits em cima de um celeron), 512 de ram e disco de 10gb.
A versão usada é o Debian 5.0.6.

1 – Clique em Aplicações -> Acessórios -> Terminal Como Root. A imagem abaixo demonstra claramente como este passo-a-passo é feito:

terminal root

terminal root

Antes de mais nada certifique-se que tudo está ok com o apt-get, por isso use:

apt-get update

A saída é muito parecida com a imagem abaixo:

Apt get

Certificar o Apt

Assim que o terminal estiver operando (aberto) vamos instalar o apache2 com o seguinte comando:

apt-get install apache2

Assim que este comando for digitado, a saída exige que se Aperte S para confirmar ou N para cancelar a instalação. A imagem é muito parecida com a saída abaixo:

confirmar apache2

confirmar apache2

A saída após confirmar com S é muito parecida com:

saida apache2

saida apache2

Neste ponto o apache 2 está online.
Agora vamos instalar o php5 no apache 2 como DSO (php como módulo do apache2).
Para isto digite o comando:

apt-get install php5 libapache2-mod-php5

A saída para este comando é muito parecida com a imagem abaixo:

apache php mod

apache php mod

Pronto, para confirmar que o php 5 está sendo interpretado no apache2, primeiro é necessário digitar o comando abaixo afim de que o apache 2 possa reler suas configurações de maneira simples e rápida:

/etc/init.d/apache2 restart

Esse comando reinicia o apache2. Feito isto, podemos remover o index.html e criar um arquivo php. Para isto faça:

rm -rf /var/www/index.html

Este comando remove o arquivo index.html default do apache2. Abaixo vamos criar um arquivo index.php:

vim /var/www/index.php

Dentro do arquivo coloque o conteúdo da imagem abaixo:

index php

index php

A saída disto pode ser testada em um navegador através do endereço:

http://localhost/index.php

A saída deste acesso deve ser indêntica a imagem abaixo:

localhost

localhost

Agora precisams instalar o mysql 5 em nosso Debian, para isto use o seguinte comando:

apt-get install mysql-server

Será necessário confirmar, conforme a imagem abaixo:

instalar MYSQL

instalar MYSQL

Confirme com S, assim que ocorrer o processo de instalação do mysql server a saída será muito parecida com a imagem abaixo:

confirmar senha MYSQL

confirmar senha MYSQL

Esse trecho o mysql vai pedir a senha de root que será a senha padrão do administrador do mysql 5. Confirme com qualquer senha definida ao seu critério, em seguida uma nova tela será exibida pedindo confirmação de senha novamente, conforme a tela abaixo:

Repetir Senha MYSQL

Repetir Senha MYSQL

As mensagens exibidas na instalação do mysql após confirmado devem ser muito parecidas com as da tela abaixo:

Resultado Mysql

Resultado Mysql

Agora iremos para o passo final, a integração entre o apache, php, mysql e phpmyadmin. Para isto precisamos instalar a integração com o seguinte comando:

apt-get install libapache2-mod-auth-mysql php5-mysql phpmyadmin

Assim que o comando é digitado, conforme citamos acima, você precisa apertar S para que seja confirmada a instalação da integração de o phpmyadmin. A saída do comando acima é muito parecida com a imagem a seguir:

lamp Integracao

Confirmando com S a instalação prosseguirá, porém o phpmyadmin solicitará o container o qual ele vai operar. Devemos escolher o Apache2 conforme nosso padrão de instalação. Printamos a tela com esta informação:

Marque Apache

Marque Apache

Após marcação, a saída final segue-se abaixo:

Saida Integracao

Saida Integracao

Pronto, agora só precisamos reiniciar o apache2 para que toda integração ocorra fielmente, precisamos copiar a pasta do phpmyadmin para o /var/www afim de acessarmos com c o front-end do phpmyadmin.
Para isto digite os comandos:

/etc/init.d/apache2 restart

cp -rp /usr/share/phpmyadmin /var/www

O segundo comando faz a cópia citada.

Para testarmos TUDO basta abrirmos o navegador e inserirmos o endereço http://localhost/phpmyadmin, se a saída for idêntica a da imagem abaixo, parabéns, sua missão acaba agora!

Teste php myadmin FINAL

Teste php myadmin FINAL

Se quiser acessar o phpmyadmin basta colocar root como usuário e informar a senha de root definida no momento da instalação do mysql.

Agradecemos pelo seu empenho junto conosco neste how to 😛

Att: littleoak

Como extrair arquivos RAR (ou do WINRAR) no Ubuntu 10.04 (Lucid Lynx)?

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Se você, toda vez que tenta abrir (extrair) um arquivo rar recebe uma mensagem de erro informando que não consegue abrir o pacote, não se preocupe, é coisa simples de se resolver.

Os passos para o erro seguem-se na imagem abaixo:

Para resolver clique em Aplicativos -> Acessórios -> Terminal

No console digite:

sudo apt-get install rar

A saída deverá ser semelhante a isto (em uma plataforma x86):

Lendo listas de pacotes… Pronto
Construindo árvore de dependências
Lendo informação de estado… Pronto
Pacotes sugeridos:
unrar
Os NOVOS pacotes a seguir serão instalados:
rar
0 pacotes atualizados, 1 pacotes novos instalados, 0 a serem removidos e 0 não atualizados.
É preciso baixar 556kB de arquivos.
Depois desta operação, 1192kB adicionais de espaço em disco serão usados.
Obter:1 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/multiverse rar 1:3.9.b2-1 [556kB]
Baixados 556kB em 5s (95,7kB/s)
Selecionando pacote previamente não selecionado rar.
(Lendo banco de dados … 183480 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Desempacotando rar (de …/rar_1%3a3.9.b2-1_i386.deb) …
Processando gatilhos para man-db …
Configurando rar (1:3.9.b2-1) …

Pronto, agora basta tentar extrair novamente que não mais ocorrerá o erro.

