Os perigos de instalar o ror (Ruby On Rails) em uma rails_app que usa rails mais antigo!

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ruby

Uma das coisas que mais tenho apreciado nos últimos tempos é a velocidade com que o ror trabalha nos servidores Cpanel mundo a fora e nos que eu faço setup :P, e posso afirmar que aliando “aquilo” com uma série de ajustes de otimização no servidor a resposta não deixará de ser turbinadíssima!

O X da questão aqui é o momento em que instalamos o Ruby no servidor.
Assim que instalamos o ror o perigo todo gira em torno de uma app feita especificamente para o rails de uma versão inferior a que você iria instalar por padrão no cpanel, veja que o comando para instalar o ruby on rails é fácil:

/scripts/installruby

O problema vem depois. Na data corrente a Cpanel prima pela segurança e otimização, e logicamente vai usar o ror mais novinho, logo temos a 2.3.15 operando no servidor (veja com o comando rails -v).

Mas se o cliente usa o rails mais inferior, como a gente sana isso? Ele precisará desta gema, e aí?
Uma das formas mais simples de se resolver é usando o comando gem e fazendo downgrade do versionamento:

gem uninstall rails

Assim que for removido (se a ideia é possuir o rails 2.3.14) iremos instalar em cima da versão (isso vale para QUALQUER OUTRA GEMA):

gem install rails -v=2.3.14

Fazendo isso, dê rails -v e  verá que está filé.
Isto vale para qualquer gema MESMO, se precisar fazer isso com demais gemas fique a vontade :P.

Como restaurar meu Milestone 2 – Procedimentos para corrigir ou aplicar osreload de rom ORIGINAL do Motorola m2

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Pessoal, tenho percebido que muitas pessoas infelizmente não estão seguindo todos os passos de como atualizar o milestone 2 para android gingerbread 2.3.7 (CM7) e isso resulta em travamentos, bootsplash travado (ou logo do android ou logo da motorola)!

Este how to destina-se a pessoas que querem colocar a rom inicial do milestone 2 em seu aparelho (original e arcaica).

Os passos a seguir são simples, funcionam e NÃO tapam buracos, mas servem para voltar atrás quando se tem problemas nas instalações/updates.

 

ESTE ARTIGO ESTÁ DIVIDIDO EM 2 SESSÕES:

1 – COMO INSTALAR A ROM ORIGINAL DO MILESTONE 2 (FROYO 2.2)

2 – PROCEDIMENTOS PARA REPARAÇÃO DE UMA PÓS UPGRADE DO MILESTONE 2 COM PROBLEMAS DE BOOT OU OPERAÇÃO DO SISTEMA

 

COMO INSTALAR A ROM ORIGINAL DO MILESTONE 2 (FROYO 2.2)

 

Primeira coisa que precisaremos ter são os arquivos para baixar (TODOS são necessários):

RSD LITE 4.9 -> http://dl.dropbox.com/u/17545709/RSD%20Lite%20v4.9.zip (6,76mb)

Drive Oficial da Motorola -> http://dl.dropbox.com/u/17545709/USB_Drivers_bit_4.8.0.rar (8,2mb)

ROM Oficial do Motorola Milestone 2 FROYO -> http://dl.dropbox.com/u/17545709/SBFFROYOOFICIALMILESTONE2.rar (304 mb)

Antes de tudo, se você tem amor por sua vida TENHA EM MENTE QUE PRECISARÁ DE ESPAÇO SOBRANDO EM SEU APARELHO, pois muitos caras respondem aos artigos como se fossem autoridade máxima, só que esquecem que o procedimento exige uma coisa muito simples/trivial, e o pior, natural a todos -> ESPAÇO!

Para o caso de dar flash e voltar para rom da motorola (um lixo, saba-se disso), não necessitará de espaço, mas para atualizar o milestone 2 para gingerbread aí sim necessitará de espaço bem bacana.

 

PASSOS PARA O FLASH ROM – COLOCAR ANDROID FROYO 2.2 NO MILESTONE 2

De posse dos arquivos faça o seguinte:

– Instale o Drive da Motorola assim como o RSD Lite 4.9.

– Extraia o arquivo .RAR da SBF que passamos o link (304 mb).

– NO Milestone 2 vá no menu de configurações -> Aplicativos -> Desenvolvimento e ative o Modo De Depuração do USB.

– Conecte seu Milestone 2 ao computador através da USB.

– Assim que o Windows pesquisar pelo drive do A953 (milestone 2), assim que ele achar, abra o RSD Lite 4.9 e procure pelo modelo A953 (milestone 2).

