FIAT + FIORI – UMA PARCERIA DE BABACAS FOREVER ALONE

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A concessionária Fiori, revendedora da linha Fiat em João Pessoa, comercializou em dezembro de 2011 um veículo ‘Novo Palio’, modelo 2012, de placas OFB-7139-PB, com falhas ao cliente José Fernando Santos de Carvalho.

De acordo com o comprador, dois dias após a aquisição do veículo, começaram os intermináveis problemas. Inicialmente, o veículo não deu partida, ou seja, quando a chave de ignição era acionada, o painel não acendia e o carro não ligava o motor.

Indignação
“Procurei a Fiori para solucionar o problema e ‘eles’ (Fiori) não detectaram nenhuma anomalia, informando que o carro estava em perfeitas condições de uso. No entanto, o problema persistiu e eu retornei diversas vezes na concessionária para relatar a mesma anomalia, além de outros tantos, como um alarme de velocidade excedida sem que o veículo estivesse em tal condição. Houve travamento de porta-malas, ponteiro pulando, computador de bordo todo sem regulagem, entre outros problemas”, disse José Fernando.

Medo
O consumidor prejudicado teme pela sua vida e da sua família. Ele revelou que por conta de sua vida profissional, necessita  viajar constantemente. “Eu não posso nem me arriscar, pois não confio mais no Palio que adquiri na Fiori. Vou procurar meus direitos e tenho fé que tudo será resolvido”, desabafou José Fernando.

O outro lado

A reportagem do Paraíba Já entrou em contato com a Fiori, pelo 3208-1512, porém, a ligação passou por diversos ramais e acabou sendo desligada.

Paraíba Já

 

 

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http://paraibaja.com.br/?p=noticia_int&id=19509

 

Defeito de fábrica em Novo Palio 2012 e o descaso da FIAT

Nos ultimos 3 meses e meio, tenho retornado à Concessionária Fiat varias vezes. O fato é que comprei um carro(NOVO PALIO 2012) com anomalias, que eles nao conseguem resolver. Eles alegam: “O carro está em perfeitas condicoes de uso”.

Pasmem, ja experimentei porta-malas eletrico travado(no dia que ia viajar para ser padrinho de casamento), computador de bordo informando problemas no motor, dificuldades pra ligar o carro, ponteiro do velocimetro “PULANDO”, cortes na ingestão de combustível enquanto em movimento, controle das portas não respondendo e outras falhas na entrega do produto(direção desalinhada, risco no painel, peças alteradas).

Eu ja não aguento mais relatar o problema a empresa ou ficar vários dias à pés, por deixar o carro na Concessionária. Passo por diversos transtornos e incovenientes.

Tenho um filho de 1 ano. Todo pai sabe que “é lei”, chegar em casa e dar uma voltar na rua com o bebe pra ele nao chorar.Ficar se o unico carro da familia é MUITO PROBLEMATICO.

Faço viagems constantes à refice-PE, devido ao meu mestrado na UFPE e tenho MEDO DA INTEGRIDADE FISICA DA MINHA FAMILIA.

Sugiro que NÃO COMPREM VEICULOS FIAT, É JOGAR DADOS COM A SORTE. se o carro sair bem, ok, senão, vc ESTARÁ NO PREJUIZO (FATO).

 

Nginxcp dando erro no momento da instalação

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Generating vhosts…
Traceback (most recent call last):
File “/scripts/createvhosts.py”, line 143, in ?
parsedDOC = minidom.parseString(DOC)
File “/usr/local/lib/python2.4/xml/dom/minidom.py”, line 1925, in parseString
return expatbuilder.parseString(string)
File “/usr/local/lib/python2.4/xml/dom/expatbuilder.py”, line 940, in parseString
return builder.parseString(string)
File “/usr/local/lib/python2.4/xml/dom/expatbuilder.py”, line 223, in parseString
parser.Parse(string, True)
xml.parsers.expat.ExpatError: not well-formed (invalid token): line 542, column 23
deploying booster rockets

Se sua mensagem de erro parece com essa, ou linha 152, ou mesmo em plataforma 64 bits, posso lhe dar uma notícia ruim?
NGINXCP só roda em CENTOS!

