Mysql::Error: Can’t create/write to file RUBY ON RAILS /tmp

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ruby

Como sanar este erro?

Das coisas mais malucas que já vi foi o ror pedir um temp dentro do mysql para poder trabalhar.

Bem, se essa é a onda dele, vamos curtir juntos, não? Como sanar?

Entre dentro do /etc/my.cnf

Insira a seguinte linha:

tmpdir = /var/lib/mysql/tmp

Isto deve ser colocado na parte [mysqld].

Assim que for feito ainda não reinicie o mysql, faça os passos:

mkdir /var/lib/mysql/tmp

chown mysql:mysql /var/lib/mysql/tmp

E por fim use o comando:

service mysql restart

Depois disto curta a onda e nada de flip ;). (Quilhas cortam MUITO)

Ubuntu Foundation Angariando Recursos para o Ubuntu: Isto é Correto ou Errado?

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Há pouco tempo a Ubuntu Foundation (erroneamente estão fazendo alusão direta a Canonical) está angariando dólares para o Ubuntu (podemos verificar um post sobre no Br-Linux Aqui!), e isto está gerando satisfação em alguns usuários e para outros (ou nem usuários) há queixas e alegações das mais absurdas formas. Veja a “tela” que é disposta assim que solicitamos o download do Ubuntu:

Antes de mais nada vamos analisar com parcimônia todo o trajeto (de forma muito resumida) do Ubuntu.
Desde 2004 a proposta do Ubuntu era tornar-se a distribuição que proporcionasse a experiência mais amigável a usuários Linux (e principalmente NÃO Linux) com Desktops Linux. O prisma da época não circulava somente no ponto de vista do visual do desktop, mas como o ecossistema inteiro responderia as mais variadas situações do cotidiano de um usuário final (atualizações do sistema, aplicação de tais atualizações, alertas de rede, notificações de espaço em disco, impressões, novos emails e etc). Houve êxito e toda parte “difícil” (entrar na shell para executar coisas simples, por exemplo montar um Pen Drive) do Linux foi mitigada com a presença do Ubuntu.

Anos se passaram, muitas coisas foram modificadas (inclusive o ambiente gráfico que passou a receber prioridade máxima, tendo seu titular o Unity), muitas coisas melhoraram e muitas coisas permaneceram legais. A linha de servidores (assim como Desktops) recebeu honraria do mais alto nível no que tange a atualizações, a série LTS (suporte extendido) ganhou muita repercussão por tornar a experiência de atualizações muito amigável (não em termos de funcionalidades, mas no campo de upgrade de hardware ou versionamento do sistema operacional em si).

Toda a história do Linux teve um tempero de qualidade com o surgimento do Ubuntu, mas e as perguntas que nos assombram?

Por que não cobram por algo tão bom?
Como conseguem enviar CDS e Adesivos sem qualquer custo?

O reflexo de todo investimento realizado pela fundação está patente a todos os olhos de qualquer pessoa envolvida com TI. Diga-se de passagem que muitos conheceram o Ubuntu antes mesmo de saberem o que era Linux!

Em 2006, eu, um usuário assíduo Slackware me rendi a tanta praticidade que “aquela coisa” proporcionava. Anos se passaram e fui muito atendido em todas as esferas (pessoas e comerciais) com o tal “Sistema bonitinho que tudo fazia para mim!”.
Hoje administro 3 servidores Ubuntu, sendo 2 para CFTV e 1 para banco de dados, e me pergunto?

Será que tantos anos de estabilidade não merecem qualquer reconhecimento?

Elogios não enchem barrigas de desenvolvedores, e será mais que necessário tirar a cauterização que foi realizada com os Mrs. FOSS do passado -> “tudo que é livre é grátis!”.

Discusso lindo  (acima) que não paga contas de água, luz, aluguel de salas, links, alimentos e dispositivos (hardware) para testes que já ouvimos antes e que não funcionam mais.

 

Quanto o Ubuntu já gerou de lucro para você? Quanto ele valeria aos seus olhos?

Apesar de ser usuário Mac Os X, logo em breve estarei comprando acessórios na loja do Ubuntu (http://shop.canonical.com/) e farei alguma doação significativa, pois quanto mais motivados (programadores) melhor será a qualidade do produto (Ubuntu). A Red Hat tornou o seu sistema operacional fechado no que tange a distribuição de sources por repositórios internos, o que obriga o usuário a adquirir (comprar a licença de uso) o sistema operacional (muito bom, por sinal), mas, o Ubuntu não merecia ser pago?

Sim!

A Qualidade do Sistema operacional está sendo distribuída gratuitamente, arrancaria pedaços dos meus dedos para preencher dados de cartão de crédito no Paypal?

Não!