– No RSD Lite 4.9 selecione o arquivo que baixou (a besteirinha de 304 mb), e depois clique no botão de start.

O pau vai comer por uns 10 minutos.
Se o RSD LITE perguntar sobre conectar ao aparelho manualmente diga que NÃO.

Assim que o aparelho for completamente processado, o RSD Lite vai exibir a seguinte mensagem:

Finished and PASS
Feito isto tudo estará ok.

 

Pontos importantes:

1 – DEIXE a bateria do celular com pelo menos 80% (recomendo que carregue tudo),

2 – Dar restore Factory ANTES e DEPOIS é recomendado antes do procedimento,

3 – Depois desse “clean” o android market vai estar acessível/funcional para você sem qualquer problema.

 

 

PROCEDIMENTOS PARA REPARAÇÃO DE UMA PÓS UPGRADE DO MILESTONE 2 COM PROBLEMAS DE BOOT OU MÁ OPERAÇÃO DO SISTEMA

 

Se você tem percebido um mau funcionamento do  seu Milestone 2 após ter instalado uma rom/sbf faça o seguinte procedimento:

Desligue seu aparelho, e em seguida ligue-o mantendo pressionada a tecla X.  Assim que for exibido o triângulo pressione a tecla @ (arroba).  Depois faça o procedimento de Wipe data e tudo deverá funcionar. (isto provavelmente pode ocorrer depois de voltar para rom original [ECA] )

 

Caso não funcione existem outros procedimentos a fazer:

Reiniciar o celular, pressionar “vol -” (botão de diminuir o volume do aparelho – fica localizado ao lado do aparelho) no momento da inicialização do aparelho (que abre o menu), fazer o procedimento de wipe/factory reset, depois aplicar o zip, em seguida wipe data/factory reset, Wipe Dalvik Cache, e Wipe Baterry Stats, após restart ele dará boot corretamente. (é aqui que muitos estão se ferrando, pois no momento de aplicar a rom 2.3.7 no milestone 2 o pessoal não está fazendo tais procedimentos [wipe])
Se você está percebendo a luz vermelha no canto direito do aparelho (fica normalmente com uma luz verde ou durante o boot uma leve aparição da cor azul) deverá fazer o seguinte procedimento:
Reinicie o aparelho, daí segurando o botão Power ( botão ligar) e o X do teclado vai aparecer o android com um ponto de exclamação ”!” aperte @ no teclado agora escolha “wipe data/factory reset” e por ultimo “reboot system now” agora seu Milestone 2 vai funcionar normalmente.

Se o boot travar siga os passos:

ligue novamente porém segurando o botão “Power” (o botão de ligar) e a “seta para cima” do teclado, a tela vai ficar toda preta, bastando que você solte a tecla e logo em seguida já estará na tela de bootload.

 

ATENÇÃO:

 

SE você gastou a bateria toda, vai ter que conseguir emprestado de alguem ou carregar no aparelho de alguem.
SE o sistema base estver ok ai você faz esse processo todo acima e depois restaura se quiser.
SE o sistema base estiver corrompido você acaba de ferrar seu aparelho, quando aconteceu a primeira vez comigo eu dei sorte de ainda estar na garantia(não diga que tentou instalar uma rom pois não cobre a garantia) e arrumaram em dois dias.
DICAS DO USER hokahey ->
http://www.androidz.com.br/forum/topic/9255-tutorial-rom-cyanogenmod-7-android-237/page__st__40__p__75998#entry75998

 

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OS PASSOS ABAIXO FORÇAM A DETECÇÃO DO SEU SMARTPHONE MILESTONE 2 VIA USB JUNTO AO RSDLITE:

1 – Desligue seu telefone.
2 – Aperte e segure o botão de abaixar volume e câmera e ligue o telefone. Continue segurando o botão de abaixar volume/câmera mesmo apos ligado.
3 – Irá aparecer uma escrito BootLoader (xx.xx), se não aparecer repita o passo anterior.
4 – Conecte seu cabo USB no telefone e aguarde a instalação dos drivers.

Current hoje não, Realease é melhor! Cpanel/WHM updates: Specified package does not exist

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Hoje eu passei por algo bem contraditório em minhas pesquisas sobre cpanel.
Desde 2008 utilizo current no estilo de updates que seto nas máquinas de clientes e hoje (05/04/2010) me deparei com algo bem maluco, recebi a seguinte mensagem:

Specified package does not exist

Quando um usuário tentava mudar um plano (pacote) de sua revenda.

Como resolver?

A indicação dada é de que, em casos como este deixe o update em modo RELEASE e atualize seu painel de controle (/scripts/upcp –force).

Abraços pessoALL.