Se estiver usando redhat será só mais um sonho :'(

Software livre: Necessidade ou Xiitismo?

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É muito comum ver pessoas criticando o software livre ou mesmo elogiando sem entender seu impacto no mundo comercial.

Vamos falar um pouco da realidade do Software Livre em um foco totalmente comercial para que as pessoas entendam a real necessidade desta metodologia/visão de negócio e também possam aplicar em suas vidas esta estratégia. (mais à frente explicarei o porquê de estratégia)

Em primeiro passo devemos fixar em nossas mentes que Software Livre NÃO é software gratuito, isto mesmo, o fato de você ter usado uma ferramenta de código-fonte aberto e se beneficiado da gratuidade deste utilitário não quer dizer que as pessoas não tirem proveitos financeiros sobre tal metodologia/visão.

Abaixo vou citar alguns casos aonde se extrai muito dinheiro do software livre.

Dentro deste seguimento prestemos atenção em um dos mais populares fenômenos do Software Livre, o Gnu/Linux e seus sabores.

Temos no mercado corporativo do pingüim 3 distribuições em especial que se destacam pela sua aceitação de mercado, estabilidade e suporte de alta qualidade:

* Red Hat
* Suse Enterprise
* Mandriva

As três distribuições acima citadas COBRAM pelo suporte e acesso a repositórios comerciais.

Em algum instante você pode estar se perguntando:
Isto é maquiavélico, por que eles cobram por Gnu/Linux se ele é gratuito?

Mentira! Gnu/Linux é um sistema de código-fonte aberto, mas isto não quer dizer que todos têm sua disponibilidade ou licença gratuitos.

Explique-me como manter um suporte via fone, helpdesk e ter servidores ligados 24 horas, com alta disponibilidade de rede e software?
Quem pagará as contas de luz, água e internet?

Quem pagará os desenvolvedores?

Vejamos outro caso de sucesso – Ubuntu. Sistema amigável, Gnu/Linux, grátis para uso, porém, o suporte cobra para impor seu know how e ajustar sua plataforma, mas pergunto, isto é maquiavélico?

Não, muito pelo contrário, é uma forma de manter o negócio das pessoas bem estruturado e reter lucratividade para empresa. (isto resulta em contratações de desenvolvedores mais experientes e equipamentos mais sofisticados para que sejam testados os softwares com mais stress)

Saindo do globo do pingüim, voltemos à situação do software livre como alternativa as empresas, como sua empresa ou sua casa, até mesmo seu escritório poderiam beneficiar-se de uma metodologia tão forte, melhor dizendo, uma tendência tão evidente e aplicável a qualquer mercado?

Simples, vamos analisar um caso bastante comum nas empresas e entender o porquê do Software Livre ser tão necessário para uma implementação.

Há meses presto consultoria em uma empresa mineira, tendo a mesma uma utilização software proprietário (isto não quer dizer Microsoft, mas qualquer código fechado é de propriedade do desenvolvedor) em alta escala. Até aí as coisas transcorriam de vento em polpa, entretanto, como nem tudo tende a ser um mar de rosas sem espinhos, houve a necessidade de implementação de uma simples funcionalidade no software que a empresa usa para gestão de seus negócios, o que aconteceu?
Houve um investimento de R$ 1000 (mil reais) para implementação de um campo.
Havendo 2 programadores na empresa (um programando em VB e outro em PHP), por que tal campo não foi implementado sem custos?
A resposta é clara, AONDE estava o código-fonte? Ele estava aberto? Quem diabos o fechou?

Pois é amigo, nesta hora as coisas começam a fazer sentido, e para piorar, o software utiliza cliente como sendo pontos de acesso, fazendo consultas infinitas no banco de dados, com resultados pesadíssimos, o que gera gargalo na rede, mesmo sabendo que um front-end no servidor resolveria tudo, visto que somente ele processaria toda a demanda, e o melhor, somente ele precisaria de alta capacidade de armazenamento e processamento, assim como evitar que cada terminal cliente não estivesse obrigado a utilizar-se de um Sistema Operacional Windows, visto que o mesmo tem custos e as bibliotecas da ferramenta comercial só operam nele.

