MySQL server has gone away

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Seu mysql anda estranho quando você está tentando fazer upload de um arquivo enorme via console (na verdade o restore, ou seja, mysql -u usuario -p nomedobdprarestaurar < arquivo.sql)???

Bem, se a mensagem de erro for esta -> MySQL server has gone away NÃO precisa entrar em pânico, só existem 2 coisas que são feitas e sanam tranquilamente o erro:

1 – entre no /etc/my.cnf (ou arquivo de configuração do mysql) e informe set-variable = max_connections=1500

Isto vai liberar para 1500 conexões concorrentes no mysql.

2 – Se o erro persistir, no mesmo arquivo informe:

max_allowed_packet = 5000000000

Você estará liberando uploads/restore/dumps de 1gb de tamanho.

Depois disso, reinicie o mysql (normalmente service mysql restart) e corra para o abraço.

 

Ah, se quiser ver qual valor ficou setado (só para conferir depois do restart use):

mysql> SHOW VARIABLES LIKE ‘max_allowed_packet’;

Como extrair arquivos .RAR no CENTOS?

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É bem verdade que o CentOS tem tudo que o Red Hat tem + um grande apoio da comunidade, mas tente abrir um arquivo .rar via console para você ver o que é bom para tosse 😛

Brincadeiras a parte, não é uma falha da distribuição em si, tampouco repositórios ruins, muito pelo contrário, como a idéia maior de compactação gira em torno de .zip, .tar, .tar.gz a maior parte das distribuições vêm dispostas a encarar facilmente tais formatos. Bem, se queremos abrir o .RAR no Centos teremos de fazer uma coisa, instalar o pacote de arquivos para trabalhar com formato .rar, “vamo simbora”?

Se o RedHat for 6 e for 64 bits rode como root:

rpm -Uhv http://apt.sw.be/redhat/el6/en/x86_64/rpmforge/RPMS/unrar-3.9.10-1.el6.rf.x86_64.rpm

Se precisar de outro rpm do unrar em detrimento de versões do centos ou mesmo por estar usando outra distribuição veja o link:

http://pkgs.org/centos-6-rhel-6/repoforge-x86_64/unrar-3.9.10-1.el6.rf.x86_64.rpm.html

Instalando este pacote há uma pequena lógica no comando, explico logo abaixo:

unrar e nomedoarquivo.rar

O comando acima extrai o arquivo na pasta atual onde ele está.

unrar l nomedoarquivo.rar

O comando acima lista o que tem dentro do arquivo compactado.

unrar t nomedoarquivo.rar

O comando acima checa a integridade do arquivo compactado.

Bom pessoALL, em resumo é isto ;).

Abraços e bom trabalho + final de semana show de bola!

The RPM DB is corrupt CPANEL WHM (como resolver)

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Se a mensagem que você está recebendo for:

An automatic check on (Host Name) found the RPM database to be corrupted. An attempt was made to automatically fix the database but it was not successful. Please resolve this problem on your system. A backup of the original state of the RPM database directory can be found at /var/lib/rpm.rebuild.backup*

Tente as seguintes soluções logado no console (como root):

mkdir /root/old_rpm_dbs/
mv /var/lib/rpm/__db* /root/old_rpm_dbs/
rpm --rebuilddb

Se o erro persistir, logando no console (como root) rode:

/scripts/rpmup
Caso resolva com este comando, ok, se ocorrer o erro abaixo é por que sua biblioteca GLIBC não estão 100%:
rpm: error while loading shared libraries: libm.so.6: cannot open shared object file: No such file or directory
/usr/bin/perl: error while loading shared libraries: libresolv.so.2: cannot open shared object file: No such file or directory
Veja se está ok com o seguinte comando:
rpm -q glibc
Se a resposta for:
package glibc is not installed
Vamos instalar o pacote:
yum --enablerepo=updates-testing --enablerepo=testing install glibc-devel

Centos não permite conexões no apache após instalar o lamp (CENTOS 5.x ou CENTOS 6.x)

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Se você instalou o Centos 5.x ou Centos 6.x, seguiu o nosso artigo de como instalar o lamp2 no Centos, também seguiu nosso artigo de como desativar o SELINUX (visto em http://www.appunix.com.br/howto/linux/failed-loading-usrlibphpmodulesphp_ioncube_loader_lin_5-1-so-usrlibphpmodulesphp_ioncube_loader_lin_5-1-so-cannot-restore-segment-prot-after-reloc-permission-denied/), a saída será forçar as regras de iptables para serem limpas na tabela filter (a padrã0):

 

iptables -F

 

Rode esse comando como root e as regras default, se funcionar são as regras do centos default que sana.

