How to convert MDB (Access Database) to Mysql/MariaDB using MDB tools (linux tricks)

PC Pixel Art
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Depois de instalar o mdbtools no Linux é necessário criar um shellscript, vamos lá:

 

#!/bin/bash

TABLES=$(mdb-tables -1 $1)

MUSER="rootdoMysql"
MPASS="senhadeRootdoMysql"
MDB="$2"

MYSQL=$(which mysql)

for t in $TABLES
do
    $MYSQL -u $MUSER -p$MPASS $MDB -e "DROP TABLE IF EXISTS $t"
done

mdb-schema $1 mysql | $MYSQL -u $MUSER -p$MPASS $MDB

for t in $TABLES
do
    mdb-export -D '%Y-%m-%d %H:%M:%S' -I mysql $1 $t | $MYSQL -u $MUSER -p$MPASS $MDB
done

Para rodar o script…:

./mdbconvert.sh meuBancoACCESS.mdb NomeDaBaseDoMysql

Vai restaurar tudo!

OBS só funciona se CRIAR o BANCO DE DADOS ANTES, então:

 

mysql -u root -p

Coloca a senha do mysql

CREATE DATABASE NomeDaBaseDoMysql;

 

Resolvido 🙂

WARNING: 'require 'rake/rdoctask'' is deprecated. Please use 'require 'rdoc/task'

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Em um ambiente CPANEL se isto estiver ocorrendo você necessitará de um downgrade no Rake.

Para isto, você deve saber a exata versão do rake do seu Ruby on Rails, no meu caso de exemplo:

 

gem uninstall rake -v 0.9.2.2 
gem uninstall rake -v 0.9.2 

Rode os dois comandos acima para tentar achar a versão 0.9.2, por exemplo, depois de feitos os comandos use o comando para instalar o rake mais antigo:

gem install rake -v 0.8.7

Feito isto é só alegria!

localhost.localdomain.com CPANEL criando ou deletando contas

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Se ao criar ou deletar uma conta no CPANEL você está recebendo a mensagem new account on localhost.localdomain.com, se já colocou entrada A e ajustou todo dns do servidor e ainda recebe esse tipo de erro, no problem, é simples de se resolver.

Entre no arquivo /etc/wwwacct.conf e no final dele mude de localhost.localdomain.com para meuhostname.domíniodoservidor.com.br

Pronto!

🙂

localhost did not have any working mirrors. Please check your internet connection or dns server. at /usr/local/cpanel/Cpanel/HttpRequest.pm line 596.

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Se toda vez que você tenta rodar o EASYAPACHE esse erro é exibido, nada de pânico, existem 2 coisas a serem verificadas ( erro é localhost did not have any working mirrors. Please check your internet connection or dns server. at /usr/local/cpanel/Cpanel/HttpRequest.pm line 596. ):

Vá no /etc/resolv.conf e adicione isto no começo do arquivo:

nameserver 8.8.8.8

nameserver 8.8.4.4

Ambos são dns da GOOGLE.
Tente novamente, se não rodar é por que seu arquivo /etc/hosts tem uma entrada de ip inválida ou um host inválido para o nome do seu servidor, quando na verdade deve ficar como loopback, veja um exemplo de COMO deveria ser o seu /etc/hosts:

127.0.0.1               localhost localhost.localdomain
ip.da.internet.publico          hostname.domeudomínio.com.br hostname

 

CPANEL ERROR with rpm_check_debug vs depsolve: libcups.so.2()(64bit) is needed by gtk2-2.18.9-10.el6.x86_64

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Se o erro que surge para você, ao usar o YUM é este:

ERROR with rpm_check_debug vs depsolve:

libcups.so.2()(64bit) is needed by gtk2-2.18.9-10.el6.x86_64… (onde … são inúmeros erros), se estiver usando CENTOS é por que os pacotes gtk estão colidindo.
Para sanar seu YUM (isso eu recomendo SOMENTE em servidores que não precisamos de tais pacotes), procure por /etc/yum.conf, dentro dele, na parte inicial tem o exclude, depois de apache* coloque gtk* (seguindo o ritmo de espaços entre regras de exclusão de pacotes a não sofrerem alterações).

Depois disso, yum update -y

Como extrair arquivos .RAR no CENTOS?

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É bem verdade que o CentOS tem tudo que o Red Hat tem + um grande apoio da comunidade, mas tente abrir um arquivo .rar via console para você ver o que é bom para tosse 😛

Brincadeiras a parte, não é uma falha da distribuição em si, tampouco repositórios ruins, muito pelo contrário, como a idéia maior de compactação gira em torno de .zip, .tar, .tar.gz a maior parte das distribuições vêm dispostas a encarar facilmente tais formatos. Bem, se queremos abrir o .RAR no Centos teremos de fazer uma coisa, instalar o pacote de arquivos para trabalhar com formato .rar, “vamo simbora”?