 

Se você leu este post e tem uma idéia adjacente ou ainda, é oposto à minha reflexão deixe seu comentário, mas elevo o tom em um horizonte -> Será que anos de suprimento de qualidade, segurança, estabilidade e respeito não valem sequer 10 U$ para você?

MySQL server has gone away

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Seu mysql anda estranho quando você está tentando fazer upload de um arquivo enorme via console (na verdade o restore, ou seja, mysql -u usuario -p nomedobdprarestaurar < arquivo.sql)???

Bem, se a mensagem de erro for esta -> MySQL server has gone away NÃO precisa entrar em pânico, só existem 2 coisas que são feitas e sanam tranquilamente o erro:

1 – entre no /etc/my.cnf (ou arquivo de configuração do mysql) e informe set-variable = max_connections=1500

Isto vai liberar para 1500 conexões concorrentes no mysql.

2 – Se o erro persistir, no mesmo arquivo informe:

max_allowed_packet = 5000000000

Você estará liberando uploads/restore/dumps de 1gb de tamanho.

Depois disso, reinicie o mysql (normalmente service mysql restart) e corra para o abraço.

 

Ah, se quiser ver qual valor ficou setado (só para conferir depois do restart use):

mysql> SHOW VARIABLES LIKE ‘max_allowed_packet’;

'xterm-256color': unknown terminal type no mac os x Lion, Mac os x mountain ou mac os x snow leopard

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Se este erro ocorre com você na tentativa de acesso ao terminal de um servidor Ubuntu, Debian, Mint ou qualquer outro Debian Based usando Mac os X e recebe o erro ‘xterm-256color’: unknown terminal type, entre no servidor de destino aonde o terminal conecta e use o seguinte comando:

apt-get install ncurses-term -y

Isso vai instalar o pacote que faltava.

Interessante que se o erro não for corrigido, por exemplo, um comando inportante como top ou screen não funcionam :(.

Em plataformas Red Hat não rola isto.

FIAT + FIORI – UMA PARCERIA DE BABACAS FOREVER ALONE

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A concessionária Fiori, revendedora da linha Fiat em João Pessoa, comercializou em dezembro de 2011 um veículo ‘Novo Palio’, modelo 2012, de placas OFB-7139-PB, com falhas ao cliente José Fernando Santos de Carvalho.

De acordo com o comprador, dois dias após a aquisição do veículo, começaram os intermináveis problemas. Inicialmente, o veículo não deu partida, ou seja, quando a chave de ignição era acionada, o painel não acendia e o carro não ligava o motor.

Indignação
“Procurei a Fiori para solucionar o problema e ‘eles’ (Fiori) não detectaram nenhuma anomalia, informando que o carro estava em perfeitas condições de uso. No entanto, o problema persistiu e eu retornei diversas vezes na concessionária para relatar a mesma anomalia, além de outros tantos, como um alarme de velocidade excedida sem que o veículo estivesse em tal condição. Houve travamento de porta-malas, ponteiro pulando, computador de bordo todo sem regulagem, entre outros problemas”, disse José Fernando.

Medo
O consumidor prejudicado teme pela sua vida e da sua família. Ele revelou que por conta de sua vida profissional, necessita  viajar constantemente. “Eu não posso nem me arriscar, pois não confio mais no Palio que adquiri na Fiori. Vou procurar meus direitos e tenho fé que tudo será resolvido”, desabafou José Fernando.

O outro lado

A reportagem do Paraíba Já entrou em contato com a Fiori, pelo 3208-1512, porém, a ligação passou por diversos ramais e acabou sendo desligada.

Paraíba Já

 

 

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http://paraibaja.com.br/?p=noticia_int&id=19509

 

Defeito de fábrica em Novo Palio 2012 e o descaso da FIAT

Nos ultimos 3 meses e meio, tenho retornado à Concessionária Fiat varias vezes. O fato é que comprei um carro(NOVO PALIO 2012) com anomalias, que eles nao conseguem resolver. Eles alegam: “O carro está em perfeitas condicoes de uso”.

Pasmem, ja experimentei porta-malas eletrico travado(no dia que ia viajar para ser padrinho de casamento), computador de bordo informando problemas no motor, dificuldades pra ligar o carro, ponteiro do velocimetro “PULANDO”, cortes na ingestão de combustível enquanto em movimento, controle das portas não respondendo e outras falhas na entrega do produto(direção desalinhada, risco no painel, peças alteradas).

Eu ja não aguento mais relatar o problema a empresa ou ficar vários dias à pés, por deixar o carro na Concessionária. Passo por diversos transtornos e incovenientes.

Tenho um filho de 1 ano. Todo pai sabe que “é lei”, chegar em casa e dar uma voltar na rua com o bebe pra ele nao chorar.Ficar se o unico carro da familia é MUITO PROBLEMATICO.

