Como descobrir qual processador roda no seu Mac Os X de forma simples.

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Galera, vamos rodar simples comandos para colhermos informações sobre nossos macs, ok?

Primeiro teremos de abrir nosso terminal, para isto clique em Aplicativos-> Utilitários -> Terminal:

abrir terminal UNIX no mac

abrir terminal UNIX no mac

Dentro do terminal você digitara os seguintes comandos:

 

Little-oaks-iMac:~ little_oak$ sysctl -n machdep.cpu.brand_string

A saída deve parecer com esta da imagem abaixo (que é Intel(R) Pentium(R) Dual CPU E2160 @ 1.80ghz —> Perceba que varia de cada processador, com certeza o seu deve ser core i5 e etc):

Lendo info da CPU

Lendo info da CPU

Temos outra alternativa VIÁVEL :P, bora ver?

 

Little-oaks-iMac:~ little_oak$ system_profiler | grep Processor

A saída deve se parecer muito com:

Processor Name: Intel Core 2 Duo
Processor Speed: 1.8 GHz
Number Of Processors: 1

Lendo info da CPU EXTRA

Lendo info da CPU EXTRA

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😛

 

Fonte: http://osxdaily.com

Uso do comando cat no Linux e suas facilidades

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Olá galera tudo tranquilo?

Tenho ficado meio sumido daqui mas, é que o trabalho e a querida Faculdade tem me tomado todo tempo… Hoje, domingão fatídico resolvi dar um dica a vocês sobre um commando que utilizo muito e que muito facilita minha vida em alguns momentos de administração de servidores Linux. Trata-se do comando cat.

O comando cat serve para escrever arquivos de texto, exibir (mostrar na tela) seu conteúdo ou ainda concatenar (juntar) dois arquivos de texto.

Vejam a sintaxe do comando cat:

root@appunix:˜#cat [opções] appunix.txt

Vejamos agora as formas que mais ultilizo no meu dia-a-dia.

Criando um arquivo usando comando cat

root@appunix:˜#cat > appunix.txt

Após digitar o comando acima cairá para a linha de baixo parecendo não ter tido efeito algum seu commando…. Não se engane, você já está na edição do arquivo, escreva o que desejar e depois para sair dê ENTER para cair a uma linha em branco e depois dê um CTRL+D e seu arquivo já estará criado e salvo.O sinal de “>”(maior) após o cat serve para escrever no arquivo appunix.txt como no nosso caso não temos tal arquivo dentro da pasta no qual estamos ele, o ” >” instrui o cat a criar um novo arquivo, caso já tivéssimos esse arquivo criado ele limparia o conteudo do mesmo e entraria como se o arquivo estivesse em branco.

Agora que você criou o arquivo appunix.txt você pode usar o próprio cat para exibir seu conteudo com a seguinte sintaxe:

root@appunix:˜# cat appunix.txt

Esse comando apenas jogará na tela o conteudo do arquivo appunix.txt, echoa na tela o conteudo desse arquivo texto.

Concatenando/Juntando arquivos de texto com o cat, esse que pra mim um dos mais interessantes usos do cat, faz duplicação/junção de 2 (dois) ou mais arquivos de texto.

Há 2 formas de de concatenar arquivos usando o comando cat, sendo elas nas seguintes sintaxes:

root@appunix:˜# cat appunix.txt > appunix2.txt

O comando com essa sintaxe faz com que o arquivo appunix2.txt passe a ter o mesmo conteudo do arquivo appunix.txt sobrescrevendo totalmente o conteudo que havia ali.

 

root@appunix:˜# cat appunix.txt >> appunix2.txt

O comando com essa sintaxe faz com que o arquivo appunix2.txt passe a ter o conteudo dos 2 arquivos, o comando faz com que o conteudo do arquivo appunix.txt seja colocado após a ultima linha escrita do arquivo appunix2.txt, e não como o comando anterior que sobrescrevia totalmente o arquivo2 pelo conteudo do arquivo1.

Podemos ainda chamar outros amigos do cat para facilitar nossa vida (não entrarei muito em detalhes), vai ai um exemplo… Sejam criativos os comando abaixo podem ser executados e adaptados para qualquer situação de nossa necessidade.

root@appunix:˜#cat /etc/squid/bloqueados.txt | grep orkut.com

*Esse comando eu uso quando quero saber se site orkut.com já está na lista dos sites bloqueados pelo meu squid

root@appunix:˜#cat /etc/squid/squid.conf | less

*O comando less pode ser usado como comando para leitura de arquivos que ocupem mais de uma tela. Quando toda a tela é ocupada, o less efetua uma pausa (semelhante ao more) e permite que você pressione seta para Cima e seta para Baixo ou PgUP/PgDown para fazer o rolamento da página. Eu geralmente uso less e more para arquivos muito grandes que que preciso ver minuciosamente  o conteudo de tal arquivo.

Essa são opções mais básicas do comando cat, vocês podem usar o comando man cat para visualizar o manual do cat, ou então podem usar o cat –help e verão as opções + comuns desse comando. Obrigado galera pela visita, espero ter passado pela melhor forma, fiquem com DEUS. Lembrando que o comando cat está presente qualquer sistema operacional Unix derivado ou seja de BSD a Ubuntu ou até mesmo Mac OS X todos por padrão possuem o pacote cat.

