MySQL server has gone away

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Seu mysql anda estranho quando você está tentando fazer upload de um arquivo enorme via console (na verdade o restore, ou seja, mysql -u usuario -p nomedobdprarestaurar < arquivo.sql)???

Bem, se a mensagem de erro for esta -> MySQL server has gone away NÃO precisa entrar em pânico, só existem 2 coisas que são feitas e sanam tranquilamente o erro:

1 – entre no /etc/my.cnf (ou arquivo de configuração do mysql) e informe set-variable = max_connections=1500

Isto vai liberar para 1500 conexões concorrentes no mysql.

2 – Se o erro persistir, no mesmo arquivo informe:

max_allowed_packet = 5000000000

Você estará liberando uploads/restore/dumps de 1gb de tamanho.

Depois disso, reinicie o mysql (normalmente service mysql restart) e corra para o abraço.

 

Ah, se quiser ver qual valor ficou setado (só para conferir depois do restart use):

mysql> SHOW VARIABLES LIKE ‘max_allowed_packet’;

WHM sumiu com meus ips adicionados anteriormente e ao tentar adicionar novamente aparece a mensagem is already…

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Calma, sem problemas.
Se conseguir entre como root e rode o seguinte comando:

 

/etc/rc.d/init.d/ipaliases restart

Depois veja no whm se os ips voltaram, caso ainda assim não tenha retornado rode
chkconfig --list ipaliases

Verifique também (caso os comando acima não sanem seu problema) os arquivos:

/etc/ips e /etc/ipaddrpool

Abraços.

 

FIAT + FIORI – UMA PARCERIA DE BABACAS FOREVER ALONE

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A concessionária Fiori, revendedora da linha Fiat em João Pessoa, comercializou em dezembro de 2011 um veículo ‘Novo Palio’, modelo 2012, de placas OFB-7139-PB, com falhas ao cliente José Fernando Santos de Carvalho.

De acordo com o comprador, dois dias após a aquisição do veículo, começaram os intermináveis problemas. Inicialmente, o veículo não deu partida, ou seja, quando a chave de ignição era acionada, o painel não acendia e o carro não ligava o motor.

Indignação
“Procurei a Fiori para solucionar o problema e ‘eles’ (Fiori) não detectaram nenhuma anomalia, informando que o carro estava em perfeitas condições de uso. No entanto, o problema persistiu e eu retornei diversas vezes na concessionária para relatar a mesma anomalia, além de outros tantos, como um alarme de velocidade excedida sem que o veículo estivesse em tal condição. Houve travamento de porta-malas, ponteiro pulando, computador de bordo todo sem regulagem, entre outros problemas”, disse José Fernando.

Medo
O consumidor prejudicado teme pela sua vida e da sua família. Ele revelou que por conta de sua vida profissional, necessita  viajar constantemente. “Eu não posso nem me arriscar, pois não confio mais no Palio que adquiri na Fiori. Vou procurar meus direitos e tenho fé que tudo será resolvido”, desabafou José Fernando.

O outro lado

A reportagem do Paraíba Já entrou em contato com a Fiori, pelo 3208-1512, porém, a ligação passou por diversos ramais e acabou sendo desligada.

Paraíba Já

 

 

=============

 

http://paraibaja.com.br/?p=noticia_int&id=19509

 

Defeito de fábrica em Novo Palio 2012 e o descaso da FIAT

Nos ultimos 3 meses e meio, tenho retornado à Concessionária Fiat varias vezes. O fato é que comprei um carro(NOVO PALIO 2012) com anomalias, que eles nao conseguem resolver. Eles alegam: “O carro está em perfeitas condicoes de uso”.

Pasmem, ja experimentei porta-malas eletrico travado(no dia que ia viajar para ser padrinho de casamento), computador de bordo informando problemas no motor, dificuldades pra ligar o carro, ponteiro do velocimetro “PULANDO”, cortes na ingestão de combustível enquanto em movimento, controle das portas não respondendo e outras falhas na entrega do produto(direção desalinhada, risco no painel, peças alteradas).

Eu ja não aguento mais relatar o problema a empresa ou ficar vários dias à pés, por deixar o carro na Concessionária. Passo por diversos transtornos e incovenientes.

Tenho um filho de 1 ano. Todo pai sabe que “é lei”, chegar em casa e dar uma voltar na rua com o bebe pra ele nao chorar.Ficar se o unico carro da familia é MUITO PROBLEMATICO.

Faço viagems constantes à refice-PE, devido ao meu mestrado na UFPE e tenho MEDO DA INTEGRIDADE FISICA DA MINHA FAMILIA.

Sugiro que NÃO COMPREM VEICULOS FIAT, É JOGAR DADOS COM A SORTE. se o carro sair bem, ok, senão, vc ESTARÁ NO PREJUIZO (FATO).

 

Como atualizar seu OpenSuse 11.4 para 12.1 sem problemas.