Em cálculos mais claros, vamos analisar custo de licença e vantagens comerciais:

Se cada licença Windows XP Profissional custa R$ 250 (duzentos e cinqüenta reais), preço este sob compra em maior escala, e se a instituição possui 14 computadores nós temos 14 x R$ 250 = R$ 3500 (três mil e quinhentos reais). Cada hardware deve suportar Windows XP e os requisitos mínimos do software que não utiliza conceitos de mercado de TI do século XXI, ou seja, se cada máquina custa R$ 590 (sem monitor, é claro) nós temos R$ 8260 (oito mil duzentos e sessenta reais), então concluímos que o total gasto pela empresa para rodar a aplicação e estar provida dos recursos que a mesma disponibilizava foi de R$ 11760 (onze mil setecentos e sessenta reais) + custo de desenvolvimento e implementação da plataforma proprietária.

Vamos levar este foco agora para o Software Livre e ver o quanto as coisas começam a ficar claras:

Como o software utiliza-se de browser (nem tudo, por que os desenvolvedores podem usar linguagens como C, C++ ou Java) podendo ter sido feito até mesmo em Java (Java desktop) nós cortaríamos gastos com o sistema operacional, visto que não depende de sistema operacional para trabalhar, ou seja, abateremos (pelo menos) R$ 3500 (três mil e quinhentos reais) e o processamento (em caso de browser) é centralizado no servidor, o que faria com que máquinas de baixo processamento fossem utilizadas (sabe aqueles k6-II- 500 mhz parados aí na sua empresa?).

No caso acima, compilando e devolvendo o fonte principal ao cliente, é claro.(em caso caso de linguagens que necessitam de compiladores)

De posse de simples afirmações citadas não tenha medo de focar-se em Gnu/Linux e em Software Livre, por que com SL nós temos a possibilidade de analisar o fonte e mudar as coisas ao nosso estilo, seguindo as necessidades triviais de nossa empresa sem qualquer falta de qualidade, escalabilidade ou dificuldade na manutenção.

Quanto a utilizar-se de Gnu/Linux em sua empresa, faça isto por amar sue negócio, use Gnu/Linux para economizar em seu negócio.

Se às pessoas vierem justificando a não utilização por falta de recursos como impressão, rede e etc, fique certo de que a plataforma Gnu/Linux tem suporte as mais variadas impressoras que o mercado disponibiliza, tem suporte pesado a redes (servidores de dns, logon, ldap – que te dão a mesma autonomia de unidades organizacionais do Windows Server, assim como suporte dhcp, compartilhamento de arquivos e bancos de dados).

Em outras palavras, utilizar-se de Windows para facilidades já não é um argumento válido. Programar soluções proprietárias é outra afirmação equivocada, quer saber por quê?

1 – Software de código-fonte aberto permite uma interação mútua no suporte, ocorrendo de maneira mais simples,

2 – Software aberto permite que qualquer pessoa, inclusive o dono da empresa saibam o que realmente o código faz no back-end, (em background)

3 – Software aberto permite manutenção mais abrangente e update de software com mais qualidade,

4 – Software aberto permite que o código seja visto por qualquer desenvolvedor, o que dá mais amplitude na aplicação de técnicas mais maduras e sofisticadas.

Então, ainda vai ficar no mundo “Redmond”?

Lá em cima afirmei como estratégia o software livre, pois bem, pergunte ao Obama o que ele acha disto, visto que tornou tal metodologia como sendo padrão no desenvolvimento de aplicações para o governo (escolas, hospitais e etc).

Abraços a todos.