Faço viagems constantes à refice-PE, devido ao meu mestrado na UFPE e tenho MEDO DA INTEGRIDADE FISICA DA MINHA FAMILIA.

Sugiro que NÃO COMPREM VEICULOS FIAT, É JOGAR DADOS COM A SORTE. se o carro sair bem, ok, senão, vc ESTARÁ NO PREJUIZO (FATO).

 

Como amenizar o impacto do cpbackup no cpanel quando usa o Rsync

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Das coisas que acho interessante no cpanel é a flexibilidade com que as coisas operam.
O Cpanel em si não é um problema, porém, vamos analisar um caso aonde o horário comercial começou e o nosso backup ainda está moendo, moendo e moendo… no momento em que o rsync começa a trabalhar uma coisa que arrebenta bastante é justamente quando ele inicia e chama as fg -rlptD, isso faz com que o I/O fique piradoooo.

Uma forma de cortar um pouco o peso desse i/o é indo no arquivo cpbackup (/usr/local/cpanel/scripts/cpbackup) e acrescentar o recurso de banda de i/o ao rsync, isso vai amenizar uns 50% do peso do backup.

Uma forma simples que aplico nos servidores que gerencio e roda de forma bem bacana é a seguinte:

Localizando a linha my $rsyncopts = ‘-rlptD’; acrescente e deixe assim:

my $rsyncopts = ‘-rlptD –bwlimit=7000’;

 

Isso vai fazer com que o rsync trafegue no disco um peso de 7mbps, apesar de um pouco lento, caso alguns sites necessitem de leitura e escrita de disco terão uma boa folga para trabalharem sob leveza.

O valor da flag bwlimit é medida em KBPS, se você quiser colocar mais ou menos é fácil, mas eu deixo esse valor baseado na resposta do hdparm (hdparm -tT /dev/sda ou sdX aonde X é a letra do seu disco), o hdparm além de confirmar se o motor do disco está bom ainda te dá uma resposta de potência de leitura e escrita.

ps: Algo que faço por minha conta e risco é chattr +ai /usr/local/cpanel/scripts/cpbackup para bloquear o arquivo, mas não é bom em detrimento de mudanças constantes do cpanel (isso é coisa minha, mas se não fizer, na update seguinte ele sobrescreverá este arquivo :'(  ).

Abração pessoALL ;).

Playing error : Sua instalação do GStreamer está com um plug-in faltando. at /usr/bin/../share/gmusicbrowser/gmusicbrowser_gstreamer-0.10.pm line 135.

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Se essa é a mensagem de erro ao tentar tocar um arquivo MP3 junto ao seu Ubuntu/Xubuntu/Kubuntu, não chore e nem desanime, na verdade o que está rolando é a falta de plugins para stream de audio.
Para sanar isto basta abrir seu terminal e digitar:

sudo apt-get install ubuntu-restricted-extras -y

Serão baixados mais de 100mb de plugins, mas tudo bacana (mp3, flash, mp4, avi e etc…).

Depois disso é só alegria.

Abraços a todos ;P

Use of uninitialized value in string ne at /usr/sbin/ddclient line 1973.

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Se você está usando DEBIAN-BASED (mind/debian/ubuntu) e toda vez que roda o comando ddclient ele apresenta erro SEUS PROBLEMAS “SE ACABARAM-SE”!

Para sanar, como root faça o seguinte:

rm -rf /var/cache/ddclient/ddclient.cache

Depois rode o comando ddclient, a saída vai ser algo semelhante a:
SUCCESS:  updating SEUHOST.ALGUMACOISAg: good: IP address set to IPDASUAINTERFACEWEB

 

Abraços galera

Como fazer QoS de banda (controle de banda) no Ubuntu Server, Debian, Fedora, Centos, RedHat e etc

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Vamos perceber o seguinte.
Esse how to serve para TODAS as distribuições que rodam como um gateway de internet, sendo somente um caso de particularidade a questão de paths de configurações, como por exemplo, para instalar o CBQ no ubuntu basta usar apt-get install shaper -y.
Isto instalará ele e basta você localizar o path aonde o script shaper está (/etc/init.d/shaper) e seus respectivos confs (/etc/shaper).
No caso das outras distribuições (red hat based -> Centos, Fedora e Red Hat) podemos ver que seu path fica em /etc/sysconfig/cbq. No caso de red hat já existe um arquivo de exemplo que serve para mostrar como as coisas são configuradas no padrão, seu nome é cbq-0000.example e existe outro mas é um caso de utilização do próprio CBQ, o avpkt.
Neste caso iremos criar tudo na mão.
Antes de por a mão na massa temos de entender algumas regras PRIMÁRIAS do CBQ.
Abaixo seguem as mesmas:

O nome dos arquivos de download

cbq-0002-download.in

Todos os arquivos de download devem obedecer a algumas regras na hora de serem nomeados. A primeira delas é que todos os arquivos de download devem começar com cbq-

cbq-0002-download.in

A numeração sempre deve começar a partir do 0002;

cbq-0002-download.in

Todos os arquivos devem terminar com .in

cbq-0002-download.in

O conteúdo dos arquivos de download

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit
RATE=64Kbit
WEIGHT=6Kbit
PRIO=5
RULE=10.0.0.2
BOUNDED=yes
ISOLATED=yes

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit – Esta linha contém a interface que sai para os clientes da rede.
RATE=64Kbit – Quantidade de banda destinada ao cliente. Aqui coloca-se qualquer valor que se deseje separar para o IP do cliente.
WEIGHT=6Kbit – Taxa máxima de download que o cliente pode alcançar (com pequenas variações para mais ou para menos).
PRIO=5 – Prioridade com que o IP do cliente deve ser vigiado. O normal é deixar 5.
RULE=10.0.0.2 – IP do cliente a ser vigiado.
BOUNDED=yes – Se setado para yes o usuário estará limitado mesmo que o link esteja com folga.
ISOLATED=yes – Se setado para yes indica que o cliente não poderá emprestar banda pra ninguem.

Arquivos de upload
O nome dos arquivos de upload

cbq-0002-upload.out

Todos os arquivos de upload devem obedecer a algumas regras na hora de serem nomeados. A primeira delas é que todos os arquivos de upload devem começar com cbq-

cbq-0002-upload.out

A numeração sempre deve começar a partir do 0002;

cbq-0002-upload.out

Todos os arquivos devem terminar com .out

cbq-0002-upload.out

O conteúdo dos arquivos de upload

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit
RATE=64Kbit
WEIGHT=6Kbit
PRIO=5
RULE=10.0.0.2,
BOUNDED=yes
ISOLATED=yes

DEVICE=eth1,10Mbit,1Mbit – Esta linha contém a interface que sai para os clientes da rede.
RATE=64Kbit – Quantidade de banda destinada ao cliente. Aqui coloca-se qualquer valor que se deseje separar para o IP do cliente.
WEIGHT=6Kbit – Taxa máxima de download que o cliente pode alcançar (com pequenas variações para mais ou para menos).
PRIO=5 – Prioridade com que o IP do cliente deve ser vigiado. O normal é deixar 5.
RULE=10.0.0.2, – IP do cliente a ser vigiado. Observe que no arquivo de upload, o IP termina com uma vírgula (,).
BOUNDED=yes – Se setado para yes o usuário estará limitado mesmo que o link esteja com folga.
ISOLATED=yes – Se setado para yes indica que o cliente não poderá emprestar banda pra ninguem.

Iniciando o CBQ

Depois de criadas todas as regras, é preciso compilá-las, com o comando (isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# cbq compile

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# /etc/init.d/shaper compile

Basta, depois da compilação, iniciar o CBQ com o comando (isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# cbq start

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# /etc/init.d/shaper start

Ou se desejar pará-lo (isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# cbq stop

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# /etc/init.d/shaper stop

CBQ na inicialização

Adicione o comando cbq start ao rc.local para que carregue sozinho no ato do boot
(isto em fedora, redhat e centos):

root@appunixlabs~# echo "cbq start" >> /etc/rc.local

No caso do Debian, Ubuntu, Mint e similares:

root@appunixlabs~# echo "/etc/init.d/shaper start" >> /etc/rc.local

Fontes:

http://www.ubuntu.com/ubuntu (ubuntu)
http://www.debian.org/ (debian)
http://centos.org/ (centos)
http://www.projetofedora.org/ (fedora)
http://sourceforge.net/projects/cbqinit/ (cbq)
http://migre.me/5gcMr (cbq sob fedora)

Ajustando o Timezone do Ubuntu Como mudar o timezone do ubuntu

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Se você está com o timezone ferrado em seu Ubuntu não deixe de acessar o console e corrigir isto assim:

root@appunix:~# tzselect

Escolha Sim, Brasil, Sua área (a minha tinha de ser São Paulo), logo após, use o comando:

root@appunix:~#ntpdate ntp.ubuntu.com

e cheque a data com:

root@appunix:~#date

Isto deverá imprimir algo como:

Sex Fev 04 00:22:47 BRT 2011

Como judar varios PDFs Linux Ubuntu | Debian

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Olá galera tudo na santa paz?
Surgiu esse dias a necessidade de juntar vários arquivos PDF em apenas 1 para enviar para um amigo que desejava estudar/conhecer um pouco sobre o mundo de um sysadmin Linux… surgiu a dúvida COmo juntar esses arquivos em apenas 1?
Pesquisando por ai (diga-se google) encontrei uma solução bem simples e eficaz….
Vamos lá….