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Bom pessoal, antemão queremos ressaltar que o procedimento é rápido (só depende do seu link de internet) e simples de proceder. Bora simbora?

Vamos analisar os repositórios ativos (no meu caso tinham MUUUUUUUUUUUUUUUUUITOS, abaixo seguem somente os default), para isso use o comando:

zypper repos –uri

A resposta deverá ser:

# | Alias                            | Name                             | Enabled | Refresh | URI
--+----------------------------------+----------------------------------+---------+---------+------------------------------------------------------------------------------------------------
1 | Updates-for-openSUSE-11.4-11.4-0 | Updates for openSUSE 11.4 11.4-0 | Yes     | Yes     | http://download.opensuse.org/update/11.4/
2 | openSUSE-11.4-11.4-0             | openSUSE-11.4-11.4-0             | Yes     | No      | cd:///?devices=/dev/disk/by-id/ata-VMware_Virtual_IDE_CDROM_Drive_10000000000000000001,/dev/sr0
3 | repo-debug                       | openSUSE-11.4-Debug              | No      | Yes     | http://download.opensuse.org/debug/distribution/11.4/repo/oss/
4 | repo-debug-update                | openSUSE-11.4-Update-Debug       | No      | Yes     | http://download.opensuse.org/debug/update/11.4/
5 | repo-non-oss                     | openSUSE-11.4-Non-Oss            | Yes     | Yes     | http://download.opensuse.org/distribution/11.4/repo/non-oss/
6 | repo-oss                         | openSUSE-11.4-Oss                | Yes     | Yes     | http://download.opensuse.org/distribution/11.4/repo/oss/
7 | repo-source                      | openSUSE-11.4-Source             | No      | Yes     | http://download.opensuse.org/source/distribution/11.4/repo/oss/

Vamos ativar o repositório updates for opensuse 11.4 11.4-0 com o seguinte comando:

zypper modifyrepo –enable Updates-for-openSUSE-11.4-11.4-0

Logo em seguida, validar o repositório (URI):

zypper addrepo –check –name ‘openSUSE-11.4-Update’ http://download.opensuse.org/update/11.4/ repo-update

Hora de deixar tudo novinho antes da upgrade:

zypper refresh

zypper update

 

Depois que tudo estiver atualizado na atual versão deveremos fazer o seguinte:

zypper modifyrepo –all –disable

Isso vai desativar tudo quanto for repositório antigo (11.4).

Hora de ativar todos os repositórios novos:

zypper addrepo –name “openSUSE-12.1 OSS” http://download.opensuse.org/distribution/12.1/repo/oss/ repo-12.1-oss
zypper addrepo –name “openSUSE-12.1 Non-OSS” http://download.opensuse.org/distribution/12.1/repo/non-oss/ repo-12.1-non-oss
zypper addrepo –name “openSUSE-12.1 Updates” http://download.opensuse.org/update/12.1/ repo-12.1-update

Hora do FATALITY:

zypper ref

zypper dup

 

Depois disto dê reboot (no console mesmo):

reboot

 

Quando inicializar já virá com gnome-shell.
Aqui está ok (brilho, som), mas a wifi foi para o espaço.
Iremos fazer um artigo com a correção.

openSUSE 12.1 Beta Lançado

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Confira a nota de lançamento do OpenSuse 12.1 beta pela DistroWatch:

Bryen Yunashko has announced the availability of the beta release of openSUSE 12.1: “The much-awaited beta release of openSUSE 12.1 is here. If you’ve been following us, you know this release was originally called Milestone 6. However, the release team and its testers agreed that this round of testing showed milestone 6 to be so stable and ready for general testing, they decided to call it beta. And that means that if you’ve been thinking about taking a pre-release of 12.1 for a spin before our final release in November, there’s no time like the present.” Read the short release announcement for more information and relevant links. Download (mirrors): openSUSE-KDE-LiveCD-Build0315-i686.iso (677MB, MD5, torrent), openSUSE-GNOME-LiveCD-Build0315-i686.iso (664MB, MD5, torrent), openSUSE-KDE-LiveCD-Build0315-x86_64.iso (690MB, MD5, torrent), openSUSE-GNOME-LiveCD-Build0315-x86_64.iso (677MB, MD5, torrent).

Fonte: http://distrowatch.com/6913

Como instalar o Adobe AIR e TweetDeck mais recentes no OpenSuse 11.4

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Bom, pessoal, nós do AppUnix decidimos fazer um simples How to (bem easy-to-use mesmo) para que você possa instalar facilmente o Adobe Air junto com Tweetdeck sob OpenSuse 11.4. Sobre as notas de distribuição e hardware, nada tão gritante. Antes damos um alerta para quem “viaja” demais e instala Sistemas Operacionais Linux 64 bits quando NÃO SE TEM MAIS DE 4 gb de ram. Evite isto, pois Kernel PAE dá conta do recado e reconhece os 4gb de ram sob 32 bits com MUITO louvor.