NautilusSVN: um cliente SVN para LINUX com poder equivalente ao TORTOISESVN

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Foi criado há pouco tempo uma aplicação bem semelhante ao Tortoisesvn, o qual muitas pessoas na net consideram o mesmo como o mais simples e amigável cliente SVN. ONautilussvn veio cheio de “graça”, e faz bonito no quesito de usabilidade, e destacam-se em recursos os pontos:

  • Checkout
  • Commit
  • Revert
  • Diff (usando Meld ou gvimdiff)
  • Log Viewer
  • Revision e SVN User por colunas
  • Ícones que mostram status (embora muito beta)
  • Autenticação SSL (embora muito beta)
  • Username e password com caixa de diálogo
  • Propriedades editáveis

Quer saber mais sobre o projeto, acesse:

http://code.google.com/p/nautilussvn/

Fedora 10: Lamp2 – linux apache 2 mysql e php 5 + ruby + python

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Vou mandar ver em um how to interessante para os amantes do LAMP sob fedora. Todos que usam Fedora devem (ou deveriam) saber que a versão atual deste fabuloso sistema encontra-se na 10. Iremos fazer um how to sobre lamp 2 no Fedora 10, então atente para estar usando Fedora 10.

Requisitos:

Internet (se rápida será melhor ainda),
Fedora 10,
Vontade de rodar o lamp2 no Fedora 10 ?:) ,
Estar logado como root.

Indo ao Combate

Após instalar seu Fedora acesse o console como root e execute os seguintes comandos:

yum update -y

Isso vai atualizar os repositórios e recursos do sistema (kernel, utilitários  e etc).

Após vamos instalar o mysql:

yum -y install mysql mysql-devel mysql-server

Isso vai instalar o mysql, mas logo após sua instalação aplique os comandos abaixo:

chkconfig –levels 235 mysqld on
/etc/init.d/mysqld start

Confirme se a porta já está ativa e esperando conexões:

netstat -tap | grep mysql

Isto deve gerar uma saída mais ou menos assim:

tcp        0      0 *:mysql                     *:*                         LISTEN      2407/mysqld

Após faça este ajuste aqui:

vi /etc/my.cnf

#skip-networking

Comentar a linha acima.

Reinicie o mysql com o comando:

/etc/init.d/mysqld restart

Pronto, defina a senha de root do mysql com os comandos abaixo:

mysqladmin -u root password Sua_nova_SENHA
mysqladmin -h maquina.meudominio.com -u root password Sua_nova_SENHA

Isso aplicará a senha de root do mysql.

Agora vamos aplicar php, python e ruby + apache 2:

yum -y install httpd php php-devel php-gd php-imap php-ldap php-mysql php-odbc php-pear php-xml php-xmlrpc php-eaccelerator php-magickwand php-magpierss php-mapserver php-mbstring php-mcrypt php-mhash php-mssql php-shout php-snmp php-soap php-tidy curl curl-devel perl-libwww-perl ImageMagick libxml2 libxml2-devel

chkconfig –levels 235 httpd on

Pronto, depois disso faça o teste com —>

/etc/init.d/httpd start

Instale o ruby:

yum install httpd-devel ruby ruby-devel

cd /tmp
wget http://www.modruby.net/archive/mod_ruby-1.3.0.tar.gz
tar zxvf mod_ruby-1.3.0.tar.gz
cd mod_ruby-1.3.0/
./configure.rb –with-apr-includes=/usr/include/apr-1
make
make install

vi /etc/httpd/conf.d/ruby.conf

LoadModule ruby_module modules/mod_ruby.so

/etc/init.d/httpd restart

yum install mod_python

/etc/init.d/httpd restart

Prontooo!

Lançado Python 3.0

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Abaixo segue nota retirada do OsNews:

Python 3.0 (a.k.a. ‘Python 3000’ or ‘Py3k’) is a new version of the language that is incompatible with the 2.x line of releases. The language is mostly the same, but many details, especially how built-in objects like dictionaries and strings work, have changed considerably, and a lot of deprecated features have finally been removed. Also, the standard library has been reorganized in a few prominent places.” See what’s new in Python 3.0 for differences between 2.x and 3.x.

POG: O que é?

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A Programação Orientada a Gambiarras (POG ou WOP – Workaround-oriented programming) é um paradigma de programação de sistemas de software que integra-se perfeitamente a qualquer grande Paradigma de Programação atual.

Por definição, Gambiarra é aquilo que é de difícil concepção, de inesperada execução para tornar fácil o uso de algo que sequer deveria existir.