Primeiro instale o aplicativo pdftk

root@appunix:~#apt-get install pdftk

Agora pra facilitar as coisas coloque todos os pdf´s a serem juntados na mesma pasta, vá até ela…. em nosso caso criamos uma pasta chamada labs na /home, vamos até ela

root@appunix:~#cd /home/labs
root@appunix:/home/labs# ls
linux1.pdf  linux2.pdf  linux3.pdf

Podem ver que tenho 3 arquivo, agora é bem simples digitem

root@appunix:/home/labs#pdftk linux1.pdf linux2.pdf linux3.pdf cat output linux.pdf

Explicando

pdftk → chamando o aplicativo que instalamos acima (ele é quem vai fazer a junção)
linux1.pdf linux2.pdf linux3.pdf → os arquivos que deseja juntar
cat output linux.pdf → funciona como se fosse um = na matemática, mandando concatenar o que o aplicativo pdftk fez com os 3 arquivos em questão no arquivo linux.pdf

Lembrando que eu poderia chamar o que chamo de linux.pdf de qualquer nome… não fiz testes para saber se o mesmo trabalha bem com caracteres especiais…. Está ai galera, simples/rápido e o melhor de tudo EFICIENTE….
Abraço a todos!!!! 😀

Como forçar a leitura de arquivos .htaccess no Ubuntu pelo Apache 2

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Calma gente, nada de pânico, nada de gritos e nem stress, os caras que fazem isto por você estão aqui!

Realidade

Ter o apache instalado no ubuntu por meio de apt-get ou aptitude, ter um arquivo htaccess dentro do diretório público e o mesmo não estar sendo lido.

 

Saída

Como sempre, lá vai a coisa “mastigadinha”:

1 – Acesse o diretório das configurações do apache referente aos virtual hosts, ou seja -> /etc/apache2/sites-available/

2 – Assim que chegar lá, acesse o arquivo referente ao seu site, no caso do meu foi o amigo Default, ele tinha um conteúdo semelhante a:

NameVirtualHost *
<VirtualHost *>
ServerAdmin webmaster@localhost

DocumentRoot /var/www/
<Directory />
Options FollowSymLinks
AllowOverride None
</Directory>
<Directory /var/www/>
Options Indexes FollowSymLinks MultiViews
AllowOverride None
Order allow,deny
allow from all
</Directory>

ScriptAlias /cgi-bin/ /usr/lib/cgi-bin/
<Directory “/usr/lib/cgi-bin”>
AllowOverride None
Options +ExecCGI -MultiViews +SymLinksIfOwnerMatch
Order allow,deny
Allow from all
</Directory>

ErrorLog /var/log/apache2/error.log

# Possible values include: debug, info, notice, warn, error, crit,
# alert, emerg.
LogLevel warn

CustomLog /var/log/apache2/access.log combined
ServerSignature On

Alias /doc/ “/usr/share/doc/”
<Directory “/usr/share/doc/”>
Options Indexes MultiViews FollowSymLinks
AllowOverride None
Order deny,allow
Deny from all
Allow from 127.0.0.0/255.0.0.0 ::1/128
</Directory>

</VirtualHost>

############################

Para corrigir a coisa altere somente os trechos como abaixo:

NameVirtualHost *
<VirtualHost *>
ServerAdmin webmaster@localhost

DocumentRoot /var/www/
<Directory />
Options FollowSymLinks Indexes
AllowOverride AuthConfig
</Directory>
<Directory /var/www/>
Options Indexes FollowSymLinks MultiViews
AllowOverride AuthConfig
Order allow,deny
allow from all
</Directory>

Como deixar o vim colorido no ubuntu

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Hoje estive procurando como deixar o vim colorido, o qual, acho o melhor editor para quem quer aprender a programar… aí vai a dica:

abra o arquivo /etc/vim/vimrc

(escolha o editor de sua preferência), gosto do vim :P.

Basta somente remover o comentário da linha referente a:

syntax on

Comigo, removi aspas duplas, mas pode ter tralha (#), remova e coloque ele para moer 😛

OBS: Pode ocorrer o erro abaixo

Error detected while processing /usr/share/vim/vimrc:
line 20:
E319: Sorry, the command is not available in this version: syntax on
Press ENTER or type command to continue

Este erro será corrigido instalando a versão “recheada” do vim, fazendo:

sudo apt-get install vim

Como instalar SSL no Apache2 sob Ubuntu Server

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usando o módulo SSL, criando chaves pública e privada e configurando o apache para usá-las.