Se quiser contornar faça -> echo “iptables -F” >> /etc/rc.local

Depois é só rebootar e correr para o abraço.

 

Red Hat, Centos, Fedora e Rhel Based com intel E1000 (e1000e) apresentando queda de rede

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Uma coisa interessante, na verdade um bug no módulo de rede E1000 (Intel GB) está ocorrendo em plataformas Rhel Based (Red Hat 5.x e 6.x e Fedora 16) onde o sistema operacional simplesmente deixa a interface de rede trabalhando, do nada a mesma apresenta congelamento (isto mesmo, o sistema continua on, mas a interface de rede OFF). Não adiantará muito atualizar o Kernel, pois ele não trará a solução. Abaixo irei dar dicas de como resolver, no meu caso fui vitimado sob Centos 6.2:

Como root execute:

lsmod | grep e1000

Se a resposta for:

e1000e

Execute o comando como root:

modinfo e1000e

Na saída, logo no começo, veja se a informação do módulo é esta:

version: 1.4.4-k

Caso seja é JUSTAMENTE a cabrita bugada, para sanar vamos ativar um repositório com rpms fresquinhos:

CentOS 6.x -> rode como root:

rpm -Uvh http://elrepo.org/elrepo-release-6-4.el6.elrepo.noarch.rpm

CentOS 5.x -> rode como root:

rpm -Uvh http://elrepo.org/elrepo-release-5-3.el5.elrepo.noarch.rpm

Depois, como root rode:

yum install kmod-e1000e.x86_64 -y

Depois será necessário um reboot no servidor.
Assim que o servidor levantar rode:

modinfo e1000e

Veja se está como abaixo:

[root@appunixlabs ~]# modinfo e1000e
filename: /lib/modules/2.6.32-220.17.1.el6.x86_64/weak-updates/e1000e/e1000e.ko
version: 1.11.3-NAPI

 

Devemos forçar o kernel a utilizar alguns recursos a menos para que possamos contornar o bug, vamos forçar o consumo de energia ao invés de poupar (infelizmente TI verde não é com essa NIC -> Active-State Power Management tem de estar OFF), entre no grub.conf e informa a linha abaixo no final da instrução de boot do kernel utilizado por seu sistema:

pcie_aspm=off e1000e.IntMode=1,1 e1000e.InterruptThrottleRate=10000,10000 acpi=off

 

Se você receber Kernel Panic por causa das flags acima, entre novamente no servidor com qualquer outra imagem de kernel e informe no final da primeira instrução de kernel que apresentava Kernel Panic:

pcie_aspm=off

Somente a flag acima e deixa o pau quebrar.

 

Bug informado em:

https://bugzilla.redhat.com/show_bug.cgi?id=632650

https://bugzilla.redhat.com/show_bug.cgi?id=808638

https://bugzilla.redhat.com/show_bug.cgi?id=625776

http://bugs.centos.org/view.php?id=5614

 

Failed loading /usr/lib/php/modules/php_ioncube_loader_lin_5.1.so: /usr/lib/php/modules/php_ioncube_loader_lin_5.1.so: cannot restore segment prot after reloc: Permission denied

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Depois de instalar tudo em seu servidor Centos (falo de ambiente lamp2 no centos), ao instalar o ioncube você percebe a mensagem de erro:

Failed loading /usr/lib/php/modules/php_ioncube_loader_lin_5.1.so:  /usr/lib/php/modules/php_ioncube_loader_lin_5.1.so: cannot restore segment prot after reloc: Permission denied

Calma, nem você é do mal e nem seu servidor, isso ocorre por que o SELinux está monitorando as coisas, permissões e etc, teremos de desativar o danado :(,

Para desativarmos o SELINUX devemos seguir os passos abaixo:

vim

/etc/sysconfig/selinux
Dentro deste arquivos devemos mudar a linha
SELINUX=permissive (ou enforcing) para:
SELINUX=disabled

Após, basta dar um reboot do dragão e ver que o problema foi sanado :D.