Se o RedHat for 6 e for 64 bits rode como root:

rpm -Uhv http://apt.sw.be/redhat/el6/en/x86_64/rpmforge/RPMS/unrar-3.9.10-1.el6.rf.x86_64.rpm

Se precisar de outro rpm do unrar em detrimento de versões do centos ou mesmo por estar usando outra distribuição veja o link:

http://pkgs.org/centos-6-rhel-6/repoforge-x86_64/unrar-3.9.10-1.el6.rf.x86_64.rpm.html

Instalando este pacote há uma pequena lógica no comando, explico logo abaixo:

unrar e nomedoarquivo.rar

O comando acima extrai o arquivo na pasta atual onde ele está.

unrar l nomedoarquivo.rar

O comando acima lista o que tem dentro do arquivo compactado.

unrar t nomedoarquivo.rar

O comando acima checa a integridade do arquivo compactado.

Bom pessoALL, em resumo é isto ;).

Abraços e bom trabalho + final de semana show de bola!

The RPM DB is corrupt CPANEL WHM (como resolver)

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Se a mensagem que você está recebendo for:

An automatic check on (Host Name) found the RPM database to be corrupted. An attempt was made to automatically fix the database but it was not successful. Please resolve this problem on your system. A backup of the original state of the RPM database directory can be found at /var/lib/rpm.rebuild.backup*

Tente as seguintes soluções logado no console (como root):

mkdir /root/old_rpm_dbs/
mv /var/lib/rpm/__db* /root/old_rpm_dbs/
rpm --rebuilddb

Se o erro persistir, logando no console (como root) rode:

/scripts/rpmup
Caso resolva com este comando, ok, se ocorrer o erro abaixo é por que sua biblioteca GLIBC não estão 100%:
rpm: error while loading shared libraries: libm.so.6: cannot open shared object file: No such file or directory
/usr/bin/perl: error while loading shared libraries: libresolv.so.2: cannot open shared object file: No such file or directory
Veja se está ok com o seguinte comando:
rpm -q glibc
Se a resposta for:
package glibc is not installed
Vamos instalar o pacote:
yum --enablerepo=updates-testing --enablerepo=testing install glibc-devel

Cpanel com ruby apresentando Status: 500 Internal Server Error Can't connect to local MySQL server through socket '/tmp/mysql.sock' (2)

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Se esse erro aparece para você, caso já tenha resolvido o problema junto ao Mysql (reiniciar o mesmo) faça o seguinte:

 

ln -s /var/lib/mysql/mysql.sock /tmp/mysql.sock

Depois

Service mysql restart

Se o problema ainda persistir com o Ruby on Rails reinicie o mesmo,

/etc/rc.d/init.d/ror restart

O problema deve estar sanado.

PHP Warning: Module 'timezonedb' already loaded in Unknown on line 0

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Para resolver isto é simples, entre no arquivo php.ini (em rhel based pode ser encontrado em /usr/local/lib/php.ini), bastando apenas entrar e remover as linhas duplicadas que contém:

extension=”timezonedb.so”

Removendo as linhas duplicadas rode: service httpd restart ou /etc/init.d/apache2 restart e curta!

Failed loading /usr/lib/php/modules/php_ioncube_loader_lin_5.1.so: /usr/lib/php/modules/php_ioncube_loader_lin_5.1.so: cannot restore segment prot after reloc: Permission denied

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Depois de instalar tudo em seu servidor Centos (falo de ambiente lamp2 no centos), ao instalar o ioncube você percebe a mensagem de erro:

Failed loading /usr/lib/php/modules/php_ioncube_loader_lin_5.1.so:  /usr/lib/php/modules/php_ioncube_loader_lin_5.1.so: cannot restore segment prot after reloc: Permission denied

Calma, nem você é do mal e nem seu servidor, isso ocorre por que o SELinux está monitorando as coisas, permissões e etc, teremos de desativar o danado :(,

Para desativarmos o SELINUX devemos seguir os passos abaixo:

vim

/etc/sysconfig/selinux
Dentro deste arquivos devemos mudar a linha
SELINUX=permissive (ou enforcing) para:
SELINUX=disabled

Após, basta dar um reboot do dragão e ver que o problema foi sanado :D.

Como mudar/alterar o hostname do computador no CentOS | RedHat

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Olá amigos tudo tranqüilo?

Seguindo a dica do mestre @little_oak, resolvi dar uma chance no que tange a Server com Linux e resolvi instalar o CentOS…. porque até agora meu coração só tinha lugar para o magnífico Ubuntu…. Fiz a install em modo texto (acho melhor e mais rápido), só que em momento algum durante da instalação fui perguntado sobre o hostname da máquina, então veio a dúvida…. como mudar/alterar o hostname aqui nessa mazela? Acostumado com o Ubuntu fui logo no /etc/hostname …. PAM…. cadê?

O CentOS não possui esse arquivo, logo pensei maldita mudança…. mas não desisti, lembrei-me que o professor da Software Livre na faculdade havia falado sobre algo desse tipo no RedHat….. logo pensei, se CentOS é o irmão gêmeo do RedHat logo deve funcionar no CentOS também…. vou passar pra você o macete….