Voltando ao ponto de specs, seguem abaixo:

Notebook Testado

Acer 7745 -> i3 350M, 4gb de ram.

Opensuse 11.4 32 bits.

Vamos que vamos?

Nosso primeiro passo é instalar o pacote RPM que está disposto no site da Adobe (pacote adobe air), Para baixar DIRETAMENTE acesse o link abaixo:

http://get.adobe.com/br/air/thankyou/?installer=Adobe_AIR_2.6_for_Linux_%28.rpm%29

Isto vai cair no site já para download.

Siga os passos abaixo:

adobeair passo 1

adobeair passo 1

Primeiro passo é dizer que queremos abrir o pacote com o gestor de pacotes RPM (mostrado acima).

adobeair passo 2

adobeair passo 2

Acima vemos o download prosseguindo (mesmo escolhendo ABRIR com gestor de pacotes RPM).

adobeair passo 3

adobeair passo 3

No passo acima vemos a execução do pacote baixado. Devemos clicar em INSTALAR para prosseguir.

adobeair passo 4

adobeair passo 4

No passo acima devemos confirmar que queremos instalar o pacote.

adobeair passo 5

adobeair passo 5

Devemos confirmar com nossa senha (senha de root do seu OpenSUSE 11.4) para autorizar a instalação do pacote.

adobeair passo 6

adobeair passo 6

Acima vemos o processo de instalação do adobe air rodando normalmente.

adobeair FINAL

adobeair FINAL

Para conferir que a instalação ocorreu filé clique em COMPUTADOR -> MAIS APLICATIVOS. Deve aparecer idêntico a foto acima.

Pronto, agora que metemos bala no Adobe Air, teremos de meter pólvora  (ou POIVA -> no interiorzão) no TweetDeck. Bora? Vamos na velocidade do dragão branco?

Primeiro passo é acessar o site oficial: http://www.tweetdeck.com/

tweetdeck passo 1

tweetdeck passo 1

Devemos clicar no menu COMPUTADOR para podermos baixar a versão DESKTOP.

tweetdeck passo 2

tweetdeck passo 2

Clicando em DOWNLOAD NOW iremos ativar o bichão (download dele). Devemos fazer isto para prosseguir com a instalação.

tweetdeck passo 3

tweetdeck passo 3

Veja o carregamento do arquivo direto no site.

tweetdeck passo 4

tweetdeck passo 4

Agora devemos clicar em ABRIR para baixar e usar o Adobe Air automaticamente na abertura dos arquivos.

tweetdeck passo 5

tweetdeck passo 5

Estamos terminando o download, falta pouco.

tweetdeck passo 6

tweetdeck passo 6

Agora iremos autorizar o Adobe Air a instalar o TweetDeck.

tweetdeck passo 7

tweetdeck passo 7

Estamos acima definindo o ponto de instalação do TweetDeck. Deveremos deixar o padrão, só confirme isto.

tweetdeck passo 8

tweetdeck passo 8

Acima devemos concordar com os termos da Adobe.

tweetdeck passo 9

tweetdeck passo 9

Conforme imagem acima, devemos colocar a senha de root do OpenSuse 11.4 afim de que seja autorizada a instalação/conclusão da instalação.

tweetdeck passo 10

tweetdeck passo 10

Depois disso é só ENJOY véi!

 

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4ppUn1x agradece sua visita :P.

Corrigir Acentuação de Teclado US internacional no OpenSuse 11.4 de maneira simples

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Bom, existe uma coisa que iremos resolver com muita facilidade que é o bendito do teclado US internacional e sua acentuação.
O teclado que estou usando é de um Acer 7745 17″.
Para sanarmos este trem não teremos dificuldades não, façamos o seguinte:

1 – Clique em COMPUTADOR -> YAST

2 – Assim que o YAST abrir você deve digitar no campo de pesquisas (acima, no canto esquerdo) a palavra teclado (veja a imagem abaixo):

teclado OK no OpenSUSE

teclado OK no OpenSUSE

Clique em LAYOUT do TECLADO do SISTEMA, em seguida procure por PORTUGUÊS (BRASIL ACENTUAÇÃO – EUA).

Isto é o mesmo que US-Internacional ou US Acentos.

Aplique clicando em OK e depois corra para o abraço.

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Equipe AppUnix agradece e ordena -> ENJOY!