Esse tutorial está assumindo que você instalou o Ubuntu versão Server, escolhendo a opção ‘Instalar Servidor LAMP”, apesar que pode ser útil em qualquer caso.
Se você não sabe instalar o LAMP2 sob Ubuntu Server acesse este link: http://www.appunix.com.br/howto/linux/lamp2-ubuntu-server-apache-2-mysql-5-php-5-phpmyadmin/

Instalando pacotes adicionais

Você já tem Servidor Linux+Apache+MySQL+PHP com pouco esforço com o Ubuntu e ele resolve a maior parte das demandas. Vamos adicionar ao pacote a possibilidade que seja possível navegar pelo seu site com uma conexão segura, o ‘https’. Para tanto, instale os pacotes adicionais para criar as chaves criptografadas.

sudo aptitude install openssl ssl-cert

Criando chaves pública e privada

Vamos criar uma pasta para guardar as chaves e usar um script para, respondendo algumas perguntas, criar chaves pública e privada que serão usadas pelo Apache2.

sudo mkdir /etc/apache2/ssl
sudo make-ssl-cert /usr/share/ssl-cert/ssleay.cnf /etc/apache2/ssl/apache.pem

Configurando o módulo SSL do Apache2

Vamos agora configurar o Apache2 para que além de usar a porta 80 ele use a porta 443, que é a porta padrão do https.

sudo su  -c 'echo Listen 443 >> /etc/apache2/ports.conf'

Depois disso, iremos habilitar o módulo ssl do Apache2.

sudo a2enmod ssl

Configurando o site com https

Você pode ter vários sites hospedados pelo mesmo Apache, nós iremos criar um segundo site no seu servidor, que na verdade é o site padrão usando https

sudo cp /etc/apache2/sites-available/default /etc/apache2/sites-available/ssl
sudo nano /etc/apache2/sites-available/ssl

Modifique o arquivo para usar a porta 443 e habilite a função SSL usando o certificado que criamos:

NameVirtualHost *:443
<VirtualHost *:443 >
        ServerAdmin webmaster@localhost

        SSLEngine On
        SSLCertificateFile /etc/apache2/ssl/apache.pem

        DocumentRoot /var/www/

Depois de editar o arquivo, habilite o site

sudo a2ensite ssl

E force o Apache2 a recarregar as configurações

sudo /etc/init.d/apache2 force-reload

Testando

Se não houve nenhuma mensagem de erro quando você forçou a reconfiguração do Apache2 é quase certo que quando você acessar “https://’ip-do-seu-servidor‘” verá seu site, mas a comunicação entre seu navegador e o servidor é criptografada.

Se por um “acaso”, você receber a mensagem de que a porta SSL não pode ser ativada (0.0.0.0:443), você pode acessar o arquivo

/etc/apache2/ports.conf'

e eliminar a linha (deve ser a última) que indica acesso pela porta 443 (caso a default 80 esteja informada).

————————————————-

 

Fonte:

http://wiki.ubuntubrasil.org/GleidsonLacerda

Lamp2: Ubuntu Server APACHE 2 Mysql 5 PHP 5 phpmyadmin

Standard

Um ambiente LAMP2 (apache 2 mysql 5 php 5 e phpmyadmin) é fundamental para quem desenvolve e deseja testar sua app antes de envia-la para web, sem mais, vamos aos passos:

1 – Clique em Aplicativos->Acessórios->Terminal OU CASO ESTEJA USANDO QUALQUER OUTRA VERSÃO SERVER SEM X, CTRL + ALT + F2.
2 – rode o comando:

sudo apt-get install apache2

Este comando serve para instalar o apache 2. Ressalto que usei o gestor de pacotes e habilitei o suporte a pacotes instáveis e também o repositório partner (mais abaixo posto como fazer).

Ainda no console use o comando abaixo:

sudo apt-get install php5 libapache2-mod-php5
Isto servirá para instalar o php5 e ainda integra-lo como DSO no apache (como módulo).

Já que estamos na metade do caminho o ideal seria dar um restart no apache para garantir que ele leu seu conf.
Use o comando:

sudo /etc/init.d/apache2 restart

A saída deverá ser parecida com:

* Restarting web server apache2 apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
… waiting apache2: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Para garantir que o apache está interpretando códigos php (fazendo uso do interpretador como módulo) podemos editar um arquivo e testa-lo. use o comando abaixo:

sudo vi /var/www/index.php

Dentro deste arquivo informe:

echo 'APPUNIX é um lab de nerds!';
?>

escreva : e depois escreva wq! e pressione enter, ficando algo como :wq! , você salvará o arquivo e sairá do vi.
Feito isto acesse o arquivo para ver se a mensagem APPUNIX é um lab de nerds! aparece, caso sim, sucesso total! Do contrário releia este manual!
Este teste pode ser feito em http://localhost/index.php

Para instalar o mysql como servidor de banco de dados devemos usar o seguinte comando:
sudo apt-get install mysql-server


No meio desse esquema todo serão exibidas janelas que solicitarão a senha de administrador do mysql, semelhantes as imagens abaixo:

senha mysql root

senha mysql root

Outra tela:

senha root mysql 2

senha root mysql 2

Estas telas pedem para que você dê uma senha para o usuário root do mysql, escolha uma senha ao seu gosto e depois repita a mesma.