No Terminal como root vá até o diretório /etc/sysconfig/

Dentro desse diretórioa existem vários arquivos, maseditar um arquivo chamado network, e é ele que vamos alterar para mudar/alterar nosso hostname…. eu utilizo o VI ou VIM por achar mais prátido e rápido mas fica a gosto de vocês

 

root@localhost sysconfig]# vim network

 

Verá um conteúdo mais ou menos assim

 NETWORKING=yes

NETWORKING_IPV6=no

HOSTNAME=localhost.localdomain

 

Não precisa nem falar qual o campo a ser alterado não é? Deixe como achar melhor, no meu caso ficou assim:

 NETWORKING=yes

NETWORKING_IPV6=no

HOSTNAME=appunix.localdomain

 

O único ponto negative dessa alteração de hostname é que torna-se necessário a reinicialização do CentOS para que essa alteração entre em vigor…. para testar, você pode digitar hostname no Terminal e verá o nome para o qual você alterou…..

Simples, sucinto e rápido… enfim consegui fazer algo objetivo sem muitas firulas…..

Abraço forte galera….

Obrigado pelo sucesso do BLOG, todas as honras dadas a vocês leitores e a DEUS.

Fiquem com Deus!!!!!!!

Gostou? Compartilhe, comente e espalhe. 🙂

Como fazer o CENTOS iniciar em modo texto

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Fala galera, tudo na paz?

Ontem tivemos aula Linux na faculdade… confesso que já estava até com saudades desse pinguim, mas como Mac OS tomou conta de 100% do espaço sobre meu veículos computacionais…. confesso também que tenho passado grande parte do meu tempo de frente a um maravilhoso Mac OS X Snow Leopard ou em frente ao Lion….. mas vamos ao que interessa, estávamos estudando sobre os tipos de init (níveis) do kernel/sistema linux pode ficar….

O pessoal da faculdade utiliza Red Hat como distribuição mas como odeio maior parte dos sistemas proprietários, resolvi com apoio do professor utilizar CENTOS… essa fantástica distribuição Linux que manda no mundo na tangente servidores WEB….. Peca apenas por não ter uma empresa para coordenar seu desenvolvimento, mas que pode ser bem visto pelo fato de que quando esse comunidade Linda Linux mete a mão tudo sai muito mais rápido e eficaz do que se estivesse nas mãos de uma única empresa….. Deixando de lorota, vou ensinar a vocês como colocar seu CENTOS para iniciar direto em modo texto….. primeiramente conheça os níveis de init

init0 ————> esse ó o sistema totalmente desligado

init1 ————> Mono usuário… em uma linguagem mais burro, é o modo Seguro do Window$, em uma linguagem mais inteligente é o modo de reparação do sistema

init2 ————> é Modo também Mono Usuário mas sem os recursos de Rede

init3 ————> Modo Multi-Usuário sem X (sem modo gráfico) e esse é o cara que queremos colocar como padrão de inicialização do nosso Pinguim

init4 ————> Se alguém souber me fale pois não sei… ou seja.. não serve pra nada

init5 ————> Esse é o nogento, ele inicia com X… todo bonitão…. vai levar pau

init6 ————> Modo Reinicialização, sistema reiniciando….. faz looping

Só pra constar galera, o init é o responsável pelo carregamento de todo o processo de  configuração de módulos ligados ao kernel, nisso incluindo a montagem de sistemas de arquivos e início dos serviços de rede, sem falar na execução de todos os programas e scripts que estão assinalados no diretório /etc/rc.d/init.d, responsável pela inicialização do init como daemon. Quando é inicializado, o init lê o arquivo de configuração que está no /etc e é o inittab, e é esse o cara que vamos editar para que nosso sistema inicie sempre em modo texto.

No terminal  e como root, entre na edição do arquivo /etc/inittab

 [root@appunix ˜]# vim /etc/inittab

procure pela linha

id:5:initdefault:

e substitua por

id:3:initdefault:

Salve o arquivo, faça como manda o manual do seu editor….. quem utiliza o VIM ou VI pode usar :wq!

Pronto galera, agora é só reiniciar o sistema e ver o resultado.

Isso pode não ser muito útil aos experientes administradores de servidores linux, mas pode ajudar com mais esse conhecimento ao recém-chegados ao mundo Linux….

Gostou? Comente, complemente e espalhe!

Como instalar Nginx PHP5 e Mysql no CentOS 5.6

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A pronúncia correta do Nginx é “engin-ex”, mas vamos nos ater aos comandos que é o melhor que podemos fazer, né? NÃO sem antes falar que essa besteirinha segura “somente” milhões de acessos por dia ao site WordPress, por isso CONFIE e USE nginx sem QUALQUER medo! (existe plugin pago e grátis para o Cpanel, mas recomendamos que use o plugin free sob CENTOS senão seu cpanel vai sobrescrever os confs de vhosts do nginx).

Primeiro estou imaginando que seu ip será igual o meu -> 10.0.0.1.

Vamos instalar o Mysql?

root@appunixlabs:# yum clean all && yum update -y && yum install mysql mysql-server -y

O -y acima manda o yum instalar as coisas sem pedir confirmações.

Assim que terminarmos a instalação deveremos dar autoridade ao mysql para que possa iniciar assim que o server for inicializado (estilo pós reboot 😛 ):

root@appunixlabs:# chkconfig –levels 235 mysqld on

E vamos inicializar o bichão:

root@appunixlabs:# /etc/init.d/mysqld start

Se quisermos verificar se a porta do Mysql está aberta (funcionando) podemos usar o netstat -tap | grep mysql.