Broadcom Corporation BCM43225 802.11b/g/n no OpenSuse 11.4 (Acer 7745)

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Antes de mais nada quero agradecer a Deus por estar usando este notebook, pois, sinceramente acho punk demais programar em monitores de alta resolução (1600×900).
Outro ponto importante para este artigo é que estou encantado com o nível de estabilidade do OpenSuse 11.4 neste notebook, que desde já deixo claro no mini overview que:

1 – Placa de rede está operando com eficiência (sim, pacotes sendo enviados usando GB),
2 – Som do Notebook alto pra caramba (e com qualidade),
3 – Brilho do monitor MUITO bem trabalhado (lembram do esquema de brilhos no ubuntu e mint, que o pau comeu pro nosso lado? http://www.appunix.com.br/howto/linux/resolvendo-problema-de-brilho-ubuntu-10-04-10-10-11-04-e-linux-mint-9-e-10-julia/),
4 – Reconhecimento de memória ram foi MUITO interessante (vide:

appunix-labs:~ # uname -a

Linux appunix-labs.site 2.6.37.6-0.5-desktop #1 SMP PREEMPT 2011-04-25 21:48:33 +0200 i686 i686 i386 GNU/Linux

appunix-labs:~ # free -m
total used free shared buffers cached
Mem: 3639 1118 2521 0 45 726
-/+ buffers/cache: 346 3293
Swap: 2058 0 2058

appunix-labs:~ #
)

5 – Repositórios para quem usa Velox estão muito rápidos (1 mb de link compartilhado aqui no labs, avephoenix… 🙁 ).

No mais o sistema em si é um tesão, Gnome 2.x, LibreOffice e etc.

Segue um lspci do Hardware testado:

00:00.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor DRAM Controller (rev 12)
00:02.0 VGA compatible controller: Intel Corporation Core Processor Integrated Graphics Controller (rev 12)
00:16.0 Communication controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset HECI Controller (rev 06)
00:1a.0 USB Controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset USB2 Enhanced Host Controller (rev 06)
00:1b.0 Audio device: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset High Definition Audio (rev 06)
00:1c.0 PCI bridge: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset PCI Express Root Port 1 (rev 06)
00:1c.5 PCI bridge: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset PCI Express Root Port 6 (rev 06)
00:1d.0 USB Controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset USB2 Enhanced Host Controller (rev 06)
00:1e.0 PCI bridge: Intel Corporation 82801 Mobile PCI Bridge (rev a6)
00:1f.0 ISA bridge: Intel Corporation Mobile 5 Series Chipset LPC Interface Controller (rev 06)
00:1f.2 SATA controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset 4 port SATA AHCI Controller (rev 06)
00:1f.3 SMBus: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset SMBus Controller (rev 06)
00:1f.6 Signal processing controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset Thermal Subsystem (rev 06)
02:00.0 Ethernet controller: Atheros Communications AR8151 v1.0 Gigabit Ethernet (rev c0)
09:00.0 Network controller: Broadcom Corporation BCM43225 802.11b/g/n (rev 01)
ff:00.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QuickPath Architecture Generic Non-core Registers (rev 02)
ff:00.1 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QuickPath Architecture System Address Decoder (rev 02)
ff:02.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QPI Link 0 (rev 02)
ff:02.1 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QPI Physical 0 (rev 02)
ff:02.2 Host bridge: Intel Corporation Core Processor Reserved (rev 02)
ff:02.3 Host bridge: Intel Corporation Core Processor Reserved (rev 02)

Pronto, vamos meter o pau e resolver logo essa parada com a velocidade do dragão?

Em primeiros passos DEVEMOS habilitar alguns repositórios que por default (mantidos pela comunidade) não estão ativos, porém, para que tudo funfe ok precisam estar instalados. Primeiro devemos abrir o YAST2 (Meu computador -> SISTEMA -> YAST), devemos seguir exatamente conforme a tela abaixo, para clicar nos repositórios afim de localizarmos o trecho para add repositórios:

Yast2

Yast2

Pronto, feito isto devemos selecionar os repositórios principais, mas para isso iremos avançar menu por menu até chegar na hora fatal :P, veja as imagens abaixo:

clicar em adicionar OPENSUSE

clicar em adicionar OPENSUSE

Veja que, conforme o print, na tela, devemos clicar em ADICIONAR afim de que adicionemos repositórios pelo gestor, veja a imagem abaixo que mostra a tela seguinte:

Escolher Repositórios da COMUNIDADE

Escolher Repositórios da COMUNIDADE

Assim que clicarmos em adicionar nos será dado um leque de opções, devemos escolher adicionar um repositório da comunidade, que como podem ver marcamos Mozilla Beta, Packman (sem este não conseguiremos colocar a Wifi para  moer), Mozilla e o Contrib, veja os prints seguintes:

Processando Escolha da comunidade

Processando Escolha da comunidade

Listas de Repositórios disponíveis

Listas de Repositórios disponíveis

Terminando Marcações de Repositórios

Terminando Marcações de Repositórios

 

Depois disto, quando clicarmos em OK o sistema vai processar nossas escolhas, porém, ele reclamará de chaves não válidas, devemos ignorar tais mensagens aceitando tais chaves gpg, veja a imagem abaixo:

Importar Chaves Problemáticas

Importar Chaves Problemáticas

 

Estamos perto da glória e neste instante não vamos perder o fôlego, antes devemos receber uma notificação do que foi mudado, veja nosso print:

Status de Mudanças Realizadas

Status de Mudanças Realizadas

 

Agora é hora de console 😛

Devemos impor as mãos e meter o pau no negócio, vamo que vamo?