Como mudar/alterar o hostname do computador no CentOS | RedHat

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Olá amigos tudo tranqüilo?

Seguindo a dica do mestre @little_oak, resolvi dar uma chance no que tange a Server com Linux e resolvi instalar o CentOS…. porque até agora meu coração só tinha lugar para o magnífico Ubuntu…. Fiz a install em modo texto (acho melhor e mais rápido), só que em momento algum durante da instalação fui perguntado sobre o hostname da máquina, então veio a dúvida…. como mudar/alterar o hostname aqui nessa mazela? Acostumado com o Ubuntu fui logo no /etc/hostname …. PAM…. cadê?

O CentOS não possui esse arquivo, logo pensei maldita mudança…. mas não desisti, lembrei-me que o professor da Software Livre na faculdade havia falado sobre algo desse tipo no RedHat….. logo pensei, se CentOS é o irmão gêmeo do RedHat logo deve funcionar no CentOS também…. vou passar pra você o macete….

No Terminal como root vá até o diretório /etc/sysconfig/

Dentro desse diretórioa existem vários arquivos, maseditar um arquivo chamado network, e é ele que vamos alterar para mudar/alterar nosso hostname…. eu utilizo o VI ou VIM por achar mais prátido e rápido mas fica a gosto de vocês

 

root@localhost sysconfig]# vim network

 

Verá um conteúdo mais ou menos assim

 NETWORKING=yes

NETWORKING_IPV6=no

HOSTNAME=localhost.localdomain

 

Não precisa nem falar qual o campo a ser alterado não é? Deixe como achar melhor, no meu caso ficou assim:

 NETWORKING=yes

NETWORKING_IPV6=no

HOSTNAME=appunix.localdomain

 

O único ponto negative dessa alteração de hostname é que torna-se necessário a reinicialização do CentOS para que essa alteração entre em vigor…. para testar, você pode digitar hostname no Terminal e verá o nome para o qual você alterou…..

Simples, sucinto e rápido… enfim consegui fazer algo objetivo sem muitas firulas…..

Abraço forte galera….

Obrigado pelo sucesso do BLOG, todas as honras dadas a vocês leitores e a DEUS.

Fiquem com Deus!!!!!!!

Gostou? Compartilhe, comente e espalhe. 🙂

Como fazer o CENTOS iniciar em modo texto

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Fala galera, tudo na paz?

Ontem tivemos aula Linux na faculdade… confesso que já estava até com saudades desse pinguim, mas como Mac OS tomou conta de 100% do espaço sobre meu veículos computacionais…. confesso também que tenho passado grande parte do meu tempo de frente a um maravilhoso Mac OS X Snow Leopard ou em frente ao Lion….. mas vamos ao que interessa, estávamos estudando sobre os tipos de init (níveis) do kernel/sistema linux pode ficar….

O pessoal da faculdade utiliza Red Hat como distribuição mas como odeio maior parte dos sistemas proprietários, resolvi com apoio do professor utilizar CENTOS… essa fantástica distribuição Linux que manda no mundo na tangente servidores WEB….. Peca apenas por não ter uma empresa para coordenar seu desenvolvimento, mas que pode ser bem visto pelo fato de que quando esse comunidade Linda Linux mete a mão tudo sai muito mais rápido e eficaz do que se estivesse nas mãos de uma única empresa….. Deixando de lorota, vou ensinar a vocês como colocar seu CENTOS para iniciar direto em modo texto….. primeiramente conheça os níveis de init

init0 ————> esse ó o sistema totalmente desligado

init1 ————> Mono usuário… em uma linguagem mais burro, é o modo Seguro do Window$, em uma linguagem mais inteligente é o modo de reparação do sistema

init2 ————> é Modo também Mono Usuário mas sem os recursos de Rede

init3 ————> Modo Multi-Usuário sem X (sem modo gráfico) e esse é o cara que queremos colocar como padrão de inicialização do nosso Pinguim