Agora precisamos editar o conf do mysql para deixar a conectividade dele filé:

root@appunixlabs:# vim /etc/my.cnf

Devemos achar a linha skip-networking e colocar um sinal de libra (#) para comentar essa instrução:

#skip-networking

Podemos localizar este termo usando / e digitando skip-networking no modo comando do vim (basta apertar o ESC e depois apertar /).

Vamos validar o trem?

root@appunixlabs:# /etc/init.d/mysqld restart

Devemos agora aplicar as correções de segurança do Mysql para desativar test user, definir senha de root… Bora simbora?

root@appunixlabs:# mysql_secure_installation

NOTE: RUNNING ALL PARTS OF THIS SCRIPT IS RECOMMENDED FOR ALL MySQL
SERVERS IN PRODUCTION USE! PLEASE READ EACH STEP CAREFULLY!

In order to log into MySQL to secure it, we’ll need the current
password for the root user. If you’ve just installed MySQL, and
you haven’t set the root password yet, the password will be blank,
so you should just press enter here.

Enter current password for root (enter for none):
OK, successfully used password, moving on…

Setting the root password ensures that nobody can log into the MySQL
root user without the proper authorisation.

Set root password? [Y/n] < – APERTE ENTER New password: <– DIGITE A SENHA DE ROOT DO MYSQL Re-enter new password: <– REPITA A SENHA DE ROOT DO MYSQL Password updated successfully! Reloading privilege tables.. … Success! By default, a MySQL installation has an anonymous user, allowing anyone to log into MySQL without having to have a user account created for them. This is intended only for testing, and to make the installation go a bit smoother. You should remove them before moving into a production environment. Remove anonymous users? [Y/n] <– ENTER PARA CONFIRMAR … Success! Normally, root should only be allowed to connect from ’localhost’. This ensures that someone cannot guess at the root password from the network. Disallow root login remotely? [Y/n] <– ENTER PARA CONFIRMAR … Success! By default, MySQL comes with a database named ’test’ that anyone can access. This is also intended only for testing, and should be removed before moving into a production environment. Remove test database and access to it? [Y/n] <– ENTER PARA CONFIRMAR - Dropping test database… … Success! - Removing privileges on test database… … Success! Reloading the privilege tables will ensure that all changes made so far will take effect immediately. Reload privilege tables now? [Y/n] <– ENTER PARA CONFIRMAR … Success! Cleaning up… All done! If you’ve completed all of the above steps, your MySQL installation should now be secure. Thanks for using MySQL!

Hora de instalarmos o Nginx, bora simbora? Pera! Antes de irmos temos de ajustar o repositório primeiro, para isto temos de fazer o seguinte:

root@appunixlabs:# cd /etc/yum.repos.d/

root@appunixlabs:# wget http://centos.karan.org/kbsingh-CentOS-Extras.repo

Pronto, precisamos agora somente editar o conf do repositório extra:

root@appunixlabs:# vim /etc/yum.repos.d/kbsingh-CentOS-Extras.repo

Precisamos deixar nosso conf parecido com este:

# pkgs in the -Testing repo are not gpg signed
[kbs-CentOS-Testing]
name=CentOS.Karan.Org-EL$releasever - Testing
gpgcheck=0
gpgkey=http://centos.karan.org/RPM-GPG-KEY-karan.org.txt
enabled=1
baseurl=http://centos.karan.org/el$releasever/extras/testing/$basearch/RPMS/

No gpgcheck temos de deixar 1.

Salvando e saindo do arquivo iremos deixar a casa arrumada:

root@appunixlabs:# yum update && yum install nginx -y

Agora teremos de colocar o nginx com direito de iniciar-se no momento do boot do server e depois disto validar este parâmetro:

root@appunixlabs:# chkconfig –levels 235 nginx on
root@appunixlabs:# /etc/init.d/nginx start

Para conferirmos que ficou filé basta abrir o navegador e digitar http://10.0.0.1, isto vai mostrar o container moendo :P.

Agora precisamos instalar o php, integrá-lo e ativar o suporte fastcgi. Para isto iremos abusar do yum (pra variar):

root@appunixlabs:# yum install lighttpd-fastcgi php-cli php-mysql php-gd php-imap php-ldap php-odbc php-pear php-xml php-xmlrpc php-mbstring php-mcrypt php-mssql php-snmp php-soap php-tidy -y

Agora precisamos editar o php.ini para dar suporte ao fastcgi:

root@appunixlabs:# vim /etc/php.ini

No padrão cgi.fix_pathinfo = 0 deixe cgi.fix_pathinfo = 1 (use a localização do vim a qual citamos neste post).