A Programação Orientada a Gambiarras foi uma evolução natural do uso do Programa Bacalhau, também conhecido como ATND – Artifício Técnico Não Documentado, dos anos 1.960–80, e vem de uma antiga expressão sileira, “Para quem é, bacalhau basta” (época em que o peixe seco ainda era barato). Programadores e analistas mais preocupados em usar buzzwords costumam utilizar o termo workaround para impor respeito.

Para que um programador possa exercer a Programação Orientada a Gambiarras, são necessários alguns fatores específicos, facilmente encontrados em ambientes de desenvolvimento:

  • Sistemas originalmente mal projetados;
  • Clientes chatos;
  • Usuários chatos;
  • Falta de vontade;
  • Falta de tempo;
  • Criatividade;
  • Gente que pensa que é DBA (normalmente são pessoas chatas, gordas, feias, sem certificação nenhuma e no que fizeram um curso de SQL Básico);
  • Arquiteto de software achando que é o máximo(normalmente pessoas, altas, loiras, chatas, arrogantes e metidos a sabe tudo);
  • Término do estoque de café/chá;
  • Aproximação do final da tarde;
  • Véspera de feriado/fim-de-semana;
  • Ter o Jackie Chan como chefe;
  • Ter o MacGyver como coordenador de projeto (ver Método MacGyver);
  • Governo defecando regras ou MP’s que entrem em vigor imediatamente sem dar tempo de atualizar sistemas;
  • Requisitos dinâmicos e/ou instáveis;
  • Área comercial vendendo ou pré-vendendo produtos imaginários ou inacabados com “entrega garantida em 30 minutos ou seu dinheiro de volta!”.

Reunidos, todos estes fatores transformam o programador em um gambiarrizador, espécie mais evoluída de programador, que possui curva de aprendizado e produtividade muito mais altas. Os códigos dos gambiarrizdores podem ser chamados de CACA (Código Avançado Complexo e Adaptável).

Lembre-se que a Microsoft – idealizade direitos, por isso, cuidado para você não precisar pagar royalties á Microsoft. Na próxima versão do Visual Studio, todas as POGs documentadas terão wizards personalizados. Por ser dotado de Inteligência Artificial (já que os programadores VB não possuem inteligência alguma) ele irá tornar o uso transparente ao POGramador.

Estudos realizados neste segmento, mostram que os programadores que evoluem para gambiarrizadores vivem melhor, saem as 18:00h, tem cabelos mais bonitos e esvoaçantes. Tudo pelo fato de que, em gambiarrizadores, eles entram em um estado alfa, onde tudo na vida funciona. Tudo que é impossível torna-se possível, de maneira totalmente obscura, mas possível.

Há correntes de programadores que discriminam a Programação Orientada a Gambiarras, alegando ser uma má técnica, que faz com que os sistemas fiquem lentos e ganhem bugs. Também ficou claro nas pesquisas que estes programadores só dizem isto por nunca terem evoluído para gambiarrizadores (e por isso nunca pegam mulher nenhuma). Com apenas uma evolução (ao contrário de ‘ como o Charmander, que necessitam de duas para atingir o ápice de seu desenvolvimento), 100% dos programadores admitem que a Programação Orientada a Gambiarras, definitivamente, é o melhor paradigma de todos.

Além disso, a Programação Orientada a Gambiarras, assim como outros paradigmas, deu origem a outros movimentos de pesquisa científica como Modelagem Orientada a Gambiarras (MOG ou WOM – Workaround-oriented modeling), Desenvolvimento de Sistemas Orientado a Gambiarras (DSOG ou WOSD – Workaround-oriented software development).

PPOG (Princípios da programação orientada a gambiarras) comentados:

  • Se funciona, então tá certo – Acoplado ou não, txt ou sql, mil funções ou 10, design patterns… Nada disso tem valor para o usuário, que só precisa de um software funcional. O termo “escalável” é falacioso;
  • My Way – Programador esperto, se é esperto mesmo é adepto do My Way. Se você está com dúvidas, faça do seu jeito pois se der merda é você quem vai se foder (e como);
  • Murphy ou Lei de Murphy ou Lady Murphy – Para lidar com Murphy e seu exército só com POG. Murphy é sagaz e ligeiro, tá só esperando você dar mole. Nada mais rápido do que uma gambiarrazinha pra acertar o que Murphy destrói;
  • Deixe o amanhã para amanhã – Muitos programadores atrasam projetos alegando que a demora de uma implementação para seguirem regras de design patterns ou comentários que ajudarão a outros entender melhor o código. Deixe o amanhã para o otário programador seguinte;
  • Comentários são para amadores – Um desenvolvedor deve ser treinado para ser fluente na linguagem de programação usada sem precisar de comentários, independente da consequente ruína de sua vida social. Isso também é conhecido como sétimo sentido;
  • Eficiência primeiro – Evite escrever em várias linhas o que pode ser feito em uma;
  • Fé em Deus – A informática é levianamente definida como ciência exata, quando esta é na verdade uma ciência holística. Vários casos reais de divina Providência foram testemunhados em ambiente fiéis aos princípios ruins foram exorcizados, e a paz instalou-se graças a fé dos gambiarrizadores;
  • 1337 h4x0r5 dud3 lol – Quanto mais ilegível, mais respeitado o código é. Consequentemente menos alterado ele é, e mais estável o sistema fica, garantindo a empregabilidade do gambiarrizador;
  • A ocasião faz o ladrão – Em determinados momentos não conseguimos escapar dela;
  • Capacidade de Abstração – Este conceito se baseia em focar-se no problema e desconsiderar conceitos e dados deios para atingir o objetivo, ou seja, o Programador deve abstrair tudo que lhe faça perder tempo como regras de negócio desnecessárias ou tratamentos de erros;
  • Conclusão Hipotética Universal Técnica Explicativa – Quando nenhum dos outros conceitos se aplica, utiliza-se este até funcionar ou desistir (C.H.U.T.E);
  • Criatividade acima de tudo – Uma pessoa criativa não é aquela que consegue chegar a diversos lugares, mas sim, aquela que chega no mesmo lugar por diversas maneiras.. Portanto, o POGer não é nada mais do que um programador criativo, que faz a mesma coisa que outros, adotando técnicas não convencionais…

Chavões POG:

“A principio isso nao tem nada a ver com o erro, mas pode ser que tenha…. algo a ver” Programador POG, sobre o erro no programa que nao sabe da onde veio.

“Deu certo? Deixa! Funcionou? Não mexa!” Bill Gates, durante o desenvolvimento do Windows ME.

“Sem comentários…” Monkey Coder sobre POG.

“Ninguém mandou pagar pouco…” Estagiário sobre POG.

“Muito cuidado ao mexer em um POG, siga o velho ditado: Bosta seca não se mexe!” Careca sobre POG.

“O que importa são os resultados” Programadores do Google Adwords.

“Os fins justificam os meios!” Nicolau Maquiavel sobre POG.

“Travou? Tenta dar Ctrl+Alt+Del. Se não funcionar, desliga e liga de novo a máquina…” Resposta de um POG a outro sobre a execução de um LOOP do manual da POG.

“Abre no Internet Explorer que funciona” Resposta padrão do suporte sobre POG.

“Na minha máquina funcionou” Programador sobre POG.

“O importante é fazer funcionar” Programador 100% pragmático sobre POG.

“O ótimo é inimigo do bom” Gerente POG Master sobre POG.

“Ontem tava funcionando!” MPOG sobre POG.

“Assim fica mais eficiente” Satanás sobre POG.

“É só colocar um DIV ali!” WebDesigner sobre POG.

“/* só testei até aki! */” Comentário de um programador Mancebo em um arquivo.

“Não se preocupe… quando você for implementar vai descobrir a melhor maneira!” Gerente sem-noção.

“Não me interessa se é restrição da ferramenta, dá um jeito e coloca isso funcionando até amanhã!” Gerente de Projeto falando ao programador.

“Simplesmente comentei e funcionou!” MPOG.

“É facil, não vejo dificuldade em fazer isso!” Gerente sem-noção definindo prazo junto com o programador.

“Tive que arrumar direto no banco – daí funcionou! Se o problema “voltar”, nos ligue novamente” POGger sobre O Poder da Fé.