init4 ————> Se alguém souber me fale pois não sei… ou seja.. não serve pra nada

init5 ————> Esse é o nogento, ele inicia com X… todo bonitão…. vai levar pau

init6 ————> Modo Reinicialização, sistema reiniciando….. faz looping

Só pra constar galera, o init é o responsável pelo carregamento de todo o processo de  configuração de módulos ligados ao kernel, nisso incluindo a montagem de sistemas de arquivos e início dos serviços de rede, sem falar na execução de todos os programas e scripts que estão assinalados no diretório /etc/rc.d/init.d, responsável pela inicialização do init como daemon. Quando é inicializado, o init lê o arquivo de configuração que está no /etc e é o inittab, e é esse o cara que vamos editar para que nosso sistema inicie sempre em modo texto.

No terminal  e como root, entre na edição do arquivo /etc/inittab

 [root@appunix ˜]# vim /etc/inittab

procure pela linha

id:5:initdefault:

e substitua por

id:3:initdefault:

Salve o arquivo, faça como manda o manual do seu editor….. quem utiliza o VIM ou VI pode usar :wq!

Pronto galera, agora é só reiniciar o sistema e ver o resultado.

Isso pode não ser muito útil aos experientes administradores de servidores linux, mas pode ajudar com mais esse conhecimento ao recém-chegados ao mundo Linux….

Gostou? Comente, complemente e espalhe!

Como instalar yum no Centos 32 e 64 bits sem complicação

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Tutorial de instalação do YUM no CENTOS 5 (tanto para 32 bits como 64 bits):

Para 32 bits (i386):

rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/elfutils-libs-0.137-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/gmp-4.1.4-10.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/readline-5.1-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-2.4.3-27.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-iniparse-0.2.3-4.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/libxml2-2.6.26-2.1.2.8.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/libxml2-python-2.6.26-2.1.2.8.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/expat-1.95.8-8.2.1.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-elementtree-1.2.6-5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/sqlite-3.3.6-5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-sqlite-1.1.7-1.2.1.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/elfutils-0.137-3.el5.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/rpm-python-4.4.2.3-18.el5.i386.rpm # (1)
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/m2crypto-0.16-6.el5.6.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/python-urlgrabber-3.1.0-5.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-metadata-parser-1.1.2-3.el5.centos.i386.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-3.2.22-20.el5.centos.noarch.rpm http://mirror.centos.org/centos-5/5/os/i386/CentOS/yum-fastestmirror-1.1.16-13.el5.centos.noarch.rpm
yum -y update

Para 64 bits (x86_64):

rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/gmp-4.1.4-10.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/readline-5.1-3.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-2.4.3-27.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/libxml2-2.6.26-2.1.2.8.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/libxml2-python-2.6.26-2.1.2.8.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/expat-1.95.8-8.2.1.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-elementtree-1.2.6-5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/sqlite-3.3.6-5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-sqlite-1.1.7-1.2.1.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/elfutils-libelf-0.137-3.el5.x86_64.rpm
rpm –nodeps -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/elfutils-0.137-3.el5.x86_64.rpm
rpm –nodeps -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/rpm-4.4.2.3-18.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/rpm-python-4.4.2.3-18.el5.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/m2crypto-0.16-6.el5.6.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-urlgrabber-3.1.0-5.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-metadata-parser-1.1.2-3.el5.centos.x86_64.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/python-iniparse-0.2.3-4.el5.noarch.rpm
rpm -Uvh http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-fastestmirror-1.1.16-13.el5.centos.noarch.rpm http://mirror.centos.org/centos/5/os/x86_64/CentOS/yum-3.2.22-20.el5.centos.noarch.rpm
yum -y update

Abraços.

Como instalar YUM no Red Hat 4 ou Centos 4

Standard

Essa é uma questão muito comum entre os sysadmins que tentam instalar o yum no red hat 4 ou centos 4 e não têm tido sucesso.

Abaixo preparei um how to com um link próprio dos arquivos para que você não tente encontrar o pacote na web e acabe se decepcionando ao ver navios.