Agora iremos integrar o php + apache + mysql + phpmyadmin, para isto precisaremos usar o comando:

sudo apt-get install libapache2-mod-auth-mysql php5-mysql phpmyadmin

Neste meio tempo uma tela para escolher entre apache e lighttpd aparecerá, escolha apache. Veja:

escolha apache

escolha apache

Na primeira tela escolha OK e dê um tab para confirmar que aceita a opção.

phpmyadm

phpmyadm

A próxima tela pedirá uma senha de admin para o phpmyadmin, para isto defina algo seu. Veja a tela:

pass phpmyadm

pass phpmyadm

Costumo, após terminar uma instalação de integração como esta utilizar-me de lago, insira as seguintes linhas naquela página index.php usando sudo vim /var/www/index.php
Informe dentro dela o seguinte:

mysql_connect(‘localhost’, ‘root’, ‘suaSENHA’) or die(mysql_error());
?>

Acesse http://localhost/index.php

Se nada ocorrer tudo está 100%.

Quando terminar use o comando:
sudo /etc/init.d/apache2 restart

Isto vai fazer o apache reler todos os confs.

Para concluir precisamos levar o phpmyadmin para a pasta web afim de que possamos editar nossos bds. Para isto precisamos copiar o phpmyadmin para dentro do /var/www usando o comando:

cp -rp /usr/share/phpmyadmin /var/www

Sendo assim, para acessar somente precisamos de um http://localhost/phpmyadmin

Mudando encoding do Postgres para poder usar banco de dados latin1 ou outro e mudar o encoding do Ubuntu ou Debian

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Algo simples que desejamos e a trabalheira grandiosa :(. O que queremos? Mudar o encoding default para Latin1 (se bem que o mundo hoje gira em torno de utf8), assim como mudar locales para PT_BR.

1 – Encoding do Sistema Operacional Debian/Ubuntu Ferrados (sim, você brasileiro e a droga do locale te mostrando coisas de americanos, pode uma coisa destas?)

2 – Mudar o Encoding do Postgres.

Vamos ao ataque

Antemão você precisa saber que o seu sistema foi configurado por algum bestão, isto mesmo, o cara instalou o sistema americano sendo brasileiro.

Ter um porstgres que não aceita nem a pau um encoding diferente (padrão dessa tosquisse sempre é UTF8).

Locale do Sistema

Mãos-a-Obra

Todas as configurações e comandos foram executados como usuário root.

Existem vários arquivos que fazem a configuração do locale, precisamos configurar todos eles e depois executar alguns comandos, vamos lá.

Edite o arquivo /etc/environment e altere os campos LANG e LANGUAGE de forma que fiquem iguais ao abaixo, se não existir, acrescente:

LANG="pt_BR"
LANGUAGE="pt_BR:pt:en"

O arquivo /etc/default/locale também deve ser editado e seu conteúdo deve ser:

LANG="pt_BR"
LANGUAGE="pt_BR:pt:en"

Execute o seguinte comando:

# echo "pt_BR pt_BR.ISO-8859-1" >> /etc/locale.alias

Este arquivo grava os aliases para os locales, isso é para facilitar as configurações.

No diretório /var/lib/locales/supported.d alguns arquivos que configuram os locales que serão gerados, por padrão existem três arquivos “en”, “pt” e “local”. Para nosso caso, pode apagar o “en” e o “pt” deixando apenas o “local”.

Feito isso, edite o arquivo local e deixe seu conteúdo como abaixo:

pt_BR.ISO-8859-1 ISO-8859-1
en_US.ISO-8859-1 ISO-8859-1

Muito bem, configuramos os arquivos necessários para a geração dos locales, agora vamos reconfigurar.

Os comandos abaixo fazem o serviço:

# localedef pt_BR -i pt_BR -f ISO-8859-1
# localedef pt_BR.ISO-8859-1 -i pt_BR -f ISO-8859-1
# localedef pt_BR.ISO8859-1 -i pt_BR -f ISO-8859-1
# dpkg-reconfigure locales
# locale-gen --purge
# locale-gen

###### SE HOUVER ERRO USE:
localedef pt_BR -i pt_BR -f UTF-8
localedef pt_BR -i pt_BR -f LATIN1

Acredito que apenas um desses três comandos fariam o serviço, mas como eu executei os três quando estava configurando o sistema não vou tirar algum deles, é melhor executar a mais e funcionar do que executar a menos e não funcionar.

Reinicie o sistema e execute o comando abaixo para termos certeza que está tudo conforme o desejado.