Devemos rodar todos os comandos abaixo como ROOT afim de nem perdermos tempo com autorizações, para isto digite su – e coloque a senha do sistema para ganhar direitos globais como root e use os seguintes comandos abaixo:

appunix-labs:~ # lsmod | grep “b43|ssb|wl”
appunix-labs:~ # rmmod b43
appunix-labs:~ # rmmod ssb
appunix-labs:~ # zypper remove b43-fwcutter
appunix-labs:~ # echo “blacklist ssb” >> /etc/modprobe.d/50-blacklist.conf
appunix-labs:~ # echo “blacklist bcm43xx” >> /etc/modprobe.d/50-blacklist.conf
appunix-labs:~ # echo “blacklist b43” >> /etc/modprobe.d/50-blacklist.conf
appunix-labs:~ # echo “blacklist ndiswrapper” >> /etc/modprobe.d/50-blacklist.conf
appunix-labs:~ # zypper in broadcom-wl broadcom-wl-kmp-desktop
appunix-labs:~ # modprobe wl

 

Por fim dê um reboot:

appunix-labs:~ # reboot

 

Assim que seu S.O. voltar você deverá apertar FN + F3 para habilitar sua WIFI, dando tudo ok o resultado deve ser parecido com a foto abaixo:

wifi no opensuse

wifi no opensuse

 

Rolou ok aí?

Se ficar uma mini gamb de não aceitar sua WIFI pass, faça o seguinte, reinicie o pc, DESCONECTE qualquer cabo de rede e tente conectar-se via WIFI.

Rolou ok agora?

Tudo certinho?

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Vulnerabilidade do Opera Browser no Opensuse 11.x

Standard
From: opensuse-security@opensuse.org
To: opensuse-security-announce@opensuse.org
Subject: [security-announce] openSUSE-SU-2011:0688-1: important: opera
Date: Fri, 24 Jun 2011 15:08:26 +0200 (CEST)
Message-ID: <20110624130826.38F8A32350@maintenance.suse.de>

openSUSE Security Update: opera ______________________________________________________________________________ Announcement ID: openSUSE-SU-2011:0688-1 Rating: important References: #694567 Affected Products: openSUSE 11.4 openSUSE 11.3 ______________________________________________________________________________ An update that contains security fixes can now be installed. It includes one version update.

Description: opera 11.11 fixes a security vulnerability.

Citing http://www.opera.com/support/kb/view/992/:

Framesets allow web pages to hold other pages inside them.

Certain frameset constructs are not handled correctly when the page is unloaded, causing a memory corruption.

To inject code, additional techniques will have to be employed. Patch Instructions:

To install this openSUSE Security Update use YaST online_update.

Alternatively you can run the command listed for your product:

– openSUSE 11.4: zypper in -t patch opera-4588 – openSUSE 11.3: zypper in -t patch opera-4588 To bring your system up-to-date, use “zypper patch”. Package List: – openSUSE 11.4 (i586 x86_64) [New Version: 11.11]: opera-11.11-1.2.1 opera-gtk-11.11-1.2.1 opera-kde4-11.11-1.2.1

– openSUSE 11.3 (i586 x86_64) [New Version: 11.11]: opera-11.11-1.2.1 opera-gtk-11.11-1.2.1 opera-kde4-11.11-1.2.1

References: https://bugzilla.novell.com/694567

Fonte: http://lwn.net/Articles/449150/

openSUSE 12.1 Milestone 2

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Jos Poortvliet Anunciou recentemente o lançamento do OpenSuse 12.1 Milestone 2.

Confira as notas de lançamento:

About 3 weeks after the first milestone for openSUSE 12.1, today the second milestone has been made available. Following the Roadmap, this is the second of 6 milestone until the openSUSE 12.1 release in November.
Milestones

openSUSE is developed in a repository called Factory. Packages flow from the devel projects into Factory upon OK from the release team following the Factory Development Model. During the development cycle (more detailed model) periodic releases are made available for testing – these are the milestones. Six of them become available. After some several freezes go into effect, the component freeze just before the fourth milestone for instance. And about a couple of weeks after the last milestone the first of two Release Candidates is made ready for testing. The final openSUSE 12.1 release is expected on November 11th.
Progress since the previous milestone

The first milestone had a huge number of changes and improvements on top of the latest openSUSE release. Again, many packages have been updated. You can check the latest package versions on this page. What are the major changes?