Vamos inicar agora o suporte ao FastCgi do PHP na porta 9000:

root@appunixlabs:# /usr/bin/spawn-fcgi -a 127.0.0.1 -p 9000 -u nginx -g nginx -f /usr/bin/php-cgi -P /var/run/fastcgi-php.pid

Agora devemos colocar essa instrução junto ao rc.local pra o bicho iniciar sozinho no momento do boot:

root@appunixlabs:# vim /etc/rc.local

Coloque isto no arquivo: /usr/bin/spawn-fcgi -a 127.0.0.1 -p 9000 -u nginx -g nginx -f /usr/bin/php-cgi -P /var/run/fastcgi-php.pid

Precisamos corrigir o keepalive do conf do nginx e mais coisas :(.

[ ... início do arquivo ... ]
worker_processes 5;
[... meio do arquivo ...]
keepalive_timeout 2;
[... fim do arquivo ...]

Precisamos criar o nosso default host :P, para isto temos de mudar a área do container do server:

server {
listen 80;
server_name _;

#charset koi8-r;

#access_log logs/host.access.log main;

location / {
root /usr/share/nginx/html;
index index.php index.html index.htm;
}

error_page 404 /404.html;
location = /404.html {
root /usr/share/nginx/html;
}

# redirect server error pages to the static page /50x.html
#
error_page 500 502 503 504 /50x.html;
location = /50x.html {
root /usr/share/nginx/html;
}

# proxy the PHP scripts to Apache listening on 127.0.0.1:80
#
#location ~ .php$ {
# proxy_pass http://127.0.0.1;
#}

# pass the PHP scripts to FastCGI server listening on 127.0.0.1:9000
#
location ~ .php$ {
root /usr/share/nginx/html;
fastcgi_pass 127.0.0.1:9000;
fastcgi_index index.php;
fastcgi_param SCRIPT_FILENAME /usr/share/nginx/html$fastcgi_script_name;
include fastcgi_params;
}

# deny access to .htaccess files, if Apache's document root
# concurs with nginx's one
#
location ~ /.ht {
deny all;
}
}

server_name é a parte que valida nome canônico (www.qualquercoisa.com.br)
location / adicionamos index.php como sendo prioridade na abertura de arquivos (o default da vida).
A pasta de arquivos (o que seria um public_html ou www, ou ainda um httpdocs da vida) é /usr/share/nginx/html. (document root)
O principal deste arquivo é esta parte -> location ~ .php$ {}, devemos descomentar a mesma para que esteja validada.
Se não mudarmos fastcgi_param para fastcgi_param SCRIPT_FILENAME /usr/share/nginx/html$fastcgi_script_name; o php não conseguirá interpretar os scripts subjacentes no path (document root).

Bora meter o pau e ver como tudo ficou bombado?

root@appunixlabs:# /etc/init.d/nginx restart

E para ver que a parada está de fato funcionando/bombando/matando a pau devemos usar qualquer coisa do php para interpretação (testes), podemos usar o phpinfo mesmo. Para isto faça o seguinte:

root@appunixlabs:# vim /usr/share/nginx/html/index.php

Dentro dele coloque o seguinte:

< ?php phpinfo(); ?>

Depois disso, para testificarmos que a parada tá rodando devemos acessar por nosso navegador http://10.0.0.1/index.php

Pronto!

Fontes:

nginx: http://nginx.net/
nginx Wiki: http://wiki.codemongers.com/Main
PHP: http://www.php.net/
MySQL: http://www.mysql.com/
CentOS: http://www.centos.org/
How2Forge: http://migre.me/5rRVS

Como instalar php apache mysql phpmyadmin no Centos 6

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Olá pessoal, como vocês sabem somos fanáticos pelo ambiente LAMP e agora iremos colocar para vocês um how to simples porém funcional de como instalar o apache, mysql, php e phpmyadmin na plataforma CentOs 6.

Vamos começar deixando tudo atualizado e corrigido:

[root@appunixlabs ~]# yum clean all && yum update -y

Agora vamos instalar o mysql:

[root@appunixlabs ~]# yum install mysql mysql-server -y

Devemos dar pemrissões para que o mysql (serviço) carregue no momento do boot:

[root@appunixlabs ~]# chkconfig –levels 235 mysqld on

E em seguida iniciar o sistema de banco de dados:

[root@appunixlabs ~]# /etc/init.d/mysqld start

Para setarmos as senhas de mysql devemos usar o seguinte comando:

[root@appunixlabs ~]# mysql_secure_installation

NOTE: RUNNING ALL PARTS OF THIS SCRIPT IS RECOMMENDED FOR ALL MySQL
SERVERS IN PRODUCTION USE! PLEASE READ EACH STEP CAREFULLY!

In order to log into MySQL to secure it, we’ll need the current
password for the root user. If you’ve just installed MySQL, and
you haven’t set the root password yet, the password will be blank,
so you should just press enter here.

Enter current password for root (enter for none):
OK, successfully used password, moving on…

Setting the root password ensures that nobody can log into the MySQL
root user without the proper authorisation.

Set root password? [Y/n] Enter para confirmar que quer mudar a senha de root
New password: Coloque a nova senha de root
Re-enter new password: Confirme a nova senha de root
Password updated successfully!
Reloading privilege tables..
… Success!

By default, a MySQL installation has an anonymous user, allowing anyone
to log into MySQL without having to have a user account created for
them. This is intended only for testing, and to make the installation
go a bit smoother. You should remove them before moving into a
production environment.