Abraço.:D

 

como listar a memória do cumputador ou placa-mãe no linux how to list memory or motherboard pc or server on console

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Tá, isso aí é dúvida de muuuuuuita gente, mas é algo simples.
As vezes precisamos fazer perícias para saber se uma aplicação/daemon será compatível com nossa estrutura de dispositivos (arquitetura, fsb, chipset e etc), e para isto precisamos de informações beeeeem detalhadas.
Abaixo descrevo alguns comandos que acho bacana:

lspci
Este comando lhe dá um detalhe bem legal sobre dispositivos pci em seu pc.
Em um pc simples a saída fica mais ou menos assim:

00:00.0 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.1 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.2 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.3 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.4 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.7 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:01.0 PCI bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237/VX700 PCI Bridge
00:0f.0 RAID bus controller: VIA Technologies, Inc. VIA VT6420 SATA RAID Controller (rev 80)
00:0f.1 IDE interface: VIA Technologies, Inc. VT82C586A/B/VT82C686/A/B/VT823x/A/C PIPC Bus Master IDE (rev 06)
00:10.0 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.1 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.2 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.3 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.4 USB Controller: VIA Technologies, Inc. USB 2.0 (rev 86)
00:11.0 ISA bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237 ISA bridge [KT600/K8T800/K8T890 South]
00:11.5 Multimedia audio controller: VIA Technologies, Inc. VT8233/A/8235/8237 AC97 Audio Controller (rev 60)
00:12.0 Ethernet controller: VIA Technologies, Inc. VT6102 [Rhine-II] (rev 78)
01:00.0 VGA compatible controller: VIA Technologies, Inc. KM400/KN400/P4M800 [S3 UniChrome] (rev 01)

Para informações beeem detalhadas use lspci -vv
(use os camandos como root).

lshw
Este comando é muito amigável e lhe dá um resumo bem bombado sobre seu hardware (memória, cpu e etc).
Em alguns casos ele consegue informar a frequência da memória (isto mesmo, ddr 1066 por exemplo).
Esse comando (na minha opinião) deve ser usado da seguinte forma:

lshw | more

O pipe “|” + more serve para paginar a saída de maneira que você possa ver pausadamente.

A saída deste comando é beeem legal, veja um pedacinho da saída falando de memória:

*-memory:0
description: System Memory
physical id: 40
slot: System board or motherboard
size: 4GiB
*-bank:0
description: DIMM 667 MHz (1.5 ns)
product: None
vendor: None
physical id: 0
serial: None
slot: DIMM_B1
size: 2GiB
width: 64 bits
clock: 667MHz (1.5ns)

Legal né?

Arquivo cpuinfo
Essa é uma das formas mais simples de saber que flags seu processador tem, qual velocidade dele, memória cache (L1, L2…) e etc.
Use da seguinte forma:

cat /proc/cpuinfo
A saída deste comando deve sair parecida com esta:

processor : 0
vendor_id : GenuineIntel
cpu family : 15
model : 4
model name : Intel(R) Pentium(R) 4 CPU 3.40GHz
stepping : 10
cpu MHz : 3400.425
cache size : 2048 KB
physical id : 0
siblings : 1
core id : 0
cpu cores : 1
apicid : 0
fdiv_bug : no
hlt_bug : no
f00f_bug : no
coma_bug : no
fpu : yes
fpu_exception : yes
cpuid level : 5
wp : yes
flags : fpu vme de pse tsc msr pae mce cx8 apic mtrr pge mca cmov pat pse36 clflush dts acpi mmx fxsr sse sse2 ss ht tm pbe lm constant_tsc up pni monitor ds_cpl est cid cx16 xtpr lahf_lm
bogomips : 6805.08

Legal!

arquivo devices
Esse é um meio muito resumido e particularmente não gosto muito, mas segue a dica:
cat /proc/devices

Mostra os dispositivos resumidamente (no estilo lsmod).

Arquivo meminfo
Este arquivo lhe informa memória com um pouco mais de detalhes:
cat /proc/meminfo

Comando dmesg
Esse comando é muito legal, precisa somente de um extrinha:
use-o com o more!

dmesg | more

Normalmente a saída é enorme.
O comando dmesg dá um resumo do startup do sistema operacional lgnu/linux, assim como detalha em um rápido processo as coisas boas e ruins que estão ocorrendo com o sistema. (MUITO ÚTIL).
Erros de boot, erros de kernel, dispositivos desconhecidos e etc!

dmidecode
O comando dmidecode é um monstro. Esse comando dá todos os detalhes de hardware (isto mesmo, informe até o modelo da placa-mãe).
Utilize-o da seguinte forma:

dmidecode | more

Um pouco da saída:

System Information
Manufacturer: MICRO-STAR INTERNATIONAL CO., LTD
Product Name: MS-7071
Version: 1.00
Serial Number:
UUID: Not Present
Wake-up Type: Power Switch

Esse comando é uma mãe! Isto mesmo, muito bom para saber as informações detalhadas de uma motherboard, sem contar que você pode colher as informações de chipset e modelo da placa-mãe, podendo assim até consultar informações direto do fabricante.

Abraços a todos e espero que este post tenha sido útil.