Para instalar o yum no centos ou redhat siga exatamente o que será descrito.

Esse how to mostra como instalar o yum no RedHat 4.x (centos 4.x) de maneira simples e amigável.

O que será preciso?

1 – Estar logado como root no terminal,
2 – Criar um diretório aonde as coisas estarão armazenadas,
3 – Ter uma internet acessível para poder baixar (claro!).

Logue-se como root, em seguida, na pasta root crie algo como:

mkdir tmp
cd tmp

Agora que estamos dentro de /root/tmp nós iremos baixar todos os arquivos necessários e iremos deixar que o próprio yum dê conta do recado. Use exatamente os comandos abaixo para pegar os arquivos:

wget http://www.libphp.net/repositorio/yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm

Agora que já temos os arquivos (pacotes) vamos instalar os mesmos:

rpm -ivh libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
rpm -ivh python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm
rpm -ivh yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm

Vamos ajustar o repositório:

wget http://www.libphp.net/repositorio/rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Após

rpm -ivh rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Depois disto somente faça:

yum update

Pronto!

Centos 5.6 Apache 2 php 5 Mysql 5 em passos simples :P

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O caboclo que disser que o CentOs não é um ambiente bombado para Apache 2, Mysql 5, PHP 5 e PHPMYADMIN  é um belo mentiroso!

Estamos abaixo fazendo um How to em poucos passos usando o Yum afim de deixar muito rapidamente seu lamp2 rodando filé.

Faça todos os passos como root, please.

Primeiro vamos instalar o mysql 5:

yum install mysql mysql-server -y

O comando acima instala o mysql client e server.

Vamos  dar permissão para que o mysql execute o serviço no boot e em seguida iniciar o bichão:

chkconfig –levels 235 mysqld on

/etc/init.d/mysqld start

Agora vamos corrigir as tranqueiras de senhas:

mysql_secure_installation

A saída desse comando será semelhante a de baixo (sem contar que você terá de interagir com algumas requisições):

NOTE: RUNNING ALL PARTS OF THIS SCRIPT IS RECOMMENDED FOR ALL MySQL
SERVERS IN PRODUCTION USE!  PLEASE READ EACH STEP CAREFULLY!

In order to log into MySQL to secure it, we’ll need the current
password for the root user.  If you’ve just installed MySQL, and
you haven’t set the root password yet, the password will be blank,
so you should just press enter here.

Enter current password for root (enter for none):
OK, successfully used password, moving on…

Setting the root password ensures that nobody can log into the MySQL
root user without the proper authorisation.

Set root password? [Y/n] <– APERTE ENTER
New password: <– DIGITE A SENHA DE ROOT DO MYSQL
Re-enter new password: <– REPITA A SENHA DE ROOT DO MYSQL
Password updated successfully!
Reloading privilege tables..
… Success!

By default, a MySQL installation has an anonymous user, allowing anyone
to log into MySQL without having to have a user account created for
them.  This is intended only for testing, and to make the installation
go a bit smoother.  You should remove them before moving into a
production environment.

Remove anonymous users? [Y/n] <– ENTER PARA CONFIRMAR
… Success!

Normally, root should only be allowed to connect from ‘localhost’.  This
ensures that someone cannot guess at the root password from the network.

Disallow root login remotely? [Y/n] <– ENTER PARA CONFIRMAR
… Success!

By default, MySQL comes with a database named ‘test’ that anyone can
access.  This is also intended only for testing, and should be removed
before moving into a production environment.

Remove test database and access to it? [Y/n] <– ENTER PARA CONFIRMAR
– Dropping test database…
… Success!
– Removing privileges on test database…
… Success!

Reloading the privilege tables will ensure that all changes made so far
will take effect immediately.

Reload privilege tables now? [Y/n] <– ENTER PARA CONFIRMAR
… Success!

Cleaning up…

All done!  If you’ve completed all of the above steps, your MySQL
installation should now be secure.

Thanks for using MySQL!