Remove anonymous users? [Y/n] Pressione Enter para invalidar acessos anônimos
… Success!

Normally, root should only be allowed to connect from ‘localhost’. This
ensures that someone cannot guess at the root password from the network.

Disallow root login remotely? [Y/n] Pressione Enter para Remover o acesso remoto ao banco de dados
… Success!

By default, MySQL comes with a database named ‘test’ that anyone can
access. This is also intended only for testing, and should be removed
before moving into a production environment.

Remove test database and access to it? [Y/n] Pressione Enter para remover a base de dados de testes
– Dropping test database…
… Success!
– Removing privileges on test database…
… Success!

Reloading the privilege tables will ensure that all changes made so far
will take effect immediately.

Reload privilege tables now? [Y/n] Pressione enter para que o flushprivileges opere imediatamente e valide as mudanças
… Success!

Cleaning up…

All done! If you’ve completed all of the above steps, your MySQL
installation should now be secure.

Thanks for using MySQL!

[root@appunixlabs ~]#

Agora vamos instalar o apache com o seguinte comando:

[root@appunixlabs ~]# yum install httpd -y

Agora devemos deixar o apache com a mesma essência de serviços do mysql, operando assim que o boot for realizado:

[root@appunixlabs ~]# chkconfig –levels 235 httpd on

E para iniciarmos o bichão (apache):

[root@appunixlabs ~]# /etc/init.d/httpd start

Se quisermos acessar o server para garantir que o mesmo está operando filé em nosso sistema operacional, caso o server esteja em rede podemos acessa-lo através de seu respectivo ip. Pressupondo que o ip deste server seja 10.0.0.1, para que meu pc em rede confirme se o apache está fino podemos abrir nosso navegador e colocar o seguinte endereço: http://10.0.0.1
Uma página do apache sob CentOs será exibida mostrando que tudo está filé.

Vamos agora instalar o php

[root@appunixlabs ~]# yum install php

Devemos reiniciar o apache para garantir que a integração do interpretador esteja 100% eficaz:

[root@appunixlabs ~]# /etc/init.d/httpd restart

Aonde fica o danado do path do php em meu sistema operacional Centos???
Calma, fique tranquilo, tudo está situado em /var/www/html, e para provar que sua instalação ficou filé faça o seguinte:
Nessa pasta crie um arquivo chamado index.php, abra-o com o vim ou crie-o com echo e dentro dele coloque uma instrução, veja o passo a passo:

[root@appunixlabs ~]# echo "<?php phpinfo(); ?>" >> index.php

Pressupondo que o ip deste server seja 10.0.0.1, para que meu pc em rede confirme se o apache está fino podemos abrir nosso navegador e colocar o seguinte endereço: http://10.0.0.1/index.php

Deverão ser exibidas todas as extensões e variáveis globais predefinidas na instalação nesta página acessada.

Agora precisamos fazer com que o mysql esteja integrado com o php, para isso iremos rodar o seguinte comando:

[root@appunixlabs ~]# yum install php-mysql php-gd php-imap php-ldap php-mbstring php-odbc php-pear php-xml php-xmlrpc -y

E para garantir que tudo está filé e com integração perfeita com nosso container vamos rodar o seguinte:

[root@appunixlabs ~]# /etc/init.d/httpd restart

Precisamos fechar com chave de ouro agora no ponto de instalação fo phpmyadmin.
Para isto devemos fazer o seguinte-> Instalar o repositório RPMForge que é simplesmente punk e em seguida instalar os pacotes vindouros dele. Vamos por a mão na massa?

[root@appunixlabs ~]# rpm –import http://dag.wieers.com/rpm/packages/RPM-GPG-KEY.dag.txt

Se seu sistema for 64 bits rode:

[root@appunixlabs ~]# yum install http://pkgs.repoforge.org/rpmforge-release/rpmforge-release-0.5.2-2.el6.rf.x86_64.rpm

Se seu sistema for 32 bits rode:

[root@appunixlabs ~]# yum install http://pkgs.repoforge.org/rpmforge-release/rpmforge-release-0.5.2-2.el6.rf.i686.rpm

Agora vamos instalar o phpmyadmin:

[root@appunixlabs ~]# yum install phpmyadmin -y

Precisamos agora criar aliases para que o phpmyadmin seja acessível sem qualquer transtorno junto ao apache, para isto devemos mudar o seguinte conf-> /etc/httpd/conf.d/phpmyadmin.conf e devemos mudar o seguinte, comentar as linhas abaixo (caso não estejam comentadas):

#<Directory "/usr/share/phpmyadmin">
#  Order Deny,Allow
#  Deny from all
#  Allow from 127.0.0.1
#</Directory>


E garantir que os aliases estejam conforme os abaixo dessa linha:

Alias /phpmyadmin /usr/share/phpmyadmin
Alias /phpMyAdmin /usr/share/phpmyadmin
Alias /mysqladmin /usr/share/phpmyadmin

Feito isso devemos garantir que nosso phpmyadmin faça validação por HTTP e não por meio de cookies, devemos editar o seguinte conf /usr/share/phpmyadmin/config.inc.php e mudar a seguinte linha:

/* Authentication type */
$cfg[‘Servers’][$i][‘auth_type’] = ‘http’;

Em http fica cookie, troque cookie por http para evitar dor de cabeça.