“Como não faz?! Tem que implementar, acabamos de vender o produto com isto” Gerente de vendas de uma empresa qualquer.

“O código tá certo, deve ser problema na massa de dados” Programador Experiente, com várias certificações em POG.

“Terminei, só falta testar” Programador POG as 18h00 com a mochila nas costas falando pro chefe.

“É só reiniciar que funciona!” Programador POG logo de manhã com copo de café na mão.

“Dá um Build All que funciona!” Programador VB desesperado por não saber a procedência do erro.

“Bom, deixa estourar a bomba lá, aí quando vierem me pentelhar aqui eu vejo o que faço…” Programador para outro programador só esperando o problema voltar.

“A função ficou com 3000 linhas porque é impossível deixar ela menor” Programador POG tentando se passar por expert.

“Como não funciona? Eu compilei e não deu nenhum erro!!!” Estagiário, ainda falta muito para ser um programador POG.

“Se compila, funciona!” Programador POG, usando a técnica No_Exception.

“Eu fiz somente o que foi especificado!” Analista, usando a técnica In-Diana.

“Dear Aunt, let’s set so double the killer delete select all” Software de Reconhecimento de Voz, implementado em POG.

“Hum… Que estranho… Não era para acontecer isso…” Programador iniciante na empresa.

“Que lixo que fizeram!!! Olha isso!!!” Programador POG falando sobre outro Programador POG.

“Quando eu cheguei já tava assim!!!” Gambizeiro querendo tirar o seu da reta.

“… É que 1GB de RAM é pouco! Tem que colocar mais memória!!!” POGramador sobre estouro de pilha.

“… Ah!!! Isto é um erro comum do Windows!” POGramador tentando ganhar tempo para corrigir seu código.

“Reza e cruza os dedos que vai funcionar!” POG Pai de Santo falando para um POGramador menos experimente…

“Quando eu testei, funcionou!” POGramador demonstrando as gambiarras para seu Gerente Sem Noçao.

“Se funcionou contra os aliens no Independency Day, vai funcionar com você!” Will Smith sobre POG.

“Eu modelei em POG o vírus para o PC dos Aliens em Independency Day!” Chuck Norris sobre POG.

“Meu Precioso…” Gollum sobre POG.

“O ótimo é inimigo do bom” Sauron – Master PWNER SUPREMUS sobre POG.

“POG é POG e vice-versa…” Jardel – Ex-jogador de futebol sobre POG.

“O importante são os três pontos conquistados independente de como se joga” Antônio Lopes – Treinador de Futebol sobre POG.

“Existem 3 jeitos de se fazer as coisas: o jeito certo, o errado e o jeito Maximo Poder” Homer Simpson sobre POG.

“Se não funcionar leva um Roundhouse Kick! Olha só, funcionou!” Chuck Norris, conversando com o sistema quando o mesmo travou durante apresentação ao cliente.

“O Titanic afundou por que o código do GPS dele não era POG” Leornardo Di Caprio sobre POG.

“O Transponder dos aviões não funcionou pelo mesmo motivo” Piloto sobre POG.

“Service Pack – POG compilado” Anônimo sobre POG.

“Deu certo? Deixa! Funcionou? Não mexa!” Bill Gates.

“O sistema só dá problema quando tem gente usando” Programador POG, às 18h00, indo embora, já fechando a porta e falando pro chefe.

“Porra! Quem foi o filho da puta que fez este programa?” Dercy Gonçalves ao ler um programa POG.

“Fechei todos os bugs. Estão abertos apenas os que não foram resolvidos” Programador POG, vangloriando-se por ser eficiente.

“A Informática é uma ciência exata que nunca é exata né, genti” Chefinha nada gostosa de um CPD em reunião com os programadores POG, Justificando o uso de POG e relembrando a todos que ela é a Gerente de Sistemas Internos do Interior do CPD.

“Claro que conheço POG! Acabei com toda a “lentideza” dos sistemas usando POG puro com Access” Chefinha nada gostosa do CPD antes de ser chefe, na entrevista de emprego para começar como programdora de POG no CPD.

“É hora da pamonha!” Freakzoid sobre POG.

Agradecimentos a:

Sandro J. S. Souza