Firefox 5 RC
Horde4 packages (php5-pear-horde)
“The Board”
rawstudio
llvm/clang 3.0 snapshot
many smaller updates to KDE and GNOME applications and desktops

Also nspluginwrapper is now updated which will allow a more stable Flash plugin on 64bit platforms. With this change you can now watch two flash videos at the same time. And over 100 new packages have been added, including extensions for Banshee, some small tools like DDS2tar and brainfuck interpreter, Cdecl (turns C/C++ gibberish into English), cint (small C/C++ interpreter) and a number of other devel and language tools.
systemd

On the openSUSE project and factory mailing lists a discussion is taking place centered around the new systemd init system. After the introduction of the road to systemd for openSUSE 12.1 by Frederic Crozat, issues, complaints and limitations of systemd are being discussed and dissected. Changing an init system is an invasive change and systemd has ambitions beyond just replacing sysV not everyone always agrees with. Work will be needed to ensure a stable and usable init system for 12.1 and the team welcomes help and bugreports!
Helping out easier than ever!

As expected from a development release, there is still a lot of work to do, so your input at this early stage will be a huge help in making the final release into the beautifully polished work that we aim for. openSUSE 12.1 Milestone 2 has a list of most annoying bugs here, please add issues you find and help fix them. As Will Stephenson recently blogged, fixing an issue is a matter of BURPing on build.opensuse.org! Find a how-to here.

So go and see for yourself what the next version of openSUSE has in store for you at our download center.

Para baixar veja abaixo às versões:

Download (mirrors): openSUSE-KDE-LiveCD-Build0072-i686.iso (671MB, MD5, torrent), openSUSE-GNOME-LiveCD-Build0072-i686.iso (668MB, MD5, torrent), openSUSE-KDE-LiveCD-Build0072-x86_64.iso (672MB, MD5, torrent), openSUSE-GNOME-LiveCD-Build0072-x86_64.iso (685MB, MD5, torrent).

Ispconfig 2: how to create a park domain – como deixar um domínio acessar o conteúdo do outro como park no ispconfig

Standard

Uma das coisas mais interessantes no IspConfig é sua capacidade de permitir customizações em tudo que você possa imaginar. Aproveitando esta “boquinha” vamos fazer algo diferente.
Parkear domínios no Parallels Plesk e no Whm/CPanel é coisa fácil, pois tudo é automatizado, mas isto não quer dizer que o bom e velho vim (ou qualquer OUTRO EDITOR) não entre em ação.

Para isto, precisamos logar-nos como root no servidor aonde iremos parkear domínios, e devemos (antes de mais nada) fazer backup do arquivo de configuração do apache, sendo assim use o comando:

cp -rp /etc/httpd/conf/httpd.conf /root/httpd.conf.OLD


Temos então um arquivo garantido para que, em qualquer eventualidade sirva para consulta ou possivelmente correção do arquivo mais recente.

Entremos no arquivo de configuração:

vim /etc/httpd/conf/httpd.conf

Vá para o final do arquivo e localize exatamente este trecho:


Options ExecCGI -Indexes
AllowOverride None
AllowOverride Indexes AuthConfig Limit FileInfo
Order allow,deny
Allow from all

Deny from all

Feito isto, o que devemos fazer é simples.
Sabendo-se que o ISPConfig lê um outro arquivo com os vhosts dos usuários web, devemos antecipar nossa configuração de maneira que a linha do ispconfig fique abaixo do nosso vhost.

Acima da linha com a informação:

Include /etc/httpd/conf/vhosts/Vhosts_ispconfig.conf

Devemos fazer algo assim:

ServerName www.nomedodominioparkeado.com:80
ServerAdmin webmaster@dominiodestino.com.br
DocumentRoot /var/www/web100/web
ServerAlias dominiodestino.com.br
DirectoryIndex index.html index.htm index.php index.php5 index.php4 index.php3 index.shtml index.cgi index.pl index.jsp Default.htm default.htm
Alias /cgi-bin/ /var/www/web100/cgi-bin/
AddHandler cgi-script .cgi
AddHandler cgi-script .pl
ErrorLog /var/www/web100/log/error.log
AddType application/x-httpd-php .php .php3 .php4 .php5
php_admin_flag safe_mode On
AddType text/html .shtml
AddOutputFilter INCLUDES .shtml
Alias /stats “/var/www/web100/web/webalizer”
Alias /error/ “/var/www/web100/web/error/”
ErrorDocument 400 /error/invalidSyntax.html
ErrorDocument 401 /error/authorizationRequired.html
ErrorDocument 403 /error/forbidden.html
ErrorDocument 404 /error/fileNotFound.html
ErrorDocument 405 /error/methodNotAllowed.html
ErrorDocument 500 /error/internalServerError.html
ErrorDocument 503 /error/overloaded.html
AliasMatch ^/~([^/]+)(/(.*))? /var/www/web100/user/$1/web/$3
AliasMatch ^/users/([^/]+)(/(.*))? /var/www/web100/user/$1/web/$3

RewriteEngine on
RewriteCond %{REQUEST_METHOD} ^(TRACE|TRACK)
RewriteRule .* – [F]

Perceba que no começo falei XXX.XXX.XXX.XXX, isto refere-se ao ip do seu dedicado (shared ip dos domínios :P)

Por este vhost pegue a coisa em cheio.