Depois de salvar o arquivo faça com que tudo esteja validado reiniciando o apache:

[root@appunixlabs ~]# /etc/init.d/httpd restart

Pressupondo que o ip deste server seja 10.0.0.1, para que meu pc em rede confirme se o apache está fino podemos abrir nosso navegador e colocar o seguinte endereço: http://10.0.0.1/phpmyadmin

Tudo ok?

Abraços e bons estudos.

Fontes:

Centos: http://centos.org/
Apache: http://apache.org
Mysql: http://mysql.com/
PhpMyadmin: http://www.phpmyadmin.net/home_page/index.php
PHP: http://www.php.net/
Linux: http://en.wikipedia.org/wiki/Linux
RPMForge: http://rpmrepo.net/RPMforge
How to forge: http://www.howtoforge.com/installing-apache2-with-php5-and-mysql-support-on-centos-6.0-lamp

Como fazer QoS de banda (controle de banda) no Ubuntu Server, Debian, Fedora, Centos, RedHat e etc

Standard

Vamos perceber o seguinte.
Esse how to serve para TODAS as distribuições que rodam como um gateway de internet, sendo somente um caso de particularidade a questão de paths de configurações, como por exemplo, para instalar o CBQ no ubuntu basta usar apt-get install shaper -y.
Isto instalará ele e basta você localizar o path aonde o script shaper está (/etc/init.d/shaper) e seus respectivos confs (/etc/shaper).
No caso das outras distribuições (red hat based -> Centos, Fedora e Red Hat) podemos ver que seu path fica em /etc/sysconfig/cbq. No caso de red hat já existe um arquivo de exemplo que serve para mostrar como as coisas são configuradas no padrão, seu nome é cbq-0000.example e existe outro mas é um caso de utilização do próprio CBQ, o avpkt.
Neste caso iremos criar tudo na mão.
Antes de por a mão na massa temos de entender algumas regras PRIMÁRIAS do CBQ.
Abaixo seguem as mesmas:

O nome dos arquivos de download

cbq-0002-download.in

Todos os arquivos de download devem obedecer a algumas regras na hora de serem nomeados. A primeira delas é que todos os arquivos de download devem começar com cbq-

cbq-0002-download.in

A numeração sempre deve começar a partir do 0002;

cbq-0002-download.in

Todos os arquivos devem terminar com .in

cbq-0002-download.in

O conteúdo dos arquivos de download

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit
RATE=64Kbit
WEIGHT=6Kbit
PRIO=5
RULE=10.0.0.2
BOUNDED=yes
ISOLATED=yes

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit – Esta linha contém a interface que sai para os clientes da rede.
RATE=64Kbit – Quantidade de banda destinada ao cliente. Aqui coloca-se qualquer valor que se deseje separar para o IP do cliente.
WEIGHT=6Kbit – Taxa máxima de download que o cliente pode alcançar (com pequenas variações para mais ou para menos).
PRIO=5 – Prioridade com que o IP do cliente deve ser vigiado. O normal é deixar 5.
RULE=10.0.0.2 – IP do cliente a ser vigiado.
BOUNDED=yes – Se setado para yes o usuário estará limitado mesmo que o link esteja com folga.
ISOLATED=yes – Se setado para yes indica que o cliente não poderá emprestar banda pra ninguem.

Arquivos de upload
O nome dos arquivos de upload

cbq-0002-upload.out

Todos os arquivos de upload devem obedecer a algumas regras na hora de serem nomeados. A primeira delas é que todos os arquivos de upload devem começar com cbq-

cbq-0002-upload.out

A numeração sempre deve começar a partir do 0002;

cbq-0002-upload.out

Todos os arquivos devem terminar com .out

cbq-0002-upload.out

O conteúdo dos arquivos de upload

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit
RATE=64Kbit
WEIGHT=6Kbit
PRIO=5
RULE=10.0.0.2,
BOUNDED=yes
ISOLATED=yes

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit – Esta linha contém a interface que sai para os clientes da rede.
RATE=64Kbit – Quantidade de banda destinada ao cliente. Aqui coloca-se qualquer valor que se deseje separar para o IP do cliente.
WEIGHT=6Kbit – Taxa máxima de download que o cliente pode alcançar (com pequenas variações para mais ou para menos).
PRIO=5 – Prioridade com que o IP do cliente deve ser vigiado. O normal é deixar 5.
RULE=10.0.0.2, – IP do cliente a ser vigiado. Observe que no arquivo de upload, o IP termina com uma vírgula (,).
BOUNDED=yes – Se setado para yes o usuário estará limitado mesmo que o link esteja com folga.
ISOLATED=yes – Se setado para yes indica que o cliente não poderá emprestar banda pra ninguem.