# locale
LANG=pt_BR
LANGUAGE=pt_BR:pt:en
LC_CTYPE="pt_BR"
LC_NUMERIC="pt_BR"
LC_TIME="pt_BR"
LC_COLLATE="pt_BR"
LC_MONETARY="pt_BR"
LC_MESSAGES="pt_BR"
LC_PAPER="pt_BR"
LC_NAME="pt_BR"
LC_ADDRESS="pt_BR"
LC_TELEPHONE="pt_BR"
LC_MEASUREMENT="pt_BR"
LC_IDENTIFICATION="pt_BR"
LC_ALL=

# locale -a
C
en_US.iso88591
POSIX
pt_BR.iso88591

Agora sim, está tudo como deveria estar. Nosso sistema já está usando ISO-8859-1.

(ISO-8859-1é LATIN1)

Corrigindo o Encoding do Postgres

Bem, esta é a hora do quebra-quebra, vamos lá:

1 – Crie uma nova instância (cluster) de gestão do Postgres:

sudo pg_createcluster -e LATIN1 -d /caminho/do/novoSGDB 8.3
cluster-8.3-2

Feito isto, a porta que o postgres vai operar neste novo SGDB será 5433

Criando SuperUser para administrar o Postgres

[root@appunixlabs:~] # su – postgres

[postgres@appunixlabs:~] $ createuser -P

Digite o nome da role a ser adicionada: pglinux
Digite a senha para a nova role:
Digite-a novamente:
A nova role poderá criar um super-usuário? (s/n) s
CREATE ROLE

Quer ver os users?

[postgres@appunixlabs:~] $ psql
postgres=# du
Lista de roles
Nome da role | Super-usuário | Cria role | Cria BD | Conexões  | Membro de
————–+—————+———–+———+———–+———–
pglinux       | sim                    | sim            | sim         | ilimitado    |
postgres         | sim                    | sim            | sim         | ilimitado    |
(2 registros)

postgres=# q

 

Obs: Se estiver usando Debian 4 mude o path para aceitar corretamente todas as mudanças

PATH=”/usr/local/sbin:/usr/local/bin:/usr/sbin:/usr/bin:/sbin:/bin:/usr/games”

 

 

Caso seus locales estejam 100% ajustados antes mesmo deste How To você pode usar outros meios, uma vez criado um banco com uma encoding (LATIN1, SQL_ASCII, UTF8), só é possível mudá-lo fazendo um backup e recriando o banco. Embora a documentação do PostgreSQL informe sobre a opção -E no pg_dump, falta um “pulo do gato”, que é o que vai ser apresentado neste passo a passo.

1. Se for migração de servidor, altere o arquivo pg_hba.conf (geralmente em /etc/postgresql/8.x/main/pg_hba.conf) do servidor antigo para incluir a linha:

hostnossl all postgres ipnovoservidor/32 trust

2. Reinicie o PostgreSQL no servidor antigo:

# service postgresql-8.3 restart

3. Faça um “su” para o usuário postgres no servidor novo:

# su postgres

4. Gere o backup no servidor novo (se for o mesmo servidor, a opção h é desnecessária) . UTF8 é um exemplo de encoding, mas de qualquer forma é recomendado como padrão):

$ pg_dump -h hostanti -C -E UTF8 -U postgres bancodedados > bancodedados.sql

5. O pulo do gato: a opção -E do pg_dump gera o ARQUIVO no encoding desejado. Mas a opção -C (que copia a estrutura original), copia fielmente, a ponto de gerar a linha:

CREATE DATABASE foh WITH TEMPLATE = template0 ENCODING = ‘LATIN1’;

com o encoding original, o que gera erro na importação.

O MACETE É TROCAR O ENCODING PARA O CORRETO:

CREATE DATABASE foh WITH TEMPLATE = template0 ENCODING = ‘UTF8’;

Obs.: Se o arquivo for grande, o “mcedit” (que uso muito), não dá conta de abrir, mas o “joe” não reclama.

6. Agora é só rodar:

$ psql -f bancodedados.sql

Como deixar OpenOffice em Português do Brasil Ubuntu | Debian

Standard

Oi galera tudo na paz?
Hoje vou ser rápido e ligeiro… alguém ai percebeu que o Openoffice após a instalação do nosso querido Ubuntu fica em Inglês?
É galera por algum motivo desconhecido (pelo menos por mim), nossa querida suite de escritório não adere ao idioma tupiniquim
mesmo você escolhendo a instalação como Português do brasil.. Vamos então…
COmo root ou usuário comum entre no terminal e digite :

Como root

root@appunix:~#apt-get install openoffice.org-l10n-pt-br openoffice.org-help-pt-br -y

COmo usuário comum

doooguinha@appunix:~$sudo apt-get install openoffice.org-l10n-pt-br openoffice.org-help-pt-br -y

Em caso de usuário comum será solicitada a senha, coloque-a e seja feliz….
pronto galera, aproveitem…
Abraço