 

—-

 

Agora que nosso mysql está mais seguro que o default e instalado temos de instalar oo apache 2:

yum install httpd -y

Teremos de atribuir as permissões para que o Apache 2 inicie juntamente com o server:

chkconfig –levels 235 httpd on

Vamos iniciar o bichão:

/etc/init.d/httpd start

Presumindo que você setou um ip ou que no ifconfig seu ip seja 10.0.0.1, se quiser conferir que ficou filé o apache acesse assim (no navegador):

http://10.0.0.1

Normalmente Rhel-Based atribuem o root site aqui: /var/www/html

Chega de demoras e vamos meter bala no PHP:

yum install php

Vamos garantir que os novos confs vão rodar?

/etc/init.d/httpd restart

Como testar se o apache está interpretando php:

vim /var/www/html/testes.php

Dentro do arquivo coloque:

<?php phpinfo(); ?>

Em seguida abra o navegador e tente acessar assim: http://10.0.0.1/testes.php

Vamos integrar mais coisas ao php assim como o mysql sendo suportado pelo mesmo?

yum install php-mysql php-gd php-imap php-ldap php-odbc php-pear php-xml php-xmlrpc -y

 

E o phpmyadmin? Rola ou não rola?

Se o seu S.O. for 64 bits rode assim:

wget http://packages.sw.be/rpmforge-release/rpmforge-release-0.5.2-2.el5.rf.x86_64.rpm
rpm -Uhv rpmforge-release-0.5.2-2.el5.rf.x86_64.rpm

Se o seu S.O. for 32 bits rode assim:

wget http://packages.sw.be/rpmforge-release/rpmforge-release-0.5.2-2.el5.rf.i386.rpm
rpm -Uhv rpmforge-release-0.5.2-2.el5.rf.i386.rpm

Depois disso meta bala na instalação do phpmyadmin:

yum install phpmyadmin -y

Depois vamos deixar as coisas no devido lugar. Teremos de fazer um alias para que o phpmyadmin rode corretamente:

vim /etc/httpd/conf.d/phpmyadmin.conf

#
#  Web application to manage MySQL
#

#<Directory "/usr/share/phpmyadmin">
#  Order Deny,Allow
#  Deny from all
#  Allow from 127.0.0.1
#</Directory>

Alias /phpmyadmin /usr/share/phpmyadmin
Alias /phpMyAdmin /usr/share/phpmyadmin
Alias /mysqladmin /usr/share/phpmyadmin

 

Vamos editar o modo de autenticação do phpmyadmin de cookie para http:

vim /usr/share/phpmyadmin/config.inc.php

[...conteúdo anterior]
/* Authentication type */
$cfg['Servers'][$i]['auth_type'] = 'http';
[...conteúdo posterior]

 

Depois disso temos que reiniciar o apache para garantir que o phpmyadmin rode filé:

/etc/init.d/httpd restart

 

Vamos nos certificar do crime???

http://10.0.0.1/phpmyadmin

Se rodar sem problemas, parabéns, você seguiu fielmente este how to.

 

 

Nossas fontes:

 

Como ativar alt2 atheros attansic 100mb no Centos 5.x facilmente

Standard

 

Após terminar a instalação de uma CentOs 5.5 i386 pude perceber que a placa de rede não havia sido atrelada a um módulo dentro do meu Gnu/Linux Centos. Achei estranho, principalmente por que kernels da linha 2.6.x costumam ter muitos módulos prontos para uso e a maior parte deles só precisa de um simples modprobe. Como não havia obtido NENHUM êxito com muitas coisas que vi acabei tendo de preparar um how to simples para vocês.

A placa-mãe que usei é uma P5GC-MX 1333 da ASUS, uma placa simples mas muito bacana pois é bem barata (e lembrem-se, essa é velhinha 😉 ).
Para instalar de maneira fácil baixe os arquivos abaixo com os respectivos comandos:

rpm -Uhv http://www.libphp.net/module-init-tools-3.3-0.pre3.1.60.el5.elrepo.i386.rpm

e

rpm -Uhv http://www.libphp.net/kmod-atl2-2.2.3-4.el5.elrepo.i686.rpm

Após instalados os arquivos com os comandos citados reinicie seu Centos e após o boot já prepare aquela caixa de BIS pretinha para agradar a equipe nerd do AppUnix.
Abraços e breve voltaremos.
Att: L.O.