A charada está nas linhas:

ServerName www.nomedodominioparkeado.com:80
ServerAdmin webmaster@dominiodestino.com.br
DocumentRoot /var/www/web100/web
ServerAlias dominiodestino.com.br

1 – indica o parkeamento
2 – email do main domain
3 – arquivos web de onde o parkeamento vai ler assim que o internauta acessar a página www.nomedodominioparkeado.com
4 – indica o destino do parkeamento, ou seja, ao acessar www.nomedodominioparkeado.com a pessoa na realidade acessa dominiodestino.com.br, porém tendo no cabeçalho o nome www.nomedodominioparkeado.com (url de entrada no navegador)


OBS: CASO O ARTIGO NÃO EXIBA AS TAGS DO APACHE, POR FAVOR VERIFIQUEM JUNTO AO ARQUIVO /ETC/HTTPD/CONF/HTTPD.CONF.

Abraços e espero ter contribuído com um dia feliz para nós… lol.
bye!

Lista de funções para desabilitar em um ambiente CPANEL de Hospedagem de Sites compartilhada

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Bem, se você quer mais segurança em um ambiente compartilhado você precisará de ajustar seu php.ini global (/usr/local/lib/php.ini) em seu servidor de hospedagem compartilhada afim de prevenir ataques usando recursos avançados do php.

Como faremos isto?

Procure pela linha disable_functions =

e depois do ‘=’ aplique as seguintes funções:

dl, system, exec, shell_exec, chown, chgrp, escapeshellcmd, putenv, popen, pclose, passthru, proc_open, proc_get_status, proc_nice, proc_close, proc_terminate, posix_ctermid, posix_get_last_error, posix_getcwd, posix_getegid, posix_geteuid, posix_getgid, posix_getgrgid, posix_getgrnam, posix_getgroups, posix_getlogin, posix_getpgid, posix_getpgrp, posix_getpid, posix_getppid, posix_getpwnam, posix_getpwuid, posix_getrlimit, posix_getsid, posix_getuid, posix_isatty, posix_kill, posix_mkfifo, posix_setegid, posix_seteuid, posix_setgid, posix_setpgid, posix_setsid, posix_setuid, posix_strerror, posix_times, posix_ttyname, posix_uname

Talvez você precisará do shell_exec para o caso do Fantástico Deluxe.
Avalie se vale a pena deixar esta função ativa e prossiga 😀

post_max_size uma informação a mais na hora de aumentar o UPLOAD no php.ini

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Olá ALL,
As vezes erramos quando somente aumentamos diretivas do PHP visando upload, tais como:

max_execution_time,
upload_max_filesize,
e até mempory_limit.

Elas até que estão corretas, assim como max_execution_time, só que os forms que enviam dados (refiro-me a arquivos), fazem envio de arquivos pelo método post.
Sendo assim, se quisermos um upload de 96M em um servidor rodando php precisamos colocar no php.ini a informação de qual o tamanho máximo de envio de dados pelo POST.
A saída então seria:

post_max_size = 96M

Isto dentro do PHP.INI.

Pronto, após ajustes o apache deverá ser reiniciado.

Abraços galera!

Como mudar o Charset para aplicações WEB com apache e php

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Na realidade esse tutorial é algo bem simples que mostra como ajustar o charset de uma aplicação que atualmente opera em UTF-8.
É simples e rápido, veja as formas:

Um exemplo para uso do ISO 8859-1 dentro do .htaccess:

AddDefaultCharset iso-8859-1

Um exemplo para uso do ISO 8859-1 dentro de um arquivo php.ini:

default_charset = “ISO-8859-1”

como listar a memória do cumputador ou placa-mãe no linux how to list memory or motherboard pc or server on console

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Tá, isso aí é dúvida de muuuuuuita gente, mas é algo simples.
As vezes precisamos fazer perícias para saber se uma aplicação/daemon será compatível com nossa estrutura de dispositivos (arquitetura, fsb, chipset e etc), e para isto precisamos de informações beeeeem detalhadas.
Abaixo descrevo alguns comandos que acho bacana:

lspci
Este comando lhe dá um detalhe bem legal sobre dispositivos pci em seu pc.
Em um pc simples a saída fica mais ou menos assim:

00:00.0 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.1 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.2 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.3 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.4 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.7 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:01.0 PCI bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237/VX700 PCI Bridge
00:0f.0 RAID bus controller: VIA Technologies, Inc. VIA VT6420 SATA RAID Controller (rev 80)
00:0f.1 IDE interface: VIA Technologies, Inc. VT82C586A/B/VT82C686/A/B/VT823x/A/C PIPC Bus Master IDE (rev 06)
00:10.0 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.1 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.2 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.3 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.4 USB Controller: VIA Technologies, Inc. USB 2.0 (rev 86)
00:11.0 ISA bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237 ISA bridge [KT600/K8T800/K8T890 South]
00:11.5 Multimedia audio controller: VIA Technologies, Inc. VT8233/A/8235/8237 AC97 Audio Controller (rev 60)
00:12.0 Ethernet controller: VIA Technologies, Inc. VT6102 [Rhine-II] (rev 78)
01:00.0 VGA compatible controller: VIA Technologies, Inc. KM400/KN400/P4M800 [S3 UniChrome] (rev 01)