Iniciando o CBQ

Depois de criadas todas as regras, é preciso compilá-las, com o comando (isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# cbq compile

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# /etc/init.d/shaper compile

Basta, depois da compilação, iniciar o CBQ com o comando (isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# cbq start

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# /etc/init.d/shaper start

Ou se desejar pará-lo (isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# cbq stop

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# /etc/init.d/shaper stop

CBQ na inicialização

Adicione o comando cbq start ao rc.local para que carregue sozinho no ato do boot
(isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# echo "cbq start" >> /etc/rc.local

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# echo "/etc/init.d/shaper start" >> /etc/rc.local

Fontes:

http://www.ubuntu.com/ubuntu (ubuntu)
http://www.debian.org/ (debian)
http://centos.org/ (centos)
http://www.projetofedora.org/ (fedora)
http://sourceforge.net/projects/cbqinit/ (cbq)
http://migre.me/5gcMr (cbq sob fedora)

Centos 6.0 Lançado e Pronto para DOWNLOAD

Standard

CentOS CentOS 6.0, a Linux distribution built from source RPM packages for Red Hat Enterprise Linux 6.0, has been released: “We are pleased to announce the immediate availability of CentOS 6.0 for i386 and x86_64 architectures. CentOS 6.0 is based on the upstream release EL 6.0 and includes packages from all variants. All upstream repositories have been combined into one, to make it easier for end users to work with. There are no CD images being released with CentOS 6, however we have some CD variants in the pipeline. Since upstream has a 6.1 version already released, we will be using a Continuous Release repository for 6.0 to bring all 6.1 and post 6.1 security updates to all 6.0 users, till such time as CentOS 6.1 is released. Read the release announcement and release notes for detailed information and upgrade instructions. Download (mirror list): CentOS-6.0-i386-bin-DVD.iso (4,487MB, SHA256, torrent), CentOS-6.0-x86_64-bin-DVD1.iso (4,042MB, SHA256, torrent).

 

Fonte: http://distrowatch.com/6775

Como instalar yum no Centos 32 e 64 bits sem complicação

Standard

Tutorial de instalação do YUM no CENTOS 5 (tanto para 32 bits como 64 bits):

Para 32 bits (i386):

rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/elfutils-libs-0.137-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/gmp-4.1.4-10.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/readline-5.1-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-2.4.3-27.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-iniparse-0.2.3-4.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/libxml2-2.6.26-2.1.2.8.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/libxml2-python-2.6.26-2.1.2.8.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/expat-1.95.8-8.2.1.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-elementtree-1.2.6-5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/sqlite-3.3.6-5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-sqlite-1.1.7-1.2.1.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/elfutils-0.137-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/rpm-python-4.4.2.3-18.el5.i386.rpm # (1)
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/m2crypto-0.16-6.el5.6.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-urlgrabber-3.1.0-5.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-metadata-parser-1.1.2-3.el5.centos.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-3.2.22-20.el5.centos.noarch.rpm http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-fastestmirror-1.1.16-13.el5.centos.noarch.rpm
yum -y update

Para 64 bits (x86_64):

rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/gmp-4.1.4-10.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/readline-5.1-3.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-2.4.3-27.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/libxml2-2.6.26-2.1.2.8.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/libxml2-python-2.6.26-2.1.2.8.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/expat-1.95.8-8.2.1.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-elementtree-1.2.6-5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/sqlite-3.3.6-5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-sqlite-1.1.7-1.2.1.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/elfutils-libelf-0.137-3.el5.x86_64.rpm
rpm –nodeps -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/elfutils-0.137-3.el5.x86_64.rpm
rpm –nodeps -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/rpm-4.4.2.3-18.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/rpm-python-4.4.2.3-18.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/m2crypto-0.16-6.el5.6.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-urlgrabber-3.1.0-5.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-metadata-parser-1.1.2-3.el5.centos.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-iniparse-0.2.3-4.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-fastestmirror-1.1.16-13.el5.centos.noarch.rpm http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-3.2.22-20.el5.centos.noarch.rpm
yum -y update

Abraços.

Como instalar YUM no Red Hat 4 ou Centos 4

Standard

Essa é uma questão muito comum entre os sysadmins que tentam instalar o yum no red hat 4 ou centos 4 e não têm tido sucesso.

Abaixo preparei um how to com um link próprio dos arquivos para que você não tente encontrar o pacote na web e acabe se decepcionando ao ver navios.

Para instalar o yum no centos ou redhat siga exatamente o que será descrito.

Esse how to mostra como instalar o yum no RedHat 4.x (centos 4.x) de maneira simples e amigável.

O que será preciso?

1 – Estar logado como root no terminal,
2 – Criar um diretório aonde as coisas estarão armazenadas,
3 – Ter uma internet acessível para poder baixar (claro!).

Logue-se como root, em seguida, na pasta root crie algo como:

mkdir tmp
cd tmp

Agora que estamos dentro de /root/tmp nós iremos baixar todos os arquivos necessários e iremos deixar que o próprio yum dê conta do recado. Use exatamente os comandos abaixo para pegar os arquivos:

wget http://www.libphp.net/repositorio/yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm

Agora que já temos os arquivos (pacotes) vamos instalar os mesmos:

rpm -ivh libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
rpm -ivh python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm
rpm -ivh yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm

Vamos ajustar o repositório:

wget http://www.libphp.net/repositorio/rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Após

rpm -ivh rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Depois disto somente faça:

yum update

Pronto!