Abraços.

Ispconfig 2: how to create a park domain – como deixar um domínio acessar o conteúdo do outro como park no ispconfig

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Uma das coisas mais interessantes no IspConfig é sua capacidade de permitir customizações em tudo que você possa imaginar. Aproveitando esta “boquinha” vamos fazer algo diferente.
Parkear domínios no Parallels Plesk e no Whm/CPanel é coisa fácil, pois tudo é automatizado, mas isto não quer dizer que o bom e velho vim (ou qualquer OUTRO EDITOR) não entre em ação.

Para isto, precisamos logar-nos como root no servidor aonde iremos parkear domínios, e devemos (antes de mais nada) fazer backup do arquivo de configuração do apache, sendo assim use o comando:

cp -rp /etc/httpd/conf/httpd.conf /root/httpd.conf.OLD


Temos então um arquivo garantido para que, em qualquer eventualidade sirva para consulta ou possivelmente correção do arquivo mais recente.

Entremos no arquivo de configuração:

vim /etc/httpd/conf/httpd.conf

Vá para o final do arquivo e localize exatamente este trecho:


Options ExecCGI -Indexes
AllowOverride None
AllowOverride Indexes AuthConfig Limit FileInfo
Order allow,deny
Allow from all

Deny from all

Feito isto, o que devemos fazer é simples.
Sabendo-se que o ISPConfig lê um outro arquivo com os vhosts dos usuários web, devemos antecipar nossa configuração de maneira que a linha do ispconfig fique abaixo do nosso vhost.

Acima da linha com a informação:

Include /etc/httpd/conf/vhosts/Vhosts_ispconfig.conf

Devemos fazer algo assim:

ServerName www.nomedodominioparkeado.com:80
ServerAdmin webmaster@dominiodestino.com.br
DocumentRoot /var/www/web100/web
ServerAlias dominiodestino.com.br
DirectoryIndex index.html index.htm index.php index.php5 index.php4 index.php3 index.shtml index.cgi index.pl index.jsp Default.htm default.htm
Alias /cgi-bin/ /var/www/web100/cgi-bin/
AddHandler cgi-script .cgi
AddHandler cgi-script .pl
ErrorLog /var/www/web100/log/error.log
AddType application/x-httpd-php .php .php3 .php4 .php5
php_admin_flag safe_mode On
AddType text/html .shtml
AddOutputFilter INCLUDES .shtml
Alias /stats “/var/www/web100/web/webalizer”
Alias /error/ “/var/www/web100/web/error/”
ErrorDocument 400 /error/invalidSyntax.html
ErrorDocument 401 /error/authorizationRequired.html
ErrorDocument 403 /error/forbidden.html
ErrorDocument 404 /error/fileNotFound.html
ErrorDocument 405 /error/methodNotAllowed.html
ErrorDocument 500 /error/internalServerError.html
ErrorDocument 503 /error/overloaded.html
AliasMatch ^/~([^/]+)(/(.*))? /var/www/web100/user/$1/web/$3
AliasMatch ^/users/([^/]+)(/(.*))? /var/www/web100/user/$1/web/$3

RewriteEngine on
RewriteCond %{REQUEST_METHOD} ^(TRACE|TRACK)
RewriteRule .* – [F]

Perceba que no começo falei XXX.XXX.XXX.XXX, isto refere-se ao ip do seu dedicado (shared ip dos domínios :P)

Por este vhost pegue a coisa em cheio.

A charada está nas linhas:

ServerName www.nomedodominioparkeado.com:80
ServerAdmin webmaster@dominiodestino.com.br
DocumentRoot /var/www/web100/web
ServerAlias dominiodestino.com.br

1 – indica o parkeamento
2 – email do main domain
3 – arquivos web de onde o parkeamento vai ler assim que o internauta acessar a página www.nomedodominioparkeado.com
4 – indica o destino do parkeamento, ou seja, ao acessar www.nomedodominioparkeado.com a pessoa na realidade acessa dominiodestino.com.br, porém tendo no cabeçalho o nome www.nomedodominioparkeado.com (url de entrada no navegador)


OBS: CASO O ARTIGO NÃO EXIBA AS TAGS DO APACHE, POR FAVOR VERIFIQUEM JUNTO AO ARQUIVO /ETC/HTTPD/CONF/HTTPD.CONF.

Abraços e espero ter contribuído com um dia feliz para nós… lol.
bye!

Benchmarks do Red Hat 6 Beta: preocupação com o desempenho

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Antes de mais nada é bom saber que os testes realizados em cima do Red Hat 6 foram baseados em plataforma beta.
Entretanto, uma das coisas que não gostei (principalmente por evangelizar na web que Red hat/Centos são os mais rápidos ambientes Webs em Lamp) foi o desempenho do Rhel 6 com uso do Apache.
O CentOs foi melhor (5.4) nas requisições.

A matéria completa está no fim deste post.
Espero que o Red Hat stable esteja bem tunado, por que até o momento, no que diz respeito ao Apache, ele foi uma carroça :(.

http://www.phoronix.com/vr.php?view=14826