Para informações beeem detalhadas use lspci -vv
(use os camandos como root).

lshw
Este comando é muito amigável e lhe dá um resumo bem bombado sobre seu hardware (memória, cpu e etc).
Em alguns casos ele consegue informar a frequência da memória (isto mesmo, ddr 1066 por exemplo).
Esse comando (na minha opinião) deve ser usado da seguinte forma:

lshw | more

O pipe “|” + more serve para paginar a saída de maneira que você possa ver pausadamente.

A saída deste comando é beeem legal, veja um pedacinho da saída falando de memória:

*-memory:0
description: System Memory
physical id: 40
slot: System board or motherboard
size: 4GiB
*-bank:0
description: DIMM 667 MHz (1.5 ns)
product: None
vendor: None
physical id: 0
serial: None
slot: DIMM_B1
size: 2GiB
width: 64 bits
clock: 667MHz (1.5ns)

Legal né?

Arquivo cpuinfo
Essa é uma das formas mais simples de saber que flags seu processador tem, qual velocidade dele, memória cache (L1, L2…) e etc.
Use da seguinte forma:

cat /proc/cpuinfo
A saída deste comando deve sair parecida com esta:

processor : 0
vendor_id : GenuineIntel
cpu family : 15
model : 4
model name : Intel(R) Pentium(R) 4 CPU 3.40GHz
stepping : 10
cpu MHz : 3400.425
cache size : 2048 KB
physical id : 0
siblings : 1
core id : 0
cpu cores : 1
apicid : 0
fdiv_bug : no
hlt_bug : no
f00f_bug : no
coma_bug : no
fpu : yes
fpu_exception : yes
cpuid level : 5
wp : yes
flags : fpu vme de pse tsc msr pae mce cx8 apic mtrr pge mca cmov pat pse36 clflush dts acpi mmx fxsr sse sse2 ss ht tm pbe lm constant_tsc up pni monitor ds_cpl est cid cx16 xtpr lahf_lm
bogomips : 6805.08

Legal!

arquivo devices
Esse é um meio muito resumido e particularmente não gosto muito, mas segue a dica:
cat /proc/devices

Mostra os dispositivos resumidamente (no estilo lsmod).

Arquivo meminfo
Este arquivo lhe informa memória com um pouco mais de detalhes:
cat /proc/meminfo

Comando dmesg
Esse comando é muito legal, precisa somente de um extrinha:
use-o com o more!

dmesg | more

Normalmente a saída é enorme.
O comando dmesg dá um resumo do startup do sistema operacional lgnu/linux, assim como detalha em um rápido processo as coisas boas e ruins que estão ocorrendo com o sistema. (MUITO ÚTIL).
Erros de boot, erros de kernel, dispositivos desconhecidos e etc!

dmidecode
O comando dmidecode é um monstro. Esse comando dá todos os detalhes de hardware (isto mesmo, informe até o modelo da placa-mãe).
Utilize-o da seguinte forma:

dmidecode | more

Um pouco da saída:

System Information
Manufacturer: MICRO-STAR INTERNATIONAL CO., LTD
Product Name: MS-7071
Version: 1.00
Serial Number:
UUID: Not Present
Wake-up Type: Power Switch

Esse comando é uma mãe! Isto mesmo, muito bom para saber as informações detalhadas de uma motherboard, sem contar que você pode colher as informações de chipset e modelo da placa-mãe, podendo assim até consultar informações direto do fabricante.

Abraços a todos e espero que este post tenha sido útil.

PHP 5.2.11 LIBERADO! Cpanel Já fez barulho quanto a isto hein!

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Galera, para quem gosta de manter-se atualizado, a Zend (pai do php) lançou juntamente com a equipe de desenvolvimento o php 5.2.11. Vale a pena o update devido a quantidade de bugs corrigidos.

http://www.php.net

Para os usuários de cpanel o easyapache já está liberando disponibilizando junto ao whm, vide:
http://changelog.cpanel.net/?treeview=easyapache

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Minhas contas whm/cpanel estão gerando arquivos core.xxx

Standard

Nada de pânico!
Se no home de seu cliente estão aparecendo muitos arquivos core.xxxx você pode resolver de forma simples!

Provavelmente o que você fez foi compilar o apache com muitos módulos, isto não é bom, então o que pode ter causado tal problema:

1 – você ativou todos os recursos do php,
2 – você ativou todos os recursos mpm (não inicialmente ativados).

Recompile seu apache sem mpm e com php 5.2.10 e será resolvido!

Abraços!

fonte: http://littleoak.wordpress.com/2009/07/24/minhas-contas-whmcpanel-estao-gerando-arquivos-core-xxx/