Quando tudo estiver para baixo (down) use yum-allowdowngrade!

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Bom galera, o nerd aqui vai postar algo um pouco interessante para quem usa Red Hat/Centos/Fedora (e based) e usa o yum para fazer manipulação de pacotes e etc. Se você tem a necessidade de DownGrade de qualquer coisa que instalou no server, principalmente se usou yum, nada de problema, siga os passos abaixo e seja feliz (faça os passos abaixo como root):

yum install yum-allowdowngrade

Após, precisamos habilitar o yum para fazer downgrades, neste caso:

vim /etc/yum.conf

vim /etc/yum.conf
# show all available packages, not just latest
showdupesfromrepos=1

Após, vamos ver um exemplo:

yum list speex speex-devel

Installed Packages
speex.i386 1.0.5-4.el5_1.1 installed
speex-devel.i386 1.0.5-4.el5_1.1 installed

Available Packages
speex.i386 1.0.5-4 base
speex-devel.i386 1.0.5-4 base

Vamos remover as coisas antigas:

yum remove speex speex-devel

Agora instalamos a coisa:

yum --allow-downgrade install speex-1.0.5-4 speex-devel-1.0.5-4

E para garantir que a coisa não será atualizada após update do yum:

vim /etc/yum.conf
# do not show all available packages, just latest
showdupesfromrepos=0
# exclude packages from updated
exclude=speex speex-devel

Gnu/Linux e suas dificuldades na usabilidade (diversidade que pode matar)

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Gnu/Linux sem dúvidas é a prática mais comum no mundo do Software Livre, em outras palavras, é o meio mais fácil e mais comum do mundo Open Source estar declarado em nosso dia-a-dia. Temos ferramentas de uso diário, que são open source e não percebemos, mas quando nos deparamos com o Gnu/Linux nós podemos afirmar – este realmente é free software (ainda que não tenhamos um conceito muito forte do que realmente é software livre, que muitos infelizmente interpretam como software gratuito). Isto, sem sombra de variação é muito fabuloso, pois este excelente sistema que já mostrou do que é capaz, e o melhor, deixou claro que tem seu código aberto para customizações e forks, estando disponível para qualquer pessoa, aonde quer que esteja.
Ao longo de 12 anos de convívio com o Gnu/Linux (tendo somente 5 anos como profissional neste ramo, prestando serviços, e outros 7 “ouvindo falar bem”) pude perceber algumas “metamorfoses” que não vieram e fixaram um conceito amigável de usabilidade.
Vou detalhar isto de maneira abrangente para que fique claro o que realmente desejo expor, a dificuldade na curva de aprendizado, devido a variações muito pesadas nas distribuições Gnu/Linux.
Em 1997 possuía um computador Pentium 133 mhz mmx 100% off-board e tenho um irmão que na época estava fazendo cursos da Conectiva (uma distribuição Gnu/Linux que tinha um corpo técnico que prestava consultoria e cursos), tendo assim um impulso forte para instalação desta distribuição, o que me fez “saber que existia um sistema operacional diferente do Windows 95”, sem contar que no ano seguinte o Macintosh havia se tornado “mais uma daquelas descobertas milenares”. Naquela “descoberta” ouvi falar que ele era Free Software, mas confesso que não fez diferença para mim.
Os anos se passaram, para ser mais preciso 7 anos, e depois de tantas tentativas de me familiarizar com “aquela tela preta, parecia de mais com o MS-DOS”, consegui instalar uma distribuição chamada Slackware. Levei a sério, e fui tomando gosto.
Na época o melhor guia, ou documentação brasileira disponível (ainda está disponível) é o perfeito e completo GuiaFoca, um manual do Gnu/Linux, baseado no Debian, mas operando de maneira simples e direta em outras distribuições.
Passei um ano estudando sem cessar este sistema operacional maravilhoso, o que me fez implementar algumas soluções baseadas em Software Livre no SENAC-PB, empresa que trabalhei durante 3 anos. Adquiri um conhecimento sólido nesta plataforma, mas com o passar do tempo necessitei partir para outras como Red Hat Enterprise, por exemplo, sem contar as distribuições desktop que estavam bombando nesta fase. Com a saída da antiga empresa para outra que prestava consultoria não obtive dificuldades em implementações para clientes, principalmente pelo fato do Slackware ser muito flexível e “bastante Unix”, não senti nada difícil nos primeiros meses.
Nesta etapa eu entendi quais os problemas que as distribuições Gnu/Linux sentiam, isto aos olhos do usuário final, por que o nível de curva de aprendizado torna-se alto quando entramos em uma distribuição comercial. Para que se tenha uma idéia, o CentOS (remasterização do Red Hat Enterprise, respeitando direitos autorais e imagens da instituição), caso seja instalado como servidor, com poucos pacotes default você não terá a ferramenta ifconfig disponível, mas espere, ifconfig é um utilitário disponível em todas as distribuições, isto é padrão, e nem todas usam o system-config. Quantas usam dpkg, apt ou aptitude? Quantas tem o RPM como gestor de pacotes? O Yum? O Yast, Yast2?
Sabemos que são particularidades em cada distribuição, e que tais particularidades visam a automatização de determinadas tarefas que comumente estão vinculadas com o sistema operacional que as implementam.
Neste momento entram as divergências em geral, pois entendemos que comandos básicos sempre serão respeitados, e que seus manuais são preservados de uma distribuição para outra, mas que nem sempre estão no mesmo lugar.
Localidades na árvore de estrutura de dados, nomes de arquivos de configuração, modalidade de configuração de rede a nível de arquivo e forma com que containers web trabalham é muito diversificada em cada distribuição. Isto dificulta no momento de colocar na cabeça de algum xiita de códigos fonte proprietários que o Gnu/Linux é bom!
Observem o estouro e magnitude de distribuições como Ubuntu e Fedora, a nível desktop, vejam o quão abrangentes e aceitáveis elas são, e o mais importante, o quão bem documentadas elas são, mas em uma suave visão diferenciada, tente usar os conceitos aprendidos em cada uma delas em um Gentoo, CentOs ou OpenSuse, talvez você não queira mais usar Gnu/Linux, ou melhor, fará distinção por conhecer todas as ferramentas/utilitários de uma e de outra não.
Deixo claro que o Gnu/Linux é a escolha certa para quem não quer dores de cabeça futuras, quer estabilidade e o melhor, segurança de suas informações garantidas por sistemas que têm geeks de milhares de lugares dedicando-se na provisão de códigos de altíssimo nível e de escalabilidade monstruosa.
Minhas recomendações para marinheiros de primeira viagem:

• Use Ubuntu/Fedora para desktop, principalmente o Ubuntu que permite upgrades de versão do Sistema Operacional de maneira mais segura,
• Use CentOs/Ubuntu/Slackware ou Debian em seus servidores, principalmente Ubuntu/Debian que permitem upgrades de versões sem maiores dores de cabeça,
• Use Ubuntu/Fedora em escritórios, principalmente por sua quantidade enorme de drivers (módulos) para impressoras e etc.

Existem outras distribuições Gnu/Linux que têm tido muito prestígio, como por exemplo cito o Mandrake, empresa que assumiu a Conectiva e que tem se destacado pela ampla gama de produtos e suporte de qualidade, sendo hoje conhecida como Mandriva. OpenSuse, outra distribuição muito respeitada, versão Grátis e de código fonte aberto, 100% baseada no Suse Enterprise, mantido pela comunidade open source do mundo inteiro, esta é bastante amigável também.
Lembre-se que uma distribuição deve primar por conceitos de segurança, estabilidade e alto desempenho, principalmente, deverá ser bem documentada, e trivialmente falando, documentada maciçamente sobre suas ferramentas em particular.
Gestores de pacotes também são algo que tornam a problemática maior, por que os pacotes .DEB e .RPM imperam, seguidos de seus gestores deb/apt/aptitude e RPM/up2date/yum. Sabemos que é simples compilar algo (em alguns casos, devido requerimento de paths para libs a situação poderá complicar-se) e ajustar paths de destino, mas nem tudo isto brilha aos olhos dos mantenedores de software, tanto pelo nível de dificuldade avaliado para compilações e geração de source pré-compilado na plataforma como pela simplicidade de gestão (upgrade, downgrade e patching em geral).
Quanto ao GuiaFoca, este ainda é a melhor alternativa em documentação Gnu/Linux (falando de maneira geral), mas não atenha-se ao mesmo pois as distribuições estão mudando e agora parecem que estão tomando “independência” ou pensam em seguir assim, longe de padrões LSB.
Aprender sempre é bom, mas não atenha-se a distribuições muito individualistas, isto poderá complicar sua vida em um futuro muito próximo, principalmente no que tange ciclo de vida da versão do sistema ou até descontinuidade do projeto adotado por você ou por sua empresa (vide distribuições como Kurumin que tinham excelente iniciativa, mas que estão agonizado neste momento, Conectiva – adquirida pela Mandrake e outras).

As particularidades excessivas das distribuições estão levando as distribuições que adotam esta modalidade de negócio/serviço para uma ilha de destaque e talvez solidão.

Muito cuidado com sua escolha!

Abraços a todos e bom trabalho/estudo.